Embarcamos na charge de Silvério, publicada na capa da edição do último fim de semana, de cabeça inchada. O sonho do Hexa ficou no travesseiro de quem passou noites sonhando com mais uma estrela na camisa da seleção canarinho. Futebol é arte e, como tal, ganhar ou perder faz parte da competição.
Notícias de Nova Friburgo e Região Serrana

Elizabeth Souza Cruz
Surpresas de Viagem
A jornalista-poeta-escritora-trovadora-caçadora de cometas Elisabeth Sousa Cruz divide com os leitores, todas as terças, suas impressões a bordo do que ela carinhosamente chama de “Estação Caderno Light”, na coluna Surpresas de Viagem.
Considero a charge um veículo de comunicação excelente para conduzir e direcionar os sentimentos humanos. E Silvério está entre os melhores condutores desse tipo de veículo que jamais engarrafa na sinalização de um recado. Desta vez, São Pedro, o santo, em vias de festejar seu dia 29, está ligadinho nas emoções da Copa do Mundo e o foco principal é o torcedor brasileiro, sonhando com o Hexa. Valeu, Silvério!
Na carona da charge de Silvério, na capa da edição do último fim de semana, revemos a saudosa estátua do Inverno. Mas não é um inverno comum. Temos o calor da Copa do Mundo e a estátua decora o desenho com bandeirinhas, na companhia do pinguim, vestido de canarinho. Eu destaco a estátua usando a expressão “saudosa”, não porque ela deixou de existir, mas pela saudade que deixou em nós. A estátua está muito bem guardada, com as demais, na Fundação D. João VI. A civilização, que trouxe tanto avanço, não conseguiu vencer o vandalismo e, por essa razão, elas precisam de proteção.
Cruzem os dedos! É assim que a charge de Silvério, na capa da edição do último fim de semana, entrou no clima de Copa do Mundo. O Cão Sentado, vestido a caráter, sonha com o hexa e Silvério não perdeu tempo para estimular a torcida. Vestir o Brasil de verde/amarelo é uma boa oportunidade para abrandar rixas e formar aquela “corrente pra frente” da Copa de 1970, quando éramos ainda “90 milhões em ação”.
Na carona da charge de Silvério, publicada na capa da edição do último fim de semana, junho ainda é uma ameaça ao meio ambiente. Antigamente se cantava “Cai, cai, balão aqui na minha mão...” e o balão respondia: “Não vou lá, não vou lá, tenho de medo de apanhar...”. Como nos mostra a charge, ainda é preciso esbravejar contra esse costume, até porque tem gente que fabrica balão e acha bonito vê-lo subindo, sem pensar nas consequências. Junho é sem balão! Valeu, Silvério!
No trânsito confuso dos tempos atuais, a charge de Silvério, que ilustrou a capa da edição do último fim de semana, é um guia de bons procedimentos. O “Maio Amarelo” no desenho retrata a segurança de uma faixa de pedestre e a imprudência de se atravessar uma rua com as atenções voltadas para o celular. O recado foi dado, mas nos falta conscientização. Todo cuidado ainda será pouco.
A charge de Silvério, publicada na capa da edição especial do último fim de semana é pura festa! O Cão Sentado nos convidou a comemorar os 208 anos de Nova Friburgo – A Suíça Brasileira, que abriu caminhos para outros povos imigrantes! E o Caderno Z também nos convidou para que possamos “perceber Nova Friburgo não apenas como paisagem, mas como construção humana, afetiva e cultural”.
Silvério não poderia ter sido mais gentil para homenagear o Dia das Mães ao elaborar a charge que ilustrou a capa da edição do jornal no último fim de semana. O Cão Sentado veio vestido de uma singeleza ímpar: flores, o azul do céu e um coração enorme saudando o segundo domingo de maio que reverencia aquela, símbolo do bem e da abnegação. Aquela que não tem rima, porém, no plural, rima com cães, a que protege e defende os filhos com as garras poderosas do amor divino, incondicional.
O quinto mês do ano começou festejando o Dia do Trabalhador. Silvério, atento ao calendário, assinalou o 1º de maio na capa da edição do último fim de semana, dando à data o destaque merecido. O trabalho está em todos os lugares e setores. Movimentando pessoas, criando agendas, demandando reuniões, planejamentos e não há quem escape de suas artimanhas.
A charge de Silvério, publicada na edição do último fim de semana, não perdeu o trem da atualidade, pois se “dois em cada três brasileiros estão endividados” a fila não vai parar de crescer nem tão cedo. Se é que vai parar algum dia! Minha amiga Fausta Sidoni sempre aconselhou: “Mais importante do que ganhar é saber gastar”.
