Janaína Botelho

Janaína Botelho

História e Memória

A professora e autora Janaína Botelho assina História e Memória de Nova Friburgo, todas as quintas, onde divide com os leitores de AVS os resultados de sua intensa pesquisa sobre os costumes e comportamentos da cidade e região desde o século XVIII.

10/10/2019

A Câmara Municipal de Nova Friburgo completa 200 anos no início do próximo ano e o seu atual presidente, vereador Alexandre Cruz, inicia os preparativos do bicentenário. Entre eles, uma homenagem aos vereadores que passaram por aquela tribuna. Uma das instituições mais antigas no Brasil, as câmaras municipais remontam ao período colonial, quando em 1549, se instalou o Governo Geral.

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03/10/2019

A imigração dos alemães para o Brasil está relacionada com a organização do Exército nacional, após a independência. As tropas brasileiras eram milícias formadas em sua maioria por delinquentes recrutados na base do “pau e da corda”. Não havia exercícios militares e a cachaça corria solta nos quartéis. Diante desse quadro, a solução encontrada por D. Pedro I foi a contratação de mercenários europeus. Como os países restringiam a emigração de ex-combatentes, as autoridades brasileiras dissimulavam misturando agricultores e artífices aos mercenários.

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26/09/2019

No último dia 19 foi celebrado o centenário de nascimento de João Batista da Silva. Ele tem o nome do padroeiro da cidade, São João Batista, dado por D.João VI que tinha igualmente o nome do santo. Caçula de sete irmãos, João Batista da Silva nasceu no ano de 1919, em Nova Friburgo. Era neto de uma escrava, Esperança de Jesus, e sua mãe Eugênia Maria de Oliveira foi lavadeira, uma profissão muito comum entre as mulheres que precisavam complementar a renda familiar.

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31/05/2018

Na semana passada visitei pela segunda vez a Fazenda de Sant’Anna, de propriedade de Renato Monnerat. Acompanhava um grupo de suíços que foi visitar a fazenda de seus conterrâneos, os Monnerat e os Lutterbach, que há mais de um século atrás foram seus proprietários. A história da Fazenda de Sant’Anna teve início em 1857, com o médico Augusto de Souza Brandão, o segundo Barão de Cantagalo. Propriedade com 800 alqueires fluminenses, era uma das maiores unidades produção de café do país, e do mundo, em determinado momento.

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