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Novo desafio

sábado, 11 de julho de 2026
por Vinicius Gastin

Friburguense confirmado na Brasil Soccer Cup Sub-16

A base do Friburguense segue ativa, e novamente vez irá participar de uma das competições mais importantes envolvendo os garotos a nível nacional. O Tricolor da Serra está confirmado na edição de 2026 da Brasil Soccer Cup Sub-16, inclusive com a primeira fase tendo Nova Friburgo como sede, com partidas realizadas no Estádio Eduardo Guinle.

Friburguense confirmado na Brasil Soccer Cup Sub-16

A base do Friburguense segue ativa, e novamente vez irá participar de uma das competições mais importantes envolvendo os garotos a nível nacional. O Tricolor da Serra está confirmado na edição de 2026 da Brasil Soccer Cup Sub-16, inclusive com a primeira fase tendo Nova Friburgo como sede, com partidas realizadas no Estádio Eduardo Guinle.

“Nova Friburgo será palco de uma das maiores competições de base do país, reunindo clubes de destaque nacional e equipes que representam a elite do futebol brasileiro. Com isso, estaremos  aproximando nossa torcida de grandes confrontos e fortalecendo ainda mais o futebol de base da região”, diz a postagem do clube nas redes sociais.

O Friburguense está no Grupo D da competição, ao lado de Palmeiras, Imperial e Petrópolis. Todas as partidas da chave são realizadas no estádio Eduardo Guinle, e a estreia do Tricolor da Serra será no próximo dia 19, contra o Petrópolis, às 11h. No dia seguinte, o Frizão encara o Imperial, às 9h, e encerra a participação nesta primeira fase no dia 21, contra o Palmeiras, às 11h.

 “O Friburguense terá a oportunidade de colocar seus jovens talentos frente a frente com grandes referências da formação nacional, em um ambiente de alto nível técnico, aprendizado e visibilidade. Mais do que participar de um campeonato, é a chance de representar nossa cidade em um cenário que reúne clubes de primeira divisão, grandes investimentos e algumas das principais categorias de base do Brasil”, celebra o clube.

A Brasil Soccer Cup é realizada desde 2022 pela Liga Macaense de Desportos (LMD), conta com a supervisão da Ferj e é reconhecida oficialmente pela Confederação de Futebol Brasileira (CBF), como um torneio nacional das categorias Sub-16 e Sub-14. Flamengo, Vasco, Palmeiras, Santos, Atlético Mineiro, Bragantino, Goiás e Juventude são alguns dos times que também estarão participando desta edição.

Profissional conhecerá caminho

Enquanto a base segue com os seus desafios, o time profissional do Friburguense vai conhecer o seu caminho na quarta divisão do futebol estadual nesta próxima semana. Foi divulgada pela Ferj a convocação para o Arbitral da Série B1 e da Série B2 2026, reunião que consolida regulamento, tabela e demais detalhes das competições. O encontro acontece nesta segunda-feira, 13, às 14h para a Série B1 e às 16h para a Série B2.

Na Série B2, além do Friburguense, estão Paduano, Santa Cruz, Belford Roxo, Serra Macaense, Paraty, 7 de Abril e Rio de Janeiro, além dos semifinalistas da Série C. Já na Série B1, equivalente à terceira divisão do Rio, a disputa será entre São Cristóvão, Duque de Caxias, Petrópolis, Niteroiense, Campo Grande, Artsul, Carapebus, Nova Cidade, Goytacaz, Macaé, Serrano e Audax.

Tabelão do Friburguense

Local: Estádio Eduardo Guinle – Nova Friburgo

Período: 19 a 21 de julho

19/07 (1ª rodada)

11h – Friburguense x Petrópolis FC

20/07 (2ª rodada)

09h – Imperial FC x Friburguense

21/07 (3ª rodada)

11h – Friburguense x Palmeiras

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    Frizão terá a oportunidade de testar seus jovens talentos contra equipes de grande expressão do país (Foto: Divulgação Vinicius Gastin)

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    Tricolor já esteve presente em outras edições, e mais uma vez confirma participação (Foto: Divulgação Vinicius Gastin)

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Última chance

sexta-feira, 10 de julho de 2026
por Vinicius Gastin

Desafio da Ponte 2026 entra na reta final de inscrições

Desafio da Ponte 2026 entra na reta final de inscrições

Uma das provas mais originais do calendário do atletismo do Rio de Janeiro, o Desafio da Ponte 2026 entra na reta final de inscrições, com as últimas vagas disponíveis para a edição marcada para o dia 2 de agosto. Os corredores que ainda desejam participar da travessia ainda podem garantir presença na única corrida do ano que permite atravessar a Ponte Rio–Niterói com uma das vias da maior ponte do hemisfério sul totalmente fechada para os atletas. As inscrições podem ser realizadas pelo site oficial do evento.

A participação está condicionada à comprovação de índice técnico, que pode ser feita por meio de certificado de prova oficial realizada no último ano ou por link da atividade acompanhado de print do Strava. Todos os comprovantes enviados passam por análise e validação antes da confirmação da inscrição. Os tempos mínimos e os critérios completos de participação estão disponíveis no regulamento da prova.

O Desafio da Ponte oferece uma experiência única aos corredores: durante algumas horas, uma das vias da  Ponte Rio-Niterói é totalmente fechada para que os atletas percorram um trajeto exclusivo sobre a Baía de Guanabara, ligando o Caminho Niemeyer, em Niterói, ao Boulevard Olímpico, no Rio de Janeiro.

De volta ao calendário

A expectativa para a edição de 2026 é repetir o sucesso da retomada realizada no ano passado, quando o Desafio da Ponte voltou ao calendário após 13 anos e reuniu mais de seis mil corredores. A experiência foi aprovada pelos participantes, que encontraram uma arena de chegada preparada para receber atletas, familiares e acompanhantes no Boulevard Olímpico, com ativações dos patrocinadores, área de recovery e o show da banda Barão Vermelho, que reuniu cerca de 13 mil pessoas.

O percurso também proporcionou uma disputa de alto nível entre atletas brasileiros e estrangeiros. O ugandense Mark Kiptoo venceu a disputa masculina ao completar os 21 quilômetros em 1h03min22s, enquanto a queniana Emily Chebet conquistou o título feminino com o tempo de 1h17min28s.

Entre os brasileiros, os destaques foram Miguel Morone, melhor colocado no masculino, e Glauciele de Oliveira de Souza, que liderou a participação nacional entre as mulheres.

A edição de retorno também teve a sustentabilidade como um de seus principais pilares. Pela primeira vez, os tradicionais copos plásticos foram substituídos por sachês de água nos pontos de hidratação instalados sobre a ponte, iniciativa que registrou adesão superior a 90% dos corredores à campanha de descarte consciente, com mais de 19 mil sachês devolvidos.

Em 2026, a expectativa é reunir novamente milhares de corredores para mais uma edição da travessia. As inscrições seguem abertas até o preenchimento do limite técnico de participantes.

Foto da galeria
Desafio da Ponte é uma das provas mais aguardadas por atletas do Estado do Rio (Foto: Pedro Macedo/Desafio da Ponte)
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Saldo de um ponto na Série A2

quinta-feira, 09 de julho de 2026
por Vinicius Gastin

Frizão perde uma e empata outra com o Paduano no Sub-15 e Sub-17

Em mais um compromisso pelo Campeonato Carioca da Série A2, pelas categorias Sub-15 e Sub-17, o Friburguense voltou de Xerém, distrito de Duque de Caxias, com um ponto na bagagem.

Frizão perde uma e empata outra com o Paduano no Sub-15 e Sub-17

Em mais um compromisso pelo Campeonato Carioca da Série A2, pelas categorias Sub-15 e Sub-17, o Friburguense voltou de Xerém, distrito de Duque de Caxias, com um ponto na bagagem.

No último sábado, 4, o Frizão viajou para enfrentar o Paduano, que mandou as partidas no Centro de Treinamentos do Tigres, no Rio de Janeiro, e teve como melhor resultado um empate. O Tricolor volta a jogar em casa neste sábado, 11, quando recebe o America, a partir das 13h45, no Eduardo Guinle. A entrada é gratuita.

Primeiro a entrar em campo, o time juvenil empatou pelo placar de 2 a 2. O Tricolor da Serra saiu atrás do placar, chegou a buscar a virada com os gols de Maicon e Yan Alves, mas acabou cedendo o empate ao adversário.

Com o resultado, a equipe soma agora sete pontos, ocupando a sétima posição do grupo A. No infantil, o Friburguense acabou perdendo por 3 a 0. Na categoria, o Tricolor ocupa a sexta colocação da chave, com sete pontos ganhos.

No Sub-17, o Frizão foi a campo no último fim de semana com Thiago, Gabriel, Renan, Yuri e Iago Botelho; Renan Daudt, Maicon, Arthur Fábio e Gabriel; Felipe e Yan.

Já a equipe Sub-15 foi escalada com Enzo, Lucas Santos, Bernardo Rodrigues, Conrado e Davi Buchelle; Davi Sabino, Herick, Bernardo e Cauã Luca; PH e Caio Freitas.

O Frizão está no grupo A da competição, a chave que conta com 12 equipes, ao lado de Pérolas Negras, Resende, Bonsucesso, Serrano, Americano, São Gonçalo, Petrópolis, Univassouras Artsul, Santa Cruz, Paraty e Rio de Janeiro. Já o Grupo B tem Olaria, America, Audax Rio, Cabofriense, Araruama, Niteroiense, Campo Grande, Nova Cidade, Paduano, 7 de Abril e Serra Macaense, com o total de 11 times.

O campeonato

Conforme o regulamento serão 12 rodadas, onde todos jogam contra todos do outro grupo, sendo que um time do Grupo A sempre folgará na rodada - uma chave tem número par de clubes e, a outra, ímpar. Após a disputa da primeira fase, avançam para as quartas de final as oito equipes melhor classificadas, sendo quatro de cada grupo.

Nesta fase serão dois jogos de mata-mata, com os dois primeiros colocados de cada chave tendo vantagem no placar agregado e decidindo em casa. Para as semifinais, os times seguem enfrentando adversários do mesmo grupo, também em dois jogos de mata-mata, com as equipes mais bem classificadas na primeira fase tendo a vantagem do placar agregado e de jogar a segunda partida em casa.

Tabelão do Friburguense

11/jul - Sáb - Friburguense x America
18/jul - Sáb - Nova Cidade x Friburguense
25/jul - Sáb - Friburguense x Audax Rio
01/ago - Sáb - Campo Grande x Friburguense
08/ago - Sáb - Friburguense x Cabofriense
15/ago - Sáb - Niteroiense x Friburguense
22/ago - Sáb - Friburguense x Araruama
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    Tricolor volta do compromisso fora de casa com um ponto ganho no Sub-17 (Fotos: Dudu Correa)

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    Frizão joga novamente em casa neste sábado. Adversário é o America (Fotos: Dudu Correa)

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    Quartas de final da Série C definem adversários do Frizão na B2 carioca: Búzios, Cardoso Moreira e Campos saíram em vantagem nos jogos de ida das quartas de final da Série C Estadual, disputados na tarde da última segunda-feira. Da competição saem alguns dos adversários do Friburguense na Série B2 do Rio. No Los Lários, em Xerém, o time da Região dos Lagos bateu o Rio Barra por 1 a 0. Mesmo placar aplicou o Marreco sobre o Brescia, no Nélio Gomes, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Já o Roxinho derrotou o Tigres do Brasil, por 3 a 2, no Ferreirão, em partida emocionante. Os jogos de volta dos três confrontos serão no próximo domingo, 12, às 14h45. O Búzios enfrenta o Rio Barra, no Correão, em Cabo Frio. Por sua vez, o Cardoso Moreira recebe o Brescia, no Ferreirão, enquanto o Campos visita o Tigres, no Los Lários. (Crédito: Paulo Cândido)

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Rumo aos 50

quarta-feira, 08 de julho de 2026
por Vinicius Gastin

Elo Futsal celebra 48 anos de atividades com a realização de torneio

No caminho para os festejos de cinco décadas de fundação, o Elo Futsal vai celebrar seus 48 anos de atividades com a realização do Torneio Professor Orani Sebastião de Oliveira. O campeonato interno será promovido nesta quarta-feira, 8, a partir das 19h, no Ginásio Municipal Adhemar Francisco Combat, na Via Expressa, em Olaria.

Elo Futsal celebra 48 anos de atividades com a realização de torneio

No caminho para os festejos de cinco décadas de fundação, o Elo Futsal vai celebrar seus 48 anos de atividades com a realização do Torneio Professor Orani Sebastião de Oliveira. O campeonato interno será promovido nesta quarta-feira, 8, a partir das 19h, no Ginásio Municipal Adhemar Francisco Combat, na Via Expressa, em Olaria.

Ao todo, serão quatro equipes na disputa de seis jogos. Dentre as premiações previstas está a entrega de medalhas ao goleiro menos vazado, ao artilheiro e ao jogador mais disciplinado do torneio.

A ideia do Elo Futsal surgiu no final dos anos 1970, a partir da amizade entre José Tadeu e Jairo Campos. A partir de uma conversa, surgiu a intenção de reunir um grupo regularmente para jogar futebol, e o desejo foi repassado para Orani, o então diretor do Instituto Pátria e Cultura, em 1978.

Os primeiros jogos aconteceram no ginásio Celso Peçanha, duas vezes por semana. À época, os campeonatos esportivos surgiram pela cidade e os empecilhos para alugar uma quadra foram muitos. A vontade de continuar reunindo o grupo superava qualquer dificuldade e as partidas se dividiam pelo Clube do Prado, ginásios Glauber Rocha e de Duas Pedras, antiga Fábrica de Rendas Arp, Colégio Estadual Canadá, Torrington, Ciep Licínio Teixeira e Colégio Nossa Senhora das Dores.

Os laços de amizade foram fortalecidos e 20 anos depois o IPC de Futebol de Salão passou a se chamar Elo Futsal. Em 2024, a equipe viveu um momento marcante. Com a presença da Seleção Brasileira da modalidade em Nova Friburgo, os atletas do Elo estiveram no ginásio poliesportivo Alberto da Rosa Pinheiro, no distrito de Conselheiro Paulino, com o objetivo de homenagear os representantes do país na disputa da Copa do Mundo de Futsal, no Uzbesquistão, realizada naquele ano.

Na ocasião, foram entregues aos 15 atletas e ao treinador medalhas alusivas às comemorações pelos 30 anos do Elo Futsal (2008) e 40 anos (2018). Uma placa de homenagem foi oferecida ao administrador da Seleção de Futsal, Bruno Vanço.

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Alguns dos jogadores que fizeram e fazem parte da história do Elo, rumo ao cinquentenário (Foto: Divulgação Vinicius Gastin)
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Brasil volta para casa mais cedo

terça-feira, 07 de julho de 2026
por Vinicius Gastin

Afinal, por que não ganhamos dos europeus?

Em 2006, a Seleção Brasileira perdeu para a França e deu adeus ao sonho do hexa. Na Copa seguinte, foi a vez de a Holanda frustrar os planos brasileiros. Em casa, no Brasil, sofremos o traumático 7 a 1 para a Alemanha, e na decisão pelo terceiro lugar, perdemos para a Holanda. Em 2018 o algoz foi a Bélgica, e em 2022, a Croácia.

A Noruega é a mais nova seleção a bater o Brasil com o dramático 2 a 1 do último domingo, 5. Mais uma européia. E por que não ganhamos mais os europeus em mundiais, desde a final de 2002?

Afinal, por que não ganhamos dos europeus?

Em 2006, a Seleção Brasileira perdeu para a França e deu adeus ao sonho do hexa. Na Copa seguinte, foi a vez de a Holanda frustrar os planos brasileiros. Em casa, no Brasil, sofremos o traumático 7 a 1 para a Alemanha, e na decisão pelo terceiro lugar, perdemos para a Holanda. Em 2018 o algoz foi a Bélgica, e em 2022, a Croácia.

A Noruega é a mais nova seleção a bater o Brasil com o dramático 2 a 1 do último domingo, 5. Mais uma européia. E por que não ganhamos mais os europeus em mundiais, desde a final de 2002?

Poderíamos nos ater apenas ao superficial. Desde os caprichos e inexplicáveis do futebol, no caso do massacre alemão, a detalhes como um contra-ataque não neutralizado diante da Croácia. Ou ao pênalti desperdiçado por Bruno Guimarães, que poderia mudar os rumos da partida contra os noruegueses. Discutir por que não o Vini Jr. cobrar aquela penalidade. Podemos - e devemos - lamentar as várias chances desperdiçadas durante o jogo, ou a atuação inspirada do goleiro adversário.

Todos esses contextos são válidos, mas na visão deste que vos escreve a análise deve ser mais ampla. O mundo evoluiu, e todos aprenderam a jogar futebol. Conforme já escrito nesta coluna, com algumas exceções, a distância entre os melhores e piores já não é tão grande.

Todos têm os seus destaques que brilham nos grandes centros, as suas estratégias. O equilíbrio observado em campo nesta Copa do Mundo é consequência de organização, melhora das estruturas e entendimento do jogo.

Faltou ao Brasil um ciclo decente, diferente deste feito com quatro treinadores, durante 37 jogos até a Copa, apenas 12 deles com Ancelloti. Falta competência para quem administra, planeja e gere. Ainda assim, com tudo isso, falta algo essencial: brasilidade. Jogar como Brasil. Produzir jogadores e pensar o futebol de acordo com a nossa cultura, a nossa forma de ser e de jogar. Que nos levaram a carregar cinco estrelas no peito. E que em algum momento foi perdida.

Scaloni, técnico argentino, falava sobre isso: de uma Seleção representar o seu país, a sua cultura e a sua identidade de jogo. E lá ele o faz: resgatou a identidade de uma Argentina que dita o ritmo. Com seus baixinhos habilidosos e aquele jogo característico. Algo que Klopp tentará fazer na Alemanha. E Ancelotti terá como missão nos próximos quatro anos.

Jogar em transição foi um modelo adotado para fazer do Brasil um time competitivo em meio ao pouco tempo para o italiano trabalhar. Mas o trabalho, a partir de agora, vai além: a transição necessária é aquela que traz as raízes do passado para o presente e para o futuro. Do Brasil que joga de forma alegre, que preserva o talento em detrimento apenas da força física e da organização tática. Que fazem parte, é claro. Mas que podem e devem ter um toque de brasilidade.

E esse processo passa por rever conceitos das nossas divisões de base, investimentos, modelos de trabalho e priorização de contextos. Os clubes precisam sim, formar para vender. Mas é preciso encontrar um equilíbrio para fazer do atleta um produto atraente sem abrir mão do talento. Para que, no topo dessa pirâmide, na Seleção Brasileira, a nossa identidade seja resgatada. E assim possamos voltar a vencer os europeus e o restante do mundo com aquilo que sempre foi o nosso diferencial: a brasilidade.

 

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No topo do jiu-jítsu nacional

Atletas da Neobrasil JJ colocam Friburgo no pódio  

São vários os trabalhos e projetos que revelam e produzem talentos nas diversas modalidades de artes marciais em Nova Friburgo. Iniciativas que transformam vidas, redirecionam caminhos, promovem qualidade de vida e, consequentemente, permitem aflorar uma vocação por muitas vezes escondida - e até mesmo desconhecida pelos próprios atletas em algumas ocasiões.

Um exemplo dentre essas equipes é a Neobrasil JJ. E dois de seus representantes conquistaram resultados importantes em competições recentes. Bia Maia, por exemplo, se sagrou campeã brasileira sem kimono da Confederação Brasileira de Jiu-Jítsu, uma das principais federações que regem a Arte Suave em âmbito nacional e internacional. Bia fez duas lutas difíceis, mas saiu vencedora para alcançar o lugar mais alto do pódio.

Marcio Leandro também brilhou no Brasileiro Sem Kimono, conquistando o terceiro lugar em sua categoria, faturando assim o vice-campeonato no absoluto. O peso médio fez três lutas que exigiram muita técnica e garra, representando a equipe e o CT Brandão Reis.

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    Bia subiu no lugar mais alto do pódio ao brilhar em mais uma competição (Fotos: Arquivo pessoal)

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    Marcio enfrentou adversários difíceis, mas alcançou resultados importantes no Brasileiro (Fotos: Arquivo pessoal)

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Uma só voz

sábado, 04 de julho de 2026
por Vinicius Gastin

Por que a Copa mobiliza milhões de brasileiros?

O futebol é capaz de mover multidões, reforçar sentimentos e unir nações de forma única. O Paraguai, por exemplo, teve um feriado nacional, nesta semana, após a vitória contra a Alemanha. No Brasil, dependendo dos horários, os jogos da Seleção mexem com o funcionamento de setores, altera a rotina das cidades e interfere de maneira única com a emoção dos torcedores. A cada Copa do Mundo, ruas ganham bandeiras, famílias se reúnem para compartilhar costumes e tradições que atravessam gerações.

Por que a Copa mobiliza milhões de brasileiros?

O futebol é capaz de mover multidões, reforçar sentimentos e unir nações de forma única. O Paraguai, por exemplo, teve um feriado nacional, nesta semana, após a vitória contra a Alemanha. No Brasil, dependendo dos horários, os jogos da Seleção mexem com o funcionamento de setores, altera a rotina das cidades e interfere de maneira única com a emoção dos torcedores. A cada Copa do Mundo, ruas ganham bandeiras, famílias se reúnem para compartilhar costumes e tradições que atravessam gerações.

Mais do que uma competição esportiva, o torneio representa um fenômeno social capaz de despertar sentimentos de pertencimento e patriotismo. O movimento da “remada viking” da torcida da Noruega, adversária do Brasil, neste domingo, 5, é um dos grandes símbolos de apresentação da identidade de um povo durante o evento.  Mas por que o futebol exerce tamanha influência na forma como os brasileiros enxergam a si mesmos e ao país?

Para o historiador Rodrigo Rainha, a resposta está ligada ao próprio processo de construção das identidades nacionais. Segundo ele, nações não são realidades naturais, mas construções históricas, políticas e culturais que precisam de símbolos capazes de gerar identificação entre pessoas que, muitas vezes, jamais se conhecerão.

"O futebol se tornou uma das linguagens mais poderosas da identidade brasileira. Ao longo do século 20, especialmente a partir da popularização do rádio e da consolidação das Copas do Mundo, o esporte ajudou a criar uma narrativa coletiva sobre quem somos, transformando vitórias, derrotas e ídolos em elementos da memória nacional", explica.

Ele destaca que grandes eventos esportivos funcionam como espaços de representação simbólica. Neles, atletas e seleções passam a carregar expectativas e sentimentos que vão muito além das quatro linhas.

"Durante uma Copa do Mundo, milhões de pessoas experimentam simultaneamente uma sensação de pertencimento. O indivíduo que muitas vezes não se sente representado por instituições ou pela política encontra, no futebol, uma oportunidade de compartilhar emoções e se reconhecer como parte de uma coletividade", afirma Rainha.

Um fenômeno de entretenimento

Embora reconheça a importância social do futebol, o professor alerta para o risco de reduzir a ideia de nação apenas a símbolos, imagens e manifestações ocasionais de patriotismo. Segundo ele, a sociedade contemporânea transformou os grandes eventos esportivos em fenômenos globais de entretenimento, cercados por publicidade, redes sociais, produtos licenciados e estratégias de marketing que reforçam determinadas narrativas sobre identidade nacional.

"A emoção do torcedor é absolutamente legítima e verdadeira. O problema surge quando o patriotismo se limita ao consumo de símbolos ou quando a imagem do país passa a ser mais importante do que a realidade vivida pelos brasileiros.

A camisa da seleção pode unir momentaneamente, mas não substitui os desafios relacionados à educação, à cidadania ou à redução das desigualdades", observa.

Para Rainha, o patriotismo manifestado durante as competições esportivas não deve ser desprezado. Pelo contrário: ele pode representar uma importante experiência de conexão social. No entanto, o desafio está em transformar esse sentimento em compromisso com a construção de uma sociedade mais inclusiva.

 "O patriotismo que aparece nas arquibancadas, nos bares e nas ruas é uma demonstração legítima de pertencimento. Mas o amor ao país não pode se limitar aos 90 minutos de uma partida. O verdadeiro desafio é transformar essa energia coletiva em responsabilidade com a vida cotidiana, com a democracia, com a diversidade e com o bem-estar da população", destaca.

Em um país marcado por profundas diferenças sociais, econômicas e regionais, o futebol continua sendo um dos poucos elementos capazes de reunir pessoas de origens distintas em torno de uma experiência compartilhada.

Para o historiador, esse fenômeno ajuda a explicar por que a seleção brasileira permanece ocupando um espaço simbólico tão relevante no imaginário nacional.

"A Copa do Mundo nos lembra que ainda somos capazes de sentir juntos. O desafio é fazer com que esse sentimento de coletividade ultrapasse o campo e se transforme em compromisso com a construção de um país em que mais brasileiros possam se reconhecer como parte da mesma história", conclui Rodrigo Rainha.

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Brasileiros se mobilizam, nos mais diversos lugares do mundo, para acompanhar a Seleção em campo (Foto: Erick Maciel)
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Equilíbrio no Sub-17 e Sub-15

sexta-feira, 03 de julho de 2026
por Vinicius Gastin

Friburguense soma um empate e uma derrota contra o Olaria na Série A2

No seu primeiro compromisso em casa pelo Campeonato Carioca da Série A2 das categorias Sub-17 e Sub-15, o Friburguense não conseguiu triunfar. Diante de um adversário tradicional e qualificado, o Tricolor da Serra saiu da rodada com um empate e uma derrota. As partidas contra o Olaria foram realizadas último sábado, 27 de junho, no estádio Eduardo Guinle, e foram válidas pela quarta rodada da competição. Neste sábado, 4, o Frizão viaja para enfrentar o Paduano.

Friburguense soma um empate e uma derrota contra o Olaria na Série A2

No seu primeiro compromisso em casa pelo Campeonato Carioca da Série A2 das categorias Sub-17 e Sub-15, o Friburguense não conseguiu triunfar. Diante de um adversário tradicional e qualificado, o Tricolor da Serra saiu da rodada com um empate e uma derrota. As partidas contra o Olaria foram realizadas último sábado, 27 de junho, no estádio Eduardo Guinle, e foram válidas pela quarta rodada da competição. Neste sábado, 4, o Frizão viaja para enfrentar o Paduano.

Primeiro a entrar em campo, o time juvenil acabou derrotado pelo placar de 1 a 0, com gol marcado aos dez minutos do primeiro tempo, por Miguel. No infantil, o Friburguense chegou a ficar duas vezes atrás do marcador, mas foi buscar o empate por 2 a 2 com os gols de Herick e Bernardo.

No Sub-17, o Frizão foi a campo no último fim de semana com Thiago, Gabriel, Renan, Yuri e Iago Botelho; Renan Daudt, Suíço, Arthur Fábio e Gabriel; Felipe e Yan. Já a equipe Sub-15 foi escalada com Enzo, Lucas Santos, Bernardo Rodrigues, Conrado e Davi Buchelle; Davi Sabino, Herick, Bernardo e Cauã Luca; PH e Caio Freitas. Os dois times são comandados pelo técnico Gedeil.

O Frizão havia vencido os duelos de estreia contra o Serra Macaense, fora de casa, e 7 de Abril, também longe de Nova Friburgo. A equipe está no grupo A, uma chave com 12 equipes, ao lado de Pérolas Negras, Resende, Bonsucesso, Serrano, Americano, São Gonçalo, Petrópolis, Univassouras Artsul, Santa Cruz, Paraty e Rio de Janeiro.

Já o Grupo B terá Olaria, America, Audax Rio, Cabofriense, Araruama, Niteroiense, Campo Grande, Nova Cidade, Paduano, 7 de Abril e Serra Macaense, com o total de 11 times.

Regras

Serão 12 rodadas com todos jogando contra todos do outro grupo, sendo que um time do Grupo A sempre folgará na rodada, uma vez que uma chave tem número par de clubes e, a outra, ímpar. Após a disputa da primeira fase, avançam para as quartas de final as oito equipes melhor classificadas, sendo quatro de cada grupo.

O cruzamento olímpico será definido da seguinte forma: 1º Grupo A x 4º Grupo A, 1º Grupo B x 4º Grupo B, 2º Grupo A x 3º Grupo A e 2º Grupo B x 3º Grupo B. Nesta fase serão dois jogos de mata-mata, com os dois primeiros colocados de cada chave tendo vantagem no placar agregado e decidindo em casa.

Para as semifinais, os times seguem enfrentando adversários do mesmo grupo, também em dois jogos de mata-mata, com as equipes mais bem classificadas na primeira fase tendo a vantagem do placar agregado e de jogar a segunda partida em casa.

A tabela do Friburguense

04/jul - Sáb - Paduano x Friburguense

11/jul - Sáb - Friburguense x America

18/jul - Sáb - Nova Cidade x Friburguense

25/jul - Sáb - Friburguense x Audax Rio

01/ago - Sáb - Campo Grande x Friburguense

08/ago - Sáb - Friburguense x Cabofriense

15/ago - Sáb - Niteroiense x Friburguense

22/ago - Sáb - Friburguense x Araruama

 

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    Frizão ainda faz boa campanha neste início, apesar dos tropeços no Eduardo Guinle (Divulgação / Friburguense)

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    Tricolor viaja para novos desafios fora de casa neste fim de semana (Divulgação / Friburguense)

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Exercícios em alta

quinta-feira, 02 de julho de 2026
por Vinicius Gastin

Proporção de adultos ativos no tempo livre sobe para 49% no Brasil

 A necessidade permanente da atividade física reforça o cenário de transformação no comportamento do brasileiro. Dados do Ministério da Saúde mostram que a prática de atividade física no Brasil vem crescendo de forma consistente. Entre 2009 e 2023, por exemplo, a proporção de adultos que atingem o nível recomendado no tempo livre passou de cerca de 33% para 49%. O movimento consolida uma nova relação com a rotina de exercícios.

Proporção de adultos ativos no tempo livre sobe para 49% no Brasil

 A necessidade permanente da atividade física reforça o cenário de transformação no comportamento do brasileiro. Dados do Ministério da Saúde mostram que a prática de atividade física no Brasil vem crescendo de forma consistente. Entre 2009 e 2023, por exemplo, a proporção de adultos que atingem o nível recomendado no tempo livre passou de cerca de 33% para 49%. O movimento consolida uma nova relação com a rotina de exercícios.

Ao mesmo tempo, esse avanço traz o desafio de manter a regularidade dos treinos ao longo do tempo, algo que depende de cuidados adequados com o corpo. Nesse contexto, a recuperação muscular passa a ganhar relevância como parte essencial da rotina. Essa tendência é confirmada pela pesquisa “Adequa Brasil: reflexões da atividade física em nosso país”, do Instituto Locomotiva em parceria com uma empresa farmacêutica.

O estudo mostra que 71% das pessoas das classes A e B praticam alguma atividade física, enquanto apenas 7% o fazem por estética ou controle de peso. A maioria se exercita por saúde geral (36%), bem-estar (27%) e preparo para o envelhecimento (12%), reforçando o exercício como parte do autocuidado.

Com mais pessoas ativas, surge também um ponto de atenção: a dificuldade de sustentar essa rotina de forma consistente. Nesse cenário, a recuperação muscular deixa de ser um aspecto secundário e passa a desempenhar papel central na continuidade dos treinos.

Evidências científicas mostram que o exercício físico, especialmente quando intenso ou frequente, pode provocar microlesões nas fibras musculares, inflamação e aumento da fadiga, impactando diretamente o desempenho e o tempo de recuperação do organismo.

A ausência desse cuidado pode levar ao acúmulo de fadiga, maior risco de lesões e redução da capacidade funcional, além de intervalos mais longos entre as atividades, comprometendo a evolução e a adesão à prática.

Prevenção a doenças

De acordo com o Ministério da Saúde, a prática regular de atividade física está associada à prevenção de doenças crônicas, melhora da capacidade funcional e promoção do bem-estar mental. Para que esses benefícios se mantenham ao longo do tempo, é fundamental equilibrar estímulo e recuperação.

Nesse processo, a nutrição assume papel central, ao contribuir para a reposição de energia e a reparação muscular após o exercício. Aliada à hidratação e ao descanso, ela ajuda o organismo a se adaptar ao esforço físico e sustentar a regularidade dos treinos.

Com o aumento da frequência dos exercícios, cresce também a busca por estratégias que apoiem a recuperação energética e o equilíbrio do organismo após o esforço físico. Alimentação adequada, hidratação e descanso deixam de ser coadjuvantes e passam a desempenhar papel central na recuperação. Diretrizes em medicina esportiva apontam que o período pós-treino é determinante para a adaptação do corpo e a continuidade da prática.

Nesse contexto, aumenta a procura por alternativas que possam complementar o suporte à recuperação pós-exercício, especialmente aquelas baseadas em ingredientes de origem natural. A literatura científica tem avançado na investigação de compostos com potencial antioxidante e papel no metabolismo energético, associados à recuperação do organismo após o esforço físico.

Esse cenário se reflete também no comportamento dos praticantes: segundo o Instituto Locomotiva, 60% utilizam vitaminas ou suplementos regularmente, enquanto 63% demonstram preferência por opções com ingredientes naturais.

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Prática regular de atividade física está associada à prevenção a diversos benefícios já comprovados (Foto: Divulgação / Arquivo)
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Na história

quarta-feira, 01 de julho de 2026
por Vinicius Gastin

Sancionada Lei Geral da Copa do Mundo Feminina 2027, no Brasil  

Foi sancionada pelo Governo Federal a Lei Geral da Copa do Mundo Feminina da Fifa, que será realizada no Brasil em 2027, marco legal que estabelece as condições necessárias para a realização da principal competição esportiva feminina do planeta.

A elaboração foi amplamente debatida com os ministérios envolvidos, a CBF, a Fifa, instituições parceiras e o Congresso Nacional, refletindo um processo de diálogo e construção coletiva.

Sancionada Lei Geral da Copa do Mundo Feminina 2027, no Brasil  

Foi sancionada pelo Governo Federal a Lei Geral da Copa do Mundo Feminina da Fifa, que será realizada no Brasil em 2027, marco legal que estabelece as condições necessárias para a realização da principal competição esportiva feminina do planeta.

A elaboração foi amplamente debatida com os ministérios envolvidos, a CBF, a Fifa, instituições parceiras e o Congresso Nacional, refletindo um processo de diálogo e construção coletiva.

Para o Ministério do Esporte, a sanção representa mais do que uma etapa dos preparativos para a competição. O momento marca o início de uma nova fase de construção dos impactos que o país pretende deixar a partir da realização do torneio.

“A sanção da Lei Geral da Copa marca uma nova etapa dos preparativos do Brasil para receber a principal competição esportiva feminina do planeta. Nosso compromisso é garantir que os benefícios da Copa permaneçam no país muito depois do apito final, é garantir o legado social e esportivo que estamos construindo”, afirmou o ministro do Esporte, Paulo Henrique Cordeiro.

Regras específicas

A Lei Geral da Copa estabelece mecanismos necessários para a realização do torneio, incluindo medidas relacionadas à organização operacional do evento, proteção de marcas, credenciamento, recepção de delegações e demais garantias exigidas para competições internacionais dessa magnitude.

A Lei também assegura a aplicação, durante o torneio, dos benefícios de meia-entrada previstos na legislação brasileira vigente, com o objetivo de ampliar o acesso da população às partidas e promover a inclusão de diferentes públicos no evento.

“Temos convicção de que esse propósito é compartilhado pela Fifa e pela CBF. Por isso, concentraremos esforços para mobilizar o país em torno da Copa do Mundo Feminina da Fifa 2027, criando condições que estimulem a presença de torcedores nos estádios e fortaleçam o engajamento da sociedade com a competição”, acrescentou o Ministro.

“O maior resultado da Copa não estará apenas nos estádios. Estará nas oportunidades criadas para milhões de meninas e mulheres brasileiras. Queremos que a realização do torneio contribua para fortalecer o esporte feminino, ampliar espaços de liderança e inspirar novas gerações”, acrescentou o ministro.

A realização da Copa do Mundo Feminina da Fifa Brasil 2027 está alinhada a uma estratégia mais ampla do Governo Federal de utilizar o esporte como instrumento de inclusão, desenvolvimento e transformação social. Nesse contexto, o torneio dialoga com agendas prioritárias como a promoção da igualdade de oportunidades, o fortalecimento da participação feminina em espaços de liderança, a ampliação do acesso ao esporte e a prevenção da violência contra as mulheres.

O legado da competição

Para a secretária extraordinária da Copa do Mundo Feminina da Fifa Brasil 2027, Juliana Agatte, o legado da competição começa a ser construído antes mesmo do início dos jogos.

“A Copa do Mundo Feminina da Fifa Brasil 2027 é uma oportunidade histórica para ampliar espaços de liderança para mulheres dentro e fora do esporte. O legado da Copa começa antes da bola rolar e será construído a partir das oportunidades que conseguirmos criar para meninas e mulheres em todo o país”, destacou.

Entre os resultados esperados estão o fortalecimento do futebol feminino, a ampliação da participação de mulheres em funções técnicas e de gestão esportiva, o estímulo à prática esportiva entre meninas e a valorização da trajetória das pioneiras que ajudaram a construir a história da modalidade no Brasil. A expectativa do Governo Federal é que a Copa do Mundo Feminina da Fifa Brasil 2027 deixe impactos permanentes para além do período de realização da competição.

“O Brasil foi escolhido para sediar a Copa. Agora queremos ser reconhecidos pelos impactos positivos que deixaremos para as próximas gerações. A Copa será disputada durante um mês. Os benefícios que queremos construir devem durar décadas”, concluiu o ministro Paulo Henrique. Agora os estados e municípios devem replicar em suas instâncias legislativas a publicação da lei do evento.

 

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Porém, ainda é o Brasil...

Vitória sobre o Japão no mata-mata classifica a Seleção para as oitavas de final

 “O Brasil não é mais o mesmo”. E o atacante do Japão Kento Shiogai tem lá certa razão na sua fala. Porque o mundo não é mais o mesmo. Já foi o tempo em que existia um abismo entre o Brasil e o Japão. Entre a eliminada Alemanha e o classificado Paraguai. Entre o Marrocos, semifinalista do último Mundial, e a Holanda, eliminada pelos marroquinos nesta edição. Entre as melhores e as medianas seleções.

E, por um lado, o Brasil não deverá ser mais o mesmo, de fato. Porque a era dos grandes esquadrões que vestiram a camisa verde e amarela passou. Já se foi o tempo em que alguma Seleção entrava em campo numa Copa e a expectativa era saber o tamanho da goleada. É algo cada vez mais raro. Agora se faz necessário formar um time. Uma identidade. O Brasil que enfrentou o Japão não é mais o mesmo que iniciou a Copa do Mundo. Na escalação e no desempenho.

Longe de ser brilhante e impecável. Aliás, pecamos bastante ao conceder aos japoneses o contra ataque que tanto aguardavam, a partir de um erro de passe no meio-campo, tornando mais confortável do que nunca a sua linha de cinco. O seu bloco baixo. Como também era baixa a criatividade de um Brasil que se limitava a cruzar a bola na grande área. Sem dar ritmo ao jogo, sem incomodar o adversário. Pobre nas ideias, preso a uma marcação bem organizada.

Faltava o diferente. E coube ao criticado Casemiro colocar no fundo das redes o precioso cruzamento de Gabriel Magalhães. Marcar cansa mais do que propor, e o Japão sentiu. O Brasil igualmente sentiu que dava para buscar a virada. Que poderia ter vindo na genialidade de Vini Jr., que parou em Suziki e depois na trave. Ou em uma das tantas bolas cruzadas à grande área, com direito a uma delas salva em cima da linha.

Mas a solução para tirar o grito de gol e garantir a celebração pela vaga veio do banco. Dos pés de Martinelli, a escolha de Ancelotti que poucos fariam. Do acerto, já de outros jogos, em aproximar Bruno Guimarães da grande área, o responsável por achar o autor do tento que carimbou a classificação para as oitavas de final. O técnico italiano tem estrela.

O Brasil pode não ser mais o mesmo, e por um lado, é preciso reconhecer. Contudo, em qualquer dos lados, ainda que não seja o mesmo, sempre será o Brasil. Do talento, da camisa pesada. O das cinco estrelas. Que segue seu caminho na busca pela sexta.

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Primeira seleção feminina brasileira aquece antes de partida no Torneio Experimental da Fifa (1988), na China (Foto: Acervo Museu do Futebol/Divulgação)
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Em busca do mundo

terça-feira, 30 de junho de 2026
por Vinicius Gastin

Friburguense Marcus Vinicius vai integrar a Seleção Brasileira de Futmesa

Nova Friburgo terá um atleta na Seleção Brasileira de Futebol de Mesa, que irá representar o país durante a disputa do Campeonato Mundial ITFC, a ser realizado entre os dias 8 e 11 de outubro em Budapeste, na Hungria. Marcus Vinicius, um dos nomes mais vitoriosos da modalidade no Estado foi novamente convocado e irá vestir a camisa verde e amarela para a disputa da competição.

Friburguense Marcus Vinicius vai integrar a Seleção Brasileira de Futmesa

Nova Friburgo terá um atleta na Seleção Brasileira de Futebol de Mesa, que irá representar o país durante a disputa do Campeonato Mundial ITFC, a ser realizado entre os dias 8 e 11 de outubro em Budapeste, na Hungria. Marcus Vinicius, um dos nomes mais vitoriosos da modalidade no Estado foi novamente convocado e irá vestir a camisa verde e amarela para a disputa da competição.

O campeonato contará com competições individuais e por equipes nas seguintes modalidades 12 Toques, Chapas e Sectorball. Durante o evento, também será realizado um Campeonato Mundial de Clubes em todas as três modalidades. As regras completas e finais da competição serão publicadas em 1º de outubro, e os vencedores de cada categoria receberão troféus e medalhas.

Atualmente no Fluminense, Marcus Vinicius tem 39 anos de idade e um currículo que o credencia a estar entre os melhores atletas do país. Com passagens por Friburguense e Vasco, o atleta de Nova Friburgo já possui experiências anteriores com a camisa da Seleção, conquistando os Sul-Americanos de 2014, 2015 e 2018, e os Mundiais de 2015, 2018 e 2022, todos na modalidade 12 Toques.

Individualmente, acumula um hexacampeonato estadual na Pastilha - o último deles conquistado na temporada de 2025 -, um bicampeonato na 12 Toques e o título de Campeão Brasileiro da Série Prata 12 Toques, no ano passado. Sem contar as diversas conquistas pelos clubes, à exemplo dos cinco estaduais pelo Friburguense, dois pela modalidade 12 Toques e outros três na Pastilha. 

Recentemente, Marquinhos conquistou a Série Ouro da Copa Rio – 4ª Etapa do Campeonato Estadual de Futebol de Mesa, na Regra 12 Toques, durante evento realizado no ginásio Helena Decache, do Friburguense. A campanha consistente resultou em nove vitórias e três derrotas ao longo da competição. Na decisão, o friburguense venceu Filipe Maia, do Vasco, por 7 a 4.

Para estar presente em mais um Mundial com a Seleção, Marcus Vinicius busca apoio junto a apoiadores e patrocinadores, com o objetivo de viabilizar financeiramente a viagem e a estadia em Budapeste. O contato com o botonista pode ser feito por intermédio das redes sociais ou pelo whatsapp (22) 992264371.

 

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Recomeço

Série C do Rio, que define adversários do Frizão, é retomada

Convocado de forma extraordinária pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj), o Conselho Arbitral da Série C decidiu, por unanimidade, pelo reinício do Campeonato Estadual no último domingo, 28.

Liderada pelo presidente em exercício, Márcio Duba, e conduzida pelo vice-presidente de competições, Marcelo Vianna, a reunião foi convocada para que os clubes pudessem debater e decidir os rumos da Série C, após o Tribunal de Justiça Desportiva (TJD-RJ), de posse de relatório de empresas de integridade que apontam indícios de manipulação de resultados em três partidas, obrigar a paralisação da competição.

Depois de estudar os cenários, as agremiações, por unanimidade, decidiram pelo reinício da competição no dia 28, proporcionando tempo para que o TJD-RJ julgue os casos, sem prejuízo de paralisação futura.

O Tribunal determinou o afastamento cautelar de Ceres, Mageense e Itaboraí Profute do Campeonato Carioca Série C de Profissionais de 2026. Os três clubes são alvo de procedimentos relacionados a partidas da sexta rodada da Taça Waldir Amaral. As decisões foram assinadas por Dilson Neves Chagas, presidente do TJD-RJ, após manifestação da Procuradoria de Justiça Desportiva.

Segundo os autos dos processos, relatórios da Sportradar identificaram movimentações consideradas atípicas no mercado de apostas esportivas. A empresa é especializada no monitoramento de apostas e na integridade de competições. O Mageense é investigado por fatos relacionados à partida contra o Barra Mansa.

Já o Ceres é alvo de apuração referente ao confronto diante do Tigres do Brasil. O Itaboraí Profute, por sua vez, é investigado por ocorrências ligadas ao duelo contra o CAAC Brasil.

O campeonato desperta interesse do Friburguense. Os quatro melhores colocados - semifinalistas - sobem e garantem o acesso à Série B2 Estadual, exatamente a divisão em que o Frizão se encontra atualmente.

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    Sexto título na modalidade Pastilha foi conquistado pelo Flu, na temporada de 2025 (Arquivo pessoal)

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    Marquinhos é novamente convocado para defender a Seleção Brasileira de Futmesa (Arquivo pessoal)

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