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Dedicada a elas

quinta-feira, 07 de março de 2024
por Jornal A Voz da Serra

Corrida da Mulher e Admiradores terá nova edição neste domingo

Corrida da Mulher e Admiradores terá nova edição neste domingo

        Neste 8 de março, todo e qualquer tipo de manifestação para relembrar e valorizar a mulher merece ser reverenciado. E no mundo esportivo, onde elas cada vez mais estão em evidência, a homenagem virá através do atletismo para as friburguenses. Como já se tornou tradicional, a Corrida da Mulher e Admiradoras vai movimentar o calendário da modalidade em Nova Friburgo. A edição deste ano acontece neste domingo, 10, a partir das 8h, com largada, chegada e toda a estrutura montada na Praça Getúlio Vargas, no Centro.

        No evento, voltado para elas e também para os homens – os admiradores – é possível escolher entre duas distâncias, de cinco ou dez quilômetros. Além de estimular a prática de atividades físicas entre as mulheres, a corrida também faz um alerta para reforçar a importância delas na sociedade. Estão previstas uma largada exclusiva, premiação especial e outras atrações programadas especialmente para comemorar o Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março.

        A idade mínima para participação é de 15 anos para as mulheres na prova de cinco quilômetros e de 18 anos para a prova masculina. Eles, inclusive, darão a largada 15 minutos após as mulheres. As três primeiras pessoas colocadas, de cada categoria, de cada prova, feminina e masculina receberão troféus (contando de cinco em cinco anos). Todos que completarem a prova receberão medalhas de participação.

Também haverá prêmios em dinheiro: nas provas de cinco e dez quilômetros feminino, a campeã leva R$ 259 e mais R$ 250 em voucher para uma loja de moda íntima da cidade. A segunda colocada leva as mesmas premiações, mas nos valores de R$ 150, e a terceira, de R$ 100. No masculino os valores são os mesmos, mas sem o brinde do voucher.

        Na prova de cinco quilômetros, os competidores largam da Praça Getúlio Vargas, seguem até a altura de Duas Pedras e retornam ao local de início. Nos dez quilômetros os atletas vão até um pouco mais longe, na altura do Prado, no distrito de Conselheiro Paulino, antes de retornarem com destino à linha de chegada.

 

Data marcada

Tabela da Série A2 sai na próxima semana: Friburguense enfrenta quem for rebaixado

A tabela da Série A2 do Campeonato Carioca, a popular Segundona, irá sair na próxima segunda-feira, 11. A definição da data do arbitral saiu nesta semana, convocando os 12 clubes participantes para o encontro, que ocorrerá na sede da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj), às 15h.

O arbitral da segundona irá contar com América, Americano, Araruama, Artsul, Audax, Cabofriense, Duque de Caxias, Maricá, Olaria, Petrópolis, Resende e Serrano. O regulamento deverá ser o mesmo de 2023, com um turno único e os quatro melhores se classificando às semifinais.

A primeira rodada deverá acontecer na terceira semana de maio, com a decisão do título (e do acesso) prevista para o fim de agosto. O Friburguense fica de olho na competição, pois a equipe rebaixada será adversária do Tricolor na Série B1 deste ano, prevista para ter início em meados de setembro.

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    Corrida se tornou tradicional na cidade para celebrar o Dia Internacional da Mulher (Foto: Divulgação)

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    Prova prevê premiações com troféus, medalhas, dinheiro e até um brinde em forma de voucher (Foto: Divulgação)

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    Doze equipes brigam pela taça e pelo acesso à elite do futebol do Rio de Janeiro (Foto: Divulgação)

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O melhor

quinta-feira, 07 de março de 2024
por Jornal A Voz da Serra

Gilberto Frossard vence mais uma edição do "Oscar do Kickboxing" estadual

Gilberto Frossard vence mais uma edição do "Oscar do Kickboxing" estadual

Todos os anos, após mais uma temporada de competições e desafios, a Federação de Kickboxing do Estado do Rio de Janeiro (FKBERJ) promove um evento para premiar os melhores atletas do ano da modalidade. E, em 2023, ninguém foi melhor que o friburguense Gilberto Frossard Chermaut. Um dos grandes talentos da cidade, o atleta foi o vencedor do chamado "Oscar do Kickboxing", sendo eleito o melhor nas modalidades K1 Style faixa preta e Light Contact Universitário. A cerimônia de premiação foi realizada no último sábado, 2, no Teatro Municipal de São Gonçalo.

Durante o evento, Gilberto Frossard esteve ao lado de outros lutadores de destaque no Estado do Rio de Janeiro. O atleta de Nova Friburgo alcançou o primeiro lugar do ranking da FKBERJ e também do ranking nacional, da Confederação Brasileira de Kickboxing (CBKB). Foi o primeiro ano em que o friburguense participou do circuito de competições como faixa preta, e também a primeira temporada em que competiu na modalidade K1 Style, enfrentando atletas experientes. Ainda assim, conseguiu se destacar com o seu excelente desempenho.

Com a primeira colocação no ranking nacional, Gilberto obteve classificação para representar o Brasil no Campeonato Panamericano, que acontecerá em outubro, no Chile. Bem como o ano passado, 2024 promete grande emoções e mais possibilidades de conquistas para um dos melhores do kickboxing brasileiro.

 

 

Disponível

Gratuita, escolinha de futebol de salão inicia atividades no ginásio do Cordoeira

A Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de Nova Friburgo, iniciou as atividades da escolinha de futebol de salão (futsal) no Ginásio Poliesportivo João Antunes Nogueira (Bieca), no bairro Cordoeira. As aulas acontecem sempre às terças e quintas-feiras, das 13h às 15h, inicialmente. De acordo com a pasta, dependendo da procura, a oferta das atividades poderá ser aumentada para novos dias e/ou horários.

O planejamento do retorno da escolinha de futsal do Cordoeira já havia sido feito anteriormente. Com a chegada de mais profissionais de educação física, a atividade pôde, enfim, ser iniciada este ano. Estarão aptas a participar crianças e adolescentes de 8 a 15 anos, divididos por categoria, de acordo com a idade ou o desenvolvimento físico, conforme avaliação da equipe.

O cadastramento para a escolinha de futsal do Cordoeira será feito todos os anos. À medida que os alunos forem subindo de categoria e os mais velhos forem saindo, novas vagas serão disponibilizadas.

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    - Multicampeão, Gilberto Frossard fatura mais uma edição do chamado Oscar do Kickboxing (Foto: Divulgação)

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    Líder também do ranking nacional, atleta friburguense terá o Panamericano como um dos desafios de 2024 (Foto: Divulgação)

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    Escolinha de Futsal é opção para jovens do Cordoeira e bairros adjacentes (Foto: Divulgação)

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DataMulher

quarta-feira, 06 de março de 2024
por Jornal A Voz da Serra

A 10ª edição da pesquisa Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher mostra que 30% das mulheres do país já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar provocada por um homem. Dentre elas, 76% sofreram violência física, índice que varia de acordo com a renda. Enquanto 64% das mulheres que sofreram violência doméstica ou familiar e que recebem mais de seis salários mínimos declaram ter sofrido violência física, esse índice chega a 79% entre as vítimas com renda de até dois salários mínimos.

Mais robusta pesquisa sobre o tema

A 10ª edição da pesquisa Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher mostra que 30% das mulheres do país já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar provocada por um homem. Dentre elas, 76% sofreram violência física, índice que varia de acordo com a renda. Enquanto 64% das mulheres que sofreram violência doméstica ou familiar e que recebem mais de seis salários mínimos declaram ter sofrido violência física, esse índice chega a 79% entre as vítimas com renda de até dois salários mínimos.

Mais robusta pesquisa sobre o tema

O DataSenado, realizado em parceria com o Observatório da Mulher contra a Violência (OMV) é realizado a cada dois anos, integra a série histórica iniciada em 2005 e tem por objetivo ouvir cidadãs brasileiras acerca de aspectos relacionados à desigualdade de gênero e a agressões contra mulheres no país. O levantamento faz parte da mais longa série de pesquisas de opinião sobre o tema no Brasil. 

O Brasil é machista?

Pelo menos 21.808 brasileiras de 16 anos ou mais foram entrevistadas por telefone, em amostra representativa da opinião da população feminina brasileira. Dentre os principais aspectos, 62% acham o Brasil muito machista, 32% um pouco machista e apenas 4% nada machista. Sobre onde a mulher é menos respeitada, 52%, afirmam na rua, 25% no trabalho, 17% na família e 2% em outros ambientes.

Mapa da violência

É majoritária a percepção de que as mulheres que sofrem agressão se calam perante a violência. A maior parte das brasileiras (62%) acredita que essas mulheres denunciam na minoria das vezes o fato às autoridades. Parcela também significativa, 22%, é ainda mais pessimista e acredita que elas simplesmente não denunciam. 

As denúncias

Na opinião de 73% das brasileiras, ter medo do agressor leva uma mulher a não denunciar a agressão na maioria das vezes. A falta de punição e a dependência financeira são outras situações que, para 61% das brasileiras, levam uma mulher a não denunciar a agressão na maioria das vezes. Por outro lado, a falta de conhecimento sobre seus direitos é apontada por menos da metade das cidadãs. Para 48% delas, não conhecer seus direitos leva uma mulher a não denunciar a agressão na maioria das vezes.

Violências sofridas

Entre os tipos de violência que a pessoa conhecida sofreu, os mais frequentes são as violências física (89%), psicológica (86%) e moral (82%). Completam a lista a violência patrimonial (44%) e sexual (30%). 


Desconhecimento da lei

A Lei Maria da Penha, considerada um marco no sistema jurídico brasileiro, apesar de sua importância, 75% das brasileiras afirmam conhecer pouco ou nada sobre a lei. Destaca-se que 51% das brasileiras acreditam que a Lei Maria da Penha protege apenas em parte as mulheres contra a violência doméstica e familiar, 29% acham que ela protege e 19%, que ela não protege.

O agressor

Quanto ao vínculo do agressor com a vítima à época da agressão, cerca de metade das mulheres (52%) que já sofreu violência doméstica ou familiar praticada por um homem afirma que ele era marido ou companheiro. Dada a quantidade de mulheres que sofreram violência provocada por parceiros íntimos, a pesquisa investigou também se tais relacionamentos perduraram após a agressão. Verificou-se que 20% das mulheres agredidas por homem convivem com o agressor.

O pós

Dentre as que declaram conviver com o agressor, 80% moram com eles. Dentre as brasileiras que foram agredidas pelo marido, 26% continuam casadas. Outro ponto investigado na pesquisa foi o estado psicológico do agressor no momento da agressão. Em primeiro e segundo lugar estão ciúmes (49%) e inconformidade com o fim do relacionamento (46%). Em terceiro e quarto lugar estão a influência de álcool (40%) e drogas (17%).

Família, igreja e amigos

Mediante a última agressão sofrida, procurar a ajuda da família ainda é a atitude mais frequentemente tomada pelas vítimas de violência doméstica ou familiar, sendo declarada por 60% delas. Esse índice é 29 pontos percentuais maior que o encontrado em 2021, o que sugere que as mulheres estão conversando mais sobre o assunto e procurando mais ajuda. As outras atitudes investigadas na pesquisa também tiveram aumento percentual relevante: 45% declaram ter procurado a igreja, 42% os amigos, 31% denunciaram em uma delegacia comum e 22% em uma delegacia da Mulher.

Índices regionais

O levantamento sobre violência contra a mulher do Instituto de Segurança do Rio de Janeiro, principal estudo local, traz dados apenas de 2022. Os dados de 2023 ainda não foram fechados e/ou divulgados. No entanto, a série histórica demonstra que a Região Serrana é a terceira com maiores índices de violência contra a mulher no Estado, ficando atrás apenas da Costa Verde e das Baixadas Litorâneas.  

Dia da Mulher

Entre as celebrações pelo Dia Internacional da Mulher, destaque para o coletivo As Fabulosas realiza extensa programação neste sábado, 9, em São Pedro da Serra. As atividades estão programadas das 11h às 21h30, com rodas de conversa, exposição, dança, performances e muita música, tudo protagonizado por mulheres.

 

Sem linha

Diversos usuários da operadora Vivo relatam a ausência de sinal em seus aparelhos. O problema teria se iniciado no domingo, 3, e até o fechamento da coluna apresentava oscilações, especialmente no Centro. Problemas menores também foram relatados em outras regiões do município. A comunicação com outras pessoas, segundo os clientes, só tem sido possível através de redes wi-fi. A equipe técnica da empresa já estaria atuando nas medidas necessárias para corrigir o problema.

 

Atenção passageiros

Friburguenses que pretendem ir ao Aeroporto Galeão, na capital fluminense, ou que trafegam pela Linha Vermelha, devem estar atentos para uma importante mudança: a faixa exclusiva para o Galeão passará a multar a partir da próxima segunda-feira, 11, aqueles que desrespeitarem a exclusividade para o acesso à Ilha do Governador e ao Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão). 


Aeroporto Galeão

O trajeto funciona na pista sentido Baixada Fluminense, no trecho entre a Ponte Oswaldo Cruz (Linha Amarela) e o acesso à Ilha. A mudança foi feita após o aumento do volume diário de tráfego no acesso à Ilha do Governador, que chegou a 17% no período de setembro do ano passado a janeiro deste ano. A expectativa é de que, até o fim de 2024, esse volume chegue a cerca de 30%. O aumento no número de voos no Aeroporto do Galeão teria impacto direto para este crescimento.


 

Friburguense

O Friburguense, que só tinha previsão de voltar a jogar uma partida oficial em setembro, pela Série B1 do Estadual (terceira divisão) pode ter que voltar antes. O clube, 5º colocado da competição no ano passado, pode herdar uma vaga na Copa Rio. Isso porque o Barra da Tijuca (3º) e o Goytacaz (4º) pediram licença para não jogar em 2024. Somente os quatro primeiros da divisão têm direito à vaga. 


Copa Rio

A Copa Rio, competição mata-mata que dá vaga no Brasileiro da Série D ou na Copa do Brasil, tem previsão de início para a primeira semana de agosto. A Federação ainda não definiu se as vagas deixadas por Barra da Tijuca e Goytacaz serão destinadas aos clubes em sequência, no caso Friburguense e Paduano. Tudo indica que sim, o que levaria o Friburguense a ter que antecipar seu planejamento.

Pedidos de licença

O Barra da Tijuca alegou problemas financeiros para solicitar a licença que já foi oficializada. Já o Goytacaz alega também problemas financeiros, mas faz duras críticas às taxas cobradas pela Federação e à arbitragem. A licença do Goytacaz foi enviada à Federação, mas ainda não foi oficializada. Com o pedido de licença, os dois clubes retornam às atividades somente em 2025 e em divisão inferior, à quarta divisão. A licença é estendida também para as divisões de base.

Crise dos pequenos

Os pedidos de licença, por óbvio, escracham a crise vivida pelos clubes pequenos do Rio. O próprio Friburguense vive questões semelhantes. Sem apoio do poder público e com poucas ajudas de empresários locais, o futebol do Friburguense ainda não sabe como colocará o time em campo. Mas a possibilidade de pedir licença e ser rebaixado automaticamente não está em cogitação. 

Terceirona com menos dois

Com as saídas de Barra da Tijuca e Goytacaz, a Terceirona muda de configuração e ainda não houve definição se o campeonato ocorrerá com dez clubes ou com 12. Se for com 12, a indefinição seria sobre quem herda a vaga: os dois rebaixados Serra Macaense e 7 de Abril ou o 3º e 4º colocados da quarta divisão (Bonsucesso e Zinzane).

Participantes

Se não houver novos pedidos de licença, a terceirona terá os seguintes clubes concorrentes, além do Friburguense: Paduano, Pérolas Negras, Macaé, São Gonçalo, Nova Cidade, Belford Roxo, São Cristóvão e mais os dois times que serão rebaixados da segundona. Faltando definir se será disputada por dez ou 12 clubes e sendo 12, quais os dois que completarão a competição. Com relação à Copa Rio, os clubes da elite entram direto na segunda fase. A primeira fase é composta pelos oito primeiros da segundona, quatro primeiros da terceirona e os quatro primeiros da quarta divisão. 


 

Marrocos

O ator friburguense, Bernardo Dugin, já está no Marrocos, para gravar cenas para a nova novela da RecordTV, “A Rainha da Pérsia”. Ele dá vida a Teres, personagem que conspira contra a vida do rei persa. Em entrevista ao portal da emissora, em que ele já atuou nas novelas Gênesis e Reis, Bernardo Dugin expressou a sua felicidade por participar deste novo projeto, descrevendo o clima vivido no set como leve e agradável, cheio de expectativas e emoção.

Orgulho friburguense

Bernardo revelou ao portal: “Estou empolgadíssimo. Sempre tive vontade de ir a Marrocos, via as fotos e pela TV, mas estar aqui e poder trabalhar é uma experiência muito ímpar. Estou explodindo de felicidade”. Nas suas redes sociais, Bernardo fez agradecimentos a todos que o trouxeram até aqui, em especial, Jane Ayrão. Com um elenco talentoso e uma super produção, ‘A Rainha da Pérsia’ estreia ainda neste ano.


 

Palavreando

“Mulheres de amor, mulheres de fibra. No vigor, as suas sinas. Porque assim a vida as fez: determinadas, independentes, impetuosas para defender suas crias. Mulheres de peito, trabalhadoras, vibrantes, aguerridas. Os dias a provocaram a não baixar a cabeça”.

Trecho da crônica que será publicada na íntegra na edição deste fim de semana do Caderno Z, o suplemento semanal de A VOZ DA SERRA.

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PL dos aplicativos: Uber, 99 táxi e IFood. O que muda?

quarta-feira, 06 de março de 2024
por Jornal A Voz da Serra

Presente em cidades em todo o Brasil e, no Rio, desde 2014, quando chegou junto com um dos eventos mais esperados — a Copa do Mundo —, a Uber, além de outros aplicativos de transporte, como a 99 e Cabify, tornaram-se uma boa opção para autônomos e clientes que buscavam uma alternativa diante dos altíssimos preços cobrado pelos táxis.

Presente em cidades em todo o Brasil e, no Rio, desde 2014, quando chegou junto com um dos eventos mais esperados — a Copa do Mundo —, a Uber, além de outros aplicativos de transporte, como a 99 e Cabify, tornaram-se uma boa opção para autônomos e clientes que buscavam uma alternativa diante dos altíssimos preços cobrado pelos táxis.

Antes, no auge da crise econômica no Brasil, dirigir por um destes aplicativos era a saída para conseguir uma renda diante do desemprego, ou somente para complemento de salário. Hoje, com a expansão dessas plataformas de mobilidade urbana e de entregas - como é o caso do IFood e outros mais - muitos fazem da direção a única fonte de renda.

Apesar de todo o mundo debater a acentuação da precarização de trabalho envolvendo os serviços de transporte por aplicativos – com corridas cada vez mais baratas e percentuais mais altos pagos cobrados dos motoristas –, outros países como o Brasil, buscam uma alternativa para regulamentar essa realidade cotidiana de milhares de pessoas.

O trabalho de motoristas por aplicativo pode ser formalizado com o projeto de lei que regulamenta a categoria. Enviado ao Congresso Nacional pelo presidente da República, o projeto foi comemorado por parte do setor e criticado por outra. A proposta altera o cenário do mercado com benefícios aos motoristas e prováveis consequências aos passageiros.

 

Salário mínimo, Previdência, horário e carteira de trabalho

Na prática, o texto reconhece os motoristas como autônomos, introduzindo a nova categoria de “trabalhador autônomo por plataforma”. Ou seja, não terão vínculo com a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). Com isso, os profissionais poderão continuar a prestar serviço em mais de uma plataforma.

Ainda conforme a proposta, a jornada máxima de trabalho diário em uma única plataforma será limitada a 12 horas, não podendo ser estendida à vontade do motorista ou exigida pelos aplicativos.

O projeto de lei também prevê uma remuneração mínima para os trabalhadores que rodam vinculados aos aplicativos de plataforma. Para se qualificar ao salário mínimo da categoria, os motoristas precisam cumprir uma carga mínima de oito horas de trabalho por dia. Esse valor será fixo, além do ganho variável das corridas feitas individualmente.

Caso seja aprovada, os profissionais que atuam com Uber e 99 passarão a receber um valor mínimo por hora trabalhada, além de ser feita a contribuição ao INSS, pelas plataformas. Ainda que não exista um vínculo trabalhista entre o motorista e empresa, a proposta assegurará que os trabalhadores tenham direitos aos benefícios da Previdência Social.

Se aprovada, a proposta assegura que os motoristas receberão aproximadamente R$ 24 por cada hora de trabalho efetivo. Este valor será pago como uma indenização destinada a cobrir despesas relacionadas ao trabalho, incluindo: o uso de celular, internet, combustível, manutenção do veículo, seguros e impostos.

Apesar das regulamentações serem demasiadamente importantes para garantir um mínimo essencial aos trabalhadores de aplicativo, sob quem paira o ônus de tudo isso? E a pergunta que não quer calar: as viagens de 99 e Uber ficarão mais caras com a regulamentação?

 

Incógnita para motoristas e consumidores

As próprias empresas não tocam no assunto. Em nota divulgada, a empresa americana, Uber, afirma que o projeto de lei é um “importante marco”, mas não citou nada sobre o repasse preços ao consumidor. Embora seja coerente que os repasses sejam feitos aos consumidores, a perspectiva é que não exista um impacto muito grande na tarifa. As empresas atualmente recebem do motorista de 40% a 30% do valor total da corrida, possuindo uma margem de lucro gigantesca e assim, não devem aumentar muito a tarifa para dar viabilidade ao negócio.

Em contrapartida, o IFood disse apoiar a medida, mas a contrapôs alegando que ela “falha em propor um regime de inclusão previdenciária condizente com as particularidades do setor”. De acordo com a empresa de entregas, 90% dos seus entregadores trabalham menos de 90 horas semanais, o que os deixaria fora da maior parte dos benefícios propostos pelo projeto.

A medida ainda não foi aprovada. Assinada pelo presidente Lula na última segunda-feira, 4, durante cerimônia no Palácio do Planalto, o Projeto de Lei Complementar foi enviado ao Congresso Nacional em caráter emergencial e, caso seja aprovado, entrará em vigor após 90 dias.

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O dia de ajustes de contas

quarta-feira, 06 de março de 2024
por Jornal A Voz da Serra

Na vida existem perdas sem volta. Nem sempre há uma segunda chance. Às vezes nem a primeira. Nem sempre a alegria vem pela manhã, após uma noite de choro. Isso não significa que a justiça não existe ou que nos abandonou. Significa que ela foi adiada por alguma razão além de nossa compreensão humana.

Na vida existem perdas sem volta. Nem sempre há uma segunda chance. Às vezes nem a primeira. Nem sempre a alegria vem pela manhã, após uma noite de choro. Isso não significa que a justiça não existe ou que nos abandonou. Significa que ela foi adiada por alguma razão além de nossa compreensão humana.

Para as pessoas que têm chegado ao poder, a vida lhes tem dado chance de serem úteis, honestas e produtoras daquilo que beneficiaria a comunidade ou aos indivíduos que estão sob sua jurisdição de poder. Mas não são muitos investidos de poder que se interessam de fato pelo bem estar dos outros. Que perda! Mas lhes foram dadas amplas chances de fazer o bem. Depois, no juízo, que inevitavelmente todos precisarão passar, não terão desculpas.

Talvez a falta de reverência diante deste grande juízo que está às portas e que leva os que exercem poder na sociedade a negligenciarem sua (do juízo) importância, seja o fato de que a vida os permite seguir com suas atitudes maldosas e corruptas por enquanto. Por enquanto. A permissão é dada para que fique bem claro e transparente os motivos e as atitudes de cada um, para o bem ou para o mal. Cada um já se condena, ou não, no que faz. No tribunal final não terá impunidade.

Pensando em perdas na vida, imagine viver num país de regime totalitário comunista em que não existe liberdade de expressão, de culto, de ganhar seu pão diário. No dia das eleições nestes países o cidadão precisa ir às urnas e colocar seu voto para o único candidato ditador que quer se manter no poder, e deve fazer isso com um sorriso nos lábios, ainda que com a alma dilacerada pela injustiça crônica naquela nação, caso contrário será levado preso, para campo de trabalho forçado, separado da família ou até executado.

Na vida existem perdas sem volta. Alguns ditadores seguirão com suas crueldades para com o povo, enquanto viajam nos jatos confortáveis e se banqueteiam nos seus palácios, acumulando fortuna nos paraísos fiscais. A hipocrisia e a maldade ainda reinam bastante nesse mundo. Ainda.

Por que será que mega empresários têm comprado ilhas e gasto milhões de dólares nelas na construção de bunkers para seu refúgio? Por que mega empresas estão enxugando seu quadro de cooperadores aos milhares? Por que empresas fortes economicamente estão fechando as portas em alguns países, inclusive no Brasil? Que crise mundial eles estão esperando? O que eles sabem que o povo não sabe?

As coisas vão piorar em nome do “bem comum”, e de “você não vai ter nada, mas vai ser feliz”. Mas não desanime em busca da justiça, da verdade. Elas estão sendo massacradas e jogadas no lixo, mas vencerão ao final. Estas palavras podem parecer inocentes e ingênuas, mas expressam a realidade do fim, do juízo, no acerto de contas. O mal não vai avançando o tempo todo como ele quer. Tem uma hora em que a justiça diz: “Até aqui você vem, e não mais adiante.”

Mesmo assim, nessa existência, alguns têm perdas difíceis e sem volta. Estas situações geram perguntas de difícil resposta ou sem respostas. A solução é aceitar com humildade, sem revolta, e guardar no coração a esperança da justiça ser, finalmente, aplicada. E será.

Continuemos na prática do bem e ao seu tempo ele triunfará, mesmo que agora tudo mostre o contrário, criando sentimentos de desesperança. A solução não está na humanidade corrompida. Mas isso não quer dizer que devemos lutar pelas ideias da verdade e da justiça, por exemplo, escolhendo candidatos do bem em eleições, ou divulgando e protegendo o que é da verdade. Façamos isso, mesmo que nossas palavras e atitudes sejam distorcidas, porque serão e já estão sendo por aqueles que são inimigos da verdade e da justiça. Levante sua cabeça, aceite as perdas fora do seu controle, e aguarde com confiança o ajuste de contas final.

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Cesar Vasconcellos de Souza – www.doutorcesar.com

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De roupa branca

terça-feira, 05 de março de 2024
por Jornal A Voz da Serra

Não é fácil se conseguir um bom cargo, quando outros cidadãos, todos mal-intencionados, estão querendo a mesma coisa

Não é fácil se conseguir um bom cargo, quando outros cidadãos, todos mal-intencionados, estão querendo a mesma coisa

Sujeito de sorte esse tal de Putin! Está no poder há 23 anos sem que ninguém chegue tão vivo e inteiro ao dia da eleição que possa enfrentá-lo. Verdade que de vez em quando alguém tenta se candidatar ou se atreve a criticá-lo. Mas, sendo ele um sujeito de sorte, como de fato é, coisas improváveis em outros países são mais ou menos corriqueiras na Rússia. Em geral, a Justiça “descobre” um motivo que impede a candidatura de qualquer pretenso adversário. Mas às vezes é o próprio Destino que se antecipa à Justiça, como acontece quando o candidato cai da janela do prédio onde estava sendo interrogado. Não que a culpa seja da polícia, a vítima é que teve a imprudência de sentar-se na janela do quinto andar. Ficou tonta e despencou lá de cima, deixando o desconsolado Putin sem adversário com quem possa debater na televisão. Outros preferem morrer na prisão, de repente, sem mais nem menos. Sem falar nos que vão para o exterior, mas são envenenados na rua por algum desconhecido que aleatoriamente os escolhe e os cutuca com a ponta de um guarda-chuva.

Enfim, não são poucos os países onde se realizam eleições livres, mas quem está no poder sempre vence, geralmente sem concorrência. Não é um exemplo a ser seguido, muito pelo contrário, mas também não é nenhum bom exemplo o que acontece em outros lugares, onde o sujeito tem que suar a camisa para se eleger. E suar a camisa não é aí simples metáfora. O candidato tem que beijar criancinha pobre, subir em palanque com partidários que odeia, desfilar em carro aberto com gente que nunca viu. Enfim, não é fácil se conseguir um bom cargo, quando outros cidadãos, todos mal-intencionados, estão querendo a mesma coisa.

E se fosse apenas suar a camisa! Também é preciso gastar uma monstruosidade de dinheiro que, embora saindo do bolso do povo, e não do candidato, é sempre um dinheiro que melhor ficaria se guardado em algum paraíso fiscal ou aplicado na compra de uma ilha. Às vezes é necessária a aquisição de um jatinho, porque as distâncias são grandes e não dá para fazer campanha andando de bicicleta ou em lombo de burro. E as despesas com marqueteiros e assessores! Também fica caro montar uma equipe de fofoqueiros, difamadores e fabricantes de fake news. Enfim, um sacrifício sem nome.

No entanto, a tudo isso sobrevive o sonho e a esperança – mais ainda: a certeza de que existem formas realmente limpas de escolha dos governantes. Lembremo-nos da origem da palavra “candidato”. Sabemos que ela vem do latim candidus ou seja, cândido, puro, imaculado. Daí, cadidatu, porque na Roma antiga os que se habilitavam a um cargo público vestiam-se de branco para simbolizar a pureza de sua vida e de suas intenções.

Não esperemos por anjos, que esses estão nos céus e muito raramente dão uma passada por este mundo. Mas não podemos desistir de escolher homens e mulheres de bem, que, não sendo anjos, ao menos sejam honestos e competentes. É o mínimo que devemos esperar dos candidatos. E nem exigimos que se vistam de branco durante a campanha.

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A crise de Gaza

terça-feira, 05 de março de 2024
por Jornal A Voz da Serra

Da mesma maneira que é muito difícil escrever sobre futebol, sem deixar transparecer o lado torcedor, é complicado discutir a crise de Gaza com a isenção que ela requer. Lê-se muita besteira no Facebook e nas redes sociais, principalmente aquelas que tentam comparar Israel a Hitler; ou outras que culpam Israel por usar uma força desproporcional. Tem ainda aqueles que publicam fotografias de crianças feridas, ou mesmo mutiladas, sempre palestinas, jamais judias. A verdade é que esse tipo de postura não ajuda nem ajudará a resolver a questão.

Da mesma maneira que é muito difícil escrever sobre futebol, sem deixar transparecer o lado torcedor, é complicado discutir a crise de Gaza com a isenção que ela requer. Lê-se muita besteira no Facebook e nas redes sociais, principalmente aquelas que tentam comparar Israel a Hitler; ou outras que culpam Israel por usar uma força desproporcional. Tem ainda aqueles que publicam fotografias de crianças feridas, ou mesmo mutiladas, sempre palestinas, jamais judias. A verdade é que esse tipo de postura não ajuda nem ajudará a resolver a questão.

Eu sou de família judia, que sofreu as atrocidades que foram impostas pelos nazistas ao povo judeu. Visitei o campo de concentração de Belzec, na Polônia, onde toda a família Wolosker (eram 60 pessoas entre adultos e crianças) foi assassinada; visitei também o campo de concentração de Dachau, próximo a Munique, na Alemanha, onde existe um museu que faz até os mais empedernidos chorarem, tamanha é a bestialidade exposta. Portanto, a minha visão do que acontece em Gaza, não é de todo isenta.

A minha visão é semelhante ao de uma mãe que se transforma em super-homem, na defesa de um filho ameaçado. Se recuarmos no tempo, veremos que a história do povo judeu está sempre ligada a escravidão, discriminação, perseguição e morte. Em 29 de novembro de 1947, a ONU tomou uma decisão histórica, quando aprovou a partilha da Palestina, o que gerou alguns meses mais tarde a criação do Estado de Israel; foram 37 votos a favor, 12 contrários e nenhuma abstenção. Não houve unanimidade, pois como já dizia Nélson Rodrigues, toda unanimidade é burra e o presidente dessa assembleia era o brasileiro Oswaldo Aranha hoje, provavelmente, reverenciado pelos judeus e execrado pelos árabes.

Com a criação de Israel, o povo judeu, nômade, errante e apátrida desde os tempos do antigo testamento, finalmente encontrava uma pátria, sonho perseguido ao longo dos séculos. Será que de sã consciência existe alguém que critique os judeus pela defesa, com unhas e dentes, da terra que lhes foi finalmente entregue, para que pudessem criar seu país? Negar-lhes, de novo, a felicidade de terem uma bandeira e cantarem seu hino nacional?  Pois bem, para aqueles que não conhecem a história, a primeira guerra árabe israelense data de 15 de maio de 1948, seis meses após a votação da ONU, pois os árabes jamais aceitaram essa resolução. Nesse dia, topas libanesassírias, iraquianas, egípcias e transjordanianas, apoiadas por voluntários líbios, sauditas e iemenitas, começaram a invasão do recém proclamado estado judeu. O resultado do conflito já era de se esperar, com o armistício sendo assinado em 24 de fevereiro de 1949. Nesse conflito, morreram 6.500 judeus e cerca de 15 mil árabes. Portanto, desde o início sempre morreram mais árabes que judeus, porque estes últimos defendem sua existência e os primeiros são movidos por questões religiosas ou étnicas.

Sem condições materiais (o exército israelense é infinitamente mais equipado do que seu oponente) e de inteligência (o preparo para a guerra, não o QI) resta aos árabes o subterfúgio de tentar jogar a comunidade internacional contra os israelitas. E como toda propaganda enganosa, o marketing negativo é capaz de fazer a cabeça dos menos esclarecidos sobre o porquê dessa desavença. Daí o besteirol de se comparar Israel a Hitler, difundir a imagem de judeus sanguinários trucidando criancinhas e outras sandices. Mas o fato de palestinos estocando armas em hospitais, transformando escolas em fortalezas, usando seres humanos como escudos, construindo túneis para atacar Israel, isso não é divulgado. 

Lembremos finalmente, que a Palestina era uma possessão britânica e que foi a Inglaterra quem dividiu essa mesma Palestina entre árabes e judeus; aliás, foi dessa divisão que surgiu Israel. Portanto, os árabes estão querendo tomar satisfações com o país errado. Têm de voltar sua ira contra os ingleses, não contra os judeus.

No dia em que os países árabes aceitarem o estado judeu a paz, finalmente, poderá ser uma realidade. Mas sem essa guerra fratricida, como é que os países que ganham dinheiro fabricando e vendendo armas vão sobreviver?

Pois é, resgatei esse artigo que encontrei nos meus arquivos de matérias escritas para A VOZ DA SERRA. A diferença é que o governo em 2014, apesar de ser do PT, era exercido por Dilma Rousseff. Ou seja, a mentalidade esquerdista era a mesma e o antissemitismo, dez anos mais novo, era e continua sendo mundial. Tanto que como hoje, a imprensa naquela época, jamais publicou fotos de crianças judias feridas, mutiladas ou mortas, mostrando que nesse conflito, como no anterior, só morrem palestinos. Lembremos ainda que o Hamas é um grupo terrorista, que nunca se incomodou com o povo palestino, tanto que subsolos de hospitais, escolas e prédios públicos eram na verdade bunkers de guerrilheiros. No ano de 2024 serviram, também, para esconder reféns do ataque que iniciou o atual conflito, onde cerca de 1.400 judeus foram torturados, estuprados e mortos, além de mais de 200 pessoas sequestradas.

Portanto, Israel está usando seu direito de lutar pela própria sobrevivência, pois a intenção do Hamas e de outros grupelhos de terroristas árabes é aniquilar o estado judaico. Nunca devemos nos esquecer que a grande maioria dos palestinos da faixa de Gaza, sobrevivem às custas dos empregos conseguidos no território israelita. Ou já teriam morrido de fome. Se nos dermos ao luxo de estudar a história da humanidade, veremos que o povo judeu foi perseguido desde sua existência e, com a criação do estado de Israel em 1948, teve direito a um solo para amar. Abrir mão desse solo sagrado, jamais.

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No coração

terça-feira, 05 de março de 2024
por Jornal A Voz da Serra

Frizão vence nos pênaltis e encara o Vasco no Brasil Soccer Cup

        A classificação veio de forma emocionante. Após o empate com o Serrano no tempo normal, pelo placar de 1 a 1, o Friburguense teve coração para vencer por 4 a 3, nas penalidades, e conquistou a sonhada classificação para as oitavas de final do Brasil Soccer Cup (BSC) 2024, categoria Sub-14. O Tricolor da Serra saiu atrás no placar, mas foi buscar a igualdade aos 22 minutos da etapa final, selando a vaga para as oitavas de final nos pênaltis.

Frizão vence nos pênaltis e encara o Vasco no Brasil Soccer Cup

        A classificação veio de forma emocionante. Após o empate com o Serrano no tempo normal, pelo placar de 1 a 1, o Friburguense teve coração para vencer por 4 a 3, nas penalidades, e conquistou a sonhada classificação para as oitavas de final do Brasil Soccer Cup (BSC) 2024, categoria Sub-14. O Tricolor da Serra saiu atrás no placar, mas foi buscar a igualdade aos 22 minutos da etapa final, selando a vaga para as oitavas de final nos pênaltis.

        Em busca de continuar fazendo história, o Friburguense volta a campo nesta quarta-feira, 6, para enfrentar o Vasco da Gama. A partida será realizada em Macaé, às 18h30. Os outros confrontos serão entre Flamengo x Búzios, América-MG x Botafogo, Cruzeiro x Atlético-GO, Athletico-PR x Palmeiras, Atlético-MG x Linhares, Fortaleza x Uirapuru e Fluminense x Estrela.

        No jogo de estreia, realizado no último sábado, 2, os meninos do Frizão estrearam diante do forte Cruzeiro, formado por garotos bem mais desenvolvidos fisicamente. Ainda assim, a equipe teve bom início, mas após os primeiros gols, acabou sentindo o golpe e acabou goleada por 6 a 0. No dia seguinte, o Friburguense correu atrás do prejuízo e venceu o El Elyon, de Bom Jardim, por 2 a 1. O detalhe interessante é que os gols foram marcados por Felipe, filho do gerente de futebol, José Siqueira, e por Marcinho, filho de Bidu, um dos grandes ídolos da história do clube.

        O Tricolor da Serra esteve no Grupo H e terminou na terceira colocação. A liderança ficou com o Cruzeiro, que obteve nove pontos e 100% de aproveitamento, seguido pelo Frizão, com cinco pontos. O ponto extra foi conquistado exatamente nas penalidades, contra o time de Petrópolis. O Serrano terminou a fase com o terceiro lugar, enquanto o El Elyon não pontuou. As oitavas de final serão realizadas nesta quarta-feira, 6, com as fases avançando até a final, no domingo, 10, em Macaé.

O Brasil Soccer Cup conta com 32 equipes, com o total de 62 partidas a serem disputadas, em sedes diversas na fase de classificação. Além do Friburguense, o Estado do Rio de Janeiro é representado por Botafogo, Flamengo, Vasco, Fluminense, Independente, Serra Macaense, Americano, Serrano, Búzios, Arena, Ajax, Magé City, Rio Bonito, Conceição de Macabu, Carapebus, Esporte Vida e El Elyon.

Os times foram divididos em oito grupos de quatro. Treze grandes equipes de renome do futebol nacional marcam presença na competição, entre elas, além dos grandes do Estado, Palmeiras, Red Bull Bragantino, Atlético Mineiro, Cruzeiro, América Mineiro, Athlético Paranaense, Fortaleza e Atlético Goianiense.

        Em busca de internacionalizar a marca, os organizadores do Brasil Soccer Cup afirmaram que a 3ª edição da categoria Sub-16 (nas duas primeiras, o Flamengo se sagrou campeão), prevista para julho, provavelmente vai poder contar com algumas equipes do exterior, principalmente sul americanas. Manifestaram-se de forma positiva as equipes argentinas River Plate e Argentinos Jrs, e a equipe uruguaia Peñarol. O Frizão está confirmado.

        O Brasil Soccer Cup é realizado desde 2022 pela Liga Macaense de Desportos (LMD), conta com a supervisão da Federação de Futebol do Rio de Janeiro (Ferj) e é reconhecida oficialmente pela Confederação de Futebol Brasileira (CBF), como um torneio nacional das categorias Sub-16 e Sub-14.

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    Tricolor da Serra fez bonito na competição, com bons jogos e a revelação de talentos interessantes (Foto: Divulgação)

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    Um dos pontos positivos do torneio foi a reaproximação entre clube e empresariado local (Foto: Divulgação)

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    Friburguense segue na competição, e ainda terá novos desafios importantes para as suas categorias de base ao longo do ano (Foto: Divulgação)

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Competições pela frente

segunda-feira, 04 de março de 2024
por Jornal A Voz da Serra

Downhill estadual já possui algumas provas agendadas

        Nova Friburgo sempre apresenta um calendário fixo com competições de ciclismo do Estado do Rio de Janeiro e do país. O Montanha Cup, o GP das Montanhas e o Route MTB, por exemplo, já estão inseridos na programação oficial de eventos da Federação de Ciclismo do Estado do Rio de Janeiro (Fecierj). O município vizinho, Cordeiro, também se credenciou e recebeu uma etapa do Circuito Carioca de Downhill 2024.

Downhill estadual já possui algumas provas agendadas

        Nova Friburgo sempre apresenta um calendário fixo com competições de ciclismo do Estado do Rio de Janeiro e do país. O Montanha Cup, o GP das Montanhas e o Route MTB, por exemplo, já estão inseridos na programação oficial de eventos da Federação de Ciclismo do Estado do Rio de Janeiro (Fecierj). O município vizinho, Cordeiro, também se credenciou e recebeu uma etapa do Circuito Carioca de Downhill 2024.

        As provas vão acontecer no Parque de Exposições Raul Veiga. O downhill consiste em descer o mais rapidamente possível um determinado percurso, superando obstáculos. A prova foi realizada com a utilização de equipamentos de cronometragem e os pilotos, de forma individual, descem a trilha com os tempos marcados por esse sistema.

        De acordo com os organizadores, o objetivo do projeto é viabilizar e estabelecer uma liga sólida, além de centros de treinamento de qualidade, acolhendo e descobrindo novos atletas.

        Seguindo o calendário, a Liga Carioca de Downhill também já possui provas agendadas para os próximos meses. Nos dias 20 e 21 de abril, o evento acontece na Pista da Usina, em Macaé. Logo depois, nos dias 15 e 16 de junho, é a vez da Pista da Serra Velha, em Magé, receber os pilotos. A Liga Carioca segue para a Pista do Vulcão, em Casimiro de Abreu, nos dias 14 e 15 de setembro, e fecha temporada em Campos, na Pista do Rato, nos dias 9 e 10 de novembro.

        No downhill, os ciclistas enfrentam uma mistura de trilhas estreitas, saltos, raízes e rochas, exigindo habilidade técnica e coragem. A adrenalina é intensa, enquanto os competidores buscam a linha mais rápida para descer a montanha, enfrentando curvas fechadas e declives acentuados. As competições são recentes, que teve seu primeiro Campeonato Mundial realizado no Colorado (EUA), em 1990, e vencido pelo norte-americano Greg Herbold.

        No Brasil, as primeiras competições datam de 1991 e eram praticadas com bicicletas para o cross country. As pistas eram verdadeiros estradões de terra, com trilhas abertas sem grandes obstáculos onde se priorizava a velocidade. Com o tempo, essas pistas foram se tornando mais técnicas com a inclusão de trilhas estreitas, pedras, degraus altos, gaps (vãos a serem transpostos) e duplos (obstáculo composto de rampa de lançamento e rampa de recepção com um vão entre elas), ou mesas (o mesmo que o duplo, entretanto com o vão preenchido).

        Fazem parte das dificuldades que também aguçam a técnica do piloto, raízes, valas, erosões e a lama. Estas dificuldades acabaram por desenvolver tecnologicamente a bicicleta e os equipamentos de proteções.

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    Rio de Janeiro terá novas competições importantes de downhill este ano (Foto: Divulgação)

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    Etapa de Cordeiro recebeu dezenas de pilotos, e foi considerada um sucesso (Foto: Divulgação)

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    Calendário montado pela federação prevê quatro etapas da Liga Carioca (Foto: Divulgação)

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Garrafas PET: o impacto silencioso que plastifica o mundo

segunda-feira, 04 de março de 2024
por Jornal A Voz da Serra

Opa! Tudo verde? Bora pra mais uma Prosa Sustentável!

O assunto de hoje vai mergulhar no universo plástico das garrafas PET que estão presentes em nosso cotidiano como embalagens de água, refrigerantes e outros líquidos, tornaram-se um símbolo do consumo moderno. Contudo, por trás da praticidade, surge uma problemática ambiental complexa que exige atenção e ação. A seguir, vamos explorar a trajetória das garrafas pet desde sua entrada no mercado mundial até os desafios atuais e soluções emergentes.

A chegada das garrafas PET ao mercado mundial

Opa! Tudo verde? Bora pra mais uma Prosa Sustentável!

O assunto de hoje vai mergulhar no universo plástico das garrafas PET que estão presentes em nosso cotidiano como embalagens de água, refrigerantes e outros líquidos, tornaram-se um símbolo do consumo moderno. Contudo, por trás da praticidade, surge uma problemática ambiental complexa que exige atenção e ação. A seguir, vamos explorar a trajetória das garrafas pet desde sua entrada no mercado mundial até os desafios atuais e soluções emergentes.

A chegada das garrafas PET ao mercado mundial

As garrafas PET (polietileno tereftalato) foram introduzidas no mercado mundial na década de 1970. Sua leveza e resistência rapidamente a tornaram a escolha preferida para embalagens de bebidas. Desde então, essas garrafas se tornaram onipresentes em nossas vidas diárias, facilitando o transporte e o consumo de líquidos.

A produção dessas “queridinhas” garrafas envolve o polímero PET, um material plástico obtido por meio da polimerização de etileno glicol e ácido tereftálico, que são derivados do petróleo. O polímero é então moldado em formas de garrafas usando um processo de injeção ou sopro. A versatilidade desse material torna-o ideal para uma ampla gama de produtos, desde garrafas de água até embalagens de alimentos.

Contrastando com a praticidade das garrafas PET está sua persistência no meio ambiente. A durabilidade do material, aliada a resistência à umidade e aos produtos químicos, faz com que o material tenha uma decomposição mais demorada. Segundo pesquisadores da Unifesp, o tempo de decomposição da garrafa PET é de no mínimo 100 anos. Esse tempo, no entanto, é uma previsão média e pode variar de acordo com as condições ambientais, podendo chegar a cerca de 600 anos conforme apresenta matéria publicada no portal da Câmara dos Deputados.

A produção de novas garrafas PET não apenas esgota recursos não renováveis, mas também emite gases de efeito estufa durante a produção. Para se ter uma ideia, as garrafas PET movimentam hoje um mercado que produz cerca de nove bilhões de unidades anualmente só no Brasil, das quais 53% não são reaproveitadas.

Em matéria publicada no jornal Estado de S.Paulo, cerca de 4,7 bilhões de unidades por ano são descartadas na natureza, contaminando rios, indo para lixões ou mesmo espalhadas por terrenos vazios. Entre 1995 e 2005, a produção de PET, o plástico politereftalato de etila, para a fabricação de garrafas subiu de 120 mil toneladas para cerca de 374 mil toneladas, alavancada principalmente pela indústria de refrigerantes.

As garrafas PET, quando descartadas incorretamente, frequentemente encontram seu caminho para oceanos e aterros, representando uma ameaça significativa. Animais marinhos confundem pedaços de plástico com alimentos, resultando em ingestão acidental e danos à vida marinha. Nos aterros, as garrafas PET contribuem para o aumento do volume de resíduos e reduz o tempo de vida útil destes locais, causando poluição do solo e da água subterrânea.

A reciclagem de garrafas PET enfrenta uma série de desafios que podem dificultar o processo. Algumas das principais dificuldades incluem: Contaminação das embalagens, variedade de cores e tipos de plástico, infraestrutura de reciclagem insuficiente, custo da reciclagem, baixa taxa de reciclagem, limitações de reciclabilidade, desafios tecnológicos, e outros.

O maior desafio enfrentado pelas indústrias é encontrar alternativas sustentáveis que possam substituir eficazmente as garrafas PET. Materiais biodegradáveis e embalagens reutilizáveis estão em foco, mas a transição para essas opções exige investimento em pesquisa, desenvolvimento, adaptação de infraestrutura e, acima de tudo, a adesão munida de “pressão” por parte dos consumidores.

Já passou da hora de buscar novas alternativas mais sustentáveis para embalar bebidas, concorda? Bora pensar fora da caixa e agir pela preservação do meio ambiente e da própria humanidade!

 

Quatro dicas para reduzir o impacto ambiental das garrafas PET

1. Reciclagem consciente: Descartar as garrafas PET nos locais de reciclagem apropriados que colaborem com a economia circular, incentivando a prática entre amigos e familiares.

2. Uso de garrafas reutilizáveis: Optar por garrafas reutilizáveis de materiais sustentáveis, reduzindo a dependência de garrafas descartáveis.

3. Participação em iniciativas de limpeza: Engajar-se em iniciativas locais de limpeza de praias, rios e áreas urbanas para prevenir a entrada de garrafas PET nos ecossistemas naturais.

4. Escolhas sustentáveis: Escolher produtos de empresas comprometidas com práticas sustentáveis, incentivando a indústria a adotar alternativas mais amigáveis ao meio ambiente.

Tudo verde sempre!

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