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A VOZ DA SERRA também tem a missão de educar

terça-feira, 14 de outubro de 2025
por Jornal A Voz da Serra

         Vovó Mariana dizia: “Educação é em casa; instrução é na escola!”. Nascida em 1903, vovó, que nem sabia ler, sabia coisas do arco da velha e entendia que a criança tinha que aprender, na família, a educação, ou seja: ser gentil, ter bons modos, respeitar os mais velhos, fazer bem as lições e, acima de tudo, prestar atenção em tudo o que os professores ensinam. Num conceito mais amplo, hoje a educação abrange tantas áreas que os verbos “educar” e “instruir” se conjugam em todos os modos, tempos e lugares. Como diz a gíria: “tudo junto e misturado”.

         Vovó Mariana dizia: “Educação é em casa; instrução é na escola!”. Nascida em 1903, vovó, que nem sabia ler, sabia coisas do arco da velha e entendia que a criança tinha que aprender, na família, a educação, ou seja: ser gentil, ter bons modos, respeitar os mais velhos, fazer bem as lições e, acima de tudo, prestar atenção em tudo o que os professores ensinam. Num conceito mais amplo, hoje a educação abrange tantas áreas que os verbos “educar” e “instruir” se conjugam em todos os modos, tempos e lugares. Como diz a gíria: “tudo junto e misturado”.

         O Caderno Z, ciente de seu papel, também educador, nos trouxe o tema Educação, realçando: “Para a maioria das crianças, a escola é a porta de entrada para o mundo, além da própria casa”. O ambiente escolar da atualidade oferece vertentes educacionais variadas, como explica a educadora Claudia Costin: “Não educamos a criança só para ela saber tabuada, ler e escrever. Educamos, em parceria com as famílias, como ela vai se conectar em sociedade”. A criança é resultado dos bons exemplos.

         Para Priscila Cruz, especialista em Educação Pública, “a infância é a explosão das conexões cerebrais e conexão que não é formada ou que você não usa, desaparece”. O cérebro precisa de estímulos para que essas conexões sejam aproveitadas, caso contrário, ele as dispensa. Então, acrescenta Priscila: “criança precisa brincar, quebrar o dedo, se ralar, se machucar...”. (Lembrei de meu irmão, mestre em quebrar o braço no campinho de futebol).

         A Escola Pontinha de Sol amplia seus trabalhos com a implantação do Ensino Médio e destaca - “o aprender a fazer, pesquisar, construir hipóteses, experimentar a vida através de várias ferramentas pedagógicas”. O tempo é de inovação, de adaptação e o Colégio Serrano e o Educandário Serrano deram um salto ainda mais positivo em sua proposta educacional implantando na grade curricular a “disciplina de educação financeira”. Isso há de ser muito produtivo, inclusive para orientação dos filhos em relação aos familiares. Aprendendo mais cedo, mais chances de cautela financeira.

         Vem bem a calhar esse aprendizado financeiro, pois, no Brasil, a “inadimplência atinge o maior patamar da série histórica iniciada em 2010”. O pior não é só ter dívidas, pois há endividados “sem condições de pagar dívidas em atraso”. Outro dado da pesquisa informa que “aquelas de menor renda estão mais endividadas e as de maior renda, em crescente inadimplência”. Minha amiga Fausta Sidoni sempre diz: “Mais importante do que ganhar, é saber gastar”. Esse é o saber que a gente precisa saber! Aliás, a charge de Silvério descreve em seu desenho a preocupação de quem vai dormir com a cabeça em suas dívidas. É justamente a hora em que o sonho pode virar pesadelo.

         Ainda sobre educação, o Ensino Médio também passou por mudanças no currículo neste ano. As novas regras que passaram por adaptações neste ano, a partir de 2026 serão obrigatórias. Ao currículo de base foram acrescentadas matérias sobre empreendedorismo, robótica, questões voltadas para o meio ambiente, matemática do cotidiano, educação financeira, tudo interligado com áreas de conhecimento. Ninguém entre em pânico, pois nas provas do Enem de 2025 não serão cobrados esses temas, ficando a cobrança para 2028. “As novas diretrizes” estão voltadas para que “os estudantes tenham acesso a projetos, oficinas e atividades interdisciplinares que favoreçam a ampliação do repertório acadêmico e profissional”.  Que beleza!

         Salve o Dia das Crianças! A data passou a ser muito festiva para a criançada por conta do feriado nacional do Dia de Nossa Senhora Aparecida, a Padroeira do Brasil. Embora o feriado seja mais recente, a santa foi proclamada como padroeira em 1930. A data ganhou mais um santo – Dia de São Carlo Acutis. Sua canonização ocorreu no dia 07 de setembro, pelo Papa Leão XIV. O jovem Carlo, nascido na Itália e falecido em 2006, aos 15 anos de idade, mereceu a santidade por sua curta existência plena de espiritualidade e resignação. Que São Carlo seja o santo “influenciador” da juventude, revigorando a mensagem de que só o amor e a fraternidade podem edificar o novo mundo de paz!

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A VOZ DA SERRA é um livro de conhecimentos que se abre diariamente

terça-feira, 07 de outubro de 2025
por Jornal A Voz da Serra

Outubro começa muito bem, festejando em seu primeiro dia, o Dia do Idoso. Outras datas virão e bem próximo, o Dia da Criança. Dois extremos da vida que merecem destaque no calendário vigente. Se uma fase começa com fraldas e talquinhos, a outra pode precisar das duas também. E o tema do Caderno Z veio dar ênfase aos idosos buscando ressaltar pontos que podem tornar a terceira idade na idade certa para “aproveitar” a vida.

Outubro começa muito bem, festejando em seu primeiro dia, o Dia do Idoso. Outras datas virão e bem próximo, o Dia da Criança. Dois extremos da vida que merecem destaque no calendário vigente. Se uma fase começa com fraldas e talquinhos, a outra pode precisar das duas também. E o tema do Caderno Z veio dar ênfase aos idosos buscando ressaltar pontos que podem tornar a terceira idade na idade certa para “aproveitar” a vida.

Para Tanto, “o segredo da longevidade está na força e na memória”. Na pesquisa realizada pela empresa Vhita, para 85% dos entrevistados as demandas mais importantes são o autocuidado, incluindo “receios, expectativas e boas práticas”. Há preocupações em “não perder o foco, memória ou clareza mental seja em decorrência de doenças ou limitações naturais da idade”. O que se espera “é ser capaz de cuidar de si”.

“Velho, mas não morto”, como destacou Hendrik Groen que se inspirou no cotidiano de um asilo, com as rabugices dos velhos, para escrever o livro “Tentativas de Fazer Algo da Vida”. Não que o livro não trate das mazelas do envelhecimento, mas é uma visão “mordaz, bem-humorada, sensível”. Uma excelente leitura até para quem pensa que não vai envelhecer.

Mas e a sexualidade? Como é que ficam as novas formas de relacionamento? Sabemos que há uma “visão limitada em relação à sexualidade e à velhice”, se “essa fase da vida se apresenta como um período de assexualidade e de renúncias...”. No entanto, “o amor é uma fonte de vínculos entre humanos e, na velhice, gostar e amar alguém faz toda a diferença”. “Deixa acontecer naturalmente”... 

Deixando o Caderno Z com um café na ponta da língua, até porque 1º de outubro também é o Dia Internacional do Café, vamos procurar entender o que se passa no outro lado das margens do caminho da velhice, pois “casos de ansiedade entre adolescentes já superam índices de adultos no Brasil”. E me lembrei de uma canção: “O que será que será que dá dentro da gente e não devia...”. Assim como a velhice, a “adolescência é marcada por intensas transformações físicas, emocionais e sociais”. Cabe um “olhar com atenção e sem julgamento. Quanto antes identificar o problema, mas fácil “as chances de recuperação e qualidade de vida” para os jovens.

Em que pé anda a situação do sono dos brasileiros? Ana Borges elucidou o assunto. “Se uma pessoa não muda o foco e costuma ir para a cama com a cabeça nas pendências do dia seguinte” é certo que o sono vai ser prejudicado. Quando isso se torna uma constante, o cuidado médico é muito importante. Consumo de café, jogos e atividades excitantes, excesso de telas, alimentação pesada são alguns hábitos que precisam de disciplina. É preciso se preparar para dormir. Desacelerar. “Escurecer os ambientes deixando luz indireta e trocar as telas por um livro, duas horas antes de adormecer”, são procedimentos que podem ajudar. Papai, quando eu era criança, dizia: “vamos contar carneirinhos para dormir”. Confesso que eu não passava de dez.

Em ”Sociais”, dou de cara comigo! Olha eu sendo homenageada pela gentileza dos meus queridos e queridas de A VOZ DA SERRA. Fiquei mesmo surpresa e emocionada. Meu dia 7 de outubro ficou, além de muito mais visível, compartilhado com tanta gente amiga que as energias cósmicas se derramam, revigorando os meus sonhos. É o meu momento também de agradecer o prestígio de assinar uma coluna no Jornal.

Bom saber sobre o Programa Riograndina Resiliente com “garantias de soluções que reflitam as reais necessidades do distrito”. Outra notícia memorável é a abertura das portas do Sanatório Naval de Nova Friburgo à sociedade. Esse grande feito é uma parceria entre a Acianf e o Abrigo do Marinheiro. Esse “abrir portas”, gradual, acima de tudo, abre janelas para que nos seja possível apreciar o encantamento que permeia o Sanatório, sua natureza e todo o simbolismo que perpassa a sua mais do que centenária história no coração de Nova Friburgo. É realmente um marco triunfal. Uma esperança há muito cultivada em terras friburguenses, que agora começa a florescer para a nossa colheita. 

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A VOZ DA SERRA é informação, saúde, cultura, lazer e muito mais

terça-feira, 30 de setembro de 2025
por Jornal A Voz da Serra

        Não sei como fui me lembrar de um fato. Eu tinha uns doze anos, morava na Filó e brincando com meu irmão na varanda da nossa casa, levei um tombo, quebrei o braço. Era véspera de Natal e o médico no plantão da clínica ortopédica engessou meu braço. E permaneci com o tal gesso durante dois meses, indo tirá-lo no fim de fevereiro e depois do carnaval. Quando o enfermeiro cortou o gesso, eu não sentia meu braço. Chorei, pois estava totalmente sem força braçal. Que sensação horrível. Fui liberada sem qualquer orientação para “exercitar” corretamente o braço.

        Não sei como fui me lembrar de um fato. Eu tinha uns doze anos, morava na Filó e brincando com meu irmão na varanda da nossa casa, levei um tombo, quebrei o braço. Era véspera de Natal e o médico no plantão da clínica ortopédica engessou meu braço. E permaneci com o tal gesso durante dois meses, indo tirá-lo no fim de fevereiro e depois do carnaval. Quando o enfermeiro cortou o gesso, eu não sentia meu braço. Chorei, pois estava totalmente sem força braçal. Que sensação horrível. Fui liberada sem qualquer orientação para “exercitar” corretamente o braço. Ninguém falava em fisioterapia. Em Pilates? Nem pensar. Tive que me restabelecer na marra.

        Mas o que é Pilates? O Caderno Z veio nos explicar pontos importantes dessa prática que tem suas raízes na Primeira Guerra Mundial, criada pelo alemão Joseph Pilates que usou as técnicas dos exercícios para tratar os internados em campos de prisioneiros. Os resultados foram obtidos usando elementos de artes marciais, ioga, ginástica e dança. Contudo, com o passar dos tempos, o método foi se modernizando, se diversificando, dando origem a diferentes tipos como o pilates clássico, o contemporâneo e o solo. Germana Mussi, diretora do Espaço Pilates destaca: “A consciência corporal que uma pessoa ganha com o Pilates vai deixá-la em ótimas condições para se sair bem em qualquer outra modalidade física ou esportiva”. Germana explica: “É a mente que esculpe o corpo... Para ganhar força, flexibilidade e mobilidade tem que aprender a fazer direito... o corpo saudável vai muito além da estética, tem que ser funcional... força não pode trazer rigidez”. O Pilates se populariza e já é a segunda atividade física mais praticada no Brasil”...  É a “conexão Pilates, mente e corpo” e traz benefícios até para pessoas com Alzheimer”. Voltando ao pensamento de Joseph Pilates: “O apogeu da vida deve ser em 70 anos e a idade avançada não antes dos 100 anos”. Que beleza de perspectiva!

        Se viver saudável é a busca dos seres humanos, morrer sendo um doador de órgãos pode ser também um grande mérito. Dia 27 de setembro é o Dia Nacional da Doação de Órgãos e o Ministério da Saúde lança programa para valorizar equipes hospitalares e ampliar número de doadores. O maior desafio é a conscientização das famílias sobre a importância da doação. Para se tornar um doador basta manifestar sua vontade em vida e comunicar o fato aos familiares para que a escolha seja respeitada.

        Em “Sociais”, em destaque o casal Roosevelt e Adnea completando 57 anos de casamento. A VOZ DA SERRA tem sido o arauto das celebrações do querido casal, ano a ano, divulgando a duradoura união. Agora festejando “Bodas de Lápis-Lazúli”, que é uma pedra preciosa simbolizando a clareza mental, a força, a vitalidade e a profundidade do amor que se desenvolve ao longo de uma união. Parabéns, queridos. Que possamos festejar muitos e muitos momentos desse casal que expressa juventude e amor.

        Que beleza também é o Encontro da Família Erthal em Bom Jardim. São 45 anos que a família se reúne numa grandiosa festa de confraternização, reverenciando, merecidamente a memória do patriarca, o imigrante alemão Johann Erthal que chegou ao Rio de Janeiro em 1826 para atuar como ferreiro nos batalhões do então imperador Dom Pedro I. Outra homenagem também ao familiar José Erthal, em memória. Aplausos!

        “Independência, escolhas e novos rumos sociais” – este é o “avanço da mulher solteira”. Está mais do que provado que “ser solteira, sem filhos deixou de ser sinônimo de fracasso”. Isso passou a ser “uma escolha consciente e empoderada”. Liberdade e não dar satisfação do que faz estão no topo dos anseios das novas mulheres. O mais importante em toda essa mudança é buscar felicidade.  Sendo assim, sempre vai valer a pena.

        A União de Moradores do Parque Dom João VI deu provas de que a união faz a força. Trata-se do empenho comunitário dos seus moradores na sinalização do bairro. O antigo sonho virou realidade e tem até placa de “boas-vindas”. Sua população, formada por 1.116 habitantes partilha a máxima: Nova Friburgo. Eu amo. Eu cuido! Parabéns!

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A VOZ DA SERRA, antes de tudo, é um marco na imprensa friburguense

terça-feira, 23 de setembro de 2025
por Jornal A Voz da Serra

        O Caderno Z não deixa passar algumas datas que representam eventos importantes na história do Brasil e até no mundo. O Dia da Árvore, 21 de setembro, lembrou minha infância, na escolinha da Filó, onde dona Neuza adorava nos levar para um piquenique e o lanche era sempre à sombra de uma das frondosas árvores do Vale dos Pinheiros. Não era somente lanchar e brincar. Era uma ocasião para saudar os arvoredos e aprender sobre a importância de sua preservação. Hoje ainda lutamos “por mais educação ambiental”.

        O Caderno Z não deixa passar algumas datas que representam eventos importantes na história do Brasil e até no mundo. O Dia da Árvore, 21 de setembro, lembrou minha infância, na escolinha da Filó, onde dona Neuza adorava nos levar para um piquenique e o lanche era sempre à sombra de uma das frondosas árvores do Vale dos Pinheiros. Não era somente lanchar e brincar. Era uma ocasião para saudar os arvoredos e aprender sobre a importância de sua preservação. Hoje ainda lutamos “por mais educação ambiental”. O desmatamento desenfreado na civilização moderna contribui para a redução de áreas verdes, o que provoca a diminuição da qualidade de vida, tanto da natureza, quanto na vida das populações. A conscientização precisa ser transformada em ações.

        “Ensinar as crianças desde cedo”, pois nada melhor do que as cabecinhas frescas dos pequenos que possuem grande interesse em assuntos ambientais – flores, bichinhos, árvores, florestas e tudo o mais que vai formando a sua consciência de mundo. Neste fim de semana, indo de ônibus para São Pedro da Serra, eu comecei a ouvir as conversas de uma vovó com seu netinho. O menino parecia um ponto de interrogação falante, querendo saber a razão das coisas, das estradas, das árvores, das flores. Ele queria, inclusive, achar a seriema. Observei que a vovó a tudo respondia com prazer e sabedorias. No meio do trajeto, não me aguentei e elogiei a criança com seu vasto vocabulário, que sabe o que é um alto-falante, que sabe até que o motorista é o único que não pode dormir no ônibus. Conheci, então, o Tom, de apenas três anos de idade, e a sua vovó, Miriam Bustamante, que é assinante de A VOZ DA SERRA e lê as surpresas de viagem. Fiquei encantada.

A EcoModas também rendeu homenagens ao Dia da Árvore com oficina sustentável tendo a participação do público com reuso de garrafas plásticas, estimulando o descarte consciente. A sede da empresa, no alto do teleférico, por si só é um convite aos cuidados com o meio ambiente. Além das ações inovadoras, o local reflete uma criatividade com peças e mobiliários de ecodesign e uma loja de produtos ecológicos. Tem até trovas e frases temáticas no entorno. Parabéns! E viva a primavera!

        Falando em natureza, o equinócio de primavera é sempre bem-vindo, pois nos traz a renovação com dias começando mais cedo e tardes claras se estendendo até 18 horas. Contudo, não somente a natureza se beneficia com a nova estação, pois a “ciência moderna aponta que a primavera pode influenciar a fertilidade humana”. A nutricionista Ana Luísa Rocha nos trouxe essa informação, destacando que devemos cultivar a “primavera interna”, indo além das funções naturais: “mais do que um simples brotar das flores, é o período em que o corpo humano também encontra condições ideais para se renovar, gerar vida e abrir caminho para novos começos”.

        Em “Sociais”, em 20 de setembro festejamos o aniversário da Laís Lima, a estagiária que temos visto no jornal, promovendo matérias, sob a supervisão do super Henrique Amorim. É uma oportunidade de felicitá-la também pelas brilhantes pautas. Felicidades! Vivas também para Yara Baptista aniversariante do dia 22, colhendo mais uma primavera na primavera de 2025.  Outra data relevante, 21 de setembro – Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, ou seja “Setembro Verde”. A data, além de promover campanhas e eventos, chama a atenção da sociedade para “os desafios diários ainda enfrentados por milhões de brasileiros”. É preciso difundir essa luta com ações que promovam a “cidadania plena”. Essa cidadania é um dos objetivos do projeto “Defensor Mirim” em escolas municipais, preparando as crianças, desde cedo, para atuarem “de forma consciente diante de situações adversas”. – “São os pequenos multiplicadores do conhecimento”.

        Assim como o Tom, que aos três anos de idade sabe que o motorista não pode dormir ao volante, que todas as crianças tenham a oportunidade de aprender a conduzir o “volante” da responsabilidade social para a edificação de uma vida melhor, mais segura, em especial, diante das adversidades. Avante, defensores!

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A VOZ DA SERRA é a certeza de uma comunicação coerente, imparcial

terça-feira, 16 de setembro de 2025
por Jornal A Voz da Serra

Costumava-se dizer, ou melhor, eu ouvia em minha infância que tudo o que criava vínculo era “uma cachaça”.  Conversar com alguém, usar determinada roupa, frequentar algum lugar, tudo, enfim, que se fazia em repetidas vezes, era apelidado de cachaça. Sinal de que essa bebida, totalmente brasileira, sempre esteve no topo das preferências do nosso país. E volta e meia, ela reaparece no Caderno Z, com mais e mais novidades.

Costumava-se dizer, ou melhor, eu ouvia em minha infância que tudo o que criava vínculo era “uma cachaça”.  Conversar com alguém, usar determinada roupa, frequentar algum lugar, tudo, enfim, que se fazia em repetidas vezes, era apelidado de cachaça. Sinal de que essa bebida, totalmente brasileira, sempre esteve no topo das preferências do nosso país. E volta e meia, ela reaparece no Caderno Z, com mais e mais novidades. A “Da Quinta”, nossa vizinha do município do Carmo, já completou 100 anos em 2023, é detentora de vários títulos, com alto padrão de qualidade e sua fama percorre o mundo.

A “pinga” marcou um período em que era usada como mercadoria para escambo, valendo como moeda nas trocas por escravos. Esse passado conturbado deu alicerce para a evolução de marcas e o produto, outrora difundido nas classes menos favorecidas, passou a ser bem-vindo nas altas sociedades. Interessante é que a cachaça surgiu “como consequência do melaço produzido no engenho”. O nome ‘pinga’ passou a ser utilizado porque “a fervura do caldo produzia um vapor que se condensava no teto e gotejava”.

Mas não é somente como bebida que a cachaça ganhou destaque no Brasil. A culinária brasileira fez da aguardente uma aliada na gastronomia nacional, tanto nos pratos salgados quanto nas sobremesas. Nas marinadas, tornando-se uma grande aliada para flambar carnes e frutas. Molhos e caldas em pratos sofisticados e na massa de pastel seu uso dá crocância e leveza após a fritura. Além do mais, a cachaça harmoniza com queijos, adaptando-se muito bem numa receita bem brasileira de fondue. Vale experimentar, quem sabe, criar combinações e encantar os convidados.

Quem pensou que o frio estava indo embora, se enganou. Previsto para o fim de semana, a charge de Silvério veio bem agasalhada, de gorro, cachecol e pulôver. O tempo passa, a tecnologia avança, a medicina dá passos largos na cura de doenças, o comércio exibe vitrines maravilhosas, tudo poderia fluir para um mundo novo e melhor. Contudo, há coisas que atravancam a paz que é tão cobiçada. A exemplo, ainda precisamos de projetos que gerem leis de proteção a menores de idade a serem “proibidos de participar de eventos com nudez ou apologia ao crime”. E como se não bastasse, menores expostos a uma sexualidade precoce, vítimas de violência sexual, com a criação de demais legislações ressaltando que “nenhuma liberdade artística ou cultural pode se sobrepor à proteção integral e prioritária da infância...”.

Há indivíduos que perderam a capacidade do bom senso, do caráter, da educação e assim criamos leis para determinar comportamentos que devem ser óbvios e exercidos naturalmente. Da mesma forma, “mulheres vítimas de violência ganham isenção de taxas em concursos”, no Estado do Rio de Janeiro, em concursos públicos. Bonita lei sancionada pelo governador Cláudio Castro. Lei que, inclusive, insere a mulher vitimada na busca de oportunidades de refazer a vida. Mas, como ou quando deixaremos de ter que criar leis para reparar os males causados pela violência? Perdemos a liberdade enquanto a violência se expande. Falta algo mais no combate ao crime, que eu nem sei o que é, mas sei que deve existir.

“Felicidade no trabalho exige mais do que benefícios superficiais” – A manchete lança uma reflexão sobre o que é ser feliz no trabalho. “Não se trata de estar feliz todos os dias, mas de saber que há um sentido por trás da rotina”. Na psicologia organizacional são três os fatores para o bem-estar no trabalho: “propósito, pertencimento e progresso”. “Propósito é a relevância no que faz. Pertencimento é a ligação a uma equipe em que há respeito e cooperação. E progresso é aprender, evoluir e ser reconhecido, inclusive, financeiramente”. Que os patrões leiam a matéria e os funcionários colaborem!

Nada mais louvável do que festejar os 80 anos do Colégio Cêfel / IGP. São oito décadas dedicadas ao fortalecimento da educação em Nova Friburgo. Merecida homenagem também à diretora Regina Schlupp, uma estrela que reflete o brilho de sua alma, espargindo a luz do conhecimento no processo educacional da cidade. Parabéns!...  

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A VOZ DA SERRA tem o dom de se fazer presente em nosso dia a dia

terça-feira, 09 de setembro de 2025
por Jornal A Voz da Serra

O Caderno Z não é psiquiatria, mas tem o dom de ir fundo para tratar assuntos que afligem a sociedade humana. O “Setembro Amarelo”, o mês que trata a prevenção ao suicídio, é o tema escolhido para abrir o nono mês do calendário. É a época que antecede a primavera, dos dias crescendo e da renovação da natureza. A sabiá canta incessantemente e os horizontes se abrem mostrando o quanto a vida é bela. E quanta gente pode estar triste, sentindo que a vida perdeu o sentido.

O Caderno Z não é psiquiatria, mas tem o dom de ir fundo para tratar assuntos que afligem a sociedade humana. O “Setembro Amarelo”, o mês que trata a prevenção ao suicídio, é o tema escolhido para abrir o nono mês do calendário. É a época que antecede a primavera, dos dias crescendo e da renovação da natureza. A sabiá canta incessantemente e os horizontes se abrem mostrando o quanto a vida é bela. E quanta gente pode estar triste, sentindo que a vida perdeu o sentido. Por essa razão, foi criado nos EUA, desde 2003, a campanha “Yellow Ribbon” e o dia 10 de setembro passou a ser dedicado à conscientização e promoção de ações em todo o mundo para evitar suicídios.

Os “sobreviventes de si mesmos” contam suas experiências e mostram o quanto vale a pena vencer, principalmente porque essas vitórias se transformam em ações e até movimentos em prol da valorização da vida. O professor Rogério Christofoletti esclarece:

“O suicídio é um tema delicado para as sociedades. Por anos, notícias desse tipo foram engavetadas na mídia com medo de que contagiassem outras pessoas. Não foi uma boa política, pois esconder ou ignorar não ajuda a resolver o problema”.  

O Centro de Valorização da Vida (CVV) é uma entidade que oferece serviço voluntário de apoio emocional e tem ajudado muita gente a se aprumar emocionalmente. Vencer a “sensação de fardo” e tantos males que afetam a mente é uma batalha que requer ajuda de profissionais de saúde e que, certamente, pode ajudar indivíduos a saírem da beira do abismo. Relacionamentos saudáveis, comunicação aberta, pedir ajuda, praticar a autoconsciência e a autocompaixão, bem como procurar desenvolver atividades que despertem o interesse pessoal são alguns aconselhamentos para preencher vazios que podem trazer uma “sensação devastadora”. Buscar ajuda, desabafar são métodos fundamentais para mudar o rumo de escolhas drásticas para findar uma vida. Há sempre esperança atrás de uma porta que supomos ter sido fechada. Sempre há uma luz acesa!

A luz pode estar acesa em nós, mas nem a percebemos quando estamos passando por maus momentos. Em “Sociais”, três valetes aniversariando. No dia 8, Eloir Perdigão, nosso querido que por muitos anos integrou os quadros de A VOZ DA SERRA. No dia 10, Júlio Celles Cordeiro, que já tive o prazer de conhecer pessoalmente, o que muito me honrou. Ainda no dia 10, Roosevelt Concy. Esses queridos fazem parte da sociedade friburguense, pessoas da mais alta relevância para o bem de Nova Friburgo.

Em “Há 50 Anos”, a Câmara Municipal aprovava, por unanimidade, dar o nome de Américo Ventura Filho a uma rua da cidade. Ao referendar o projeto do vereador Geraldo Pinheiro, o vereador Benício Valadares, afirmou: “Américo Ventura Filho era uma inteligência, uma figura humana cheia de expressão, cuja memória está sendo agora, mais do que nunca, reconhecida e amada”. Em 1975, bem se vê que a inteligência era natural em determinadas pessoas; nada artificial, certamente.

Falando nisso, a medicina já teme os efeitos da inteligência artificial nas habilidades médicas de seus profissionais. Isso nem é de espantar. Mal comparando, quando surgiu a maquininha de calcular muita gente deixou de saber tabuada na ponta da língua. Sinal dos tempos.

Cuidar dos pensamentos também é fonte de vida e Ana Borges nos trouxe uma reportagem pra lá de oportuna neste setembro amarelo. “Sua mente influencia o cérebro que pode ser treinado para estimular pensamento positivo”. Nesta afirmação temos a certeza de que o pensamento é energia que pode e deve ser usada para nos beneficiar e, consequentemente, melhorar os ambientes onde estivermos colocados. A matéria é tão linda que devemos deixá-la na parede do quarto. Que seja como recomendado, os primeiros minutos em nosso despertar, o momento de comunhão com “aquela grandeza do eu”, sentida no coração, que nos leve ao estado de gratidão, como "valorizar coisas simples que nos fazem felizes...".

Rever o dia também, ao se deitar, e buscar coisas boas acontecidas. Nos mais simples acontecimentos, a gente sempre tem o que agradecer!

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A VOZ DA SERRA é conhecimento abrangente da mais alta qualidade

terça-feira, 02 de setembro de 2025
por Jornal A Voz da Serra

        Como de costume, o Caderno Z me trouxe boas lembranças da nossa casa de infância, onde tudo o que se sabia do mundo vinha do rádio, dos jornais, das revistas e dos livros. Nem tinha TV ainda em casa. Papai e mamãe eram dois estudiosos, autodidatas e passavam, adiante, esse gosto pelo estudo. Eu e meu irmão adorávamos nosso ambiente de “janelas para o mundo”. Papai era o rei das novidades e amava os mapas. Era assim o nosso Google: um enorme mapa-múndi sobre a mesa e tínhamos o mundo nas mãos. Os oceanos, continentes, países, tudo nos era fácil de aprender, prazeroso, inclusive.

        Como de costume, o Caderno Z me trouxe boas lembranças da nossa casa de infância, onde tudo o que se sabia do mundo vinha do rádio, dos jornais, das revistas e dos livros. Nem tinha TV ainda em casa. Papai e mamãe eram dois estudiosos, autodidatas e passavam, adiante, esse gosto pelo estudo. Eu e meu irmão adorávamos nosso ambiente de “janelas para o mundo”. Papai era o rei das novidades e amava os mapas. Era assim o nosso Google: um enorme mapa-múndi sobre a mesa e tínhamos o mundo nas mãos. Os oceanos, continentes, países, tudo nos era fácil de aprender, prazeroso, inclusive.

        E é exatamente isso que a jornalista, Maria Prata, está tentando fazer para tornar o mundo de suas filhas mais real, mais empolgante do que o mundo virtual. A comunicadora voltou a ler jornal impresso e, durante a leitura, as filhas se interessam em saber a razão das notícias, das fotos, perguntam, opinam e tudo fica mais intenso, porque é uma interação instantânea, presencial. E Maria Prata pergunta: “Você assina jornal digital ou impresso?”.

        De minha parte, recebo o Jornal A VOZ DA SERRA, impresso, todos os dias, na caixinha de correio, em meu portão. Sou suspeita, mas adoro esse jornal impresso. Gosto do cheiro de folha nova, gosto de revirar as páginas, de ler aqui e acolá, e até de trás pra frente. Na verdade, é companhia, ao vivo, na mesa da sala de refeições e tem sempre alguém parando para checar as novidades. Faz parte da gente, é da família.

        Contudo, sabemos que esse confronto – digital ou impresso – exige um esforço mil vezes maior do que aquele dos tempos da TV, quando somente os adultos podiam ligar o aparelho. Criança não “metia o dedo onde não era chamada”. Criança de hoje já nasce “dentro” da tecnologia e ela se desenvolve vendo os pais manejando o celular. Em pouco tempo, ela também quer mexer no aparelho, pois, se os pais usam é porque deve ser bom. Como bem disse a professora Inahiara Menezes: “A tecnologia existe e é um fato inegável, mas pode ser de grande valia se bem utilizada. Eis a questão: não vejo necessidade de proibição. Vejo a necessidade urgente de colocarmos regras nesse uso”. A realidade está aí afrontando as convenções. Porém, uma coisa é certa: até para combater o uso excessivo da virtualidade, precisamos desse uso para combatê-la. Incrível!

        Um assunto puxa o outro e já estamos no campo da “linha tênue entre trabalho e descanso, tratando da fadiga do século 21 que é cognitiva, emocional e estrutural. Entre as dicas contra a exaustão destacamos: “Encontre momentos de descanso sem estímulos visuais, mesmo que não durma. Descansar sem telas também é restaurador”. Outra coisa que precisamos aprender: “Não preencha todos os espaços vazios do dia. O tédio também tem valor regenerativo”. Só fazendo pausas para pensar é que pensamos melhor.

        Ainda falando em trabalho, o Facebook e o Instagram estão proibidos de “veicular produções infantis sem autorização judicial”. Tal decisão prevê até multa caso a exposição da criança ou do adolescente venha a gerar lucro sem que haja avaliação judicial. Realmente, o que se nota na internet são crianças já “mostrando seu trabalho”. Existe uma contradição, pois se os pais colocam sua criança para ajudar em atividades rurais, por exemplo, isso é combatido como “exploração de trabalho infantil”.

        Em “Sociais”, a coluna está plena de ilustres. Na quinta-feira, 28, o senhor Fernando Souza festejou seus 90 anos, ao lado de familiares e amigos. Apaixonado por bicicletas, seu Fernando é leitor ferrenho de A VOZ DA SERRA e é pai de Alexandre Tadeu e do nosso chargista, Antonio Silvério. Noras e netos fizeram o coro de feliz aniversário. Em 1º de setembro, Rogério Faria, da Stam e Roosevelt Carvalho festejam suas primaveras. São pessoas queridas e destaques em Nova Friburgo. Parabéns a todos.

        Bonita homenagem de A VOZ DA SERRA ao pianista Miguel Proença. Entre os depoimentos, Henrique Cordeiro destacou: “Miguel Proença foi um ser humano próximo do Perfeito. Amigo, humano, artista, apaixonado, talentoso, competente, alegre, festeiro, profissional, simples, complexo, singular, plural e muito mais...”. Singularmente, perfeito!

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A Direção do Jornal A Voz da Serra não é solidária, não se responsabiliza e nem endossa os conceitos e opiniões emitidas por seus colunistas em seções ou artigos assinados.

A VOZ DA SERRA é a matéria-prima da comunicação

terça-feira, 26 de agosto de 2025
por Jornal A Voz da Serra

        O tema “Pets” voltou! E poderá voltar mais vezes, pois o assunto é interminável. Garanto que não há quem não tenha uma boa história para contar de seus bichos de estimação. Os cães, por exemplo, são mestres em nos surpreender. Entendem a nossa linguagem de um jeito muito especial. Os gatos costumam deixar seus donos malucos quando se enfiam em algum canto da casa ou quando escolhem dormir no nosso exato lugar na cama. A tartaruga, com seu passo lento, é a personificação da cautela.

        O tema “Pets” voltou! E poderá voltar mais vezes, pois o assunto é interminável. Garanto que não há quem não tenha uma boa história para contar de seus bichos de estimação. Os cães, por exemplo, são mestres em nos surpreender. Entendem a nossa linguagem de um jeito muito especial. Os gatos costumam deixar seus donos malucos quando se enfiam em algum canto da casa ou quando escolhem dormir no nosso exato lugar na cama. A tartaruga, com seu passo lento, é a personificação da cautela.

        E assim por diante, cada agregado tem suas “manhas” quando percebe ser o centro das atenções no ambiente onde está inserido. Está provado que “crianças que crescem com seus pets tendem a desenvolver uma visão mais inclusiva do mundo”. Embora não deva caber a ela a responsabilidade total com os cuidados, torna-se um bom aprendizado ajudar. É “convivência benéfica, cria vínculo positivo, empatia e conforto emocional”.

        Tamanha é a importância da adoção de um pet que está cada vez mais fácil ampliar os conhecimentos de como lidar com o bichinho e dar a ele o melhor cuidado. Em se tratando de remédios agora podemos contar com os manipulados e “a vantagem da manipulação é a personalização, permitindo que a dose, forma e sabor do medicamento sejam adaptados às necessidades específicas de cada animal...”.  

        Proteção também faz parte do cuidado e a presidência da República sancionou em 30 de julho deste ano, a Lei 15.183 que proíbe testes em animais para a fabricação de cosméticos, perfumes e produtos de higiene. São muitas as razões para escolher o melhor tratamento.

        Enquanto falamos de cuidados e proteção, ainda temos que lutar em defesa dos animais. Tanto isso é necessário que já foi aprovada pelos deputados estaduais a proposta do projeto de lei que determinará que agressores terão que arcar com as despesas de animais decorrentes de maus-tratos. No Senado Federal há debates sobre a criação do Estatuto de Proteção a Animais, “projeto que pretende a elaboração de 60 artigos e 12 capítulos, entre eles os que tratam dos direitos dos cães e gatos...”. Muito bom!

        Na Ilha de Mocanguê, em Niterói, na última quinta-feira, 21, os Correios lançaram o selo institucional celebrando os 25 anos do navio-veleiro Cisne Branco. Construído em Amsterdam, Holanda, o Cisne, conforme diz o hino, “o meu navio também flutua nos verdes mares de norte a sul...”. É lindo! E bela homenagem dos Correios. Mas e o cisne negro deslizando no Rio Bengalas? Quantos olhares emocionados registraram esse espetáculo! O Bengalas comprova que está vivo e de bem com a vida. Maravilha!

        Ao contrário do Bengalas,  que desliza sereno, “sob o olhar do Cruzeiro do Sul”, a Geração Z caminha preocupada sob o olhar da inadimplência e tem sido alvo nas negociações  de dívidas. Como tem sempre uma luz no fim do mês, “com mais de mil empresas parceiras de diferentes setores, a Serasa oferece 623 milhões de ofertas de negociações com descontos de até 90%”. A hora é essa, sair do vermelho, pessoal!

        Que coisa interessante A VOZ DA SERRA nos trouxe sobre o “efeito porta”. Percebo que é um fato corriqueiro, só que não sabíamos o nome nem sabíamos a razão de esquecermos algo que íamos fazer mal atravessamos uma porta. Isso acontece porque o cérebro entende que uma ação se encerrou quando mudamos de cômodo. Parece até muito simples e cômodo entendermos isso. Transmite uma sensação de que isso é mais do que natural. Contudo, minha avó, sem saber disso, dizia: “quando a gente esquece o que ia fazer, é só voltar ao lugar de origem”. Eu faço isso até hoje. Bom saber a causa.

        E as mulheres no comando? Ana Borges comandou uma reportagem que muito honra a classe feminina: “Duas mulheres à frente da Segurança Pública em Nova Friburgo. A coronel Daniele Ezequiel Farias da Silva, que tomou posse na última quinta-feira, 21, no comando agora do 11º BPM. Desde abril, no comando do 6º Grupamento do Corpo de Bombeiros, a tenente-coronel bombeiro Michelle Dias Pereira Santa Rita. A elas o nosso apreço e reconhecimento. Parabéns!  Enfim, mulheres, avante!

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A VOZ DA SERRA tem sempre uma diretriz para o dia a dia da gente

terça-feira, 19 de agosto de 2025
por Jornal A Voz da Serra

No ambiente familiar sempre tivemos cães. Dos gatos eu mantinha certa distância. Porém bastou minha filha, Fernanda, adotar um deles e a indiferença se dissipou. Logo de início, o bichano ganhou uma crônica intitulada “Alguém para chamar de amor”. E, gradativamente, José Bonito, o Fubá, não só ganhou todos os espaços da casa, mas dos nossos corações. Agora eu digo: gato, só não gosta quem não tem! Aliás, seja lá qual for a espécie, é só adotar e se apaixonar.

No ambiente familiar sempre tivemos cães. Dos gatos eu mantinha certa distância. Porém bastou minha filha, Fernanda, adotar um deles e a indiferença se dissipou. Logo de início, o bichano ganhou uma crônica intitulada “Alguém para chamar de amor”. E, gradativamente, José Bonito, o Fubá, não só ganhou todos os espaços da casa, mas dos nossos corações. Agora eu digo: gato, só não gosta quem não tem! Aliás, seja lá qual for a espécie, é só adotar e se apaixonar. O Caderno Z nos trouxe o tema que é puro encantamento – “Pets – paixão nacional que atua de forma positiva nas famílias multiespécies”.

Em realce, a nova formação familiar entre pessoas e seus pets, numa tendência mundial, inclusive. Muitas vezes, esses agregados “são colocados na posição de filhos”. Mas isso está virando um procedimento comum, pois os temos como membros da família. Conversamos e eles nos entendem. Os cães, principalmente, respondem de forma instantânea aos comandos, mesmo que não tenham sido adestrados.

O fato é que já está mais do que provado que animais de estimação fazem bem aos humanos. Muito mais até do que nós a eles. São de uma fidelidade ímpar. É mais do que natural, “pessoas que falam com seus pets como se fossem gente”. Nosso próprio entendimento nos dá o feedback que queremos ouvir e isso inclui “sociabilidade, instinto de cuidado, simplicidade, empatia, criatividade e imaginação”.

Quanto ao hábito de humanização dos pets, nada contra, desde que isso não interfira nas características essenciais do animal. Alexandre Rossi, especialista no assunto, explica que “os pets são animais com necessidades e instintos próprios. Ou seja, apesar do seu cachorro ser o seu filho, ele continua sendo um cachorro, ele é de outra espécie”.

A doutora Isabela Ciniello, oftalmologista ressalta: “Seu pet merece cuidados médicos, também amor, atenção e um ambiente feito para ele”. Com tratamentos avançados, muito além do básico habitual, “na terapia multiespécies acessamos o campo invisível entre o tutor e o pet para ouvir o que não dito. Vamos até a raiz do sintoma trazendo equilíbrio para a família humana e animal. É mais do que uma sessão, é um reencontro. Se seu pet está tentando dizer algo, vamos escutar juntos?”, convida Isabela. Ter abrangência nos cuidados requer também alimentação saudável e a PetFarma é mais do que uma loja especializada. “É um espaço de cuidado, respeito e confiança, onde cada cliente e cada animal são tratados como parte da nossa família”. Que beleza!

Cientes de nosso dever no trato com os bichinhos de estimação, numa outra extremidade da gangorra social estão crianças merecendo toda atenção e cuidados “para impedir a exploração infantil e garantir um ambiente digital seguro”. A psicóloga Thatiana Erthal explica que “o fenômeno de adultização é um processo de antecipar papéis e responsabilidades para os quais crianças e adolescentes ainda não estão preparados”. Realmente estamos à mercê de uma reviravolta desenfreada. Já tem sido comum observar crianças de 9, 10 anos de idade com atitudes e reações que caracterizaram os adolescentes de 15, 16 anos dos anos 90. Entre propostas de regulamentação de leis para uso das redes sociais, o elemento fundamental é a família e a doutora Thatiana recomenda: “Conversar com os filhos, não para dar sermões, mas para ouvir o que pensam e sentem. É preciso se aproximar com humildade para conhecer de verdade quem está em formação...”. Os resultados podem surpreender.

Quanto ao uso de chupetas para jovens no combate ao estresse, caso que ganhou destaque nas redes sociais, como foi explicado, pode ser modismo de redes sociais ou fuga para tratar problemas emocionais. De qualquer forma, precisa receber atenção e cuidados clínicos.

Em tempo, um viva muito especial para a querida Marly Pinel, aniversariante da próxima quinta-feira, 21. A ela desejamos muitos carnavais, muitas luzes e saúde para bem aproveitar tudo de bom que a vida disponha em seus caminhos. Felicidades, amiga!

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terça-feira, 12 de agosto de 2025
por Jornal A Voz da Serra

É comum o Caderno Z me lembrar de alguma canção. Como se fosse um fundo musical na minha cabeça, há temas que me soam com alguma familiaridade musical. E o que teria a ver isso com um tema que trata sobre “sexualidade madura”? Tem, sim, a ver com os versos de Martinho da Vila: “O amor não tem cor / não tem idade / não vê cara nem religião... o amor só precisa de um coração...”. Por isso mesmo, o amor acontece na maturidade e naturalmente vem com todas as nuances e demandas dos amores mais jovens. Os tabus ficaram nas vias do passado e a sexualidade é vivida intensamente.

É comum o Caderno Z me lembrar de alguma canção. Como se fosse um fundo musical na minha cabeça, há temas que me soam com alguma familiaridade musical. E o que teria a ver isso com um tema que trata sobre “sexualidade madura”? Tem, sim, a ver com os versos de Martinho da Vila: “O amor não tem cor / não tem idade / não vê cara nem religião... o amor só precisa de um coração...”. Por isso mesmo, o amor acontece na maturidade e naturalmente vem com todas as nuances e demandas dos amores mais jovens. Os tabus ficaram nas vias do passado e a sexualidade é vivida intensamente.

Por essas e outras razões, há dados que indicam um aumento expressivo em mulheres com 60 anos ou mais, contaminadas com o vírus HIV/Aids. A falta de liberdade para tocarem no assunto, devido ao modo como foram educadas, contribui para que a doença se desenvolva também nessa faixa etária, pois “muitas não utilizam a forma mais simples de prevenção, o preservativo. Sentem vergonha de sugerir o uso e não se sentem à vontade para conversar sobre o assunto com seus parceiros”.

Essas considerações são avaliadas pelos especialistas. Entretanto, há que se ressaltar que, muitas vezes, faltam até diálogos mais abertos entre os profissionais de saúde com os seus pacientes. Situação que se reverte, facilmente, com indicação e encaminhamento para profissionais capacitados. A melhor maneira de evitar constrangimentos é buscar a informação correta.  

Para garantir que a “sexualidade madura” seja exercida de forma segura, sem riscos para a saudade, o Caderno Z destaca procedimentos a serem observados: campanhas de prevenção direcionadas sobre a importância do uso de preservativos; acesso facilitado aos serviços de saúde, incluindo testes e tratamento da doença; combate ao estigma, para que as pessoas se sintam mais à vontade para obter ajuda. No mais é aproveitar o que de bom a vida pode oferecer. Na dose certa, o amor é um santo remédio.

Em "Há 50 Anos", a manchete era muito animadora.  "Heleno Nunes lidera e Luiz Mendes apoia: Jogos na TV liberados". Era o início da "arrancada" nas transmissões esportivas pela TV Rio, ao que foi acrescentado no anúncio da novidade que, “os torcedores friburguenses não poderiam ficar sem ver o futebol pela TV, principalmente pessoas idosas e os operários que não têm recursos para se deslocar ao Rio de Janeiro”. Aos poucos, a TV ia abrindo as fronteiras das coisas impossíveis.

Da charge de Silvério aos depoimentos sobre o Dia dos Pais há muito amor envolvido.  “Mas, afinal, o que é ser pai?” Há uma infinidade de definições e, juntando todas, parece que ainda ficamos a dever um algo mais sobre esse “herói”, que é sempre o primeiro ídolo dos filhos. Entre os entrevistados, as respostas têm sempre aquela conotação de amor e de reconhecimento. Interessante é que alguns filhos se tornaram pais e entendem a experiência paterna como um aprendizado, uma troca de valores e até de saberes, já que as novas gerações têm sempre algo novo a transmitir aos familiares. Aproveito aqui a data para festejar o amigo Antônio Coutinho Moreira, também um “paizão”, pela celebração de 66 anos de sua chegada à Acar-RJ. Que trajetória bonita, se destacando na profissão de engenheiro agrônomo, assumindo responsabilidades para as quais deu todo o seu amor e competência. Felicidades! Parte de tanto sucesso é compartilhado com sua doce Maria Nilce, esposa dedicada e minha amiga querida.

O “QQ”, grupo que se reúne “Quartas às Quatro” na padaria Dona Emília, da Rua Monte Líbano, está fazendo sucesso. Entre médicos e amigos, “o primeiro aniversário do grupo, em 18 de julho, foi festejado no mês passado, com entusiasmo, direito a bolo e muitas felicitações pela iniciativa do médico Renato Henrique Gomes da Silva. O grupo é bem animado e nos encontros sempre há brincadeiras permeadas por assuntos sérios...”. Falam sobre medicina e, acima de tudo, fazem questão de se confraternizarem, celebrando a vida em toda a sua plenitude.  A alegria é contagiante e bem se vê que rir ainda é o melhor remédio. Parabéns! Que seja o primeiro de muitos aniversários, merecidamente. 

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