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A VOZ DA SERRA expande conhecimentos e desaba muros

terça-feira, 26 de maio de 2026
por Elizabeth Souza Cruz

No trânsito confuso dos tempos atuais, a charge de Silvério, que ilustrou a capa da edição do último fim de semana, é um guia de bons procedimentos. O “Maio Amarelo” no desenho retrata a segurança de uma faixa de pedestre e a imprudência de se atravessar uma rua com as atenções voltadas para o celular. O recado foi dado, mas nos falta conscientização. Todo cuidado ainda será pouco.

No trânsito confuso dos tempos atuais, a charge de Silvério, que ilustrou a capa da edição do último fim de semana, é um guia de bons procedimentos. O “Maio Amarelo” no desenho retrata a segurança de uma faixa de pedestre e a imprudência de se atravessar uma rua com as atenções voltadas para o celular. O recado foi dado, mas nos falta conscientização. Todo cuidado ainda será pouco.

Eu sempre senti o Caderno Z musical. Desde a sua primeira versão, as canções cabiam dentro do conteúdo como uma luva sedosa se estreita nas mãos da natureza. E quando se pensa que “algumas canções moram nas cidades, como citado no “Z”, e com Beto Guedes não é setembro, mas a “boa nova já anda nos campos”.

Marcelo Gonzales tem razão, pois existe mesmo alguma coisa afetiva que nos toca musicalmente. Falando por mim, quando ouço Milton cantar “Certas Canções” eu penso que “certas canções que ouço cabem tão dentro de mim, que perguntar carece – como não fui eu quem fiz?” – E “Os Ciclos da Serra” alcançam a alma de quem estiver à beira de uma sensibilidade maior.  A Lua Crescente se mostra sempre um fenômeno para quem souber acompanhar.

Barbara Breder, atriz, psicanalista e professora, “entrou cedo em cena e, desde então, nunca mais deixou de atravessar seus caminhos”... O teatro está em cada passo de sua vida, em cada encontro com outros e em cada realização”. Cristina Cabral, psicóloga e arteterapeuta, nos convida ao olhar intenso: “A mudança começa muitas vezes em pequenos detalhes: o canto dos pássaros ao amanhecer, o som constante das águas, a ausência do excesso visual das cidades e a possibilidade de voltar a enxergar o céu noturno...”.

Essa possibilidade, eu penso, pode até ser uma janela longe dos holofotes, sem aparatos astronômicos ou tecnológicos. Apenas olhar. É o que tem feito Beth Medeiros, “artista, antes mesmo do primeiro quadro”. Autodidata, sua visão abrangente busca ancestralidade, memória, espiritualidade e permanência. Para Beth, “a arte foi a primeira oração da humanidade...”.

Conhecer essas artistas é um bálsamo para abrandar nossas correrias. E justo, no último sábado, 23, festejamos o Dia Mundial da Tartaruga, é um convite ao repouso... desacelerar!

Em Sociais, no auge de sua beleza feminina, festejamos no último sábado, 16, o aniversário da querida Rosi Guilland. Rodeada de boas energias do marido Girlan, dos filhos Ilan e Ilana e do genro Caio Laundos, sempre é dia de festa nessa família abençoada. Outra maravilhosa, Márcia Carestiato, ‘Madrinha dos Jogos Florais”, na última quinta- feira, 21, colheu mais brilho para o seu novo ciclo. No meio dessas estrelas, está o astro-rei da cirurgia cardíaca, dr. Gustavo Ventura, que na próxima sexta, 29, abre nova idade para mais conquistas. A todos, os votos de muita saúde, paz e prosperidade.

Além de ser o Dia da Indústria, 25 de maio é o Dia do Orgulho Nerd. Antigamente, ser nerd definia alguém de elevada timidez, muito dedicado aos estudos, com hábitos e comportamentos dados como “diferentes”. Hoje, a cultura se refere a uma “celebração de todas as paixões”, quando a naturalidade do ser importa mais do que qualquer padrão estabelecido pelas antigas sociedades. Tudo vale a pena quando o amor remove os muros.

“Além das Chamas” é o título da exposição que celebra os 49 anos do 6º Grupamento do Corpo de Bombeiros Militar em Nova Friburgo. A mostra está em cartaz até o próximo domingo, 31, no Cadima Shopping, na Rua Moisés Amélio, 17. Rumo ao Jubileu de Ouro, a corporação, que vai sempre “além das chamas”, tem o “fogo da paixão” na alma para salvar vidas, cuidando da vida de todos nós. É paixão ardente. Parabéns!

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A Direção do Jornal A Voz da Serra não é solidária, não se responsabiliza e nem endossa os conceitos e opiniões emitidas por seus colunistas em seções ou artigos assinados.

A VOZ DA SERRA é muito amor por Nova Friburgo

terça-feira, 19 de maio de 2026
por Jornal A Voz da Serra

            A charge de Silvério, publicada na capa da edição especial do último fim de semana é pura festa! O Cão Sentado nos convidou a comemorar os 208 anos de Nova Friburgo – A Suíça Brasileira, que abriu caminhos para outros povos imigrantes! E o Caderno Z também nos convidou para que possamos “perceber Nova Friburgo não apenas como paisagem, mas como construção humana, afetiva e cultural”.

            A charge de Silvério, publicada na capa da edição especial do último fim de semana é pura festa! O Cão Sentado nos convidou a comemorar os 208 anos de Nova Friburgo – A Suíça Brasileira, que abriu caminhos para outros povos imigrantes! E o Caderno Z também nos convidou para que possamos “perceber Nova Friburgo não apenas como paisagem, mas como construção humana, afetiva e cultural”.

Isso até me lembrou um estudo, na faculdade, sobre “ecologia humana” que me rendeu até um poema: “No arquivo de costumes, tradições, uma cidade, além das construções, constrói a história dos seus habitantes!”. Ao mesmo tempo em que nascemos aqui, nascem em nós também raízes da árvore que dá os nossos frutos e sombras em prol do nosso lugar. É uma troca. Amando a cidade, ela se desenvolve e nos devolve em bem-estar e evolução.

            A Trupe Família Clou é um exemplo dessa relação de troca. Há 23 anos, Dalmo Latine e Talita Melone transformaram o circo em projeto de vida. Os filhos do casal, Ian e Isabela, nasceram no ambiente circense, “entre praças públicas, escolas, teatros e festivais”.  Um projeto que se expandiu para o Punk Circus e o Circlou, tudo pelo riso.

Assim, na mesma via, Celso DaKombi acabou unindo o útil ao agradável, pois, de tanto dar apoio logístico ao trabalho de sua esposa, Belinha, também artista, Celso fez de sua Kombi o veículo por onde o rock circula de Jimi Hendrik, Elvis Presley e tantos outros. Desde seus 8 anos de idade, Celso já sabia que seria um artista.

            Descendente de suíços, da família Tinguely, sou fã de nossa cidade e tudo o que a ela diz respeito, me diz respeito também. No dizer de Guilherme Rezende Jr. “Tudo ficou mais rápido, mais caótico, menos amigável. Mas o sentimento de pertencimento ainda permanece igual”.

A mudança é inevitável e como ressaltou Victor Schote, “caberá a cada friburguense e à sociedade como um todo decidirem qual a identidade de Nova Friburgo”. Celebramos uma história de 208 anos que começou de forma até inadvertidamente. Como recorda Luiz Fernando Folly, uma história “marcada por muitos momentos desafiadores que foram enfrentados com resiliência... por dificuldades severas, com falta de moradias, doenças, e mortes nos primeiros meses...”.  Realmente, o passado deixou um legado de enfrentamentos e hoje essa reverência é uma forma de respeito.

            Em “Curiosidades da história de Nova Friburgo, Isabella Rodrigues fez um maravilhoso apanhado. Somos a única cidade brasileira criada por um decreto de Dom João VI, com a vida da imigração suíça. Mais adiante, vieram os alemães, italianos, espanhóis, japoneses, sírios, libaneses, austríacos, húngaros que se juntaram aos portugueses, africanos, já habitantes. Muito anteriormente, os índios povoaram a região e toda essa variação habitacional criou alicerces para chegarmos aos dias atuais.

            Com características de cidade grande, com engarrafamentos, correrias de transeuntes pelas calçadas, apesar de tudo, dos inúmeros problemas pontuais que se arrastam, somos uma cidade romântica, bucólica e com um forte viés turístico. Temos a fama de o melhor carnaval do interior do Estado do Rio de Janeiro. Somos destaque na produção de moda íntima, o que já nos deu o título de “Capital da Moda Íntima”. A produção agrícola é outra fonte de desenvolvimento. Somos o maior produtor de couve-flor do nosso estado. Produzimos flores de corte em profusão.

            Nossa cultura é vasta. Temos bandas centenárias, colégios que são referência na educação, como o Colégio Anchieta, 140 anos. Estamos no centro, no ponto geodésico do Estado do Rio. Somos a “Cidade da Trova”, referência nacional, com 67 anos de Jogos Florais. O Sanatório Naval, que beleza! Somos muito e muito mais. E agora, a restauração do Lazareto. Que restauro de coragem e ousadia! Que presente para a comunidade!

            São tantas as exclamações pulsando com a emoção de saber que, se outrora fora destinado ao isolamento, agora, ao contrário, ressurgiu para a aproximação, para unir cultura e cidadania, provendo o seu entorno com a beleza de um casarão ativo na missão de transformar vidas!

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A VOZ DA SERRA revive o passado, vive o presente e aponta o futuro

terça-feira, 12 de maio de 2026
por Elizabeth Souza Cruz

Silvério não poderia ter sido mais gentil para homenagear o Dia das Mães ao elaborar a charge que ilustrou a capa da edição do jornal no último fim de semana. O Cão Sentado veio vestido de uma singeleza ímpar: flores, o azul do céu e um coração enorme saudando o segundo domingo de maio que reverencia aquela, símbolo do bem e da abnegação. Aquela que não tem rima, porém, no plural, rima com cães, a que protege e defende os filhos com as garras poderosas do amor divino, incondicional.

Silvério não poderia ter sido mais gentil para homenagear o Dia das Mães ao elaborar a charge que ilustrou a capa da edição do jornal no último fim de semana. O Cão Sentado veio vestido de uma singeleza ímpar: flores, o azul do céu e um coração enorme saudando o segundo domingo de maio que reverencia aquela, símbolo do bem e da abnegação. Aquela que não tem rima, porém, no plural, rima com cães, a que protege e defende os filhos com as garras poderosas do amor divino, incondicional.

O Caderno Z também foi todo amor! A arte de ser mãe é também uma encenação diária em que personagens formam um elenco de aprendizados, sem ensaios, sem plateia, recriando o dia a dia, numa profusão de cenas, onde o palco é a convivência. E Marcelo Gonzales, sensível ao belo, nos trouxe um caderno de encantamentos. Em “Matéria de Capa”, Gabriela Ribas, uma artista plena, se mostrou a mãe que poucos conhecem e relata: “Nunca dei conta de tudo...”. Em compensação, entende que o “nascimento dos filhos inaugura um desaprendizado inevitável e nada permanece como antes...”. Celina Sodré, diretora da Clínica de Artes, de São Pedro da Serra, reforçou a ideia: “Longe de provocar ruptura, a maternidade amplia sua percepção e fortalece sua identidade como artista...”.

Em “Personalidade”,  As Lumiarinas revelaram a “força feminina e identidade no forró de Nova Friburgo”. O trio, que não admite individualização, não nasceu em Lumiar, mas carrega o espírito leve, lumiarense. Parece que elas se “ilumiaram” para iluminar os caminhos por onde levam a sua alegria. Entre elas, o cuidado está em tudo: “com a história de cada uma, ao falar, na escolha do repertório, disciplina nos ensaios, com a estética, com o público e com o próprio grupo”. Na verdade, um conceito de quatro itens valendo até para a nossa vida diária. Sabrina Alvernaz “abriu” seu livro “Assistida” como quem abre a alma e expõe uma trajetória do “Lado Invisível da Maternidade”. Sua narrativa é um convite ao livro, que se “constrói a partir de um diário  atravessado por dois anos de tentativas de engravidar, sem garantia de desfecho...”. Uma obra de relevância atual.

Saindo do “Z” celebrando a nossa “mãe natureza”, nem todos os debates convergem para o “ser mãe”. Na reportagem de Laís Lima, existe ainda uma resistência fundamentada em alguns tabus, porque “nem toda mulher quer ser mãe”. Na verdade, é uma cobrança de que a “mulher nasceu para ser mãe”. Contudo, a não maternidade é uma escolha pessoal e intransferível.

Como bem disse a psicóloga Claudia Saraiva, a mulher que rompe esse padrão “desafia expectativas que foram construídas culturalmente ao longo do tempo...”. A não maternidade é uma escolha pessoal e intransferível. Numa outra vertente, emerge o formato “mães solo” que no Brasil chegam a quase oito milhões”. São outras demandas multiplicadas na atuação da mulher de “ser tudo ao mesmo tempo”.

Não há mesmo que seguir padrões. A maternidade pode ser para “mães de pet” que se assumem com a mesma responsabilidade peculiar ao desafio maternal. Isabella Garcia expandiu o tema desde o afeto e cuidados até “como se tornar uma mãe de pet”.

Em “Há 50 anos”, a manchete: “ Barbaridade: autorizado posto de gasolina na Rua Fernando Bizzotto”.  Em 1976, isso pareceu mesmo uma tragédia, pois, o noticiário destacou ainda: “A zona residencial será atingida. A poluição atingirá centenas de moradores... o sossego do local vai acabar...”. Ao contrário do que se temia, o posto de gasolina no final da Fernando Bizzotto (esquina com a Avenida Comte Bittencourt) tem sido de grande valia para a população friburguense e demais passantes que seguem, muitas vezes, para o norte do Estado do Rio de Janeiro, Brasil afora. Vamos, então, festejar o cinquentenário desse posto de gasolina!

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A VOZ DA SERRA é trabalho e dedicação por Nova Friburgo

terça-feira, 05 de maio de 2026
por Elizabeth Souza Cruz

O quinto mês do ano começou festejando o Dia do Trabalhador. Silvério, atento ao calendário, assinalou o 1º de maio na capa da edição do último fim de semana, dando à data o destaque merecido. O trabalho está em todos os lugares e setores. Movimentando pessoas, criando agendas, demandando reuniões, planejamentos e não há quem escape de suas artimanhas.

O quinto mês do ano começou festejando o Dia do Trabalhador. Silvério, atento ao calendário, assinalou o 1º de maio na capa da edição do último fim de semana, dando à data o destaque merecido. O trabalho está em todos os lugares e setores. Movimentando pessoas, criando agendas, demandando reuniões, planejamentos e não há quem escape de suas artimanhas. A VOZ DA SERRA é um exemplo de trabalhador incansável que, nem bem concluiu uma edição, já idealiza a próxima e assim vai numa sucessão de trabalhos que geram demandas e exigem foco, clareza, responsabilidade e muito empenho de toda a equipe. Parabéns a todos.

O Caderno Z, da mesma forma, é um trabalhador que vai fundo nas pesquisas para nos trazer um conteúdo digno de sua proposta de transmitir a arte em toda a sua essência. Em “Personalidade”, Marília Cabral, jornalista “de profissão e fotógrafa por vocação” , tem maior identificação com a sensibilidade de “perceber aquilo que o tempo costuma tentar a apagar”, do que com o seu próprio equipamento fotográfico. Para Vitor Buzato “o reconhecimento do trabalho está quando tudo acontece como deve acontecer: o som limpo, a iluminação correta e o espetáculo fluindo sem interrupções”. A recompensa!

Em “Vozes da Serra” Rayune Marchon, tatuadora e desenhista, entende que a arte “não é restrita, não é coisa que se domestique ou que se atenha a um grupo social... A arte é impulso, coisa que nasce da necessidade humana de se expressar, de levar a mente a lugares onde o corpo não chega...”. Barbara Breder vê “ que a arte permite que a gente crie habilidades para lidar no coletivo, ter a possibilidade de efetivar um roteiro, um sonho, um projeto, tornar as coisas tangíveis e palpáveis... “.

Já Rebeca Lorenzon atua na “arquitetura do movimento”. Seu trabalho é lapidar a confiança e a técnica  para que a transição entre o camarim e o holofote seja impecável...”.  Assim percebemos que há muita luz nos bastidores; do início ao fim, o bastidor é o caminho, tudo passa por ele!

Deixamos o Caderno Z com a arte na alma, e vamos para 1976, em “Há 50 anos”, quando Júlio Cesar Seabra Cavalcante, o inesquecível Jaburu, era destaque, aclamado por sua brilhante atuação no teatro e pela cultura friburguense. Em “Sociais” , na próxima quarta-feira, 6, é o aniversário da querida Maria Nilce Ventura, que forma par romântico com o prezado Coutinho. O casal é destaque na ruas de Nova Friburgo. A doce Maria Nilce, nossa coluna deseja muitas felicidades e saúde. Parabéns também para o Igor Belório, nesta terça, 5, festejando idade nova. Outro sempre querido, Joel de Sá Martins vai celebrar o Dia das Mães com homenagens especiais no seu programa “Relembrando Teixeirinha”, na Nova Friburgo FM, no próximo sábado, 9.  Que beleza!

“Do crachá ao CNPJ, o novo retrato do trabalhador brasileiro” está mudando de figura. Em âmbito nacional, o aumento de pequenas empresas passou a ser um grande negócio.  Em Nova Friburgo, da mesma forma,  o crescimento de MEIs (microempreendedores individuais) é uma realidade.

Um exemplo é Luna Teixeira, de 36 anos, que deixou seu emprego de funcionária do comércio para se embrenhar na arte dos bolos. Sua cozinha virou palco das produções, mas ela confessa que não tem mais aquela segurança trabalhista de antes, pois se não produzir também não ganha. E acrescenta: “Hoje preciso trabalhar,  planejar para tudo, até para ficar doente...”. Amiga, planeje tudo sim. Menos ficar doente!

Com Paula Farsoun, minha amiga, sobre o Dia do Trabalho, um destaque: “Celebrar o trabalho é também uma maneira de reconhecer a centralidade que ele ocupa na vida humana. É por meio dele que se constrói autonomia, identidade e pertencimento social...”. O trabalho não é só o pão de cada dia...É o fermento do espírito que nos faz crescer...

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A VOZ DA SERRA é atual, avançado, mas não perde as raízes

terça-feira, 28 de abril de 2026
por Elizabeth Souza Cruz

A charge de Silvério, publicada na edição do último fim de semana, não perdeu o trem da atualidade, pois se “dois em cada três brasileiros estão endividados” a fila não vai parar de crescer nem tão cedo. Se é que vai parar algum dia! Minha amiga Fausta Sidoni sempre aconselhou: “Mais importante do que ganhar é saber gastar”.

A charge de Silvério, publicada na edição do último fim de semana, não perdeu o trem da atualidade, pois se “dois em cada três brasileiros estão endividados” a fila não vai parar de crescer nem tão cedo. Se é que vai parar algum dia! Minha amiga Fausta Sidoni sempre aconselhou: “Mais importante do que ganhar é saber gastar”.

Entretanto, esse  saber é um aprendizado difícil, porque as facilidades para se endividar são mirabolantes. O cartão de crédito é o “principal vilão” seguido pelos empréstimos. Contudo, ninguém se desespere. São muitas as dicas para “sair do vermelho” a mais importante é cortar gastos desnecessários. Meu pai tinha o hábito de registrar os gastos do dia e isso ajuda muito no controle das demandas financeiras.

Sobre o cartão de crédito, para vencer a bola de neve criada, é preciso evitar novas compras. Alguém vai dizer – “parece fácil, mas não é!”. Claro que é preciso resistir aos impulsos consumistas. Com determinação e responsabilidade, acaba dando certo!

Festejando o Dia Internacional da Dança, celebrado nesta quarta-feira, 29, o Caderno Z serviu de palco onde a arte da dança revela talentos. Muito prazer, Cesar dos Santos que, aos 20 anos de idade, já tem vivência artística para contar. E ele assim se identifica: “Acredito que a arte tem um papel profundamente transformador. Ela é uma forma de conexão com o interior das pessoas e uma ferramenta de mudança. Compartilhar o que aprendi é também uma forma de retribuir...”.

Para Fran Berriel, a “dança sempre foi um sonho”, mas a jovem não se deteve no imaginário: “Havia uma certeza mais forte que qualquer insegurança, a de que a dança não era apenas uma vontade, era pertencimento...”.

Com Lurrielly Lima não foi diferente e a “dança deixou de ser apenas paixão para se tornar estratégia de futuro”. Ante as dificuldades desde a infância, quando cedo começou a trabalhar como costureira, manicure e babá, “a dança permaneceu”, ocupando o centro de sua caminhada. E realça: “A dança foi o que manteve de pé, quando tudo parecia difícil...”.

Em “Matéria de Capa”, o Caderno Z foi buscar o projeto Ballet Bonito, criado em novembro de 2020, em Rio Bonito de Cima, na região rural do 5º distrito de Nova Friburgo, Lumiar. O projeto tem a coordenação da professora  “Tia Paloma”.  Com um currículo de atuações internacionais, Paloma descobriu uma “nova forma de permanência” e isso tem a ver com sensibilidade, porque “a delicadeza do ballet encontrou a infância e a natureza”.

Dia 30, próxima quinta-feira, no Teatro Municipal Laercio Rangel Ventura, será apresentado o espetáculo “Na Pista”, da Companhia Urbana de Dança.  O projeto foi elogiado pelo The New York Times como “ a evolução da dança de rua”.

Outro destaque da edição: “Número de idosos cresce no país e chega a 16.6% da população”.  E isso é o que devemos mesmo esperar diante das novas perspectivas de vida. Não creio que o “Brasil está ficando mais velho”. Digamos que o Brasil está ficando mais habilitado para os 60+. A longevidade é fruto de mais cuidados, mais possibilidades e mais integração nas atividades comunitárias. E quem não quer viver uma vida longa, saudável e prazerosa?

Na era digital, os prós e contras. A rapidez do contato que, muitas vezes, não dá tempo de reter o conhecimento. A distração que deixa  a reflexão escapar entre os dedos. A leitura que fica “cansativa” e o vídeo “curto” que distrai. Na semana passada eu fui comprar uma estante e especifiquei que era, exclusivamente, para livros. O vendedor da loja disse que não há mais estante “para livros” porque ninguém mais lê.

Na semana passada, no próprio jornal A VOZ DA SERRA festejamos o Dia Nacional do Livro Infantil e o Dia Mundial do Livro. Sinal de que o livro está na moda sim. Ainda bem!

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Se A VOZ DA SERRA fosse um livro, seria uma enciclopédia

terça-feira, 21 de abril de 2026
por Elizabeth Souza Cruz

Nossa viagem começa na carona da charge de Silvério, na capa da edição do último fim de semana, que destacou o perigo na sinalização de Mury. Com tamanho movimento de veículos na região, é preciso ter muita cautela, porque sinal com defeito é sinal de insegurança no trânsito. Valeu, Silvério! O mês de abril tem sido favorecido em termos de feriados. A Semana Santa gera praticamente quatro dias, tem o Dia de Tiradentes e, ainda, o Dia de São Jorge.

Nossa viagem começa na carona da charge de Silvério, na capa da edição do último fim de semana, que destacou o perigo na sinalização de Mury. Com tamanho movimento de veículos na região, é preciso ter muita cautela, porque sinal com defeito é sinal de insegurança no trânsito. Valeu, Silvério! O mês de abril tem sido favorecido em termos de feriados. A Semana Santa gera praticamente quatro dias, tem o Dia de Tiradentes e, ainda, o Dia de São Jorge.

Aliás, aqui em Nova Friburgo, São Jorge escapou de ser “enforcado” na segunda-feira, 20, pois o governo municipal tentou “imprensá-lo”, mas graças ao empenho da vereadora Maiara Felicio e de integrantes de lideranças religiosas das casas de matriz africana, o feriado foi mantido no próprio dia 23, quinta-feira. Parabéns! Jorge, o Guerreiro, precisa ser respeitado com toda a sua representatividade e não pode ficar relegado às conveniências dos interesses mundanos. Salve, Jorge!

E o retorno do Caderno Z está cheio de novidades, mas sempre o tive como uma voz falando e tocando os corações sensíveis. Não foram poucas as vezes que o interpretei com uma trilha sonora. Foi o meu “xodó” literário, a “plataforma de embarque” para as minhas viagens literárias. E tenho certeza de que esse embarque continuará efetivo, sendo a estação “Z” de idas e vindas para o mundo mágico dos conhecimentos.

E logo de cara, encontro Beto Grillo, pessoa do mais alto eixo da esfera cultura de Nova Friburgo, dissertando sobre a edição do World Creativity Day de 2026. E Beto realça: “Em um tempo em que as pessoas estão cada vez mais isoladas em suas bolhas, criar possiblidades de conexão e vínculo é algo extraordinário”. O WCD, no dizer de Lívia Serrão “reforça o papel de dar visibilidade às histórias que já existem na cidade. Muitas vezes, o que falta não é talento, é espaço...”. Sim, nossa cidade é canteiro de talentos e dos bons!

Ainda no “Z”, desponta Bernardo Dugin, artista, dramaturgo, em “Vozes da Serra”, que define sua história: “A arte não entrou em minha vida como escolha, ela entrou como necessidade”. E acrescenta: “O teatro me deu um lugar de pertencimento quando o mundo ainda parecia pedir que eu me encaixasse em formatos que não eram meus”. Caru de Souza, cantora, compositora, estilista se define: “A arte, para mim, é a cor da vida. É ela que fomenta a reflexão e o pensamento crítico de uma forma doce e sutil, ainda que nos lugares mais doídos e desconfortáveis da existência humana”.  

Agradecendo a Marcelo Gonzales pelo conteúdo expressivo do Caderno Z, vamos seguir viagem até 1976, quando em “Há 50 Anos”, a notícia impactava: “Adeus, Eldorado”. Era o fim de um tempo que marcou a vida de muita gente. O espaço fora vendido para uma empresa bancária e, da história do cinema, só restariam as lembranças dos friburguenses. Minhas tias e a vovó Mariana não perdiam as películas. Morávamos na Filó e o último ônibus para o bairro, só sai do centro quando terminava a última sessão da noite. Minhas primeiras vivências foram com os filmes de Elvis Presley. Que saudade!

Em homenagem a Monteiro Lobato, 18 de abril é o Dia do Livro Infantil e no dia 23, comemora-se o Dia Mundial do Livro. Em minha casa da infância, os livros eram personagens constantes. Mamãe, nascida em 1919 começou a comprá-los desde os seus 14 anos de idade. Seu cultivo literário marcou tanto a nossa vida que, atravessando gerações, minha filha caçula, aos 6 anos de idade, fez um comentário, quando saíamos da casa de uma família amiga: “Mãe, achei aquela família muito esquisita, porque eu não vi um livro naquela casa!”. É esquisito mesmo uma casa sem livros!

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A VOZ DA SERRA mais jovem, moderno e sempre confiável

terça-feira, 14 de abril de 2026
por Elizabeth Souza Cruz

Na carona da charge de Silvério, vamos engrossar a fileira da campanha “Não à violência contra as mulheres”. O Cão Sentado, sempre alerta, é personagem característico dos traços sensíveis de seu autor que não mede esforços nem linhas para transmitir o que há de urgente na pauta jornalística. O assunto não se esgota porque a violência persiste, mesmo diante da criminalização, sob pena de condenação.  Valeu, Silvério!

Na carona da charge de Silvério, vamos engrossar a fileira da campanha “Não à violência contra as mulheres”. O Cão Sentado, sempre alerta, é personagem característico dos traços sensíveis de seu autor que não mede esforços nem linhas para transmitir o que há de urgente na pauta jornalística. O assunto não se esgota porque a violência persiste, mesmo diante da criminalização, sob pena de condenação.  Valeu, Silvério!

Mas que surpresa maravilhosa. O Caderno Z voltou para enriquecer o nosso fim de semana! E nós vamos embarcar na aventura de viajar meio mundo. Nossa diretora, Adriana Ventura, disse tudo: “Retornamos com o Caderno Z para devolver à Nova Friburgo o seu roteiro afetivo...”. A afetividade sempre foi a marca dos temas abordados e, no período de sua ausência, uma saudade insistente nutria esperanças de seu regresso, pois quem é bom sempre volta.

Boas-vindas a Marcelo Gonzales que agora integra a equipe e nos trouxe, na seção “Personalidade”, a artista Tuini, que se define: “Hoje a arte é um alicerce essencial em minha existência”. Em “Vozes da Serra”, a pergunta em realce: “Qual a importância da arte em sua vida?” – Eu penso: A arte é a melhor parte da gente!

Se na criança está difícil controlar o tempo de uso do celular, imagina a dificuldade quando se trata de pessoas idosos. Na matéria apresentada, uma família enfrenta o problema com uma idosa, de 67 anos. Diz um familiar: “Antes, ela gostava de sentar-se na varanda, conversar, ver televisão com a gente. Aos poucos, foi ficando mais isolada, sempre com o celular na mão...”. A orientação da área de saúde é a de que nessas situações, o apoio da família é fundamental e a redução do uso das telas deve ser feita de forma gradual, evitando mudanças bruscas que possam gerar ainda mais ansiedade.

Em “Há 50 Anos”, um dos destaques – “Imperatriz de Olaria nasce forte” – Tomava posse, em 1976, a diretoria da escola de samba Imperatriz de Olaria em solenidade com muito chopp e alegria. O presidente do conselho deliberativo é o dr. Ido Rodrigues e seu presidente é David Urias Wilheim... A festa, no salão do Roqueano foi um sucesso. Parabéns, comunidade da Imperatriz! Meio século de vermelho e branco, colorindo a nossa vida. Na coluna também foi homenageado o então diretor de A VOZ DA SERRA, Laercio Ventura, nascido em 14 de abril - nosso eterno inesquecível, Laercio!

Duas lindezas aniversariando em abril. No dia 15, próxima quarta-feira, a exuberante Tânia Montechiari, no auge de seu brilho, festejará com sua encantadora família. Felicidades! Outra querida, presença marcante na vida friburguense, Regina Schlupp,  na sexta-feira, 17, receberá as merecidas felicitações, frutos de seu carisma e reconhecimento por sua dedicação ao ensino friburguense. Abraços e parabéns!

O quarto mês do ano também tem datas importantes, além do feriado do dia 21, pois em 13 de abril comemora-se o Dia do Hino Nacional Brasileiro. A história de sua composição é bem interessante, porque a música foi composta antes da existência da letra, quase 80 anos. E diga-se, de passagem, “que composição!”. É comum ouvir críticas de que a letra deveria ser mais popular para o entendimento. Sou contra. O Hino Nacional que mantenha o seu vocabulário e quem não souber, que vá ao dicionário pesquisar.

Outra coisa que me “inquieta” é quando se fala: “vamos executar o Hino Nacional...” – isso porque o verbo executar é sempre usado na área criminal para dizer que alguém cometeu um “assassinato”. Isso chega a doer em meus ouvidos. Quem sabe, poderíamos pensar em algo mais louvável, muito mais respeitoso! Um verbo amigável, inspirador...

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A VOZ DA SERRA é o jovem de 81 anos

terça-feira, 07 de abril de 2026
por Jornal A Voz da Serra

O Coelhinho da Páscoa, o protagonista da charge de Silvério, este ano  não enfrentou os atropelos habituais de sua missão. Com o alto preço dos ovos, a guloseima precisou ser resguardada “em segurança máxima”.  A charge, nosso veículo literário, nos ajuda a acompanhar os acontecimentos. Apesar dos preços, as lojas especializadas estiveram lotadas nos últimos dias, com filas nas calçadas. Contudo, o consumo exagerado de chocolate além de não ser o ideal para a saúde, pode fazer mal ao bolso.

O Coelhinho da Páscoa, o protagonista da charge de Silvério, este ano  não enfrentou os atropelos habituais de sua missão. Com o alto preço dos ovos, a guloseima precisou ser resguardada “em segurança máxima”.  A charge, nosso veículo literário, nos ajuda a acompanhar os acontecimentos. Apesar dos preços, as lojas especializadas estiveram lotadas nos últimos dias, com filas nas calçadas. Contudo, o consumo exagerado de chocolate além de não ser o ideal para a saúde, pode fazer mal ao bolso.

A Polícia Militar garantiu a segurança  nas ruas e estradas do Estado do Rio de Janeiro com 3.500 homens no feriadão. Mas, nem só de vigilância constante vive a corporação do 11º BPM, pois, em parceria com membros do Conselho Comunitário de Segurança de Nova Friburgo, os oficiais distribuíram, na semana passada, saquinhos com bombons aos transeuntes nas ruas do centro da cidade. O objetivo da ação, além do agrado, é manter a comunidade mais próxima da corporação. A gentil distribuição foi possível graças a uma doação de caixas de bombons recebidas pelo vice-presidente do CCS, Marcos Schuenk Banjar.  Na ocasião, também foram oferecidos panfletos do Disque-Denúncia do Batalhão Tiradentes com informações úteis. Parabéns a todos!

Em “Sociais”, a querida Faninha festejará idade nova na próxima quinta-feira, 9. Vou dizer para Faninha, os versos de Vicente de Carvalho, que mamãe dizia para meu pai,  também de abril: “Quando você nasceu... raiava  o claro mês das garças forasteiras: abril, sorrindo em flor pelos outeiros, nadando em luz na oscilação das ondas...”. E eu sempre ouvi dizer em casa: “Faninha é nossa prima!”. E  os festejos serão maravilhosos, ao lado do seu esposo, o querido Tony Ventura e a família toda reunida. Felicidades, prima! Aniversariando também a Fábrica Haga nos brilhos de seus 89 anos, somando tradição e modernidade. A fábrica foi fundada em 1º de abril de 1937,  e se tornou polo na indústria metalmecânica,  sempre com as “chaves” do sucesso. Salve, Hans Gaiser!

O Dia Nacional de Combate ao Bullying, 7 de abril, merece uma atenção especial e Laís Lima, com supervisão de Henrique Amorim, nos trouxe uma página inteira de informações que elucidam o tema de forma abrangente. A psicopedagoga Érica Bastos de Lima destacou: “Durante muito tempo, o bullying foi tratado como algo normal . Esse pensamento atravessou gerações e precisa ser descontruído”. Essa desconstrução, ressalta Érica, requer “falar sobre sentimentos, respeito e diversidade é essencial  desde os primeiros anos escolares”. Como eu digo, é algo que precisa começar na família, no berço.

O Friburguense, como dizia meu pai, está com tudo e não está prosa. A notícia em “Esportes”, com Vinicius Gastin, anima o nosso Frizão, pois o empresário Cláudio José Alves Melo protocolou uma proposta de compra da SAF do Tricolor da Serra. O entusiasmo somado ao desejo de erguer o time tem o objetivo de reerguê-lo à Série A do  Carioca. Nossa “estrela” vai brilhar e há de iluminar e expandir Nova Friburgo.

Em “Há 50 Anos”, comemorava-se os 31 anos do Jornal A VOZ DA SERRA, sob a direção de Américo Ventura que deu uma “nova dinâmica  de ação...”. Hoje, 7 de abril, festejamos os 81 anos de um legado que passou, brilhantemente, por Laercio Rangel Ventura e segue na venturosa direção de Adriana Ventura. Uma família dedicada aos interesses do município e das regiões vizinhas. Confiança, credibilidade, respeito aos fatos e aos leitores. É a VOZ de Nova Friburgo para o mundo! “No caminho percorrido / Trabalho, Foco e Paixão... A VOZ DA SERRA tem sido / o pilar da informação!”

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A VOZ DA SERRA sabe a arte de encantar dosando informação, cultura e lazer

terça-feira, 31 de março de 2026
por Elizabeth Souza Cruz

Na carona da charge de Silvério em destaque na capa da edição do último fim de semana, vamos para o nosso quintal comunitário, a Praça Getúlio Vargas. A praça é do povo e Virgílio é a estampa dos questionamentos com tanto atraso nas obras. Valeu, Silvério, ser a voz que nos representa! A justificativa para o atraso se deu pelas chuvas na cidade e a demora na entrega dos materiais pelos fornecedores.

Na carona da charge de Silvério em destaque na capa da edição do último fim de semana, vamos para o nosso quintal comunitário, a Praça Getúlio Vargas. A praça é do povo e Virgílio é a estampa dos questionamentos com tanto atraso nas obras. Valeu, Silvério, ser a voz que nos representa! A justificativa para o atraso se deu pelas chuvas na cidade e a demora na entrega dos materiais pelos fornecedores.

Quero aproveitar o ensejo para solicitar aos encarregados das obras que não retirem as placas com as trovas,  fixadas nos postes, por enquanto. Meu pedido se prende ao fato de que os Jogos Florais de maio estão chegando e os integrantes da comitiva dos trovadores virão de várias partes do Brasil. E todos, ávidos por uma foto ao lado de suas trovas.

Março está por um fio e quantas comemorações foram registradas  em homenagem ao mês da mulher. Com o ciclismo em alta, Vinicius Gastin destacou o “Pedal da Mulher” que encerra as atividades esportivas,  ressaltando a determinação e a força feminina. O esporte é fonte de energia, cria laços e transforma vidas. O movimento é responsável, inclusive, pela  manutenção da saúde, o que leva ao envelhecimento mais saudável. Atividades cotidianas podem contribuir para o bem-estar, com “caminhar, subir pequenos degraus, serviços domésticos... A casa da gente é uma excelente academia.

Em “Sociais”, dois baluartes da vida friburguense aniversariando. Nesta terça-feira, 31, fechando o terceiro mês do ano, tem comemoração para o empresário Antônio Celles Cordeiro. Pessoa de destaque em nosso município no setor do agronegócio, sempre atuante, inclusive, na vida social friburguense. Felicidades! Outro ícone empresarial, Braulio Rezende, festejou idade nova na última sexta-feira, 27. Rodeado das boas energias atraídas por sua personalidade marcante, coleciona amizades expande a confiança, onde quer que esteja atuando. Familiares, amigos e admiradores fazem o coro dos votos de saúde e muita prosperidade. Ao  coro, juntamos a voz de gratidão dos trovadores pelo muito de seu empenho em prol dos Jogos Florais e da UBT, a União Brasileira dos Trovadores.

Boas-vindas ao novo comandante do 11º BPM, tenente-coronel Hilmar Faulhaber, empossado na última quinta-feira, 26. Com um currículo riquíssimo de experiências em atuações na corporação militar no Estado do Rio de Janeiro, há 27 anos, é formado em Direito e pós-graduado em Ciências Jurídicas. Que a sua atuação em Nova Friburgo seja de bem-estar nos ares friburguenses. Desejamos que a coronel Daniele Farias, que passou o comando, tenha em seu coração as mais valiosas experiências vividas em nossa cidade.

Bernardo Furrer fez uma bonita conexão com a exposição “Conversadeira – Arte que Pulsa . Memória que Dialoga”, do artista Cacau Rezende. Realmente, estive lá e vivi momentos de pura magia e encantamento. Como bem destacou Furrer: “Cacau Rezende nos dá o exemplo de como o lixo pode ser aproveitado e transformado em algo tão belo como a arte.”. Eu acrescento: “Conversadeira” dialoga com o aroma das almas!

Que a era digital está tomando conta do mundo moderno, isso não se pode negar. Semana  passada, por exemplo, eu fiz um trabalho no jardim e queria mostrar minhas habilidades. Assim, chamei minha filha que estava no interior da casa. E ela me respondeu: “Manda foto que eu vejo!” -  A comodidade e rapidez resumem horas de trabalho e envolvimento. Na Suécia deu certo trocar o ensino digital pela volta aos livros físicos. Que tenhamos a certeza de que a tecnologia é apenas um facilitador. Não podemos perder nossas habilidades: pensar, discernir, amar, conviver, experenciar... e em tudo, um livro faz a diferença. Talvez nos falte ainda saber a medida exata na arte da moderação!

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A VOZ DA SERRA é sempre o caminho certo no trânsito da informação

terça-feira, 24 de março de 2026
por Elizabeth Souza Cruz

Não são poucas as vezes que alguma notícia no jornal me lembra uma canção. Desta vez, a charge de Silvério me levou para os primórdios da Jovem Guarda, quando Roberto Carlos gravou a música “Um leão está solto nas ruas...”. A letra diz que foi “por descuido de seu domador”. É certo que na charge não há descuido, porque esse é o leão que espera que os seu contribuintes não percam o prazo de enviar a devida e temida “Declaração de Imposto de Renda”. A antecipação do prazo de entrega já ocorreu, e o prazo de finalização vai até 29 de maio.

Não são poucas as vezes que alguma notícia no jornal me lembra uma canção. Desta vez, a charge de Silvério me levou para os primórdios da Jovem Guarda, quando Roberto Carlos gravou a música “Um leão está solto nas ruas...”. A letra diz que foi “por descuido de seu domador”. É certo que na charge não há descuido, porque esse é o leão que espera que os seu contribuintes não percam o prazo de enviar a devida e temida “Declaração de Imposto de Renda”. A antecipação do prazo de entrega já ocorreu, e o prazo de finalização vai até 29 de maio. Lembrando que a isenção para quem ganha até R$ 5 mil só vai valer para a declaração de 2027, referente aos ganhos de 2026.

Valeu, Silvério, pois, a charge, como nosso veículo de embarcação literária, nos leva ao topo das nossas demandas. Estar em dia com o “leão” nos dá a chance de não sermos “devorados” pela Receita. Continuando em assuntos “delicados”, o governador  do Estado do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, está na iminência de uma renúncia. Segundo o advogado Guilherme Barcelos: A renúncia não interrompe o processo, caso fique provada a participação direta do político nas irregularidades”. Inocente ou não, eu sempre me pergunto sobre a razão que leva uma pessoa graduada, com alto rendimento financeiro e poder, a se “meter” em falcatruas? Mesmo me perguntando, eu já sei a resposta: o poder exige mais poder. Pura ilusão! Lá na frente vai ser apanhado com a boca na botija.

Em 21 de março foi celebrado o Dia da Infância e entre as medidas de proteção, nessa era digital, o Estatuto da Criança e do Adolescente ganhou uma nova versão – o ECA Digital. Em destaque, a iniciativa abrange limites e regras para menores de idade que utilizam as redes sociais e aplicativos online. Como proteção, está proibida a “rolagem infinita” nas redes sociais. 21 de março também é o Dia Internacional da Síndrome de Down. A data foi marcada por uma intensa programação, inclusive com a criação do Instituto Alentho, na sede do GPH, no Cônego.

O empresário Gustavo Faria, que desenvolveu o projeto, explicou que a partir do nascimento de um sobrinho, diagnosticado com a síndrome, veio a ideia do Alentho. E destacou: “o instituto nasce com a proposta de ser um espaço de acolhimento, orientação na construção de uma rede de apoio mais ampla”. A empatia, por certo, faz a diferença!

“Divórcio do sono” ganha espaço na rotina dos casais”. A matéria, assinada por Isabella Rodrigues, trouxe essa quase “novidade” de os casais terem espaços separados para melhorar a qualidade do sono e “reduzir conflitos no relacionamento”. É mais do que certo, pois os hábitos de dormir são muitos e pessoais. Uns gostam de música, outros de silêncio. Tem os que gostam de penumbra, outros de escuridão total. TV ligada incomoda a quem quer sossego. Se é para “dormir”, no verdadeiro sentido do verbo, que seja o momento sagrado do descanso. Isso não é afastamento. É maturidade conjugal.

Em “Há 50 anos”, o registro da nova diretoria do “Centro Industrial de Friburgo”, trouxe, ao tempo presente, nomes de pessoas ilustres que representavam suas empresas, entre as quais, Filó, Hasenclever, Sinimbu, Torrington e Indaço. Não só a cidade se desenvolveu sob a égide dessas baluartes, assim como tantos e tantos funcionários tiveram seus empregos garantidos. Era a indústria alavancando o progresso!

Quero felicitar a equipe  “Amigas do Vôlei” que vai representar Nova Friburgo na “Supercopa Master”.  A formação desse “time” tem história grandiosa que, por si só, é vitoriosa pelo fato de reunir mulheres que amam o esporte e vão muito além das regras do jogo para marcar “um set de felicidade”! Parabéns e sucesso no próximo dia 4 de abril!

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