Paula Farsoun

Com a palavra...

Paula é uma jovem friburguense, advogada, escritora e apaixonada desde sempre pela arte de escrever e o mundo dos livros. Ama família, flores e café e tem um olhar otimista voltado para o ser humano e suas relações, prerrogativas e experiências.

19/01/2018

“Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquela menina que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ela chupou displicente, mas… percebendo que faltam poucas, rói o caroço. Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.  Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte. (...)”

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12/01/2018

Há exatos sete anos, estávamos passando por um momento de grande dificuldade, um desafio coletivo rodeado de tristeza, perdas e dificuldades. Na noite entre os dias 11 e 12 de janeiro de 2011, sem aviso prévio, sem opção, sem escapatória, tivemos nossas vidas inundadas pelo “tsunami” que caiu do céu sobre nossa cidade.

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05/01/2018

Quando escrevemos, tudo vira inspiração. Iniciando uma nova leitura, me deparei contemplando a capa do livro e, dos pensamentos que dali surgiram, nasceu o tema desse texto. O livro, “Cem anos de solidão”, do colombiano Gabriel García Márquez, que conquistou o Prêmio Nobel de Literatura. A capa, belíssima, recente edição especial publicada pela Editora Record, que contempla no centro, uma borboleta amarela, em meio ao verde das plantas e flores. O tema, elas: as borboletas. O sentimento, transformação.

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29/12/2017

O ano de 2017 está chegando ao fim. Estamos há dois dias da transição do ano, nos despedindo desse ciclo e prestes a dar as boas-vindas ao próximo. A maior parte das pessoas especialmente nesse período deseja refletir sobre perdas e ganhos, projetos, realizações, mudanças. É tempo de promessas, de projeções, de balanços. A época é boa mesmo para isso. Contudo, temos que buscar coerência entre aquilo que sentimos, pensamos e agimos, para que consigamos realizar sonhos e objetivos, por meio da vontade, da ação, do esforço concentrado, da busca sincera.

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22/12/2017

A coluna da semana passada prestou merecida homenagem ao distrito de Mury, enaltecendo suas preciosas qualidades. Fiquei surpresa ao me deparar com inúmeros elogios e mensagens de pessoas conhecidas e desconhecidas, concordando e agradecendo por ter pontuado tantos aspectos positivos daquela belíssima região.

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15/12/2017

A coluna de hoje homenageia um lugar abençoado que concentra características dignas para ser considerado um paraíso: Mury, o belíssimo 8º distrito de Nova Friburgo. Nascida e criada em Mury, conheço bem os seus encantos e também suas dificuldades, e por isso mesmo posso elogiar a localidade com bastante propriedade.

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08/12/2017

Um caminho lindíssimo todo enfeitado com hortênsias me convidou a refletir sobre a beleza e a perfeição daquelas flores e daquele cenário paradisíaco. Por coincidência (ou não), algumas horas depois observei na parede de um local muito familiar um quadro cuja paisagem era justamente um corredor de hortênsias. Não bastasse isso, vi aqui no jornal uma belíssima foto ostentando uma paisagem tão deslumbrante quanto a que não me saía da mente. Isso me levou a pensar sobre arte.

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01/12/2017

Chegamos em dezembro. Vivemos e sobrevivemos a mais um ano e o que mais tenho ouvido nos últimos dias se refere à sensação de velocidade com que o tempo está passando... Uns desejando que o ano difícil termine logo, outros lamentando que está correndo demais. É como se o inconsciente coletivo na realidade estivesse consciente de que precisamos de um pouco mais de calma e que a vida não para mesmo não, como diz a música.

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24/11/2017

Em meio a tantas notícias embaraçosas, crise por todos os lados, colapso em várias ordens da economia, da sociedade e da política, desgoverno, índices elevados de criminalidade, corrupção, desigualdades, preconceitos latentes, problemas aparentemente sem fim, é praticamente senso comum que vivemos período tortuoso de verdadeiro caos.

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17/11/2017

Há quem tenha uma espécie de intolerância ao uso excessivo de verbos no modo imperativo. Eu sou uma dessas pessoas.“Faça. Pegue. Diga. Vá. Venha.” Dependendo do contexto em que essas palavras são ditas, não soam bem aos ouvidos.

O imperativo quando utilizado por aquele que fala ou escreve, comumente expressa a intenção de que seu interlocutor realize uma ação, em tom de ordem. O incômodo acontece quando o modo verbal é empregado em uma frase desacompanhado das palavras básicas da gentileza, cujo dia foi celebrado na última segunda-feira, 13.

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