Paula Farsoun

Com a palavra...

Paula é uma jovem friburguense, advogada, escritora e apaixonada desde sempre pela arte de escrever e o mundo dos livros. Ama família, flores e café e tem um olhar otimista voltado para o ser humano e suas relações, prerrogativas e experiências.

14/12/2018

Estamos a poucos dias do Natal e as músicas típicas da época já entoam os ambientes. “Papai Noel, vê se tem a felicidade pra você me dar.” É o pedido feito na letra da canção “Boas Festas”, da cantora Simone, que ouvimos (e por vezes cantamos) em todo canto. Se o Papai Noel realmente existisse e tivesse o condão mágico de realizar desejos, quantos de nós clamaríamos por esse presente: a felicidade. Não posso dizer que todos, pois sabemos que a unanimidade é tola. Mas acredito que muitos. Se a felicidade não é o destino que perseguimos, o que mais desejamos?

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07/12/2018

Parece que foi ontem que eu estava pensando no que escrever para a transição do ciclo do ano. Conectei-me na energia da abundância e assim fiz meus agradecimentos, pedidos e prospecções. Desejei a fartura de tudo, da saúde, do amor, da prosperidade, das experiências. Desejei abundância de afetos, de sentimentos, de força de enfrentamento e superação.

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30/11/2018

 Certa vez tive uma oportunidade especial: plantar um pé de manacá, aquela árvore florida, cheia de beleza que atrai tantos olhares admirados. A que plantei, em um solo sagrado - literalmente, ganhou um número, "Manacá 200", do qual não me esquecerei. Dizem que plantar uma árvore é a realização de um sonho que todos deveriam cumprir em vida. Estreei logo com essa "árvore de flores" que agrega tantos predicados.

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23/11/2018

Black Friday: sobre o que mais tenho visto propagandas aleatórias nesse universo apresentado a nós por meio da internet. Está aberta a temporada. Muitos produtos sendo ofertados, alguns deles com preços realmente incríveis. Outros, nem tanto. Bastante marketing. Alguma ansiedade. Lucros para as empresas. Oportunidades surgindo. A roda da economia girando. Consumidores investindo seus créditos. Desejos materiais sendo concretizados. Coisas e mais coisas. 

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15/11/2018

Em tempos em que vangloria-se tanto a necessidade e coragem em se dizer tudo o que pensa, aqueles que preferem o silêncio muitas vezes passam por involuídos. Isso mesmo. Se antes poupar a si mesmo ou ao próximo de discussões, deixar de falar tudo o que supostamente não seria bem recebido pelo interlocutor, recluir-se em silêncio eram práticas desejadas, hoje, há quem diga que nem tanto. Pelo contrário.

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09/11/2018

Hoje em dia casos inusitados nos surpreendem de tal maneira que nos questionamos o que passa na cabeça das pessoas. Muitas histórias chamam a atenção pela falta de lucidez, de empatia e compaixão das pessoas. Não sei se antes eu não estava atenta ou se de fato as coisas estão aflorando. Só sei que diariamente nos deparamos com situações que poderiam ter sido escritas pelos mais criativos roteiristas. Algumas delas, com requintes de crueldade, inclusive.

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03/11/2018

“Mas é preciso ter manha
É preciso ter graça
É preciso ter sonho sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania
De ter fé na vida”

Quanta inspiração navegou por Milton Nascimento ao compor a letra dessa música, Maria, Maria. Quanta verdade ela expressa. A mim, toca profundamente. Maria sou eu, é ela, são todas as mulheres. A vida requer manha, gana, graça, força sem tamanho. Requer coragem para sonhar, persistência para buscar, sabedoria para equilibrar.

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02/11/2018

Sempre é tempo para a mais singela homenagem e o profundo reconhecimento da importância aqueles que jamais deveriam deixar de ser lembrados: nossos ancestrais e antepassados. O que seríamos de nós sem que tivéssemos na nossa origem, a base irrefutável do ser que somos?

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26/10/2018

Muito já ouvi falar que para a construção de uma obra nova, devemos preparar o terreno, cuidar da limpeza do local, criar o ambiente ideal e promover as adaptações que se fizerem necessárias. Na verdade, essas medidas são mesmo fundamentais. Mas a metáfora dessa ideia é a que me leva a pensar. Não sobre obras, mas sobre pessoas.

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19/10/2018

José deu um “bom dia” a Maria. José cumprimentou Maria que respondeu gentilmente. José paquerou descaradamente Maria que correspondeu às investidas. José e Maria estão tendo um caso. José e Maria estão traindo seus cônjuges e desgraçando suas famílias. José se separa da esposa por culpa de Maria que não respeitou o casamento de José. A família de ambos sofre com a tragédia. A culpa, além de Maria que não se deu aos respeito, é do governo que não prestigia nem defende a instituição familiar. Aliás, “ninguém mais respeita a família.” Solução? Sepultar ambos moralmente.

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