Tereza Cristina Malcher Campitelli

Momentos Literários

Tereza Malcher é mestre em educação pela PUC-Rio, escritora de livros infantojuvenis e ganhadora, em 2014, do Prêmio OFF Flip de Literatura.

30/06/2026

Em 1805, na Europa Setentrional, início do século XIX, na Dinamarca, em Odense, nasceu um dos maiores escritores de literatura infantil, Hans Christian Andersen, no dia 2 de abril. Dia em que é comemorado, em sua homenagem, o Dia Internacional da Literatura Infantil. Como também, recebe seu nome, o Prêmio Hans Christian Andersen, considerado o “Nobel” da literatura infantil.

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23/06/2026

Se comemoramos o tempo de dedicação a um projeto, festejamos um aniversário ou a conclusão de um curso, por que não comemorar o tempo dedicado à coluna “Momentos Literários”, aqui em A VOZ DA SERRA?.

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16/06/2026

Tem dias que me visto com todas as cores da natureza. Sinto a beleza das flores e a intensidade verde das plantas com suas exatas formas únicas. A variedade da vida brotando no solo silenciosamente. O vento, as matas, as montanhas, o azul do céu, o som da chuva e a arruaça das maritacas. Enfim, a vida farta, diversificada e presente em torno de nós, nos torna tão naturais quanto uma rama de cerejeira que desponta nas terras friburguenses.

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09/06/2026

Será possível deixar as palavras livres? Uma espécie de descanso, como um presente se pensarmos que elas trabalham dia e noite, mesmo durante o sono quando o pensamento atinge a mais profunda e verdadeira expressão. Os processos cognitivos interpretam e reinterpretam os fatos, buscam soluções às dificuldades, pesquisam nos arquivos das memórias ideias para atender os desejos. Funcionam como rede de proteção, posto que passamos a vida dando saltos, por vezes mortais. Estruturado por palavras, do nascimento à morte, o pensamento nunca descansa.

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02/06/2026

Lendo um artigo sobre o trânsito, uma frase me chamou a atenção: o trânsito é o lugar onde tudo e todos se incidem. Onde há diversas formas e níveis de interação entre as pessoas, se motoristas e motociclistas, se pedestres e ciclistas, se passageiros e vendedores de sinal. Se animais, com seus donos ou não. Aqueles que estão na via, indo e vindo, sofrem os efeitos do clima, das obras, dos defeitos dos pavimentos, da hora apertada, dos conflitos políticos e sociais. Das esperanças e medos individuais e coletivos.

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26/05/2026

Será possível afirmar que contos de fadas guardam as grandes sabedorias da humanidade? Ou melhor, que podem ser considerados como verdadeiras aulas de evolução humana?

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19/05/2026

É fato. Somos seres que recebem influências e influenciam. É ingênuo pensar que alguém é dono de si posto que recebemos influências e, da mesma forma, somos influenciadores. Ou seja, estamos mergulhados numa rede de influências intermináveis, verdadeiros campos magnéticos que atraem quem está ao redor. São invisíveis e vibram na mesma frequência entre as pessoas que sentem afinidade umas pelas outras, pelos mesmos ideais ou estilos de vida.

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12/05/2026

Na mais pura simplicidade da vida, como um ato de sobrevivência, está uma das mais gentis grandiosidades da natureza, que não busca na tecnologia, na filosofia ou na ciência meios para promover a vida e a sobrevivência de várias espécies, inclusive a nossa. A gralha-azul, ave que encontra seu habitat nas florestas de araucária no Sul do Brasil.

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05/05/2026

Estava pensando no que haveria de escrever para esta coluna na semana do Dias das Mães, celebrado no próximo domingo, 9. Trata-se de uma merecida homenagem a quem nos gerou, nos criou, deu-nos presença ou um beijo todas as noites. Na verdade, vale a pena, enviar um aceno a todas as mães. Enfim, se biológica ou não, um gesto que possa homenagear as mulheres que se fazem mães, que têm a vontade de preparar alguém para a vida com suavidade e determinação.

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28/04/2026

Vez em quando, quero me referir ou descrever algo e não consigo encontrar palavra que designe o que pretendo expressar. Apesar do vasto dicionário da nossa bela Língua Portuguesa, ainda faltam palavras para definir pensamentos e sentimentos, fatos e objetos, situações e processos. Aliás, sempre falta algo na vida, então por que não poderia suceder com a nossa Língua Portuguesa? E o falante, como você, meu leitor, e eu, volta e meia, nos deparamos com os vazios da linguagem.

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