Uma mãe tem certeza de que pode afirmar, sem errar, que o rebento é seu filho, coisa que, infelizmente, os pais não podem fazê-lo de maneira 100%, já diz o adágio popular. Mas, essa data tem particularidades, pois não é unanimidade em todos os países, sendo comemorada em datas diferentes nos vários cantos do mundo.
Uma mãe tem certeza de que pode afirmar, sem errar, que o rebento é seu filho, coisa que, infelizmente, os pais não podem fazê-lo de maneira 100%, já diz o adágio popular. Mas, essa data tem particularidades, pois não é unanimidade em todos os países, sendo comemorada em datas diferentes nos vários cantos do mundo. Uma grande maioria como Alemanha, Austrália, Áustria, Brasil, Canadá, China, Colômbia, Dinamarca, Equador, Estados Unidos, Finlândia, Grécia, Itália, Japão, Nova Zelândia, Países Baixos, Peru, Suíça, Taiwan, Turquia, Uruguai, Venezuela, Zâmbia o segundo domingo de maio foi a data escolhida para essa festividade, mas existem países com a Noruega, Índia, Argentina, Iugoslávia, e muitos outros em que a data é lembrada em meses diferentes.
De acordo com o site https://portaleducamais.com/dia-das-maes-origem-historia-curiosidades-e-significado/, o Dia das Mães é uma das datas comemorativas mais celebradas em todo o mundo, cuja origem remonta à Grécia Antiga. Nessa época, já se realizavam festivais em homenagem à deusa Reia, considerada a mãe de todos os deuses. Porém, o que conhecemos hoje como Dia das Mães começou a tomar forma nos Estados Unidos, no início do século 20.
A professora e ativista Anna Jarvis liderou um movimento para homenagear sua mãe, Ann Reeves Jarvis, que havia sido uma importante figura na luta por melhores condições de saúde para mulheres e crianças durante a Guerra Civil americana. Em 1914, o então presidente dos EUA, Woodrow Wilson, oficializou o segundo domingo de maio como o Dia das Mães nos Estados Unidos. A iniciativa logo se espalhou por outros países, inclusive o Brasil.
A partir da comemoração americana, muitos países seguiram a tendência. Aqui, a Associação Cristã de Moços do Rio Grande do Sul foi quem importou a data, em 1918, sendo oficializada pelo presidente Getúlio Vargas apenas em 1932. Em outros países, tradições religiosas ou seculares acabam suplantando a data original: em Portugal, por exemplo, o primeiro domingo de maio é ligado ao dia de Santa Maria, segundo a tradição católica do país, já na Bolívia o dia 27 de maio foi o escolhido, por conta da defesa de mães em favor de seus filhos em uma batalha contra o exército espanhol, em 1812. Portanto, cada país adaptou essa data de acordo com os seus interesses.
Mas, seja em janeiro, fevereiro, maio, não importa o mês, essa data tem um significado especial, pois além de festejar a maternidade, coloca em destaque o papel da mulher na sociedade moderna. Apesar de que no passado remoto, ela tenha sido relegada a um segundo plano, a importância da mãe jamais foi renegado e sempre marcou, profundamente, a história humana. Foi de um ventre materno que saíram as figuras mais importantes de que temos conhecimento tais como Abrãao, Jesus Cristo, Leonardo da Vinci, Napoleão Bonaparte, Albert Einstein, Albert Sabin, etc.
Apesar dos regimes totalitários tentarem, de todas as maneiras, destruírem a família, como instituição norteadora das nações, é a mulher que detém o papel de destaque na manutenção da família e da sociedade. Além de botar no mundo um novo ser, cuidar dele com uma força e a perseverança inigualáveis, os educa, os orienta e os prepara para serem alguém, quando adultos, mantendo a chama da vida sempre acesa. Figuras de destaque ou não, seja em que país for, sempre tiveram uma mãe, na retaguarda, dando o apoio e a orientação necessárias para que se tornassem pessoas importantes na sociedade. É lógico que não se nega a importância do pai na criação dos filhos, mas a ligação que se inicia no ventre materno, faz o diferencial. O pai é, em tese, o provedor da família e o protetor desse núcleo, mas as necessidades da vida moderna modificaram esse conceito. A mulher além das tarefas básicas da maternidade, tem de se desdobrar em outras atividades o que enaltece ainda mais a figura do ser mãe.
Hoje, como não podia deixar de ser, o Dia das Mães se banalizou, em função de se tornar muito mais uma festa comercial, uma maneira de aumentar as vendas do comércio, junto com o Natal, a Páscoa, o dia das Crianças e o dia dos Namorados. Mas, o que temos de ter em mente é que dar presentes, na realidade, é um hábito que se tornou rotina, mas que se torna pequeno face à grandeza do amor que se dedica a essa figura tão importante, na vida de todos nós. Quem já as perdeu em função da realidade da vida, não deixe nessa data de fazer uma oração em sua memória, pois a elas devemos a nossa existência, nosso desempenho no dia a dia de nossa estada aqui na Terra.
Parabéns a todas as mães de nossa cidade, não importa se vivas ou já falecidas, pois elas têm lugar na história e é nossa obrigação lembrar delas sempre, com amor e carinho.
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