Vivemos um tempo em que o noticiário parece disputar nossa atenção pela exaustão. Tragédias, crimes, escândalos, disputas políticas e indignações fabricadas ocupam quase todo o espaço público. O barulho é constante, repetitivo e, muitas vezes, paralisante. Nesse cenário ruidoso, passam despercebidas as notícias que não gritam — aquelas que nascem no silêncio, no tempo lento da pesquisa científica, da observação meticulosa e da insistência paciente. Notícias de gente que insiste em produzir futuro em um país pouco acostumado a celebrá-lo.
É nesse contexto que surge a trajetória de...
