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Papa: palavra sempre de Pastor

terça-feira, 14 de julho de 2026
por Vatican News

Mesmo quando fala de paz e de guerra, de acolhimento aos migrantes ou de como permanecer humano na era da inteligência artificial, o sucessor de Pedro, o Papa Leão XIV, é e continua sendo sempre um líder espiritual. O fato de o bispo de Roma, em virtude dos Pactos Lateranenses de 1929 que resolveram a “Questão Romana”, ser também soberano do menor Estado do mundo – menos de meio quilômetro quadrado no coração da capital italiana – não significa, de fato, que ele aja ou se expresse como político quando aborda temas que dizem respeito aos acontecimentos da nossa humanidade.

Mesmo quando fala de paz e de guerra, de acolhimento aos migrantes ou de como permanecer humano na era da inteligência artificial, o sucessor de Pedro, o Papa Leão XIV, é e continua sendo sempre um líder espiritual. O fato de o bispo de Roma, em virtude dos Pactos Lateranenses de 1929 que resolveram a “Questão Romana”, ser também soberano do menor Estado do mundo – menos de meio quilômetro quadrado no coração da capital italiana – não significa, de fato, que ele aja ou se expresse como político quando aborda temas que dizem respeito aos acontecimentos da nossa humanidade.

Paulo VI explicou isso muito bem, ao discursar em 4 de outubro de 1965 na Assembleia Geral das Nações Unidas: “Este encontro, como todos vós compreendeis — disse o Papa Montini —, marca um momento simples e grandioso. Simples, porque tendes diante de vós um homem como vós; ele é vosso irmão e, entre vós, representantes de Estados soberanos, um dos menores, revestido também ele — se assim preferirdes nos considerar — de uma soberania temporal minúscula, quase simbólica, a quanto lhe basta para ser livre para exercer sua missão espiritual e para garantir a quem quer que trate com ele que é independente de qualquer soberania deste mundo”.

O Papa, em visita aos Estados Unidos, acrescentou logo em seguida, falando de si mesmo: “Ele não possui nenhum poder temporal, nem qualquer ambição de competir convosco; de fato, não temos nada a pedir, nenhuma questão a levantar; se há algum desejo a expressar e uma permissão a solicitar, é o de poder servir-vos naquilo que Nos é dado fazer, com desprendimento, humildade e amor”.

É verdade que, para garantir a liberdade absoluta do Vigário de Cristo, há quase 100 anos foi estabelecido que houvesse um minúsculo pedaço de terra onde o bispo de Roma e pastor da Igreja universal fosse também soberano, ou seja, chefe de Estado. Mas tratava-se, e trata-se, de uma convenção para reconhecer justamente essa necessidade de independência em relação a qualquer outro Estado, e não a afirmação de uma dupla missão.

Qualquer exaltação ou supervalorização do papel do Pontífice como chefe de Estado, qualquer ênfase na importância desse papel, acaba sendo, portanto, enganosa, pois prejudica sua única e verdadeira missão de Pastor universal. Um Pastor que se dirige aos católicos, aos cristãos, aos crentes e a todos os homens de boa vontade com o único intuito de anunciar o Evangelho, sua mensagem de amor, de fraternidade e de paz “desarmada e desarmante”.

Isso foi bem destacado pelo então cardeal Giovanni Battista Montini, cardeal-arcebispo de Milão, em seu discurso no Capitólio em 10 de outubro de 1962, na véspera da inauguração do Concílio Ecumênico Vaticano II. Nesse discurso, o futuro Papa, ao falar do fim do poder temporal da Igreja com a queda do Estado Pontifício em 1870, disse: “Foi então que o papado retomou, com vigor inusitado, suas funções de mestre de vida e de testemunho do Evangelho, de modo a alcançar uma altura tão elevada no governo espiritual da Igreja e na irradiação moral sobre o mundo, como nunca antes”.

Respeito à vida

Quando pede que a vida humana seja sempre respeitada e protegida em todas as fases de sua existência, quando fala de paz pensando no bem dos povos e pede que se ponha fim à louca corrida ao rearmamento, superando até mesmo o conceito de “guerra justa”, quando convida ao diálogo e à negociação, invocando o Magistério da Doutrina Social, quando pede que os migrantes sejam considerados pessoas a serem acolhidas, sem jamais esquecer sua dignidade humana, quando nos lembra que os pobres estão no centro do Evangelho e que devemos construir sociedades mais justas e equitativas, quando defende o direito à liberdade religiosa, quando ressalta a importância de zelar pela Criação para transmiti-la aos nossos filhos e netos, o Sucessor de Pedro não está falando como chefe de Estado. Ele está simplesmente anunciando o Evangelho.

Fonte:Vatican News

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O vício arrasta vidas inteiras ao abismo

terça-feira, 14 de julho de 2026
por Tereza Malcher

As obras literárias “Camaleão”, livro infantojuvenil, de Maria Clara Cavalcanti, e “Trilogia de Copenhagen: infância, juventude e dependência”, da autora dinamarquesa Tove Ditlevsen, foram dois livros que me despertaram para um tema difícil de abordar, triste e delicado. Faz tempo que estou adiando desenvolvê-lo posto que expõe a cruel realidade decorrente do vício na vida pessoal do dependente, em sua vida familiar, nos laços afetivos e nas relações sociais. São histórias que se repetem, esgarçam propósitos de vida e anulam esperanças, processos que arrastam vidas inteiras a um abismo.

As obras literárias “Camaleão”, livro infantojuvenil, de Maria Clara Cavalcanti, e “Trilogia de Copenhagen: infância, juventude e dependência”, da autora dinamarquesa Tove Ditlevsen, foram dois livros que me despertaram para um tema difícil de abordar, triste e delicado. Faz tempo que estou adiando desenvolvê-lo posto que expõe a cruel realidade decorrente do vício na vida pessoal do dependente, em sua vida familiar, nos laços afetivos e nas relações sociais. São histórias que se repetem, esgarçam propósitos de vida e anulam esperanças, processos que arrastam vidas inteiras a um abismo.

“Camaleão” fala de uma menina que gostaria de desaparecer no estampado do sofá, na escuridão da noite ou no azul da colcha da sua cama sempre que sentisse um cheiro diferente no beijo do pai. Quando isso acontecia, ele se tornava uma pessoa cruel, fazendo lágrimas escorrerem nos olhos da mãe e a menina fugir para a casa da avó. Com uma linguagem cuidadosa e preocupada com o entendimento do leitor infantil, a autora mostra a realidade sofrida e destrutiva de uma família que convive com o vício do álcool. O que não é raro nas famílias, ao contrário, é mais comum do que se possa imaginar.

Maria Clara, através de “Camaleão”, é solidária às crianças que sofrem com o alcoolismo de um dos pais ou parentes que convivem na mesma casa. Mostra, ao longo da história, que mudar é possível e que cada um pode tomar as rédeas da própria vida.

Tove Ditlevsen escreve sua autobiografia em “Trilogia de Copenhagen”, que foi considerada pelo New York Times um dos melhores livros do século XXI. De fato, ela escreve, com coragem, sua travessia pela vida, desde criança, sem deixar de mostrar, com minúcias, as dificuldades que passou e conquistas que realizou, sendo a literária bastante significativa. A meu ver, a mais importante foi o enfrentamento do vício em opioides (classe de drogas analgésicas potentes que atuam no sistema nervoso central para aliviar dores e apresentam alto risco de dependência e efeitos colaterais graves).

O vício percorre os caminhos biológicos e existenciais de uma pessoa, através do uso de substâncias químicas que têm o poder de iludir por uma recompensa anestésica, digamos assim, que, através do prazer momentâneo, sequestra-a da rotina diária. É um hábito, de início, altamente sedutor que vai retirando sua liberdade individual, esvaziando os significados da vida, incapacitando-a de resistir. O viciado, passa, então, a ser movido por um estímulo incontrolável em busca de alívio imediato, seguido de prazer. Ou seja, os vícios têm potencial destrutivo, além de impedirem que o usuário pare para avaliar as consequências que dilaceram a sua vida à longo prazo. Podem levar à morte.

A droga, seja de que natureza for, desfragmenta a autonomia humana: o corpo, a mente e a afetividade. Corrói a identidade, a autoestima, as propostas de vida e, principalmente, o livre-arbítrio do viciado. É como uma espiral repetitiva, cujos eventos são muitas vezes trágicos.

Além dos vícios químicos (álcool, tabagismo, drogas ilícitas e energéticos, dentre outros). Há vícios comportamentais que afetam o sistema de recompensa cerebral de forma semelhante às drogas. Podem causar consequências severas à vida do viciado, como ansiedade, depressão, perda de controle da rotina diária, isolamento social e desajustes na vida familiar. Caracterizam-se pela repetição compulsiva de um comportamento que gera prazer imediato, seguido de arrependimento e prejuízo, como os tão populares jogos de azar, as apostas, os videogames e demais digitais/tecnológicos que causam dependência das redes sociais, dos videogames e da internet em geral. Também pertencem a esse grupo o vício em compras (oniomania) em trabalho (workaholismo).

Todo o vício requer tratamento médico, psicológico, terapias de apoio e alternativas de assistência, não somente do viciado, como dos familiares. Carl Jung considerava que o vício preenche vazios emocionais ou espirituais, enquanto decorrente de um sofrimento profundo. O vício anestesia dores. “É uma tentativa de preencher o vazio da alma que tem a forma de Deus”.

A cura é decorrente de um profundo processo de autoconhecimento. Como do entendimento e aceitação das perdas e dores afetivas e, principalmente, da descoberta dos motivos pessoais para viver.

Meu padrasto, Gilberto Avena, geriatra e cardiologista, sempre me dizia: “A espiritualidade é fundamental em todo processo de tratamento e cura”.

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Olimpíada dos Industriários será em agosto

sábado, 11 de julho de 2026
por Laís Lima (*)

Edição de 12 e 13 de julho de 1976

 

Pesquisado por Laís Lima (*) 

 

Manchetes

 

Edição de 12 e 13 de julho de 1976
 
Pesquisado por Laís Lima (*) 
 
Manchetes
 
Olimpíada dos Industriários começa em agosto - Está confirmada para este 1º de agosto a abertura das Olimpíadas dos Industriários edição de 1976. O Ministro do Trabalho, Arnaldo Prieto, estará presente. Além disso, ele irá inaugurar às 10h30, a Sub-Delegacia do Ministério do Trabalho, agência de Friburgo. Às 12h será recepcionado com um almoço oferecido pelo Centro Industrial e Associação Comercial de Nova Friburgo, contando com a presença de empresários e autoridades locais.
 
Gama vai a Minas – O teatro friburguense vai se apresentar nas cidades mineiras de Uberaba, Sete Lagoas, Santa Luzia, Contagem e Sabará. O Gama foi convidado para o 10º Festival de Inverno de Ouro Preto. Vai também a Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, no Teatro Marília, no período de 21 a 25 de julho. Os friburguenses que quiserem ver o Gama, antes deles viajarem, podem conferir, hoje e amanhã, às 21h, no Centro de Arte a apresentação da peça “O que mantém um homem vivo”, de Bertholt Brecht.
 
Prefeitos do RJ terão que atualizar o Estatuto do Servidor Municipal – Os prefeitos do Rio de Janeiro têm o prazo até 18 de dezembro deste ano para atualizar os estatutos dos servidores públicos municipais, a fim de enquadrá-los na nova Lei Orgânica dos Municípios. O secretário de Justiça, Lauro Camargo, encaminhou um documento para estudos de sua assessoria especial e determinou o seu envio, com sugestões, ao secretário de Planejamento e Procuradorias Geral do Estado e de Justiça, antes do encaminhamento às prefeituras fluminenses.
 
Faltam 206 dias – Duzentos e seis dias separam Nova Friburgo de sua independência. A história deveria registar com ênfase essa data: 31 de janeiro de 1977, pois ele marcará uma nova emancipação político administrativa do município. A cidade ficará livre da “administração” do sr. Amâncio Azevedo, eleita sem favor algum, como a pior de todas que teve.
 
Faltam 700 vítimas – Apesar de não haver dados oficiais sobre o assunto, devido a deficiência dos registros, mas compactuando-se, por alto, segundo o noticiário de AVS, faltam 700 vítimas para se alcançar o total de 1.000 vítimas de acidentes na Avenida Roberto Silveira.
 
Casa da Amizade: 15 anos – A Casa da Amizade das Senhoras dos Rotarianos de Nova Friburgo, completou 15 anos de existência. No decorrer deste tempo, muitos sacrifícios foram feitos, muitas barreiras e desafios foram transpostos, mas hoje a Casa da Amizade tem sua sede própria, onde podem trabalhar com segurança e tranquilidade.
 
Vereador poderá acumular – O deputado Paulo Pfeil (Arena), do Estado do Rio, apresentou emenda à Constituição do Estado, ajustando-a à modificação feita no artigo 194, da Constituição Federal, que faculta aos novos vereadores, funcionárias ou servidores estaduais e municipais, o exercício cumulativo de suas funções, desde que não haja incompatibilidade de horários. Esse dispositivo federal foi modificado através da Emenda Constitucional nº 6, já publicado no Diário Oficial da União.
 
Os depredadores – A Telerj perde pelo menos um aparelho por mês devido a ação dos depredadores. Uma média de seis aparelhos são atendidos mensalmente. Cinco orelhões este ano já foram jogados dentro do Rio Bengalas. A Friburgo Auto Ônibus tem uma equipe especial somente de recuperação de seus coletivos. Gilete e canivete são os materiais mais usados contra o estofamento. O prejuízo mensal chega a mais de Cr$ 10 mil. A maioria das cadeiras do Cine São José e Marabá já foram alvo dos depredadores. Em média, três placas indicativas de ruas são danificadas por mês no centro da cidade e nos bairros. Uma vez por ano o relógio situado na Praça  Marcílio Dias é depredado. A Cia. de Eletricidade e a Prefeitura já trocaram em média 80 luminárias das ruas do centro.
 
Sociais
 
A VOZ DA SERRA registra os aniversários de: Rosane Maria Guimarães, Nelson de Assis, Paulo Roberto, e Lourdes de Moraes (10); Elizabeth Corso, Isis El-Jaick, Wilson de Mello, Adriana Namem, Mário Louback, Cristovam Raphael, Maria Cristina e Zélia Cortes (11); Eda Moraes, Eulália Faria, Paulo Verbicário e Wilma de Barros (12); Maria de Lourdes, Deny Benzy e José Antonio (13); Alice Marques, Tereza Cristina e Zuleika Alves (14) e Bernardo Braune (16). 
 
E mais: 
  • A imprevidência 
  • Prefeitos demais, poucas ideias
  • As bicicletas voltam 
  • Os ratos preocupantes 
  • Luis Otávio e sua relação com Friburgo 
(*) Estagiária com supervisão de Henrique Amorim 
 
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Florestas do Amanhã

sábado, 11 de julho de 2026
por Bernardo Furrer
Foto de capa
(Foto: Bernardo Furrer)

Nesta semana, foi publicada aqui em A VOZ DA SERRA, uma notícia relevante para a restauração florestal.

Nesta semana, foi publicada aqui em A VOZ DA SERRA, uma notícia relevante para a restauração florestal. Com o título “Estado investe até R$ 80 milhões para ampliar restauração ambiental”, https://avozdaserra.com.br/noticias/estado-investe-ate-r-80-milhoes-para-ampliar-restauracao-ambiental foi divulgado o aporte de até R$ 80 milhões em recursos do Fundo da Mata Atlântica (FMA) para o financiamento de projetos de restauração ecológica nos municípios fluminenses, fortalecendo os projetos em andamento como o “Florestas do Amanhã”

O Fundo da Mata Atlântica do Estado do Rio

O Fundo da Mata Atlântica do Estado do Rio de Janeiro (FMA/RJ) é um mecanismo financeiro criado para garantir que os recursos de compensação ambiental pagos por grandes empreendimentos para que sejam aplicados na conservação da biodiversidade e das unidades de conservação estaduais. Apesar do nome, o FMA não é um fundo público, mas sim um mecanismo operacional e financeiro de gestão desses recursos.

Os recursos do FMA/RJ são provenientes, principalmente, da compensação ambiental prevista na legislação brasileira. Imagine que uma empresa faça um empreendimento e, mesmo adotando medidas para reduzir os impactos, parte da vegetação nativa seja inevitavelmente afetada. A lei determina que essa empresa compense esse dano ambiental. Em vez de o dinheiro ficar parado ou ser aplicado de forma dispersa, ele é reunido no Fundo da Mata Atlântica (FMA) e investido em projetos que fortalecem a conservação da natureza, como a proteção de parques, a recuperação de florestas e a melhoria da gestão das unidades de conservação. O Fundo da Mata Atlântica do Estado do Rio de Janeiro (FMA/RJ) foi criado em 2009 durante a gestão do então secretário de Estado do Ambiente, Carlos Minc.

Seguem as informações do que você precisa saber sobre o Fundo da Mata Atlântica: https://www.funbio.org.br/wp-content/uploads/2019/06/FMARJ-Fundo-da-Mata-Atl%C3%A2ntica-Um-mecanismo-inovador-de-financiamento-da-conserva%C3%A7%C3%A3o-no-Rio-de-Janeiro.pdf

O Programa Florestas do Amanhã

O Programa Florestas do Amanhã é uma iniciativa do Governo do Estado do Rio de Janeiro voltada à restauração florestal, proteção dos recursos hídricos e adaptação às mudanças climáticas. O programa busca ampliar a cobertura de vegetação nativa, especialmente na Mata Atlântica, por meio da recuperação de áreas degradadas e do fortalecimento de políticas públicas de conservação.

O programa tem como foco recuperar áreas degradadas da Mata Atlântica, proteger nascentes e mananciais de abastecimento, aumentar a conectividade entre fragmentos florestais por meio de corredores ecológicos, promover o enfrentamento das mudanças climáticas, fortalecer a biodiversidade, gerar benefícios econômicos e sociais, inclusive por meio da produção de mudas, restauração ecológica e incentivos à conservação.

Esses objetivos também fazem parte do conjunto de objetivos do futuro Plano Municipal de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica (PMMA), que já abordamos em outros artigos e que em breve será elaborado e aplicado no município de Nova Friburgo. Os planos são convergentes, cada um dentro da sua instância do poder público, com a participação da sociedade em ambos. O Programa Florestas do Amanhã é especialmente relevante porque identifica exatamente onde devem ocorrer as ações de restauração e conservação previstas no PMMA..

O PMMA define o que, onde e por que restaurar e o Florestas do Amanhã pode contribuir para viabilizar a implementação dessas ações, mediante projetos e investimentos. Inicialmente está sendo aplicado gradualmente em regiões selecionadas e posteriormente cobrirá todo o território do Estado para a adequação ambiental de propriedades vinculadas ao CAR/PRA (o Programa de Regularização Ambiental), para quem tem algum passivo ambiental, isto é, áreas que uma vez identificadas pelo órgão ambiental, o Inea, no Cadastro Ambiental Rural (CAR) com necessidade de recomposição e que deverão ser restauradas, assim como para a restauração das paisagens com formação de corredores ecológicos e florestais, para o aumento da resiliência climática e adaptação as mudanças climáticas e para a capacitação de mão-de-obra, geração de renda e participação social.

A RPPN Reserva Ecológica Rio Bonito de Lumiar faz parte do primeiro grupo de propriedades do Estado do Rio a assinar o Termo de Compromisso do PRA. Veja mais informações sobre o projeto no Portal da Restauração Ecológica Fluminense: https://www.rj.gov.br/seas/node/967 . E veja também as informações no site do Funbio:https://chamadas.funbio.org.br/implementacao-do-plano-estadual-de-restauracao-ecologica-da-mata-atlantica

É de extrema relevância que as atenções da sociedade estejam voltadas não apenas para a conservação da Mata Atlântica, mas também para a sua restauração, onde for o caso, contando com o imprescindível apoio do poder público. Essa é a principal função do Programa Florestas do Amanhã.

Gostou do artigo? Alguma sugestão ou comentário sobre esse ou outro tema? Mande um e-mail para [email protected]

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Novo desafio

sábado, 11 de julho de 2026
por Vinicius Gastin

Friburguense confirmado na Brasil Soccer Cup Sub-16

A base do Friburguense segue ativa, e novamente vez irá participar de uma das competições mais importantes envolvendo os garotos a nível nacional. O Tricolor da Serra está confirmado na edição de 2026 da Brasil Soccer Cup Sub-16, inclusive com a primeira fase tendo Nova Friburgo como sede, com partidas realizadas no Estádio Eduardo Guinle.

Friburguense confirmado na Brasil Soccer Cup Sub-16

A base do Friburguense segue ativa, e novamente vez irá participar de uma das competições mais importantes envolvendo os garotos a nível nacional. O Tricolor da Serra está confirmado na edição de 2026 da Brasil Soccer Cup Sub-16, inclusive com a primeira fase tendo Nova Friburgo como sede, com partidas realizadas no Estádio Eduardo Guinle.

“Nova Friburgo será palco de uma das maiores competições de base do país, reunindo clubes de destaque nacional e equipes que representam a elite do futebol brasileiro. Com isso, estaremos  aproximando nossa torcida de grandes confrontos e fortalecendo ainda mais o futebol de base da região”, diz a postagem do clube nas redes sociais.

O Friburguense está no Grupo D da competição, ao lado de Palmeiras, Imperial e Petrópolis. Todas as partidas da chave são realizadas no estádio Eduardo Guinle, e a estreia do Tricolor da Serra será no próximo dia 19, contra o Petrópolis, às 11h. No dia seguinte, o Frizão encara o Imperial, às 9h, e encerra a participação nesta primeira fase no dia 21, contra o Palmeiras, às 11h.

 “O Friburguense terá a oportunidade de colocar seus jovens talentos frente a frente com grandes referências da formação nacional, em um ambiente de alto nível técnico, aprendizado e visibilidade. Mais do que participar de um campeonato, é a chance de representar nossa cidade em um cenário que reúne clubes de primeira divisão, grandes investimentos e algumas das principais categorias de base do Brasil”, celebra o clube.

A Brasil Soccer Cup é realizada desde 2022 pela Liga Macaense de Desportos (LMD), conta com a supervisão da Ferj e é reconhecida oficialmente pela Confederação de Futebol Brasileira (CBF), como um torneio nacional das categorias Sub-16 e Sub-14. Flamengo, Vasco, Palmeiras, Santos, Atlético Mineiro, Bragantino, Goiás e Juventude são alguns dos times que também estarão participando desta edição.

Profissional conhecerá caminho

Enquanto a base segue com os seus desafios, o time profissional do Friburguense vai conhecer o seu caminho na quarta divisão do futebol estadual nesta próxima semana. Foi divulgada pela Ferj a convocação para o Arbitral da Série B1 e da Série B2 2026, reunião que consolida regulamento, tabela e demais detalhes das competições. O encontro acontece nesta segunda-feira, 13, às 14h para a Série B1 e às 16h para a Série B2.

Na Série B2, além do Friburguense, estão Paduano, Santa Cruz, Belford Roxo, Serra Macaense, Paraty, 7 de Abril e Rio de Janeiro, além dos semifinalistas da Série C. Já na Série B1, equivalente à terceira divisão do Rio, a disputa será entre São Cristóvão, Duque de Caxias, Petrópolis, Niteroiense, Campo Grande, Artsul, Carapebus, Nova Cidade, Goytacaz, Macaé, Serrano e Audax.

Tabelão do Friburguense

Local: Estádio Eduardo Guinle – Nova Friburgo

Período: 19 a 21 de julho

19/07 (1ª rodada)

11h – Friburguense x Petrópolis FC

20/07 (2ª rodada)

09h – Imperial FC x Friburguense

21/07 (3ª rodada)

11h – Friburguense x Palmeiras

  • Foto da galeria

    Frizão terá a oportunidade de testar seus jovens talentos contra equipes de grande expressão do país (Foto: Divulgação Vinicius Gastin)

  • Foto da galeria

    Tricolor já esteve presente em outras edições, e mais uma vez confirma participação (Foto: Divulgação Vinicius Gastin)

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Última chance

sexta-feira, 10 de julho de 2026
por Vinicius Gastin

Desafio da Ponte 2026 entra na reta final de inscrições

Desafio da Ponte 2026 entra na reta final de inscrições

Uma das provas mais originais do calendário do atletismo do Rio de Janeiro, o Desafio da Ponte 2026 entra na reta final de inscrições, com as últimas vagas disponíveis para a edição marcada para o dia 2 de agosto. Os corredores que ainda desejam participar da travessia ainda podem garantir presença na única corrida do ano que permite atravessar a Ponte Rio–Niterói com uma das vias da maior ponte do hemisfério sul totalmente fechada para os atletas. As inscrições podem ser realizadas pelo site oficial do evento.

A participação está condicionada à comprovação de índice técnico, que pode ser feita por meio de certificado de prova oficial realizada no último ano ou por link da atividade acompanhado de print do Strava. Todos os comprovantes enviados passam por análise e validação antes da confirmação da inscrição. Os tempos mínimos e os critérios completos de participação estão disponíveis no regulamento da prova.

O Desafio da Ponte oferece uma experiência única aos corredores: durante algumas horas, uma das vias da  Ponte Rio-Niterói é totalmente fechada para que os atletas percorram um trajeto exclusivo sobre a Baía de Guanabara, ligando o Caminho Niemeyer, em Niterói, ao Boulevard Olímpico, no Rio de Janeiro.

De volta ao calendário

A expectativa para a edição de 2026 é repetir o sucesso da retomada realizada no ano passado, quando o Desafio da Ponte voltou ao calendário após 13 anos e reuniu mais de seis mil corredores. A experiência foi aprovada pelos participantes, que encontraram uma arena de chegada preparada para receber atletas, familiares e acompanhantes no Boulevard Olímpico, com ativações dos patrocinadores, área de recovery e o show da banda Barão Vermelho, que reuniu cerca de 13 mil pessoas.

O percurso também proporcionou uma disputa de alto nível entre atletas brasileiros e estrangeiros. O ugandense Mark Kiptoo venceu a disputa masculina ao completar os 21 quilômetros em 1h03min22s, enquanto a queniana Emily Chebet conquistou o título feminino com o tempo de 1h17min28s.

Entre os brasileiros, os destaques foram Miguel Morone, melhor colocado no masculino, e Glauciele de Oliveira de Souza, que liderou a participação nacional entre as mulheres.

A edição de retorno também teve a sustentabilidade como um de seus principais pilares. Pela primeira vez, os tradicionais copos plásticos foram substituídos por sachês de água nos pontos de hidratação instalados sobre a ponte, iniciativa que registrou adesão superior a 90% dos corredores à campanha de descarte consciente, com mais de 19 mil sachês devolvidos.

Em 2026, a expectativa é reunir novamente milhares de corredores para mais uma edição da travessia. As inscrições seguem abertas até o preenchimento do limite técnico de participantes.

Foto da galeria
Desafio da Ponte é uma das provas mais aguardadas por atletas do Estado do Rio (Foto: Pedro Macedo/Desafio da Ponte)
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Três vezes gratidão

sexta-feira, 10 de julho de 2026
por Paula Farsoun

Três vezes gratidão, simbolizando uma sequência sem fim da palavra e do sentimento. Se há algo que realmente nos conecta com toda força do bem que transcende é a capacidade de sermos gratos. Por óbvio, se tudo vai muito bem, obrigada, é mais fácil emanar tal sentimento. Contudo, penso que o maior exercício é sentimo-nos agradecidos diante das adversidades, de modo que quando conseguimos nos conectar com sentimento nos momentos difíceis, nas aflições e incertezas, estamos verdadeiramente manifestando a nobreza que dele advém.

Três vezes gratidão, simbolizando uma sequência sem fim da palavra e do sentimento. Se há algo que realmente nos conecta com toda força do bem que transcende é a capacidade de sermos gratos. Por óbvio, se tudo vai muito bem, obrigada, é mais fácil emanar tal sentimento. Contudo, penso que o maior exercício é sentimo-nos agradecidos diante das adversidades, de modo que quando conseguimos nos conectar com sentimento nos momentos difíceis, nas aflições e incertezas, estamos verdadeiramente manifestando a nobreza que dele advém.

Do que valeria uma existência sem aprendizado, sem oportunidade de evolução, superação, espírito de cooperação? Por vezes nos conectamos com algumas das mais sublimes roupagens de compaixão, perdão, fraternidade, solidariedade, amor puro e amplo, justamente nos momentos de dor. E então, surge a dádiva dessas horas, pois se analisarmos bem, absolutamente tudo tem um lado bom. Cabe a cada um de nós trabalharmos de alguma maneira com o otimismo, a perseverança, a resiliência, a empatia, o amor de todas as formas e principalmente a gratidão.

Como escreveu Mário Quintana, “a vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa”. E não é que é isso mesmo? Grande parte do que fazemos, somos, semeamos, depende do nosso empenho, do comprometimento com o qual realizamos as tarefas, da importância que atribuímos aos estudos de caso, do tempo que empregamos para executar essas lições. Somos zelosos? Estamos preocupados em aprender? Temos nos empenhado em ensinar aos outros? Estamos acertando mais do que errando? É bom pensarmos sobre isso.

De fato, por essa ótica, dá mesmo vontade de deixar rastros de amor por todos os lugares. Vamos ser gratos pelo hoje. Amar e agradecer sempre, todo santo dia, sob toda e qualquer circunstância. Façamos felizes aos próximos e caminhemos de encontro à nossa felicidade. Não há que se ter o mar de rosas para que efetivamente agradeçamos pelo ar que corre pelos nossos pulmões. Sejamos gratos em qualquer circunstância sob a perspectiva de que toda hora é hora para o amor.

A escritora Ana Jácomo escreveu algo de que particularmente gosto muito e por isso peço licença para compartilhar com os senhores leitores: “Economizar amor é avareza. Coisa de quem funciona na frequência da escassez. De quem tem medo de gastar sentimento e lhe faltar depois. É terrível viver contando moedinha de afeto. Há amor suficiente. Há amor para todo mundo. Há amor para quem se conectar com ele. Não perdemos quando damos: ganhamos junto.” E vale a paráfrase: há gratidão também para todo mundo. Sentimento mágico que transforma tudo, melhora a vibração de tudo, acalenta a alma, promove alegria e nos conecta com o que há de mais belo. Quanto mais, melhor. Gratidão, gratidão, gratidão.

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Nem toda dor faz barulho

quinta-feira, 09 de julho de 2026
por Lucas Barros

Existe um hábito curioso da vida moderna: aprendemos a perguntar “como você está?” esperando sempre a mesma resposta. “Tudo bem.” Às vezes dita com um sorriso. Às vezes acompanhada de uma piada. Às vezes tão automática que nem quem responde percebe que deixou de dizer a verdade há muito tempo.

Vivemos a era da exposição permanente. Nunca mostramos tanto da nossa rotina. Publicamos viagens, conquistas, aniversários, refeições, treinos e momentos felizes. Mas, paradoxalmente, talvez nunca tenhamos escondido tanto aquilo que realmente sentimos.

Existe um hábito curioso da vida moderna: aprendemos a perguntar “como você está?” esperando sempre a mesma resposta. “Tudo bem.” Às vezes dita com um sorriso. Às vezes acompanhada de uma piada. Às vezes tão automática que nem quem responde percebe que deixou de dizer a verdade há muito tempo.

Vivemos a era da exposição permanente. Nunca mostramos tanto da nossa rotina. Publicamos viagens, conquistas, aniversários, refeições, treinos e momentos felizes. Mas, paradoxalmente, talvez nunca tenhamos escondido tanto aquilo que realmente sentimos.

Há dores que não deixam hematomas. Não aparecem em exames de sangue. Não engessam braços nem exigem pontos. Ainda assim, são capazes de paralisar uma vida inteira. A depressão é uma dessas dores silenciosas. Ela chega sem pedir licença e, muitas vezes, instala-se justamente onde todos acreditavam existir apenas felicidade.

Talvez por isso seja tão difícil compreendê-la. Quem olha de fora enxerga emprego, família, amigos, projetos e motivos para sorrir. Quem vive por dentro, muitas vezes, enxerga apenas um peso que não consegue explicar. É como caminhar carregando uma mochila invisível que aumenta de peso a cada amanhecer.

E há algo ainda mais cruel: a culpa. A culpa por não conseguir reagir. Por não sentir alegria quando tudo parece estar dando certo. Por ouvir frases como “isso é falta do que fazer”, “você precisa pensar positivo” ou “todo mundo tem problemas”. Como se a tristeza profunda pudesse ser vencida apenas por força de vontade.

A verdade é que saúde mental não é fraqueza. Nunca foi. Assim como ninguém escolhe quebrar uma perna, ninguém escolhe adoecer emocionalmente. O cérebro também adoece. As emoções também entram em colapso. E reconhecer isso talvez seja um dos maiores avanços que nossa sociedade ainda precisa fazer.

Um dos maiores desafios dos nossos tempos seja justamente esse: aprendemos a cuidar de quase tudo, menos de nós mesmos. Fazemos revisões no carro, atualizamos o celular, organizamos a agenda, cumprimos prazos e metas. Mas adiamos indefinidamente aquela conversa difícil, aquela pausa necessária ou a decisão de procurar ajuda. Como se a mente pudesse esperar indefinidamente por um momento mais conveniente.

Vivemos conectados o tempo inteiro, mas, paradoxalmente, cada vez mais sozinhos. Colecionamos seguidores, curtidas e mensagens instantâneas, enquanto as conversas profundas se tornam raras. A tecnologia aproximou distâncias geográficas, mas nem sempre conseguiu aproximar corações. E há dores que nenhuma notificação é capaz de silenciar, porque elas só encontram alívio quando encontram alguém disposto a ouvir.

Os números ajudam a mostrar que não estamos diante de um problema individual. A ansiedade e a depressão cresceram de forma significativa nos últimos anos, especialmente após a pandemia. Milhões de brasileiros convivem diariamente com algum transtorno mental, muitas vezes sem diagnóstico, sem tratamento ou, pior, sem coragem de pedir ajuda por medo do julgamento.

Talvez porque ainda exista uma expectativa de que sejamos fortes o tempo todo. Como se maturidade significasse suportar tudo sozinho. Como se pedir ajuda fosse sinal de derrota. Não é. Nunca foi. Há uma coragem enorme em admitir que algo não vai bem.

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Saldo de um ponto na Série A2

quinta-feira, 09 de julho de 2026
por Vinicius Gastin

Frizão perde uma e empata outra com o Paduano no Sub-15 e Sub-17

Em mais um compromisso pelo Campeonato Carioca da Série A2, pelas categorias Sub-15 e Sub-17, o Friburguense voltou de Xerém, distrito de Duque de Caxias, com um ponto na bagagem.

Frizão perde uma e empata outra com o Paduano no Sub-15 e Sub-17

Em mais um compromisso pelo Campeonato Carioca da Série A2, pelas categorias Sub-15 e Sub-17, o Friburguense voltou de Xerém, distrito de Duque de Caxias, com um ponto na bagagem.

No último sábado, 4, o Frizão viajou para enfrentar o Paduano, que mandou as partidas no Centro de Treinamentos do Tigres, no Rio de Janeiro, e teve como melhor resultado um empate. O Tricolor volta a jogar em casa neste sábado, 11, quando recebe o America, a partir das 13h45, no Eduardo Guinle. A entrada é gratuita.

Primeiro a entrar em campo, o time juvenil empatou pelo placar de 2 a 2. O Tricolor da Serra saiu atrás do placar, chegou a buscar a virada com os gols de Maicon e Yan Alves, mas acabou cedendo o empate ao adversário.

Com o resultado, a equipe soma agora sete pontos, ocupando a sétima posição do grupo A. No infantil, o Friburguense acabou perdendo por 3 a 0. Na categoria, o Tricolor ocupa a sexta colocação da chave, com sete pontos ganhos.

No Sub-17, o Frizão foi a campo no último fim de semana com Thiago, Gabriel, Renan, Yuri e Iago Botelho; Renan Daudt, Maicon, Arthur Fábio e Gabriel; Felipe e Yan.

Já a equipe Sub-15 foi escalada com Enzo, Lucas Santos, Bernardo Rodrigues, Conrado e Davi Buchelle; Davi Sabino, Herick, Bernardo e Cauã Luca; PH e Caio Freitas.

O Frizão está no grupo A da competição, a chave que conta com 12 equipes, ao lado de Pérolas Negras, Resende, Bonsucesso, Serrano, Americano, São Gonçalo, Petrópolis, Univassouras Artsul, Santa Cruz, Paraty e Rio de Janeiro. Já o Grupo B tem Olaria, America, Audax Rio, Cabofriense, Araruama, Niteroiense, Campo Grande, Nova Cidade, Paduano, 7 de Abril e Serra Macaense, com o total de 11 times.

O campeonato

Conforme o regulamento serão 12 rodadas, onde todos jogam contra todos do outro grupo, sendo que um time do Grupo A sempre folgará na rodada - uma chave tem número par de clubes e, a outra, ímpar. Após a disputa da primeira fase, avançam para as quartas de final as oito equipes melhor classificadas, sendo quatro de cada grupo.

Nesta fase serão dois jogos de mata-mata, com os dois primeiros colocados de cada chave tendo vantagem no placar agregado e decidindo em casa. Para as semifinais, os times seguem enfrentando adversários do mesmo grupo, também em dois jogos de mata-mata, com as equipes mais bem classificadas na primeira fase tendo a vantagem do placar agregado e de jogar a segunda partida em casa.

Tabelão do Friburguense

11/jul - Sáb - Friburguense x America
18/jul - Sáb - Nova Cidade x Friburguense
25/jul - Sáb - Friburguense x Audax Rio
01/ago - Sáb - Campo Grande x Friburguense
08/ago - Sáb - Friburguense x Cabofriense
15/ago - Sáb - Niteroiense x Friburguense
22/ago - Sáb - Friburguense x Araruama
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    Tricolor volta do compromisso fora de casa com um ponto ganho no Sub-17 (Fotos: Dudu Correa)

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    Frizão joga novamente em casa neste sábado. Adversário é o America (Fotos: Dudu Correa)

  • Foto da galeria

    Quartas de final da Série C definem adversários do Frizão na B2 carioca: Búzios, Cardoso Moreira e Campos saíram em vantagem nos jogos de ida das quartas de final da Série C Estadual, disputados na tarde da última segunda-feira. Da competição saem alguns dos adversários do Friburguense na Série B2 do Rio. No Los Lários, em Xerém, o time da Região dos Lagos bateu o Rio Barra por 1 a 0. Mesmo placar aplicou o Marreco sobre o Brescia, no Nélio Gomes, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Já o Roxinho derrotou o Tigres do Brasil, por 3 a 2, no Ferreirão, em partida emocionante. Os jogos de volta dos três confrontos serão no próximo domingo, 12, às 14h45. O Búzios enfrenta o Rio Barra, no Correão, em Cabo Frio. Por sua vez, o Cardoso Moreira recebe o Brescia, no Ferreirão, enquanto o Campos visita o Tigres, no Los Lários. (Crédito: Paulo Cândido)

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Como se libertar da culpa da produtividade e abraçar o descanso para o seu bem-estar

quinta-feira, 09 de julho de 2026
por Cesar Vasconcellos

Com esse título o site verywellmind.com publicou um artigo no último dia 6, de autoria da jornalista Naydeline Mejia, que faz mestrado em Comunicações Globais na Universidade Americana de Paris. Vamos ver algumas ideias dela e as que penso sobre o assunto interessante numa sociedade que idolatra a produtividade.

Com esse título o site verywellmind.com publicou um artigo no último dia 6, de autoria da jornalista Naydeline Mejia, que faz mestrado em Comunicações Globais na Universidade Americana de Paris. Vamos ver algumas ideias dela e as que penso sobre o assunto interessante numa sociedade que idolatra a produtividade.

Certa vez um empresário asiático de indústria de celulares ficou irritado quando lhe foi sugerido programar uma pausa de 15 minutos em sua fábrica para os funcionários participarem de um exercício físico de relaxamento. Ele pensava que 15 minutos sem produção iria diminuir bem o número de celulares montados e, com isso, o lucro cairia. Mas, resolveu ver o que iria acontecer. Resultado: os funcionários se sentiam mais relaxados após o exercício e a produção aumentava.

Num mundo capitalista é difícil não se sentir culpado por não fazer nada. “Mas – diz Naydeline – a verdade é que o descanso pode ser produtivo porque ajuda a prevenir o esgotamento e apoia o bem-estar geral. Como uma super realizadora crônica, levei muito tempo para aprender a superar minha culpa por não fazer nada e construir crenças mais saudáveis em torno do trabalho e do descanso.”

Muitos sofrem por embarcarem na ideia falsa de que seu valor está no que produzem. Com essa crença psicológica eles podem viver numa autoexigência cruel, não priorizando sua saúde e, com isso, adoecendo em algum momento. Um dos diagnósticos que pode surgir é a Síndrome de Burnout ou de Esgotamento. Quer algumas dicas de como priorizar o autocuidado para não esgotar?

  1. Encare o descanso como recuperação produtiva: você pode crer que fazer algo sem recompensa financeira é inviável. Porém, o descanso é produtivo. Não foi sem propósito que o Criador do Universo fez o mundo em seis dias, descansou e abençoou o sétimo dia, o sábado. A ciência cronobiologia estuda o ritmo circaceptano, o ritmo de sete dias. O descanso é um investimento para nossa saúde e desempenho no trabalho e estudos. Não é perda de tempo.

  2. Redefina a produtividade além da produção: quando você, por exemplo, usa uma hora diária para exercício físico, como caminhar, isso é produção. Você produz para seu corpo e cérebro. Parar para orar, meditar, contemplar, acalma a mente.

  3. Separe sua autoestima do trabalho: a maioria das pessoas sente algum nível de vergonha ou culpa ao não estar produzindo. A jornalista explica que quando você amarra sua autoestima ao seu cargo ou resultado de trabalho, joga um jogo perigoso porque pode se sentir bem quando está superando seus colegas e sendo elogiado por seu trabalho árduo, mas se sentir mal quando está com baixo desempenho ou sendo esquecido pelos colegas. Não construa seu autorrespeito pelo que faz, mas pelo que você é, um ser humano único.

  4. Lidar com a culpa: ao se sentir culpado por não estar produzindo porque precisa descansar, evite os pensamentos de autocobrança, autodepreciação. Esses pensamentos podem levar ao aumento da ansiedade, causar estados depressivos e desânimo. Se você é responsável em seu trabalho, não é culpa verdadeira parar para descansar. É cobrança exagerada e culpa falsa.

Naydeline Mejia termina seu artigo afirmando: “... lembre-se de que não há problema em descansar e fazer as coisas que reabastecem seu corpo. Mesmo que não seja reconhecido externamente, é produtivo por si só.”. Descanse.

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Cesar Vasconcellos de Souza

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