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A VOZ DA SERRA é trabalho e dedicação por Nova Friburgo

terça-feira, 05 de maio de 2026
por Elizabeth Souza Cruz

O quinto mês do ano começou festejando o Dia do Trabalhador. Silvério, atento ao calendário, assinalou o 1º de maio na capa da edição do último fim de semana, dando à data o destaque merecido. O trabalho está em todos os lugares e setores. Movimentando pessoas, criando agendas, demandando reuniões, planejamentos e não há quem escape de suas artimanhas.

O quinto mês do ano começou festejando o Dia do Trabalhador. Silvério, atento ao calendário, assinalou o 1º de maio na capa da edição do último fim de semana, dando à data o destaque merecido. O trabalho está em todos os lugares e setores. Movimentando pessoas, criando agendas, demandando reuniões, planejamentos e não há quem escape de suas artimanhas. A VOZ DA SERRA é um exemplo de trabalhador incansável que, nem bem concluiu uma edição, já idealiza a próxima e assim vai numa sucessão de trabalhos que geram demandas e exigem foco, clareza, responsabilidade e muito empenho de toda a equipe. Parabéns a todos.

O Caderno Z, da mesma forma, é um trabalhador que vai fundo nas pesquisas para nos trazer um conteúdo digno de sua proposta de transmitir a arte em toda a sua essência. Em “Personalidade”, Marília Cabral, jornalista “de profissão e fotógrafa por vocação” , tem maior identificação com a sensibilidade de “perceber aquilo que o tempo costuma tentar a apagar”, do que com o seu próprio equipamento fotográfico. Para Vitor Buzato “o reconhecimento do trabalho está quando tudo acontece como deve acontecer: o som limpo, a iluminação correta e o espetáculo fluindo sem interrupções”. A recompensa!

Em “Vozes da Serra” Rayune Marchon, tatuadora e desenhista, entende que a arte “não é restrita, não é coisa que se domestique ou que se atenha a um grupo social... A arte é impulso, coisa que nasce da necessidade humana de se expressar, de levar a mente a lugares onde o corpo não chega...”. Barbara Breder vê “ que a arte permite que a gente crie habilidades para lidar no coletivo, ter a possibilidade de efetivar um roteiro, um sonho, um projeto, tornar as coisas tangíveis e palpáveis... “.

Já Rebeca Lorenzon atua na “arquitetura do movimento”. Seu trabalho é lapidar a confiança e a técnica  para que a transição entre o camarim e o holofote seja impecável...”.  Assim percebemos que há muita luz nos bastidores; do início ao fim, o bastidor é o caminho, tudo passa por ele!

Deixamos o Caderno Z com a arte na alma, e vamos para 1976, em “Há 50 anos”, quando Júlio Cesar Seabra Cavalcante, o inesquecível Jaburu, era destaque, aclamado por sua brilhante atuação no teatro e pela cultura friburguense. Em “Sociais” , na próxima quarta-feira, 6, é o aniversário da querida Maria Nilce Ventura, que forma par romântico com o prezado Coutinho. O casal é destaque na ruas de Nova Friburgo. A doce Maria Nilce, nossa coluna deseja muitas felicidades e saúde. Parabéns também para o Igor Belório, nesta terça, 5, festejando idade nova. Outro sempre querido, Joel de Sá Martins vai celebrar o Dia das Mães com homenagens especiais no seu programa “Relembrando Teixeirinha”, na Nova Friburgo FM, no próximo sábado, 9.  Que beleza!

“Do crachá ao CNPJ, o novo retrato do trabalhador brasileiro” está mudando de figura. Em âmbito nacional, o aumento de pequenas empresas passou a ser um grande negócio.  Em Nova Friburgo, da mesma forma,  o crescimento de MEIs (microempreendedores individuais) é uma realidade.

Um exemplo é Luna Teixeira, de 36 anos, que deixou seu emprego de funcionária do comércio para se embrenhar na arte dos bolos. Sua cozinha virou palco das produções, mas ela confessa que não tem mais aquela segurança trabalhista de antes, pois se não produzir também não ganha. E acrescenta: “Hoje preciso trabalhar,  planejar para tudo, até para ficar doente...”. Amiga, planeje tudo sim. Menos ficar doente!

Com Paula Farsoun, minha amiga, sobre o Dia do Trabalho, um destaque: “Celebrar o trabalho é também uma maneira de reconhecer a centralidade que ele ocupa na vida humana. É por meio dele que se constrói autonomia, identidade e pertencimento social...”. O trabalho não é só o pão de cada dia...É o fermento do espírito que nos faz crescer...

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A VOZ DA SERRA é atual, avançado, mas não perde as raízes

terça-feira, 28 de abril de 2026
por Elizabeth Souza Cruz

A charge de Silvério, publicada na edição do último fim de semana, não perdeu o trem da atualidade, pois se “dois em cada três brasileiros estão endividados” a fila não vai parar de crescer nem tão cedo. Se é que vai parar algum dia! Minha amiga Fausta Sidoni sempre aconselhou: “Mais importante do que ganhar é saber gastar”.

A charge de Silvério, publicada na edição do último fim de semana, não perdeu o trem da atualidade, pois se “dois em cada três brasileiros estão endividados” a fila não vai parar de crescer nem tão cedo. Se é que vai parar algum dia! Minha amiga Fausta Sidoni sempre aconselhou: “Mais importante do que ganhar é saber gastar”.

Entretanto, esse  saber é um aprendizado difícil, porque as facilidades para se endividar são mirabolantes. O cartão de crédito é o “principal vilão” seguido pelos empréstimos. Contudo, ninguém se desespere. São muitas as dicas para “sair do vermelho” a mais importante é cortar gastos desnecessários. Meu pai tinha o hábito de registrar os gastos do dia e isso ajuda muito no controle das demandas financeiras.

Sobre o cartão de crédito, para vencer a bola de neve criada, é preciso evitar novas compras. Alguém vai dizer – “parece fácil, mas não é!”. Claro que é preciso resistir aos impulsos consumistas. Com determinação e responsabilidade, acaba dando certo!

Festejando o Dia Internacional da Dança, celebrado nesta quarta-feira, 29, o Caderno Z serviu de palco onde a arte da dança revela talentos. Muito prazer, Cesar dos Santos que, aos 20 anos de idade, já tem vivência artística para contar. E ele assim se identifica: “Acredito que a arte tem um papel profundamente transformador. Ela é uma forma de conexão com o interior das pessoas e uma ferramenta de mudança. Compartilhar o que aprendi é também uma forma de retribuir...”.

Para Fran Berriel, a “dança sempre foi um sonho”, mas a jovem não se deteve no imaginário: “Havia uma certeza mais forte que qualquer insegurança, a de que a dança não era apenas uma vontade, era pertencimento...”.

Com Lurrielly Lima não foi diferente e a “dança deixou de ser apenas paixão para se tornar estratégia de futuro”. Ante as dificuldades desde a infância, quando cedo começou a trabalhar como costureira, manicure e babá, “a dança permaneceu”, ocupando o centro de sua caminhada. E realça: “A dança foi o que manteve de pé, quando tudo parecia difícil...”.

Em “Matéria de Capa”, o Caderno Z foi buscar o projeto Ballet Bonito, criado em novembro de 2020, em Rio Bonito de Cima, na região rural do 5º distrito de Nova Friburgo, Lumiar. O projeto tem a coordenação da professora  “Tia Paloma”.  Com um currículo de atuações internacionais, Paloma descobriu uma “nova forma de permanência” e isso tem a ver com sensibilidade, porque “a delicadeza do ballet encontrou a infância e a natureza”.

Dia 30, próxima quinta-feira, no Teatro Municipal Laercio Rangel Ventura, será apresentado o espetáculo “Na Pista”, da Companhia Urbana de Dança.  O projeto foi elogiado pelo The New York Times como “ a evolução da dança de rua”.

Outro destaque da edição: “Número de idosos cresce no país e chega a 16.6% da população”.  E isso é o que devemos mesmo esperar diante das novas perspectivas de vida. Não creio que o “Brasil está ficando mais velho”. Digamos que o Brasil está ficando mais habilitado para os 60+. A longevidade é fruto de mais cuidados, mais possibilidades e mais integração nas atividades comunitárias. E quem não quer viver uma vida longa, saudável e prazerosa?

Na era digital, os prós e contras. A rapidez do contato que, muitas vezes, não dá tempo de reter o conhecimento. A distração que deixa  a reflexão escapar entre os dedos. A leitura que fica “cansativa” e o vídeo “curto” que distrai. Na semana passada eu fui comprar uma estante e especifiquei que era, exclusivamente, para livros. O vendedor da loja disse que não há mais estante “para livros” porque ninguém mais lê.

Na semana passada, no próprio jornal A VOZ DA SERRA festejamos o Dia Nacional do Livro Infantil e o Dia Mundial do Livro. Sinal de que o livro está na moda sim. Ainda bem!

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Se A VOZ DA SERRA fosse um livro, seria uma enciclopédia

terça-feira, 21 de abril de 2026
por Elizabeth Souza Cruz

Nossa viagem começa na carona da charge de Silvério, na capa da edição do último fim de semana, que destacou o perigo na sinalização de Mury. Com tamanho movimento de veículos na região, é preciso ter muita cautela, porque sinal com defeito é sinal de insegurança no trânsito. Valeu, Silvério! O mês de abril tem sido favorecido em termos de feriados. A Semana Santa gera praticamente quatro dias, tem o Dia de Tiradentes e, ainda, o Dia de São Jorge.

Nossa viagem começa na carona da charge de Silvério, na capa da edição do último fim de semana, que destacou o perigo na sinalização de Mury. Com tamanho movimento de veículos na região, é preciso ter muita cautela, porque sinal com defeito é sinal de insegurança no trânsito. Valeu, Silvério! O mês de abril tem sido favorecido em termos de feriados. A Semana Santa gera praticamente quatro dias, tem o Dia de Tiradentes e, ainda, o Dia de São Jorge.

Aliás, aqui em Nova Friburgo, São Jorge escapou de ser “enforcado” na segunda-feira, 20, pois o governo municipal tentou “imprensá-lo”, mas graças ao empenho da vereadora Maiara Felicio e de integrantes de lideranças religiosas das casas de matriz africana, o feriado foi mantido no próprio dia 23, quinta-feira. Parabéns! Jorge, o Guerreiro, precisa ser respeitado com toda a sua representatividade e não pode ficar relegado às conveniências dos interesses mundanos. Salve, Jorge!

E o retorno do Caderno Z está cheio de novidades, mas sempre o tive como uma voz falando e tocando os corações sensíveis. Não foram poucas as vezes que o interpretei com uma trilha sonora. Foi o meu “xodó” literário, a “plataforma de embarque” para as minhas viagens literárias. E tenho certeza de que esse embarque continuará efetivo, sendo a estação “Z” de idas e vindas para o mundo mágico dos conhecimentos.

E logo de cara, encontro Beto Grillo, pessoa do mais alto eixo da esfera cultura de Nova Friburgo, dissertando sobre a edição do World Creativity Day de 2026. E Beto realça: “Em um tempo em que as pessoas estão cada vez mais isoladas em suas bolhas, criar possiblidades de conexão e vínculo é algo extraordinário”. O WCD, no dizer de Lívia Serrão “reforça o papel de dar visibilidade às histórias que já existem na cidade. Muitas vezes, o que falta não é talento, é espaço...”. Sim, nossa cidade é canteiro de talentos e dos bons!

Ainda no “Z”, desponta Bernardo Dugin, artista, dramaturgo, em “Vozes da Serra”, que define sua história: “A arte não entrou em minha vida como escolha, ela entrou como necessidade”. E acrescenta: “O teatro me deu um lugar de pertencimento quando o mundo ainda parecia pedir que eu me encaixasse em formatos que não eram meus”. Caru de Souza, cantora, compositora, estilista se define: “A arte, para mim, é a cor da vida. É ela que fomenta a reflexão e o pensamento crítico de uma forma doce e sutil, ainda que nos lugares mais doídos e desconfortáveis da existência humana”.  

Agradecendo a Marcelo Gonzales pelo conteúdo expressivo do Caderno Z, vamos seguir viagem até 1976, quando em “Há 50 Anos”, a notícia impactava: “Adeus, Eldorado”. Era o fim de um tempo que marcou a vida de muita gente. O espaço fora vendido para uma empresa bancária e, da história do cinema, só restariam as lembranças dos friburguenses. Minhas tias e a vovó Mariana não perdiam as películas. Morávamos na Filó e o último ônibus para o bairro, só sai do centro quando terminava a última sessão da noite. Minhas primeiras vivências foram com os filmes de Elvis Presley. Que saudade!

Em homenagem a Monteiro Lobato, 18 de abril é o Dia do Livro Infantil e no dia 23, comemora-se o Dia Mundial do Livro. Em minha casa da infância, os livros eram personagens constantes. Mamãe, nascida em 1919 começou a comprá-los desde os seus 14 anos de idade. Seu cultivo literário marcou tanto a nossa vida que, atravessando gerações, minha filha caçula, aos 6 anos de idade, fez um comentário, quando saíamos da casa de uma família amiga: “Mãe, achei aquela família muito esquisita, porque eu não vi um livro naquela casa!”. É esquisito mesmo uma casa sem livros!

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A VOZ DA SERRA mais jovem, moderno e sempre confiável

terça-feira, 14 de abril de 2026
por Elizabeth Souza Cruz

Na carona da charge de Silvério, vamos engrossar a fileira da campanha “Não à violência contra as mulheres”. O Cão Sentado, sempre alerta, é personagem característico dos traços sensíveis de seu autor que não mede esforços nem linhas para transmitir o que há de urgente na pauta jornalística. O assunto não se esgota porque a violência persiste, mesmo diante da criminalização, sob pena de condenação.  Valeu, Silvério!

Na carona da charge de Silvério, vamos engrossar a fileira da campanha “Não à violência contra as mulheres”. O Cão Sentado, sempre alerta, é personagem característico dos traços sensíveis de seu autor que não mede esforços nem linhas para transmitir o que há de urgente na pauta jornalística. O assunto não se esgota porque a violência persiste, mesmo diante da criminalização, sob pena de condenação.  Valeu, Silvério!

Mas que surpresa maravilhosa. O Caderno Z voltou para enriquecer o nosso fim de semana! E nós vamos embarcar na aventura de viajar meio mundo. Nossa diretora, Adriana Ventura, disse tudo: “Retornamos com o Caderno Z para devolver à Nova Friburgo o seu roteiro afetivo...”. A afetividade sempre foi a marca dos temas abordados e, no período de sua ausência, uma saudade insistente nutria esperanças de seu regresso, pois quem é bom sempre volta.

Boas-vindas a Marcelo Gonzales que agora integra a equipe e nos trouxe, na seção “Personalidade”, a artista Tuini, que se define: “Hoje a arte é um alicerce essencial em minha existência”. Em “Vozes da Serra”, a pergunta em realce: “Qual a importância da arte em sua vida?” – Eu penso: A arte é a melhor parte da gente!

Se na criança está difícil controlar o tempo de uso do celular, imagina a dificuldade quando se trata de pessoas idosos. Na matéria apresentada, uma família enfrenta o problema com uma idosa, de 67 anos. Diz um familiar: “Antes, ela gostava de sentar-se na varanda, conversar, ver televisão com a gente. Aos poucos, foi ficando mais isolada, sempre com o celular na mão...”. A orientação da área de saúde é a de que nessas situações, o apoio da família é fundamental e a redução do uso das telas deve ser feita de forma gradual, evitando mudanças bruscas que possam gerar ainda mais ansiedade.

Em “Há 50 Anos”, um dos destaques – “Imperatriz de Olaria nasce forte” – Tomava posse, em 1976, a diretoria da escola de samba Imperatriz de Olaria em solenidade com muito chopp e alegria. O presidente do conselho deliberativo é o dr. Ido Rodrigues e seu presidente é David Urias Wilheim... A festa, no salão do Roqueano foi um sucesso. Parabéns, comunidade da Imperatriz! Meio século de vermelho e branco, colorindo a nossa vida. Na coluna também foi homenageado o então diretor de A VOZ DA SERRA, Laercio Ventura, nascido em 14 de abril - nosso eterno inesquecível, Laercio!

Duas lindezas aniversariando em abril. No dia 15, próxima quarta-feira, a exuberante Tânia Montechiari, no auge de seu brilho, festejará com sua encantadora família. Felicidades! Outra querida, presença marcante na vida friburguense, Regina Schlupp,  na sexta-feira, 17, receberá as merecidas felicitações, frutos de seu carisma e reconhecimento por sua dedicação ao ensino friburguense. Abraços e parabéns!

O quarto mês do ano também tem datas importantes, além do feriado do dia 21, pois em 13 de abril comemora-se o Dia do Hino Nacional Brasileiro. A história de sua composição é bem interessante, porque a música foi composta antes da existência da letra, quase 80 anos. E diga-se, de passagem, “que composição!”. É comum ouvir críticas de que a letra deveria ser mais popular para o entendimento. Sou contra. O Hino Nacional que mantenha o seu vocabulário e quem não souber, que vá ao dicionário pesquisar.

Outra coisa que me “inquieta” é quando se fala: “vamos executar o Hino Nacional...” – isso porque o verbo executar é sempre usado na área criminal para dizer que alguém cometeu um “assassinato”. Isso chega a doer em meus ouvidos. Quem sabe, poderíamos pensar em algo mais louvável, muito mais respeitoso! Um verbo amigável, inspirador...

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A VOZ DA SERRA é o jovem de 81 anos

terça-feira, 07 de abril de 2026
por Jornal A Voz da Serra

O Coelhinho da Páscoa, o protagonista da charge de Silvério, este ano  não enfrentou os atropelos habituais de sua missão. Com o alto preço dos ovos, a guloseima precisou ser resguardada “em segurança máxima”.  A charge, nosso veículo literário, nos ajuda a acompanhar os acontecimentos. Apesar dos preços, as lojas especializadas estiveram lotadas nos últimos dias, com filas nas calçadas. Contudo, o consumo exagerado de chocolate além de não ser o ideal para a saúde, pode fazer mal ao bolso.

O Coelhinho da Páscoa, o protagonista da charge de Silvério, este ano  não enfrentou os atropelos habituais de sua missão. Com o alto preço dos ovos, a guloseima precisou ser resguardada “em segurança máxima”.  A charge, nosso veículo literário, nos ajuda a acompanhar os acontecimentos. Apesar dos preços, as lojas especializadas estiveram lotadas nos últimos dias, com filas nas calçadas. Contudo, o consumo exagerado de chocolate além de não ser o ideal para a saúde, pode fazer mal ao bolso.

A Polícia Militar garantiu a segurança  nas ruas e estradas do Estado do Rio de Janeiro com 3.500 homens no feriadão. Mas, nem só de vigilância constante vive a corporação do 11º BPM, pois, em parceria com membros do Conselho Comunitário de Segurança de Nova Friburgo, os oficiais distribuíram, na semana passada, saquinhos com bombons aos transeuntes nas ruas do centro da cidade. O objetivo da ação, além do agrado, é manter a comunidade mais próxima da corporação. A gentil distribuição foi possível graças a uma doação de caixas de bombons recebidas pelo vice-presidente do CCS, Marcos Schuenk Banjar.  Na ocasião, também foram oferecidos panfletos do Disque-Denúncia do Batalhão Tiradentes com informações úteis. Parabéns a todos!

Em “Sociais”, a querida Faninha festejará idade nova na próxima quinta-feira, 9. Vou dizer para Faninha, os versos de Vicente de Carvalho, que mamãe dizia para meu pai,  também de abril: “Quando você nasceu... raiava  o claro mês das garças forasteiras: abril, sorrindo em flor pelos outeiros, nadando em luz na oscilação das ondas...”. E eu sempre ouvi dizer em casa: “Faninha é nossa prima!”. E  os festejos serão maravilhosos, ao lado do seu esposo, o querido Tony Ventura e a família toda reunida. Felicidades, prima! Aniversariando também a Fábrica Haga nos brilhos de seus 89 anos, somando tradição e modernidade. A fábrica foi fundada em 1º de abril de 1937,  e se tornou polo na indústria metalmecânica,  sempre com as “chaves” do sucesso. Salve, Hans Gaiser!

O Dia Nacional de Combate ao Bullying, 7 de abril, merece uma atenção especial e Laís Lima, com supervisão de Henrique Amorim, nos trouxe uma página inteira de informações que elucidam o tema de forma abrangente. A psicopedagoga Érica Bastos de Lima destacou: “Durante muito tempo, o bullying foi tratado como algo normal . Esse pensamento atravessou gerações e precisa ser descontruído”. Essa desconstrução, ressalta Érica, requer “falar sobre sentimentos, respeito e diversidade é essencial  desde os primeiros anos escolares”. Como eu digo, é algo que precisa começar na família, no berço.

O Friburguense, como dizia meu pai, está com tudo e não está prosa. A notícia em “Esportes”, com Vinicius Gastin, anima o nosso Frizão, pois o empresário Cláudio José Alves Melo protocolou uma proposta de compra da SAF do Tricolor da Serra. O entusiasmo somado ao desejo de erguer o time tem o objetivo de reerguê-lo à Série A do  Carioca. Nossa “estrela” vai brilhar e há de iluminar e expandir Nova Friburgo.

Em “Há 50 Anos”, comemorava-se os 31 anos do Jornal A VOZ DA SERRA, sob a direção de Américo Ventura que deu uma “nova dinâmica  de ação...”. Hoje, 7 de abril, festejamos os 81 anos de um legado que passou, brilhantemente, por Laercio Rangel Ventura e segue na venturosa direção de Adriana Ventura. Uma família dedicada aos interesses do município e das regiões vizinhas. Confiança, credibilidade, respeito aos fatos e aos leitores. É a VOZ de Nova Friburgo para o mundo! “No caminho percorrido / Trabalho, Foco e Paixão... A VOZ DA SERRA tem sido / o pilar da informação!”

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A VOZ DA SERRA sabe a arte de encantar dosando informação, cultura e lazer

terça-feira, 31 de março de 2026
por Elizabeth Souza Cruz

Na carona da charge de Silvério em destaque na capa da edição do último fim de semana, vamos para o nosso quintal comunitário, a Praça Getúlio Vargas. A praça é do povo e Virgílio é a estampa dos questionamentos com tanto atraso nas obras. Valeu, Silvério, ser a voz que nos representa! A justificativa para o atraso se deu pelas chuvas na cidade e a demora na entrega dos materiais pelos fornecedores.

Na carona da charge de Silvério em destaque na capa da edição do último fim de semana, vamos para o nosso quintal comunitário, a Praça Getúlio Vargas. A praça é do povo e Virgílio é a estampa dos questionamentos com tanto atraso nas obras. Valeu, Silvério, ser a voz que nos representa! A justificativa para o atraso se deu pelas chuvas na cidade e a demora na entrega dos materiais pelos fornecedores.

Quero aproveitar o ensejo para solicitar aos encarregados das obras que não retirem as placas com as trovas,  fixadas nos postes, por enquanto. Meu pedido se prende ao fato de que os Jogos Florais de maio estão chegando e os integrantes da comitiva dos trovadores virão de várias partes do Brasil. E todos, ávidos por uma foto ao lado de suas trovas.

Março está por um fio e quantas comemorações foram registradas  em homenagem ao mês da mulher. Com o ciclismo em alta, Vinicius Gastin destacou o “Pedal da Mulher” que encerra as atividades esportivas,  ressaltando a determinação e a força feminina. O esporte é fonte de energia, cria laços e transforma vidas. O movimento é responsável, inclusive, pela  manutenção da saúde, o que leva ao envelhecimento mais saudável. Atividades cotidianas podem contribuir para o bem-estar, com “caminhar, subir pequenos degraus, serviços domésticos... A casa da gente é uma excelente academia.

Em “Sociais”, dois baluartes da vida friburguense aniversariando. Nesta terça-feira, 31, fechando o terceiro mês do ano, tem comemoração para o empresário Antônio Celles Cordeiro. Pessoa de destaque em nosso município no setor do agronegócio, sempre atuante, inclusive, na vida social friburguense. Felicidades! Outro ícone empresarial, Braulio Rezende, festejou idade nova na última sexta-feira, 27. Rodeado das boas energias atraídas por sua personalidade marcante, coleciona amizades expande a confiança, onde quer que esteja atuando. Familiares, amigos e admiradores fazem o coro dos votos de saúde e muita prosperidade. Ao  coro, juntamos a voz de gratidão dos trovadores pelo muito de seu empenho em prol dos Jogos Florais e da UBT, a União Brasileira dos Trovadores.

Boas-vindas ao novo comandante do 11º BPM, tenente-coronel Hilmar Faulhaber, empossado na última quinta-feira, 26. Com um currículo riquíssimo de experiências em atuações na corporação militar no Estado do Rio de Janeiro, há 27 anos, é formado em Direito e pós-graduado em Ciências Jurídicas. Que a sua atuação em Nova Friburgo seja de bem-estar nos ares friburguenses. Desejamos que a coronel Daniele Farias, que passou o comando, tenha em seu coração as mais valiosas experiências vividas em nossa cidade.

Bernardo Furrer fez uma bonita conexão com a exposição “Conversadeira – Arte que Pulsa . Memória que Dialoga”, do artista Cacau Rezende. Realmente, estive lá e vivi momentos de pura magia e encantamento. Como bem destacou Furrer: “Cacau Rezende nos dá o exemplo de como o lixo pode ser aproveitado e transformado em algo tão belo como a arte.”. Eu acrescento: “Conversadeira” dialoga com o aroma das almas!

Que a era digital está tomando conta do mundo moderno, isso não se pode negar. Semana  passada, por exemplo, eu fiz um trabalho no jardim e queria mostrar minhas habilidades. Assim, chamei minha filha que estava no interior da casa. E ela me respondeu: “Manda foto que eu vejo!” -  A comodidade e rapidez resumem horas de trabalho e envolvimento. Na Suécia deu certo trocar o ensino digital pela volta aos livros físicos. Que tenhamos a certeza de que a tecnologia é apenas um facilitador. Não podemos perder nossas habilidades: pensar, discernir, amar, conviver, experenciar... e em tudo, um livro faz a diferença. Talvez nos falte ainda saber a medida exata na arte da moderação!

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A VOZ DA SERRA é sempre o caminho certo no trânsito da informação

terça-feira, 24 de março de 2026
por Elizabeth Souza Cruz

Não são poucas as vezes que alguma notícia no jornal me lembra uma canção. Desta vez, a charge de Silvério me levou para os primórdios da Jovem Guarda, quando Roberto Carlos gravou a música “Um leão está solto nas ruas...”. A letra diz que foi “por descuido de seu domador”. É certo que na charge não há descuido, porque esse é o leão que espera que os seu contribuintes não percam o prazo de enviar a devida e temida “Declaração de Imposto de Renda”. A antecipação do prazo de entrega já ocorreu, e o prazo de finalização vai até 29 de maio.

Não são poucas as vezes que alguma notícia no jornal me lembra uma canção. Desta vez, a charge de Silvério me levou para os primórdios da Jovem Guarda, quando Roberto Carlos gravou a música “Um leão está solto nas ruas...”. A letra diz que foi “por descuido de seu domador”. É certo que na charge não há descuido, porque esse é o leão que espera que os seu contribuintes não percam o prazo de enviar a devida e temida “Declaração de Imposto de Renda”. A antecipação do prazo de entrega já ocorreu, e o prazo de finalização vai até 29 de maio. Lembrando que a isenção para quem ganha até R$ 5 mil só vai valer para a declaração de 2027, referente aos ganhos de 2026.

Valeu, Silvério, pois, a charge, como nosso veículo de embarcação literária, nos leva ao topo das nossas demandas. Estar em dia com o “leão” nos dá a chance de não sermos “devorados” pela Receita. Continuando em assuntos “delicados”, o governador  do Estado do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, está na iminência de uma renúncia. Segundo o advogado Guilherme Barcelos: A renúncia não interrompe o processo, caso fique provada a participação direta do político nas irregularidades”. Inocente ou não, eu sempre me pergunto sobre a razão que leva uma pessoa graduada, com alto rendimento financeiro e poder, a se “meter” em falcatruas? Mesmo me perguntando, eu já sei a resposta: o poder exige mais poder. Pura ilusão! Lá na frente vai ser apanhado com a boca na botija.

Em 21 de março foi celebrado o Dia da Infância e entre as medidas de proteção, nessa era digital, o Estatuto da Criança e do Adolescente ganhou uma nova versão – o ECA Digital. Em destaque, a iniciativa abrange limites e regras para menores de idade que utilizam as redes sociais e aplicativos online. Como proteção, está proibida a “rolagem infinita” nas redes sociais. 21 de março também é o Dia Internacional da Síndrome de Down. A data foi marcada por uma intensa programação, inclusive com a criação do Instituto Alentho, na sede do GPH, no Cônego.

O empresário Gustavo Faria, que desenvolveu o projeto, explicou que a partir do nascimento de um sobrinho, diagnosticado com a síndrome, veio a ideia do Alentho. E destacou: “o instituto nasce com a proposta de ser um espaço de acolhimento, orientação na construção de uma rede de apoio mais ampla”. A empatia, por certo, faz a diferença!

“Divórcio do sono” ganha espaço na rotina dos casais”. A matéria, assinada por Isabella Rodrigues, trouxe essa quase “novidade” de os casais terem espaços separados para melhorar a qualidade do sono e “reduzir conflitos no relacionamento”. É mais do que certo, pois os hábitos de dormir são muitos e pessoais. Uns gostam de música, outros de silêncio. Tem os que gostam de penumbra, outros de escuridão total. TV ligada incomoda a quem quer sossego. Se é para “dormir”, no verdadeiro sentido do verbo, que seja o momento sagrado do descanso. Isso não é afastamento. É maturidade conjugal.

Em “Há 50 anos”, o registro da nova diretoria do “Centro Industrial de Friburgo”, trouxe, ao tempo presente, nomes de pessoas ilustres que representavam suas empresas, entre as quais, Filó, Hasenclever, Sinimbu, Torrington e Indaço. Não só a cidade se desenvolveu sob a égide dessas baluartes, assim como tantos e tantos funcionários tiveram seus empregos garantidos. Era a indústria alavancando o progresso!

Quero felicitar a equipe  “Amigas do Vôlei” que vai representar Nova Friburgo na “Supercopa Master”.  A formação desse “time” tem história grandiosa que, por si só, é vitoriosa pelo fato de reunir mulheres que amam o esporte e vão muito além das regras do jogo para marcar “um set de felicidade”! Parabéns e sucesso no próximo dia 4 de abril!

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A VOZ DA SERRA abre um leque de reflexões para ventilar a nossa mente

terça-feira, 17 de março de 2026
por Elizabeth Souza Cruz

A charge de Silvério nos leva até as proximidades de Conselheiro Paulino. O passeio é agradável, embora o leito do Rio Bengalas não seja uma cama confortável para os moradores da região, em dias de tempestade. A garça, a capivara e o patinho conversam sobre um rio “novo”, sem os habituais descartes desumanos. O Governo do Estado do Rio de Janeiro vai investir “pesado” em obras para evitar enchentes, promovendo uma  série de melhorias para que possamos cantar: “O Bengalas, sereno, desliza, sob o olhar do Cruzeiro do Sul”. Os “habitantes” do Bengalas agradecem também. Valeu, Silvério!

A charge de Silvério nos leva até as proximidades de Conselheiro Paulino. O passeio é agradável, embora o leito do Rio Bengalas não seja uma cama confortável para os moradores da região, em dias de tempestade. A garça, a capivara e o patinho conversam sobre um rio “novo”, sem os habituais descartes desumanos. O Governo do Estado do Rio de Janeiro vai investir “pesado” em obras para evitar enchentes, promovendo uma  série de melhorias para que possamos cantar: “O Bengalas, sereno, desliza, sob o olhar do Cruzeiro do Sul”. Os “habitantes” do Bengalas agradecem também. Valeu, Silvério!

E Silvério está brilhando na coluna “Sociais”, pois 15 de março é o dia de seu nascimento, que trouxe ao mundo esse gênio das charges. Pessoa notável que transmite, em cada traço de seus desenhos, os traços de sua personalidade marcante, sensível, que se preocupa em nos traduzir o dia a dia, defendendo causas, alertando sobre episódios, dando serviço de “fiscalização” ao Cão Sentado. Parabéns, meu amigo!

Na sexta-feira, 13, os abraços foram para Vitor José, “impressor na gráfica de A VOZ DA SERRA”, causando sempre as melhores impressões. Felicidades, Vitor! Feliz da vida, Gisele Márcia, que fez parte do time de “mulatas do Sargentelli”, agradeceu a publicação de uma foto sua, na Coluna “Há 50 anos”. O tempo passou e trouxe mais brilho e beleza para Gisele. Seu encanto é nota 10 e, com certeza, uma “imperatriz na Imperatriz de Olaria”!

A coluna “Há 50 anos” é mesmo muito interessante. Na presente edição deste fim de semana, a manchete marcante: “Friburgo terá transmissão de jogos de futebol pela TV Tupi”. Era uma ação avançada que viria a substituir a antiga TV Rio, canal 3. Era o tempo das antenas nas lajes e telhados. E tinha que achar a posição para “pegar bem”. Outro registro “pitoresco” o do carroceiro com 70 anos e trabalhando 12 horas por dia. Perguntado sobre a razão de seu vigor a resposta veio certeira: o trabalho. 

A cineasta Janine Bastos conduziu a entrevista sobre “a trajetória de Ana Flávia Veiga no cinema mundial”. Toca o nosso coração, pois “dos palcos do Anchieta aos Sets de Hollywood”, tudo começou aqui, conforme no seu dizer – “a sementinha foi plantada ali”, no Anchieta. Lembrei logo de Jane Ayrão, que plantava essas “sementinhas”, tanto no Taca (grupo de teatro amador do Colégio Anchieta) quanto no “Taquinha”. Ana Flávia citou: “Para encenar uma peça sobre o Rio antigo, os professores explicavam o contexto histórico”.  Eu compus textos em trovas para o Taca e um deles sobre o ator Oscarito. O cenário foi uma reprodução de um antigo café da vida carioca. As crianças com roupas da época, foi lindo. Pode ser também que Ana Flávia tenha se referido aos cenários da encenação dos “50 anos da Bossa Nova”, reproduzindo a época a partir de 1958, texto de minha autoria. Só sei que a trajetória de Ana Flávia é envolvente, inspiradora e corajosa. Muito sucesso, sempre!

Eu gostaria de só tratar de assuntos amenos, mas tem hora que não dá para evitar. Criam-se leis para proteger a mulher e, a mais recente, é a lei estadual que prevê multa de até R$ 500 mil para os agressores. Contudo, a agressão já aconteceu e, dependendo da multa, nem vai doer no bolso do agressor. Ainda para análise do Senado, a liberação do spray de pimenta para defesa de mulheres acima de 16 anos. As exigências vão desde o ato da compra do produto até a orientação de que “o uso do spray deverá ser cessado imediatamente após a neutralização da ameaça”. Entretanto, numa suposição, até que a mulher abra a bolsa e pegue o spray, a agressão já pode ter acontecido e o então objeto de defesa, pode se virar contra a própria vítima.  Será que estou sendo pessimista?

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A VOZ DA SERRA é expansivo, imparcial e confiável

terça-feira, 10 de março de 2026
por Elizabeth Souza Cruz

Nada mais oportuno do que pegar uma carona na charge de Silvério para festejar o “ 8 de março”, Dia Internacional da Mulher. Mais do que festiva, a data tem sido um reconhecimento ao empoderamento da mulher que tem conseguido sair do cativeiro de seu anonimato para os holofotes do sucesso da sua própria emancipação. Meu pai nasceu em 1917 e contava que no Sana, onde nasceu, não se usava mandar as meninas para a escola. A razão para tamanho descabimento, dizia ele: “Se as meninas fossem alfabetizadas, iriam escrever cartas para os namorados”.

Nada mais oportuno do que pegar uma carona na charge de Silvério para festejar o “ 8 de março”, Dia Internacional da Mulher. Mais do que festiva, a data tem sido um reconhecimento ao empoderamento da mulher que tem conseguido sair do cativeiro de seu anonimato para os holofotes do sucesso da sua própria emancipação. Meu pai nasceu em 1917 e contava que no Sana, onde nasceu, não se usava mandar as meninas para a escola. A razão para tamanho descabimento, dizia ele: “Se as meninas fossem alfabetizadas, iriam escrever cartas para os namorados”. Ao contrário desse “descabimento”, mamãe, nascida em 1919, aos 14 anos de idade, trabalhando na Fábrica de Filó, gastou todo o valor de uma gratificação, em dinheiro, comprando livros.

Os tempos foram mudando tanto, que hoje festejamos uma universitária, aluna do curso de Pedagogia da Uerj, através do polo local do Cederj, que, aos 81 anos, pretende até fazer pós-graduação. Essa conquista faz parte da história de Marlene Vicente que, no seu tempo de primário, precisava pegar folha, lápis e borracha emprestados. Os pais não tinham condições financeiras e não havia os incentivos que existem agora. Aos 60 anos voltou a estudar e, aos 65, concluiu o ensino médio. Em 2024, já aos 79 anos, foi aprovada no Vestibular Cederj, para ingressar no curso EaD de Licenciatura em Pedagogia,  da Uerj.

Ainda por cima, Marlene teve que aprender a lidar com as tecnologias, se adaptar ao uso de computador para receber o material da plataforma do Cederj. Foram muitos desafios. No entanto, há sonhos de ainda estudar inglês e a sonhada pós-graduação. A trajetória de dona Marlene precisa viralizar. Ela, sim, merece ter milhões de seguidores, de verdade!

É assim que as mulheres soltam suas amarras e alcançam os seus objetivos. A máxima do momento é “empreendedorismo feminino”. Isabella Stutz, integrante do Mulheres de Sucesso, dissertou sobre o tema, destacando: “Há um tempo não se falava de empreendedorismo feminino em Nova Friburgo. Havia mulheres extraordinárias sustentando negócios inteiros”. Mais adiante, Isabella traz uma reflexão: “Superar desafios é importante, mas não basta, apenas, manter um negócio vivo”.  E justamente nesse pensamento reflexivo, surgiu o projeto “Mulheres de Sucesso” – com foco no “desenvolvimento estruturado”. E realça: “Não é sobre competição. É sobre estrutura”.

Ser um jornal expansivo, imparcial e confiável coloca A VOZ DA SERRA no topo da credibilidade, com espaço e a liberdade de nos trazer uma edição com tantos assuntos dedicados aos temas de abrangência feminina, mas de interesse coletivo. Na mesma sintonia, a concessionária de energia elétrica  Energisa descobriu que a mulher não apenas tem o dom de dar à luz a uma criança. Ela pode, sim, dar luz também para uma cidade. Isso significa a inclusão de mulheres com direito a treinamento para atuarem nas funções técnicas. Que beleza essa expansão do profissionalismo feminino. Há de ser um sucesso!

Outra maravilha é o prêmio “Mulher é Arte” – 2026, que será entregue a 11 mulheres de destaque. O “Troféu Dirce Montechiari” brindará essas homenageadas que se orgulharão de terem em suas mãos um troféu de valor inestimável, que leva o nome de uma mulher simples, discreta, artista e grandiosa em todos os sentidos e tempos da nossa história. Nossa Dirce! Tão estrela, tão brilhante quanto as luzes que deixou em nós. O evento da premiação acontecerá nesta quarta, 11, às 19h, na Câmara Municipal. Vamos lá festejar as homenageadas e dar ao nosso espírito as luzes de Dirce Montechiari!

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A VOZ DA SERRA é uma rotina que faz o dia a dia ser diferente

terça-feira, 03 de março de 2026
por Elizabeth Souza Cruz

O segundo mês do Ano Novo já cumpriu o seu dever no calendário de 2026. Há pessoas falando: “O ano está passando muito rápido!” – Ainda bem que nessa rapidez toda, podemos pegar carona nas charges de Silvério e chegar primeiro ao objetivo dos acontecimentos. Desta vez, o desenho nos leva para as águas de março, essas que começaram em fevereiro. Vencer esses 28 dias foi uma navegação constante entre poças d´água, guarda-chuvas e muito alerta de temporais. Em Minas Gerais, muita calamidade. Nossos vizinhos de Bom Jardim também foram afetados. Vamos ajudar nas campanhas!

O segundo mês do Ano Novo já cumpriu o seu dever no calendário de 2026. Há pessoas falando: “O ano está passando muito rápido!” – Ainda bem que nessa rapidez toda, podemos pegar carona nas charges de Silvério e chegar primeiro ao objetivo dos acontecimentos. Desta vez, o desenho nos leva para as águas de março, essas que começaram em fevereiro. Vencer esses 28 dias foi uma navegação constante entre poças d´água, guarda-chuvas e muito alerta de temporais. Em Minas Gerais, muita calamidade. Nossos vizinhos de Bom Jardim também foram afetados. Vamos ajudar nas campanhas!

Isabella Rodrigues, com supervisão de Henrique Amorim, nos trouxe uma informação animadora sobre o estado do friburguense Diogo Barros, submetido ao tratamento com Polilaminina. Diogo é vidraceiro e, em dezembro de 2025, caiu do segundo andar de um prédio, após levar um choque. Além da lesão medular completa, quebrou as costelas, teve perfuração no pulmão dos dois lados, entre outras complicações. Ele foi encaminhado para um hospital no Rio de Janeiro”. A irmã de Diogo buscou os meios para o tratamento do irmão, que já apresenta sinais de melhoras com “o movimento dos pés, do joelho e contrações na coxa”. Ficamos aqui torcendo por Diogo e demais pacientes.

A comandante do 11ºBPM, coronel Daniele Farias, foi condecorada com a Medalha Ordem do Mérito Policial Militar, a maior honraria concedida pela corporação militar. A medalha foi entregue pelo secretário estadual de Polícia Militar, coronel Marcelo Menezes, por seus  relevantes serviços prestados em Nova Friburgo e região.

Relevante também é a instalação da pastora Roana Guma na condução da Igreja Luterana de Nova Friburgo. Ela passa a ser a primeira mulher a liderar a igreja, em substituição ao pastor Gerson Acker. A igreja foi fundada em 1824 por imigrantes alemães, e é a primeira da América Latina. Linda missão!

A antiga linha férrea, entre a Fábrica Ypu e o distrito de Mury, apesar de ser um local bastante procurado para caminhadas e ciclismo, está preocupando seus frequentadores pelo descarte de lixo em suas margens. A via precisa merecer atenção especial, não apenas por sua beleza, mas por seu circuito que, no século 19, facilitou o escoamento do café para os centros urbanos da época.

Falando nisso, na edição da última sexta-feira, 27 de fevereiro, A VOZ DA SERRA trouxe reportagem sobre a deficiência no serviço de capina nas ruas. A reclamação dos moradores se baseia no abandono que se vê em vários bairros. Isso me lembrou que lá pelos anos 70 era tão comum funcionários da prefeitura capinando ruas, que mamãe sempre servia água fresca e lanche da tarde aos capinadores.

Em “Há 50 anos”, enquanto o cinema Eldorado era vendido para dar lugar a uma agência bancária, o Carnaval de 1976 explodia em atrações. Entre as agremiações da folia, a coluna citou o Rancho Flor do Sertão e o Rancho Cidade dos Cravos. Minha mãe, quando moça, desfilava no carro alegórico do Rancho Mimosas Violetas.

Pois bem, os ranchos tiveram seus tempos de glória, e acredito que deixaram boas lembranças. Interessante é que na semana do carnaval deste ano, surgiu lá em casa um assunto em que eu citei o rancho. Uma integrante da conversa, disse: “Eu nunca ouvi falar em rancho!  Outra,  “muito sabida”, interrompeu: “Ah! Eu sei o que é! Rancho é uma casinha na roça, com quintal e umas frutinhas!” – Não deixou de ser verdade, porém, mostra que as gerações de agora pensam que rancho é outra coisa, desconhecendo o rancho de outrora.

E você, que lê esta coluna agora, tem alguma história para contar sobre os ranchos de antigos carnavais?

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