Blogs

E agora José?

terça-feira, 16 de janeiro de 2024
por Jornal A Voz da Serra

“Contas públicas têm piora de quase R$ 260 bilhões até novembro, aponta Banco Central”. “Aumento do rombo está relacionado à alta das despesas e ao recuo da arrecadação. Dívida pública registrou aumento de 2,1 pontos na parcial do ano, para 73,8% do PIB” (por Alexandro Martello, G1- Brasília).

“Contas públicas têm piora de quase R$ 260 bilhões até novembro, aponta Banco Central”. “Aumento do rombo está relacionado à alta das despesas e ao recuo da arrecadação. Dívida pública registrou aumento de 2,1 pontos na parcial do ano, para 73,8% do PIB” (por Alexandro Martello, G1- Brasília).

“As contas do setor público consolidado registraram um déficit primário de R$ 119,55 bilhões nos 11 primeiros meses do ano passado, informou o Banco Central na última sexta-feira,  5. No mesmo período de 2022, as contas públicas haviam registrado um superávit de R$ 137,8 bilhões, ou 1,5% do PIB. A piora, no acumulado de 2023, portanto, foi de R$ 257,36 bilhões.

O déficit primário acontece quando as despesas com impostos ficam acima das receitas, desconsiderando os juros da dívida pública. Quando acontece o contrário, há superávit. O resultado engloba o Governo Federal, os estados, municípios e as empresas estatais. Veja abaixo o desempenho que levou ao saldo negativo das contas públicas até novembro de 2023:

  • Governo Federal registrou déficit de R$ 137 bilhões;
  •  Estados e municípios tiveram saldo superavitário de R$ 20,7 bilhões;
  • Empresas estatais apresentaram déficit de R$ 3,21 bilhões.”

Esses dados provém de um jornalista do G1, um dos redutos da Globo, mas que por mais que tentem, não conseguem esconder o sol com uma peneira. Aliás, isso não surpreende as pessoas que pensam e que acompanham o desenrolar desse desgoverno com ceticismo. Só aqueles com embotamento mental ou muito fanáticos pela esquerda folclórica brasileira acreditam em Luís Inácio e sua trupe. Colocado com candidato à presidência por manobras obscuras e comprometedoras da suprema corte brasileira, eivada de “socialistas” e advogados comprometidos não com a justiça, mas com um objetivo sórdido, o de levar um cidadão brasileiro recluso por atos condenáveis quando presidente da República no período de 2000 a 2008, a um novo mandato presidenciável. Isso sem contar a extensão do nefasto período petista até 2014, quando Ofélia, digo Dilma adentrou no Palácio do Planalto.

Luís Inácio, o honesto, foi solto, descondenado e ganhou dos seus compadres do STF, o direito de se candidatar ao posto supremo de um país chamado Brasil. Numa eleição eivada de suspeitas sobre a inviolabilidade das urnas eletrônicas (só existem no Brasil e mais dois países subdesenvolvidos, aliás, para preservação do ditador Nicolas Maduro, na Venezuela), derrotou seu concorrente e tomou de assalto (literal e fisicamente), mais uma vez a presidência da Rrepública. Recolocaram a raposa para tomar conta do galinheiro.

Não devemos esquecer que o socialismo é aquela forma de governo que se gasta a rodo o dinheiro público e quando ele acaba o país vira uma Argentina. Luís Inácio quase dobrou o número de ministérios de seu antecessor, tinha que acomodar muitos cupinchas, para ter um mínimo de governabilidade. Voltou a aparelhar o estado, pois em todos os órgãos governamentais as posições chaves são ocupadas não por um especialista, mas por um “cumpanheiro”. Conseguiu, se é que isso possa ser compreendido, escalar para chefiar as forças armadas, principalmente no Exército, só oficiais de alto escalão de esquerda. Aliás, isso deve ter retorcido no túmulo todos aqueles militares de alta patente que tiveram como meta o combate ao comunismo.

Portanto, não é de se estranhar o tamanho do rombo atual das contas públicas brasileiras. E, o que é pior, a tendência é só piorar. E haja dinheiro para os programas governamentais sem a menor explicação. Será que os acólitos que chancelaram a eleição de Luís Inácio estão satisfeitos com o rumo que o Brasil está seguindo, ou por uma questão de orgulho besta, jamais darão o braço a torcer?

TAGS:

A Direção do Jornal A Voz da Serra não é solidária, não se responsabiliza e nem endossa os conceitos e opiniões emitidas por seus colunistas em seções ou artigos assinados.

Levanta e sacode a poeira

segunda-feira, 15 de janeiro de 2024
por Jornal A Voz da Serra

Base, camisa e novos projetos: Frizão mantém confiança e busca se reerguer

        Em meio a todas as dificuldades que se apresentam neste ano, o Friburguense já tem um planejamento montado e trabalha para reerguer o futebol. A confiança no sucesso das novas propostas é grande, e o projeto passa pelas categorias de base, mais tempo de preparação para o plantel profissional e o envolvimento maior dos empresários de Nova Friburgo.

Base, camisa e novos projetos: Frizão mantém confiança e busca se reerguer

        Em meio a todas as dificuldades que se apresentam neste ano, o Friburguense já tem um planejamento montado e trabalha para reerguer o futebol. A confiança no sucesso das novas propostas é grande, e o projeto passa pelas categorias de base, mais tempo de preparação para o plantel profissional e o envolvimento maior dos empresários de Nova Friburgo.

De contrato renovado, o gerente de futebol do clube, José Siqueira, o Siqueirinha, montou um calendário detalhado para aplicar as ideias na prática, e assim alcançar os objetivos. O principal deles: recolocar o Tricolor na segunda divisão do futebol do Rio.

        Algumas categorias já estão treinando, e os testes de campo para todas elas terão início logo após o Carnaval. Do Sub-10 ao Sub-14, as atividades irão acontecer no Eduardo Guinle (no final de fevereiro), captando talentos de toda a região. Além de serem avaliados pelo Friburguense, os jovens terão também a oportunidade de aproveitamento no Flamengo, em parceria que irá acontecer ao longo de 2024.

        Também após o Carnaval, muito provavelmente, a direção de futebol do Friburguense planeja lançar uma nova camisa, contando com o envolvimento de vários empresários do município. Apesar de ainda não ter maiores detalhes revelados, o projeto é visto como inovador pelos dirigentes, sendo capaz de criar um novo produto e aproximar empresas diversas do projeto desenvolvido pelo Tricolor da Serra.

        A cereja do bolo de todo esse processo é desenvolver um trabalho para retornar à Série A2 em 2025 (alcançando o acesso nesta temporada). Em 2023, o Frizão passou bem perto das semifinais, faltando apenas um gol para a classificação, mostrando que, acertando alguns detalhes, o sonho parece ser bastante possível. A competição acontece entre setembro e novembro, mas a ideia é iniciar o período de treinamentos no mês de maio.

        A direção de futebol do Friburguense avalia que, com mais tempo de preparação e a possibilidade de não utilizar apenas os garotos, a equipe poderá obter êxito nessa caminhada de retorno à segunda divisão do futebol estadual. Tudo isso está estruturado dentro da proposta e do maior envolvimento do empresariado local.

Como A VOZ DA SERRA noticiou no fim de semana, a direção de futebol do Tricolor da Serra trabalha com um calendário repleto de competições importantes para a temporada das divisões de base, inclusive a nível nacional. As competições do Campeonato Carioca Sub-15, 17 e 20 já são padrões da Federação de Futebol do Rio (Ferj),  provavelmente também jogando o Sub-11 e Sub-13. Há a projeção de disputar amistosos contra clubes de maior investimento e a possibilidade de participação em uma competição internacional.

O Frizão foi convidado para a edição deste ano da Braga Cup, em Portugal, na categoria Sub-15, no final do mês de junho. A primeira das grandes competições que o Friburguense irá participar é a Brasil Soccer Cup (BSC) 2024. O evento, que terá jogos em diversos municípios, acontece entre os dias 1º a 10 de março, com a inédita edição da categoria Sub-14. O campeonato do Sub-16 terá a terceira edição promovida em julho (nas duas primeiras, o Flamengo se sagrou campeão), e o Tricolor da Serra também tem presença confirmada. Além desses, também existe a possibilidade de disputar a Copa BH.

 

Calendário do Frizão em 2024

* Categorias Sub-11/13 (treinos após o Carnaval)

- Futsal e amistosos contra equipes grandes e Campeonato Metropolitano

 

* Categorias Sub 14/15 (treinos já iniciados)

- Brasil Soccer Cup (março)

- Copa Rio (março a junho)

- Campeonato Carioca (junho a novembro)

- Amistosos contra grandes para observação de atletas

 

* Categorias Sub-16/17 (treinos já iniciados)

- Brasil Soccer Cup (junho)

- Copa Rio (março a junho)

- Campeonato Carioca (junho a novembro)

- Amistosos contra grandes para observação de atletas

 

* Categoria Sub-20 (treinos após o Carnaval)

- Campeonato Carioca (maio a agosto)

- Copa Rio OPG (julho a novembro)

- Os destaques serão aproveitados no time profissional

 

* Categoria Profissional

- Início dos treinos em maio

- Campeonato Carioca Série B1 (setembro a novembro)

  • Foto da galeria

    Siqueira monta calendário, planeja ações e define acesso como meta principal do ano (foto: Divulgação)

  • Foto da galeria

    Frizão passou perto em 2023: com mais tempo e reforços, expectativa é boa para a temporada (foto: Divulgação)

TAGS:

A Direção do Jornal A Voz da Serra não é solidária, não se responsabiliza e nem endossa os conceitos e opiniões emitidas por seus colunistas em seções ou artigos assinados.

A VOZ DA SERRA é sempre uma leitura envolvente!

segunda-feira, 15 de janeiro de 2024
por Jornal A Voz da Serra

            Embarcamos no Caderno Z do último fim de semana e a equipe elaborou um guia de férias para que possamos aproveitar um verão com prazer e segurança. Tirando as tradicionais chuvas de janeiro, o tempo é perfeito para brincadeiras ao ar livre, em especial, empinar pipas. Elas são as bailarinas que colorem os céus e arrastam um pouquinho de saudade da infância de muita gente, inclusive, a minha. Meu irmão confeccionava as pipas, combinando as cores de papel de seda e fazia cola com farinha de trigo.

            Embarcamos no Caderno Z do último fim de semana e a equipe elaborou um guia de férias para que possamos aproveitar um verão com prazer e segurança. Tirando as tradicionais chuvas de janeiro, o tempo é perfeito para brincadeiras ao ar livre, em especial, empinar pipas. Elas são as bailarinas que colorem os céus e arrastam um pouquinho de saudade da infância de muita gente, inclusive, a minha. Meu irmão confeccionava as pipas, combinando as cores de papel de seda e fazia cola com farinha de trigo. As varetas de bambu eram bem lixadas e formavam estruturas bonitas que, presas em linha própria, subiam rebolando as suas rabiolas. O tempo passou, a cidade cresceu e para que a brincadeira tenha êxito total é preciso procurar lugares fora do alcance das redes elétricas. Jamais se deve tentar desprender uma pipa presa entre a fiação.

            Quem vai ficar em casa deve prestar atenção aos gastos de energia elétrica, pois é desagradável levar um choque com o preço da conta de luz no fim do mês. O aparelho de ar-condicionado precisa ser usado na forma correta, com os filtros limpos e o ambiente mantido fechado, na temperatura ideal de 23 graus. A geladeira, o mais cobiçado aparelho doméstico, também requer um bom relacionamento com a família. Nada de ficar de porta aberta, pensando no que vai consumir. Uma boa dica é organizar os produtos de modo a facilitar por ordem de saída. Na entrada, somente alimentos depois de frios. Se, por exemplo, tiver pressa de gelar uma sobremesa, para acelerar o esfriamento coloque-a numa vasilha com gelo em seu entorno. É rapidinho!

            Para quem vai pegar uma praia ou mesmo uma piscininha em casa, o protetor solar deve ser aplicado meia hora antes da exposição ao sol. Isso porque o filtro solar precisa ser absorvido para formar uma “barreira química” sobre a pele. De acordo com a doutora Lucilei Gomes, dermatofuncional do Centro Universitário Integrado de Campo Mourão-PR, há “outra forma de resguardar a pele por intermédio do uso de cápsulas de fotoproteção com a substância Polypdium leucotomos, para ingerir”. Por ser uma novidade, a doutora explica que há poucas marcas disponíveis no mercado.

            Thiago Lima nos trouxe uma informação incrível sobre a “importância das estações meteorológicas em Nova Friburgo”. Para começo de conversa, nossa cidade já conta com cinco estações, aguardando a chegada e instalação da sexta. Os equipamentos foram adquiridos pelo Instituto Friburgo Solidário, por intermédio de doações de empresas e arrecadações. "As estações meteorológicas são aparelhadas com equipamentos que aferem a temperatura (termômetro), o vento (anemômetro), a chuva (pluviômetro), a pressão atmosférica (barômetro), a radiação solar (piranômetro) entre outras variáveis atmosféricas.". Um verdadeiro avanço para a nossa cidade. Parabéns!

            Em “Sociais”, só gente bonita aniversariando. A psicóloga Gilvane Bispo dos Santos, no dia 13, celebrando com a família, marido e filhos, em Niterói. Ela é filha da “tia” Carmelita Bispo que reuniu toda a família para o festejo importante. Dr. Victor Farsoun, estimado advogado, pai da nossa colunista Paula Farsoun, comemora nesta quarta, 17, mais um ciclo chegando. E na sexta-feira, 19, o querido jornalista Vinicius Gastin colhe mais uma primavera em pleno verão. Que beleza! Sucesso para todos!

            A volta às aulas já ocupa espaço nas férias. As escolas particulares devem ter ajuste de 9% nas mensalidades. Contudo, como na charge de Silvério, o grande vilão do momento é o dragão do material escolar. Por outro lado, na porta da esperança, está o Procon Estadual que divulgou uma cartilha com orientações sobre a lista de material, matrícula, rematrícula, reajuste, entre outros temas.  As crianças amam comprar, mas os pais ficam na sinuca com tanta novidade. No meu tempo, era um lápis preto com borracha branca na ponta, um espojinho de madeira, uma pasta que deveria ser usada até rasgar. Cadernos simples, livros passavam de um irmão para o outro. Canetinhas com perfume, nem pensar. E não podia faltar o caderno de caligrafia para treinar letra bonita!

TAGS:

A Direção do Jornal A Voz da Serra não é solidária, não se responsabiliza e nem endossa os conceitos e opiniões emitidas por seus colunistas em seções ou artigos assinados.

A tecnologia do futuro: máquinas que aprendem sozinhas

segunda-feira, 15 de janeiro de 2024
por Jornal A Voz da Serra

Caros irmãos, nesta semana continuamos apresentando neste espaço a mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial da Paz: 1º de janeiro de 2024, intitulada “Inteligência Artificial e Paz”. Desta vez, trazemos o terceiro e o quarto tópico da mensagem de Francisco:            

Caros irmãos, nesta semana continuamos apresentando neste espaço a mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial da Paz: 1º de janeiro de 2024, intitulada “Inteligência Artificial e Paz”. Desta vez, trazemos o terceiro e o quarto tópico da mensagem de Francisco:            

“Nas suas múltiplas formas, a inteligência artificial, baseada em técnicas de aprendizagem automática (machine learning), embora ainda numa fase pioneira, já está a introduzir mudanças notáveis no tecido das sociedades, exercendo uma influência profunda nas culturas, nos comportamentos sociais e na construção da paz.

Desenvolvimentos como a aprendizagem automática ou a aprendizagem profunda (deep learning) levantam questões que transcendem os âmbitos da tecnologia e da engenharia e têm a ver com uma compreensão intimamente ligada ao significado da vida humana, aos processos basilares do conhecimento e à capacidade que tem a mente de alcançar a verdade.

A capacidade de alguns dispositivos produzirem textos sintática e semanticamente coerentes, por exemplo, não é garantia de fiabilidade. Diz-se que podem «alucinar», isto é, gerar afirmações que à primeira vista parecem plausíveis, mas na realidade são infundadas ou preconceituosas. Isto coloca um sério problema quando a inteligência artificial é utilizada em campanhas de desinformação que espalham notícias falsas e levam a uma desconfiança crescente relativamente aos meios de comunicação. A confidencialidade, a posse dos dados e a propriedade intelectual são outros âmbitos em que as tecnologias em questão comportam graves riscos, aos quais se vêm juntar outras consequências negativas ligadas a um uso indevido, como a discriminação, a interferência nos processos eleitorais, a formação de uma sociedade que vigia e controla as pessoas, a exclusão digital e a exacerbação de um individualismo cada vez mais desligado da coletividade. Todos estes fatores correm o risco de alimentar os conflitos e obstaculizar a paz.

O sentido do limite, no paradigma tecnocrático

O nosso mundo é demasiado vasto, variado e complexo para ser completamente conhecido e classificado. A mente humana nunca poderá esgotar a sua riqueza, nem sequer com a ajuda dos algoritmos mais avançados. De fato, estes não oferecem previsões garantidas do futuro, mas apenas aproximações estatísticas. Nem tudo pode ser previsto, nem tudo pode ser calculado; no fim de contas, «a realidade é superior à ideia» e, por mais prodigiosa que seja a nossa capacidade de calcular, haverá sempre um resíduo inacessível que escapa a qualquer tentativa de quantificação.

As máquinas inteligentes podem desempenhar as tarefas que lhes são atribuídas com uma eficiência cada vez maior, mas a finalidade e o significado das suas operações continuarão a ser determinados ou capacitados por seres humanos com o seu próprio universo de valores. O risco é que os critérios subjacentes a certas escolhas se tornem menos claros, que a responsabilidade de decisão seja ocultada e que os produtores possam subtrair-se à obrigação de agir para o bem da comunidade. Em certo sentido, isto é favorecido pelo sistema tecnocrático, que alia a economia à tecnologia e privilegia o critério da eficiência, tendendo a ignorar tudo o que não esteja ligado aos seus interesses imediatos.

Isto deve fazer-nos refletir sobre um aspeto transcurado frequentemente na atual mentalidade tecnocrática e eficientista, mas decisivo para o desenvolvimento pessoal e social: o «sentido do limite». Com efeito, o ser humano, mortal por definição, pensando em ultrapassar todo o limite mediante a técnica, corre o risco, na obsessão de querer controlar tudo, de perder o controle sobre si mesmo; na busca de uma liberdade absoluta, de cair na espiral de uma ditadura tecnológica. Reconhecer e aceitar o próprio limite de criatura é condição indispensável para que o homem alcance ou, melhor, acolha a plenitude como uma dádiva; ao passo que, no contexto ideológico de um paradigma tecnocrático animado por uma prometeica presunção de autossuficiência, as desigualdades poderiam crescer sem medida, e o conhecimento e a riqueza acumular-se nas mãos de poucos, com graves riscos para as sociedades democráticas e uma coexistência pacífica.”

Fonte: Vaticano

TAGS:

A Direção do Jornal A Voz da Serra não é solidária, não se responsabiliza e nem endossa os conceitos e opiniões emitidas por seus colunistas em seções ou artigos assinados.

A violência contra a mulher

segunda-feira, 15 de janeiro de 2024
por Jornal A Voz da Serra

Pela primeira vez vou abordar um tema delicado e triste, a violência sofrida pela mulher. Eu me senti motivada a escrevê-lo durante a leitura do livro “Dororidade”, de Vilma Piedade, com prefácio de Márcia Tiburi, que viu a palavra nascer, de modo espontâneo, numa tarde de sábado, no Instituto Cultural Rosie Marie Muraro, quando eram discutidos “os rumos no movimento de protagonização de mulheres para a política”. 

Pela primeira vez vou abordar um tema delicado e triste, a violência sofrida pela mulher. Eu me senti motivada a escrevê-lo durante a leitura do livro “Dororidade”, de Vilma Piedade, com prefácio de Márcia Tiburi, que viu a palavra nascer, de modo espontâneo, numa tarde de sábado, no Instituto Cultural Rosie Marie Muraro, quando eram discutidos “os rumos no movimento de protagonização de mulheres para a política”. 

Sim. Dororidade, a dor provocada nas mulheres pelo machismo. Mulheres de várias idades, nacionalidades e raças experimentam diversas formas de sofrimento decorrentes da crueldade física, moral e do abuso psicológico causados pelos maus tratos masculinos, especialmente contra as mulheres negras. Esse tipo de violência é milenar, mantém-se ativo, caminhando no tempo e em todos os espaços do planeta, deixando feridas e cicatrizes no corpo e na alma femininas. Inclusive, muitas morrem. São assassinadas! 

O machismo machuca, deforma e mata. É a expressão da insensatez e da brutalidade masculinas que caracterizam um modo de ser débil e perverso, que vai contra os princípios da dignidade humana. É decorrente de uma cultura que confunde a força física com a falta de empatia para com o próximo, especial e unicamente, com a mulher. Negligencia a proposição primordial do ser humano, descrita na Bíblia, por Mateus (versículo 12, capítulo 7) e que faz parte do Sermão das Montanhas: “façam aos outros o que querem que eles lhes façam”. Nenhum machista quer ser agredido!

O machismo é uma das piores fraquezas de caráter que um homem possa ter, uma vez que revela um relacionamento fundamentado no desamor, no desrespeito e na ausência de virtudes. A civilização moderna vem amadurecendo conceitos relacionados à preservação da vida e da integridade física, moral e emocional, embora ainda cultive mecanismos sociais, políticos e culturais que alimentam o poder misógino. Ainda é um problema muito sério no Brasil, especialmente na região do Nordeste, agravado pela morosidade da justiça para julgar os casos de situações conflituosas. Nosso país, infelizmente, no ano de 2023, registrou 2.000 casos aproximadamente de homicídios femininos. O que revela a existência, mais comum do que se possa imaginar, da violência contra a mulher nos lares brasileiros.

A Lei Maria da Penha nos mostra que o machismo tem sido punido. Entretanto, ainda, o grito feminino reclama por mais rigidez e ecoa nas paredes das casas, nas calçadas das ruas e nos horizontes das cidades.

Quantos séculos ainda serão precisos para a humanidade estancar de vez a violência contra a mulher.

TAGS:

A Direção do Jornal A Voz da Serra não é solidária, não se responsabiliza e nem endossa os conceitos e opiniões emitidas por seus colunistas em seções ou artigos assinados.

Base em ação

sábado, 13 de janeiro de 2024
por Jornal A Voz da Serra

Garotos do Friburguense terão vários desafios este ano

        Se o futebol profissional do Friburguense voltará a campo apenas no fim do ano, as divisões de base do clube terão um 2024 recheado de grandes desafios. Entendo a importância esportiva e social de manter o trabalho com os garotos, a direção de futebol do Tricolor da Serra trabalha com um calendário repleto de competições importantes para a temporada, inclusive a nível nacional.

Garotos do Friburguense terão vários desafios este ano

        Se o futebol profissional do Friburguense voltará a campo apenas no fim do ano, as divisões de base do clube terão um 2024 recheado de grandes desafios. Entendo a importância esportiva e social de manter o trabalho com os garotos, a direção de futebol do Tricolor da Serra trabalha com um calendário repleto de competições importantes para a temporada, inclusive a nível nacional.

As competições do Campeonato Carioca Sub-15, 17 e 20 já são padrões da Federação de Futebol do Rio (Ferj) provavelmente também jogando o Sub-11 e Sub-13, mantendo o calendário de 2023, mas a ideia é expandir.

        Há a projeção de disputar amistosos contra clubes de maior investimento e a possibilidade de participação em uma competição internacional. O Frizão foi convidado para a edição deste ano da Braga Cup, em Portugal, na categoria Sub-15, no final do mês de junho. Como se trata de uma data relativamente próxima em termos de planejamento, o clube ainda está desenhando a melhor solução para disputar o torneio na Europa.

        A primeira das grandes competições que o Friburguense irá participar é a Brasil Soccer Cup (BSC) 2024. O evento, que terá jogos em diversos municípios, acontece entre os dias 1º a 10 de março, com a inédita edição da categoria Sub-14. O campeonato do Sub-16 terá a terceira edição promovida no mês de julho (nas duas primeiras, o Flamengo se sagrou campeão), e o Tricolor da Serra também tem presença confirmada.

 

Brasil Soccer Cup

        A Brasil Soccer Cup vai contar com 32 equipes, entre elas o Friburguense, “representando a Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro”, como resume o perfil oficial do evento nas redes sociais.

Os times serão divididos em oito grupos de quatro. Treze grandes equipes de renome do futebol nacional já confirmaram presença na competição, entre elas Flamengo, Fluminense, Botafogo, Vasco, Palmeiras, Red Bull Bragantino, Atlético Mineiro, Cruzeiro, América Mineiro, Athlético Paranaense, Bahia, Fortaleza e Atlético Goianiense. Internacional e Grêmio geralmente participam do Sub-16, e também podem marcar presença no Sub-14 (os participantes serão definidos até o final deste mês).

        Algumas cidades sedes já estão confirmadas como sedes, dentre elas Macaé, Campos dos Goytacazes, São João da Barra, Quissamã e Carapebus. Outras que podem confirmar nos próximos dias são Casimiro de Abreu, Rio Bonito e Arraial do Cabo.
        Segundo o diretor de competições da LMD (organizadora da competição, em parceria com a Ferj), Wanderson Agostinho, e que também é o idealizador da BSC, e um dos coordenadores do evento, todas as cidades sedes e as 32 equipes estarão definidas e serão anunciadas oficialmente.
        “Até o fim do mês iremos divulgar todas as cidades sedes e as equipes de maneira oficial. Estamos ainda aguardando alguns documentos que as equipes de pequeno e médio investimento de várias partes do Brasil devem nos enviar. Somente então faremos o anúncio oficial”, garante Wanderson.

        Em busca de internacionalizar a marca, os organizadores da Brasil Soccer Cup afirmaram que a 3ª edição da categoria Sub-16, prevista para o mês de julho de 2024, provavelmente vai poder contar, com algumas equipes do exterior, principalmente sul americanas. Manifestaram-se de forma positiva as equipes argentinas River Plate e Argentinos Jrs, e a equipe Uruguaia Peñarol.

        A Brasil Soccer Cup é realizada desde 2022 pela Liga Macaense de Desportos (LMD), conta com a supervisão da Ferj e é reconhecida oficialmente pela Confederação de Futebol Brasileira (CBF), como um torneio nacional das categorias Sub-16 e Sub-14.

  • Foto da galeria

    Brasil Soccer Cup é um dos desafios da base do Friburguense nesta temporada (Foto: Divulgação)

  • Foto da galeria

    Competição reúne alguns dos maiores clubes do futebol brasileiro em sedes diversas no estado (Foto: Divulgação)

TAGS:

A Direção do Jornal A Voz da Serra não é solidária, não se responsabiliza e nem endossa os conceitos e opiniões emitidas por seus colunistas em seções ou artigos assinados.

Friburgo com sede pede água

sábado, 13 de janeiro de 2024
por Jornal A Voz da Serra

Edição de 12 e 13 de janeiro de 1974 

Pesquisado por Thiago Lima

 

Manchetes 

Friburgo com sede pede água - Hotéis, restaurantes e residências privados do precioso líquido. Cidade, em crise, clama e cobra da atual administração municipal, promessas de campanha eleitoral. Apesar da elevação de tarifas, a água está faltando em toda a cidade. Um grande número de reclamações têm chegado à nossa redação.

Edição de 12 e 13 de janeiro de 1974 

Pesquisado por Thiago Lima

 

Manchetes 

Friburgo com sede pede água - Hotéis, restaurantes e residências privados do precioso líquido. Cidade, em crise, clama e cobra da atual administração municipal, promessas de campanha eleitoral. Apesar da elevação de tarifas, a água está faltando em toda a cidade. Um grande número de reclamações têm chegado à nossa redação.

Professores (com fome) querem salários - Professores da FEC sem receber os salários de novembro, dezembro e 13º salário referentes a 1973. 

Campesina completou 104 anos - Com alvorada festiva, no último dia 6, com sessão solene, e um almoço de confraternização no restaurante Cancelão, a Sociedade Musical Beneficente Campesina Friburguense, comemorou seus 104 anos de atividades em Nova Friburgo. 

Vestibular de odontologia tem inscrições até 31 - Quem quiser disputar 60 vagas para o vestibular de odontologia, da Faculdade de Odontologia de Nova Friburgo, tem que se apresentar na Rua Sylvio Henrique Braune, no horário das 8h às 22h, nos dias úteis de 2ª a 6ª feira, até o próximo dia 31 do corrente.  

 

Pílulas

Aquela “coisa” horrível, de um tremendo mau gosto, que foi construída na confluência Praça Presidente Vargas - Avenida Alberto Braune, que por si só era um monumento à técnica, à visão e beleza das realizações da administração Amâncio Azevedo parece - finalmente - ter seus dias contados. No princípio desta semana, a “coisa” estava sendo demolida por funcionários públicos. Construída, inaugurada (com placa e tudo!), morre sem que até hoje ninguém saiba o porque de sua existência e significado. Portanto, à primeira grande obra do governo Amâncio, a demolição da “coisa”. Alvíssaras! 

O prefeito municipal também nesta semana reuniu todo o seu secretariado, diretores e chefes de seção diretamente subordinados ao gabinete e alguns “oitentinhas” para manifestar a sua estranheza quanto ao fato de assuntos internos e ocorrências outras havidas em recintos da prefeitura ganhem rapidamente as manchetes de jornais da cidade. 

 

E mais…

Tião Procópio derrota Bento (escolas de samba)...

Sindicato dá funeral para trabalhadores… 

Renato (goleiro do Flamengo) preso em Friburgo…

Espiritismo: Sepe inaugurou sede na cidade

Curso de administração prática… 

 

Sociais

A VOZ DA SERRA registra os aniversários de: Heloísa do Valle (14); Nelson Knust (17); João Mezavilla Teixeira e Carlos Alberto Cariello (18); Elizabeth Folly (19); Sebastião Mattos (20); João Baptista Oliva, Wilson Campos Filho e Terezinha Soares (21).

Foto da galeria
TAGS:

A Direção do Jornal A Voz da Serra não é solidária, não se responsabiliza e nem endossa os conceitos e opiniões emitidas por seus colunistas em seções ou artigos assinados.

Mitigação e análise de riscos

quinta-feira, 11 de janeiro de 2024
por Jornal A Voz da Serra

Investidores e participantes do mercado financeiro enfrentam constantemente desafios associados aos riscos inerentes ao ambiente de negociação. Um dos métodos cruciais para mitigar esses riscos é a análise das classificações de risco fornecidas por agências renomadas, como Fitch Ratings e Standard & Poor's (S&P).

Investidores e participantes do mercado financeiro enfrentam constantemente desafios associados aos riscos inerentes ao ambiente de negociação. Um dos métodos cruciais para mitigar esses riscos é a análise das classificações de risco fornecidas por agências renomadas, como Fitch Ratings e Standard & Poor's (S&P).

Os riscos no mercado financeiro abrangem uma ampla gama de variáveis, desde flutuações nos preços das commodities, por exemplo, ou até mudanças abruptas nas taxas de câmbio e inadimplência. Esses fatores podem ter impactos significativos nos investimentos e no desempenho de portfólios, exigindo uma abordagem estratégica para a gestão de riscos.

As agências de rating desempenham um papel crucial ao avaliar a capacidade de emissores de títulos e instrumentos financeiros de cumprir suas obrigações. As classificações atribuídas, refletem a percepção dessas agências sobre o risco de crédito associado a um determinado emissor. A análise dessas classificações pode ser um farol valioso para os investidores, fornecendo insights sobre a estabilidade financeira e a capacidade de pagamento de uma entidade.

Muito atribuída aos produtos de investimentos relacionados ao crédito, essas classificações vão orientar, principalmente, seus investimentos em títulos bancários (CDB, LCI, LCA etc.) e corporativos (CRI, CRA, Debêntures etc.). Portanto, ao entender a dinâmica da classificação de risco, precisamos ter ciência das formas de mitigá-lo.

 

Seleção Informada de Investimentos: Investidores podem utilizar as classificações de risco para orientar suas decisões de investimento, preferindo ativos com classificações mais elevadas para reduzir a exposição a riscos de inadimplência.

 

Diversificação Adequada: A diversificação de portfólios é uma estratégia eficaz para reduzir o risco de mercado. As classificações de risco auxiliam na escolha de ativos com diferentes níveis de risco, contribuindo para uma carteira mais equilibrada.

 

Monitoramento Contínuo: A dinâmica do mercado pode impactar as condições financeiras de uma entidade ao longo do tempo. O monitoramento regular das classificações de risco permite ajustes rápidos em resposta a mudanças nas condições econômicas.

 

Em um ambiente financeiro volátil, a análise criteriosa das classificações de risco emerge como uma ferramenta essencial para a gestão eficaz de riscos. Ao compreender e incorporar essas classificações em estratégias de investimento, os participantes do mercado podem potencialmente reduzir a vulnerabilidade a eventos adversos, fortalecendo a resiliência de seus portfólios e a segurança patrimonial.

TAGS:

A Direção do Jornal A Voz da Serra não é solidária, não se responsabiliza e nem endossa os conceitos e opiniões emitidas por seus colunistas em seções ou artigos assinados.

Desafio

quinta-feira, 11 de janeiro de 2024
por Jornal A Voz da Serra

Promessa do UFC desafia Barboza e fala em “aposentar” o friburguense

No universo das artes marciais, uma boa provocação é comum, seja para apimentar uma luta prevista ou mesmo pressionar os comandantes das organizações por um encontro. Dentro deste contexto, Edson Barboza, ainda no final do último ano, foi desafiado por um dos atletas considerados como “promissores” do UFC.

Promessa do UFC desafia Barboza e fala em “aposentar” o friburguense

No universo das artes marciais, uma boa provocação é comum, seja para apimentar uma luta prevista ou mesmo pressionar os comandantes das organizações por um encontro. Dentro deste contexto, Edson Barboza, ainda no final do último ano, foi desafiado por um dos atletas considerados como “promissores” do UFC.

Muhammad Naimov está no início de sua trajetória, e mostrou não se intimidar com os grandes nomes do peso-pena (66 quilos). Após passar por Nathaniel Wood, conquistando sua segunda vitória no octógono, ele aproveitou para desafiar o friburguense. E até mesmo falou em “ajudar a aposentar” o potencial adversário.

Na coletiva de imprensa pós-UFC 294, Naimov tornou público seu desejo de medir forças com Edson Barboza na sequência e até o provocou. Curiosamente, o atleta reconhece que o profissional, de 37 anos, não é um lutador qualquer no MMA, mas, confiante em seu nível de habilidade, promete encerrar a carreira do mesmo. Barboza vem de vitória épica em cima de Sodiq Yusuff, em outubro, e busca lutas contra atletas no top-10 da categoria.

No entanto, Naimov, que não integra o top-15 da divisão, ignora tal distância entre eles, minimiza o triunfo de Edson e ressalta que não teme sua trocação – principal característica do stricker de Nova Friburgo.

"Quero lutar em janeiro ou fevereiro. Quero lutar com Alex Caceres ou com uma lenda, mas ela precisa se aposentar. Vou ajudá-lo a se aposentar, o nome dele é Edson Barboza. Vai ser uma luta tipo helicóptero. Porque ele vai dar o chute rodado e eu vou dar de volta. Eu não ligo. Também posso vencer Sodiq. Sei como vencer Edson, só isso", declarou o lutador.

Muhammad Naimov, de 29 anos, é uma promessa do UFC. O tajique iniciou sua trajetória no MMA em 2018 e estreou na organização em 2023. Nela, o atleta venceu Jamie Mullarkey e Nathaniel Wood. Como profissional, 'Hillman' construiu um cartel composto por dez vitórias, sendo sete pela via rápida (cinco por nocaute e duas por finalização), e duas derrotas.

Aos 37 anos, Edson Barboza fez novamente história em sua última apresentação. Depois de quase ser nocauteado no primeiro round com Sodiq Yusuff, o friburguense conseguiu uma virada impressionante no peso-pena (até 66,2 quilos) e venceu por decisão unânime (49-46, 48-46 e 48-46). Além disso, Barboza ainda levou o nono bônus de “luta da noite” na organização, um recorde.

O atleta de Nova Friburgo, um dos grandes nomes de todos os tempos do UFC na luta em pé, integra o elenco do Ultimate desde 2010, se encontra na 11ª posição no ranking da categoria – liderado por Alexander Volkanovski - e disputou 28 lutas pelo Ultimate, onde venceu 17 confrontos (boa parte deles de maneira marcante) e perdeu 11 combates. Barboza ainda aguarda pela confirmação do próximo desafio.

  • Foto da galeria

    Edson Barboza aguarda por novo desafio, após encerrar 2023 em alta (foto: divulgação)

  • Foto da galeria

    Aos 29 anos, Muhammad Naimov é tratado como ma promessa da organização (foto: divulgação)

TAGS:

A Direção do Jornal A Voz da Serra não é solidária, não se responsabiliza e nem endossa os conceitos e opiniões emitidas por seus colunistas em seções ou artigos assinados.

Sem capina

quinta-feira, 11 de janeiro de 2024
por Jornal A Voz da Serra

“Li na semana passada a reportagem deste jornal denunciando a falta de capina em vários pontos da cidade, onde o mato alto chama atenção. Moro no bairro Braunes e a situação aqui também está bem crítica quanto a falta de capina nas ruas. Desde novembro do ano passado fiz à prefeitura uma solicitação de capina na minha rua e até agora nada. Inclusive tenho o protocolo. A última vez que a equipe da prefeitura esteve aqui para capinar a rua foi em abril (de 2023).

“Li na semana passada a reportagem deste jornal denunciando a falta de capina em vários pontos da cidade, onde o mato alto chama atenção. Moro no bairro Braunes e a situação aqui também está bem crítica quanto a falta de capina nas ruas. Desde novembro do ano passado fiz à prefeitura uma solicitação de capina na minha rua e até agora nada. Inclusive tenho o protocolo. A última vez que a equipe da prefeitura esteve aqui para capinar a rua foi em abril (de 2023). Pago em dia todos os anos um dos IPTUs mais caros da cidade e também o foro e para ter um serviço básico do município tenho que implorar e, o pior, sem conseguir a atenção devida das autoridades. Muito difícil essa situação.” 

Raquel Souza

TAGS:

A Direção do Jornal A Voz da Serra não é solidária, não se responsabiliza e nem endossa os conceitos e opiniões emitidas por seus colunistas em seções ou artigos assinados.