“Querido diário, hoje, as coisas não saíram como planejado, mas está tudo bem! Nem sempre teremos o resultado que esperamos”.
Esse pequeno trecho me faz lembrar da minha adolescência, onde eu cultivava meu diário. Cada folha escrita refletia aquilo que não conseguia ser descrito em palavras ditas, mas eram externalizadas através de traços realizados no papel.
A tinta das canetas coloridas e dos marcadores de textos deslizavam pelas folhas, traziam singelas emoções e percepções sobre a vida, transformando dor, medo, esperança, apreensão, segredo, sonho, desilusão, imposição,...
