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Chuvas, raios e trovoadas

terça-feira, 06 de fevereiro de 2024
por Jornal A Voz da Serra

Os incrédulos dirão que ramos e preces não fazem o milagre de desviar raios e tempestades

            Acredito que vocês, tanto quanto eu, ficaram preocupados com as chuvas que desabaram recentemente sobre nossa cidade. A gente começa logo a pensar nas pessoas que moram à beira dos rios, ao pé dos morros, gente que leva a vida aos trancos e barrancos, barracos e temporais.

Os incrédulos dirão que ramos e preces não fazem o milagre de desviar raios e tempestades

            Acredito que vocês, tanto quanto eu, ficaram preocupados com as chuvas que desabaram recentemente sobre nossa cidade. A gente começa logo a pensar nas pessoas que moram à beira dos rios, ao pé dos morros, gente que leva a vida aos trancos e barrancos, barracos e temporais.

            Tanta água me fez lembrar... Quando nasci, um anjo torto, desses que vivem nas sombras, como diria Drummond, me salvou das chuvas exageradas que de repente caíram sobre nossa casa. Morávamos na base do morro onde então se erguia orgulhoso o colégio da Fundação Getúlio Vargas. Do outro lado, bem acima do nível da rua, ficava a Estação de Cargas da Leopoldina Railway. Quando a enxurrada vinda lá de cima entrou pela nossa janela, junto com ela veio o tal anjo, disfarçado de funcionário da ferrovia, e me levou nos ombros para o prédio da estação. E lá fui eu, parecendo (que Deus me perdoe mais esse pecado), jesuscristinho nos ombros de São Cristóvão.

Das trovoadas perdi o medo ainda criança, uma vez que meus avós me explicaram que tudo não passava de arrumação que estavam fazendo no céu. De fato, sendo o céu tão grande, grandes deviam ser os móveis de lá e, portanto, não havia como arrastá-los sem fazer muito barulho. Explicações claras, lógicas e científicas como essa têm a vantagem de acabar para sempre com medos infundados.

            Quanto aos raios, não sei o que dizer, graças a Deus, é nula a minha experiência a respeito. Antigamente, quando se estava com muita raiva de alguém, dizia-se "raios o partam!", praga tão arrasadora que nunca atingia o alvo, mais fácil era morrerem praguejador e praguejado de morte natural, antes mesmo que um mísero raio caísse perto deles.

            Contra todos esses arroubos da natureza bem protegida ficava a casa de meus avós. Rezar um Pai Nosso e uma Ave Maria era certeza de que nada de mau nos atingiria.  Também ajudava bastante um ramo benzido na Semana Santa e colocado atrás da porta da cozinha. Os incrédulos dirão que ramos e preces não fazem o milagre de desviar raios e tempestades. Talvez não entendam que o milagre não consistia em desviar raios e tempestades, e sim em nos fazer ficar tranquilos com o que estava acontecendo lá fora e ir cuidar de outra coisa, enquanto a água e o vento brigavam com as árvores do quintal e faziam barulho no telhado.

            Espero que as chuvas não voltem com tanta intensidade e que, se voltarem, não tragam estragos, prejuízos e lágrimas. Por via das dúvidas, melhor colocarmos um ramo bento atrás da porta, rezar um Pai Nosso e uma Ave Maria. Sempre dá certo. Falo por experiência própria.

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Anchieta foi o local escolhido para comemorar meu aniversário

terça-feira, 06 de fevereiro de 2024
por Jornal A Voz da Serra

Como faço há três anos, resolvi, mais uma vez, viajar para comemorar meu aniversário, que este ano cai exatamente no dia da publicação dessa coluna. Em 2020 fui para Fernando de Noronha, em 2021 a pandemia impediu viagens e em 2022 e 2023 meu destino foi a cidade de Bonito, em Mato Grosso do Sul.

Como faço há três anos, resolvi, mais uma vez, viajar para comemorar meu aniversário, que este ano cai exatamente no dia da publicação dessa coluna. Em 2020 fui para Fernando de Noronha, em 2021 a pandemia impediu viagens e em 2022 e 2023 meu destino foi a cidade de Bonito, em Mato Grosso do Sul. Esse ano, com o carnaval muito próximo, fugi das viagens aéreas e escolhi uma cidade não muito distante de Friburgo.  Daí ter escolhido Anchieta, no Estado do Espírito Santo, um balneário mais tranquilo, mas muito bonito e com várias praias a serem visitadas desde as ditas selvagens, como as de Quitiçaba e do Além, até as mais badaladas como as de Ubu e Castelhanos.

Conheci Anchieta há exatos 40 anos e o que mais me chamou a atenção, naquela ocasião, foi a sensação de paz que ela transmitia, principalmente quando se contemplava o mar, lá do alto do Santuário de Anchieta. O nome da cidade é uma homenagem ao padre José de Anchieta que fundou, no ano de 1569 uma aldeia jesuítica com o nome de Iriritiba ou Reritiba, termo de origem Tupi que significa muitas ostras. Foi erigida para o trabalho de catequese dos indígenas, da nação dos Tapuias. Também se sabe que a primeira Igreja Nossa Senhora da Assunção e residência dos jesuítas, que posteriormente deu origem ao Santuário Nacional de São José de Anchieta, são datados de 1579. A cela que Anchieta ocupava nesse local, onde passou a residir a partir de 1587, existe até hoje e pode ser visitada. Com a saúde bastante debilitada, pois segundo a história ele sofria de Tuberculose Óssea desde os 16 anos, foi esse o local que ele escolheu para passar seus últimos anos de vida, vindo a falecer em 9 de junho de 1597.

Essa sensação de paz existe ainda hoje, pois apesar de ter crescido, a cidade ainda ostenta aquele ar de cidade do interior onde o tempo corre tranquilo, sem os atropelos das mais desenvolvidas como é o caso de Nova Friburgo. Anchieta tem no turismo uma das suas fontes de renda e seu grande número de praias fez surgir muitas pousadas e hotéis que fazem com que ela seja bem movimentada no verão. Mas nada que se iguale à Região dos Lagos, no Rio de Janeiro. Afinal, em 2022 sua população não ultrapassava os 30 mil habitantes.

Escolhi o hotel Pontal de Ubu, talvez o melhor da cidade, que tem um diferencial na sua história. O projeto paisagístico foi feito em 1989 por Burle Marx, urbanista reconhecido mundialmente e que junto com Oscar Niemeyer, foi um dos idealizadores de Brasília. Projetado sobre um penhasco, tem uma bela vista panorâmica; de um a lado imensidão azul do oceano Atlântico e do outro, a delicadeza de uma enseada de águas claras e calmas com as montanhas que enriquecem ainda mais esse paraíso.

Construído na vila de pescadores chamada Ubu, ele possui uma área edificada de sete mil metros quadrados situado num terreno de 44 mil metros quadrados, de mata atlântica, o que lhe garante um ar puro e o contato direto com a natureza. De acordo com a lenda o nome ubu vem do tupi guarani e significa cair. Após sua morte, padre José de Anchieta foi carregado até Vitória, onde foi enterrado. No caminho, nos arredores de Ubu, o corpo caiu no chão e um indígena gritou “aba ubu”, ou seja, o padre caiu.

O hotel tem quartos amplos, muito bem conservados o que não lhe dá a sensação de coisa antiga, tem uma piscina com um bar aquático, um salão especial para pizzas, fora o restaurante, uma academia de ginástica muito bem montada, sauna, campo de futebol soçaite, uma quadra de tênis e amplo espaço para caminhadas. Pode-se ir a pé às praias de Ubu, do Além e Quitiçaba.

Com relação ao restaurante, ele é capitaneado pelo chef Igor T. de Castro, de uma educação ímpar e de uma mão maravilhosa para bolar pratos deliciosos. A muqueca à capixaba, o polvo à moda do pontal, o peroá gratinado com batata frita e farofa de panko são excelentes. Isso sem contar os drinks, onde a pina do pontal é muito saborosa. O segredo é que ao invés de colocar leite condensado, faz-se um creme de coco triturado com leite de coco e açúcar, suco de abacaxi, gotas de limão e uma dose de rum. A vantagem em relação à pina colada é que não fica tão doce. Uma curiosidade é que o preço da alimentação não é diferente dos demais restaurantes da cidade, o que o torna uma boa pedida quando se prefere curtir o Hotel.

Aliás, o que não falta em Anchieta são praias. Na segunda visitamos a do Castelhanos, na realidade um mini balneário, com uma extensão de aproximadamente três quilômetros. Vários quiosques servindo bebidas, petiscos e até refeição completa, além de muitos restaurantes com a comida típica capixaba. Nesse dia comemos no restaurante Papaco´s, um camarão servido no coco com arroz, banana da terra e batata frita que estava uma delícia. De lá seguimos para a praia de Guanabara que é um santuário natural onde tartarugas marinhas colocam seus ovos. É uma reserva ecológica, o Projeto Tamar, com monitoramento constante das áreas cercadas, onde esses ovos são depositados. Na realidade, são 14 praias ao longo do litoral da cidade.

Na quinta feira, 8, retornaremos para Friburgo, pois a proximidade do carnaval desaconselha viagens nessa época. Valeu a pena e um breve retorno não está descartado. Afinal, quando aqui vim pela primeira vez, o santuário da cidade chamava-se José de Anchieta, pois naquela época nem beato ele ainda era. Ele o foi em 22 de junho de 1980 e tornado santo em 3 de abril de 2014.

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Os contemplados

segunda-feira, 05 de fevereiro de 2024
por Jornal A Voz da Serra

Relação dos contemplados com o Bolsa Atleta municipal é divulgada

Relação dos contemplados com o Bolsa Atleta municipal é divulgada

        Após todo o processo de inscrições e análises pela comissão julgadora, em dezembro do ano passado, foram conhecidos os nomes dos desportistas friburguenses que serão beneficiados com o programa Bolsa Atleta 2023/2024. A relação com os nomes foi oficializada pela Secretaria Municipal de Esportes e Lazer. Foram deferidos 26 nomes, classificados para concessões nos níveis internacional, nacional e estadual, que estarão aptos a receber o benefício financeiro, técnico e material, destinado aos atletas e paratletas, incentivando jovens a desenvolver a prática do esporte.

        O programa Bolsa Atleta foi instituído em julho de 2023. Os novos beneficiários e interessados pelo programa serão contatados pela Secretaria Municipal de Esportes e Lazer para conferência de dados e demais atos necessários. Os contemplados selecionados pela comissão julgadora deverão acompanhar as redes sociais oficiais da prefeitura e obedecer ao prazo de comparecimento, a ser divulgado em breve.

        Os classificados no Bolsa Atleta fazem parte de três categorias diferentes. Serão concedidas 12 bolsas para o chamado nível estadual, no valor R$ 3 mil. Nomes como o do piloto Douglas Schumacker e do lutador Kauã Fonseca estão entre os beneficiados. Outras 12 são destinadas para atletas de nível nacional, de R$ 4.200, contemplando atletas como o lutador Gilberto Frossard e o ciclista Bruno Baeta. Há ainda duas bolsas correspondentes ao nível internacional, no valor de R$ 5.400 cada. Larissa Helena da Conceição e o lutador Pedro Henrique Dugin são os beneficiados com os valores deste último nível.

        De acordo com o regulamento do programa, os atletas que vêm representando o município em eventos oficiais municipais, estaduais, nacionais e internacionais teriam prioridade. O Bolsa Atleta será concedido por um prazo máximo de 12 meses. Em casos excepcionais, além da concessão do valor, há possibilidade de conceder apoio financeiro excepcional para o custeio de viagens, hospedagens, alimentação, transporte, inscrição em competições e demais despesas a atletas que representarão o município em eventos esportivos.

        Para concessão do auxílio, o interessado teve que preencher uma série de requisitos, dentre eles, estar vinculado a alguma entidade de prática ou de administração desportiva oficial (confederação, federação ou liga); constar no ranking, pódio ou classificação na sua modalidade em entidades oficiais; constar registro de graduação (no caso de artes marciais); ter participado de competições oficiais no ano anterior; não receber nenhum tipo de patrocínio de pessoas físicas e jurídicas; apresentar plano anual de treinamento e participação em competição oficial da modalidade e categoria; estar vinculado à agremiação esportiva há, no mínimo, um ano; frequência, no ano anterior, de pelo menos 80% nos treinamentos e competições e apresentar ficha de frequência mensal nos treinamentos e competições esportivas.

 

Os contemplados

 

Nível internacional

  • Larissa Helena da Conceição
  • Pedro Henrique Dugin

 

Nível nacional

  • Luisa da Cunha de Mattos
  • Lucas Velozo Daniel Carneiro
  • Talles Baptista Gonçalves
  • Brayan Martins Resende
  • Wanderson Breder
  • Bruno Mertz Baeta Neves
  • Gilberto Frossard Chermaudt
  • Bruno Barcellos de Oliveira
  • Lucas da Silva Ramos
  • Gabriel Debossan de Oliveira
  • Bernardo Torquato Costa
  • Iuri dos Santos Silva

 

Nível estadual

  • Daiana Martins da Silva Magalhães
  • Laiza Larentes Silva
  • Lívia Comini Neves
  • Douglas da Silva Schumacker
  • Luiz Antônio Nepomuceno Silva Júnior
  • Matheus Jardim Ramos
  • Kauã Hataba Fonseca
  • Lucas Gabriel Gomes Freitas
  • Kauay Teixeira Cardoso
  • Bernardo Gomes Martins Werneck Vaz
  • Nycolas Emmanuel Prata da Silva
  • Tiago da Silva
  • Foto da galeria

    Multicampeão no downhill, Bruno Baeta está entre os contemplados (Foto: Divulgação)

  • Foto da galeria

    Jovem e vitorioso, Gilberto Frossard também será beneficiado com o Bolsa Atleta municipal (Foto: Divulgação)

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A VOZ DA SERRA é o nosso diferencial da informação

segunda-feira, 05 de fevereiro de 2024
por Jornal A Voz da Serra

            Convivi com um ambientalista que me abriu os olhos para enxergar o que eu via, mas não em toda a sua amplitude. Ele me alertava para o fato de que o ser humano não devia tratar o meio ambiente como algo separado dele. E repetia: formamos um ambiente único, somos a natureza e a natureza está em nós. O Caderno Z do último fim de semana veio nos alertar com a mesma intensidade: “Não basta apreciar a natureza, é preciso participar dela”. Essa participação requer ações como “reciclar, trocar, não desperdiçar” e tudo o mais que nos leve a cuidar para o futuro.

            Convivi com um ambientalista que me abriu os olhos para enxergar o que eu via, mas não em toda a sua amplitude. Ele me alertava para o fato de que o ser humano não devia tratar o meio ambiente como algo separado dele. E repetia: formamos um ambiente único, somos a natureza e a natureza está em nós. O Caderno Z do último fim de semana veio nos alertar com a mesma intensidade: “Não basta apreciar a natureza, é preciso participar dela”. Essa participação requer ações como “reciclar, trocar, não desperdiçar” e tudo o mais que nos leve a cuidar para o futuro. A criança é uma grande sementeira onde podemos plantar bons hábitos na preservação dos recursos naturais e no reuso dos recicláveis. Os pequenos têm muita facilidade de assimilação e basta dar o exemplo que eles criam o seu mundinho de acordo com as atitudes dos adultos que as cercam.

            Aliás, é mais fácil educar pelo exemplo, porque a criança já cresce com a consciência formada. Na volúpia dos tempos líquidos, a educação ambiental precisa começar desde os primeiros passos da criança, no ambiente familiar, nos cuidados com o descarte de lixo, na preservação da água, durante os passeios e assim por diante. Antes mesmo de aprender a falar, ela pode ouvir sobre os encantos naturais, porque elas se harmonizam com as descobertas.  Até nós, os adultos, gostamos de descobrir as peculiaridades das vidas ambientais, como nos apresenta o “Z”, sobre o “Apocalipse das cigarras”, o fenômeno que em breve acontecerá nos Estados Unidos.

Em maio, essas criaturas cantantes vão emergir do solo, “abrir caminho na terra”, numa invasão, incomensurável, em 17 estados americanos. O evento deve durar cerca de um mês e meio provocando muito barulho e “visitas indesejadas” dentro das casas. Contudo, elas são inofensivas.

            Em “Palavreando”, Wanderson Nogueira nos ofereceu a sua palavra de apoio: “Estamos no mesmo barco. Maltratamos a Terra e os seres que vivem nela, inclusive nós mesmos. Agora, precisamos salvá-la. Que não fique tarde, ainda que pareça já ser tarde. Precisamos nos entender, mais do que apenas conversar em planos de potências que as potências não cumprem, mas obrigam os países pobres a se dedicar...”.        

            Uma boa notícia para o meio ambiente é a de que o Brasil bate recorde na produção de energia renovável, obtida a partir de fontes “que se regeneram espontaneamente ou por meio da intervenção adequada do homem. A energia solar é a mais conhecida, porém há outras de grande potencial como a eólica, hidráulica, da biomassa, geométrica, dos oceanos e do hidrogênio. O planeta agradece. A charge de Silvério foi o verdadeiro “grito” do Rei Momo no combate ao mosquito Aedes aegypti.

            A civilização, como eu gosto de dizer, acaba tendo que criar leis e decretos para situações que deveriam ser de cumprimento natural. O prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, publicou no Diário Oficial da capital o decreto que proíbe uso de celular pelos alunos nas escolas municipais da cidade maravilhosa. É óbvio que outras cidades farão o mesmo. E me lembrei que na velha infância dos anos 60, não se podia ligar a televisão fora de hora, claro que nas casas que tinham o cobiçado aparelho. Não precisava de um decreto para garantir o cumprimento da orientação. E a gente era feliz!

            Parabéns e muitos vivas para o Colégio Nossa Senhora das Dores, festejando 130 anos de sua fundação, em alto estilo, com o lançamento de um livro sobre sua gloriosa história. Em “Há 50 Anos”, era festejado o Jubileu da Vilage. A nota destacou entre outras considerações: “Na Vilage permite-se qualquer discussão, menos em torno do Grêmio Recreativo Vilage no Samba que é a paixão de totalidade dos moradores do bairro”. Passado meio século, a agremiação se expandiu e a paixão se multiplicou.

            Falando em carnaval, este ano tem a estreia do Bloco Soul Pinel, em homenagem ao monumento vivo do carnaval friburguense, Marly Pinel. O samba de Ezequiel do Cavaco e Bárbara Gouveia promete esquentar o clima na passarela do samba. Vamos lá pessoal: “Soul Pinel na avenida, eu sou felicidade...” – Maravilha!

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O impacto ambiental invisível das guimbas de cigarro

segunda-feira, 05 de fevereiro de 2024
por Jornal A Voz da Serra

Uma ameaça silenciosa ao meio ambiente e à saúde humana

Opa! Tudo verde?

Bora pra mais uma Prosa Sustentável!

O assunto de hoje é sobre as guimbas de cigarro que, muitas vezes vistas como resíduos insignificantes, têm um impacto devastador ao meio ambiente e à saúde humana. Este pequeno item descartado de maneira displicente representa uma ameaça crescente, causando danos irreparáveis e exigindo uma conscientização urgente sobre suas consequências.

 

Incêndios florestais: uma ameaça latente

Uma ameaça silenciosa ao meio ambiente e à saúde humana

Opa! Tudo verde?

Bora pra mais uma Prosa Sustentável!

O assunto de hoje é sobre as guimbas de cigarro que, muitas vezes vistas como resíduos insignificantes, têm um impacto devastador ao meio ambiente e à saúde humana. Este pequeno item descartado de maneira displicente representa uma ameaça crescente, causando danos irreparáveis e exigindo uma conscientização urgente sobre suas consequências.

 

Incêndios florestais: uma ameaça latente

Uma das maiores ameaças associadas às guimbas de cigarro é o risco de incêndios florestais. O descarte inadequado desses resíduos inflamáveis em áreas secas e propensas a incêndios pode desencadear chamas que se alastram rapidamente. Incêndios florestais de grandes proporções são frequentemente iniciados por uma única guimba negligenciada, resultando em perda de biodiversidade, destruição de habitats e colocando vidas humanas em perigo.

São quase nove mil substâncias tóxicas que formam esse pequeno e gorduroso resíduo: a bituca de cigarro. Por ser pequena e parecer indefesa, é comum ver pessoas jogando bitucas nas ruas sem o menor constrangimento. Estima-se que 60% dos fumantes tenham esse hábito, de acordo com pesquisa do Mundo sem Bitucas, movimento que busca conscientizar fumantes e não fumantes sobre os impactos desse material no meio ambiente. Mas os pertencentes a essa estatística não sabem que 95% dos filtros de cigarro são compostos por acetato de celulose, material de difícil degradação que pode levar cerca de 15 anos para se decompor.

A ingestão acidental por animais marinhos pode causar danos irreversíveis, afetando toda a cadeia alimentar e ameaçando ecossistemas marinhos delicados. Além dos impactos ambientais, as guimbas de cigarro também representam uma ameaça direta à saúde humana. Produtos químicos presentes nas guimbas, como nicotina e alcatrão, podem contaminar o solo e a água, afetando diretamente a qualidade dos recursos naturais essenciais para a vida humana.

E se engana quem pensa que o cigarro causa danos graves apenas ao meio ambiente, ele também faz muito mal ao fumante, trazendo sérios problemas de saúde: câncer, doenças respiratórias, doenças cardiovasculares, complicações vasculares e na gravidez, problemas oculares e dentários, comprometimento do sistema imunológico, da pele, vício e dependência.

Todavia, se você ainda não conseguiu se libertar do cigarro, é importante adotar medidas conscientes acerca do impacto prejudicial das guimbas de cigarro e evitar o descarte inadequado desses resíduos.

 

Algumas soluções eficazes

1. Cinzeiros portáteis: fumantes podem carregar cinzeiros portáteis para descartar as guimbas de maneira segura e responsável.

2. Conscientização: campanhas educativas podem destacar os impactos negativos das guimbas no meio ambiente, incentivando mudanças de comportamento.

3. Pontos de descarte adequados: instalação de lixeiras específicas para descarte de guimbas em áreas públicas, promovendo a eliminação correta desses resíduos.

4. Incentivos para o descarte correto: implementação de programas que recompensam fumantes que descartam suas guimbas de maneira adequada.

A batalha contra o impacto das guimbas de cigarro requer uma abordagem coletiva, envolvendo governos, organizações e indivíduos. A conscientização e a mudança de hábitos são cruciais para proteger nosso meio ambiente e garantir um futuro mais saudável para todos.

Tudo verde sempre!

 

Alex Santos é CEO da EcoModas Soluções Sustentáveis

Contatos: [email protected]

@alex.ecomodas

 

Esta coluna é publicada quinzenalmente às terças-feiras.

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Mensagem do papa para a Quaresma

segunda-feira, 05 de fevereiro de 2024
por Jornal A Voz da Serra

Foi divulgada, na última quinta-feira, 1°, a mensagem do Papa Francisco para a Quaresma 2024 sobre o tema “Através do deserto, Deus guia-nos para a liberdade”. Na mensagem, Francisco reconhece que a humanidade de hoje atingiu “níveis de desenvolvimento científico, técnico, cultural e jurídico capazes de garantir dignidade a todos”, mas o risco é que, sem rever os estilos de vida, se caia na “escravidão” de práticas que arruínam o planeta e alimentam as desigualdades.

Foi divulgada, na última quinta-feira, 1°, a mensagem do Papa Francisco para a Quaresma 2024 sobre o tema “Através do deserto, Deus guia-nos para a liberdade”. Na mensagem, Francisco reconhece que a humanidade de hoje atingiu “níveis de desenvolvimento científico, técnico, cultural e jurídico capazes de garantir dignidade a todos”, mas o risco é que, sem rever os estilos de vida, se caia na “escravidão” de práticas que arruínam o planeta e alimentam as desigualdades.

O Santo Padre inicia o texto com um versículo do Livro do Êxodo: “Eu sou o Senhor, teu Deus, que te fiz sair da terra do Egito, da casa da servidão”. “Assim inicia o decálogo dado a Moisés no Monte Sinai”, escreve o Papa, acrescentando que “quando o nosso Deus se revela, comunica liberdade”.

 

Deserto, lugar do primeiro amor

“O povo sabe bem de que êxodo Deus está falando: traz ainda gravada na sua carne a experiência da escravidão. Como Israel no deserto tinha ainda dentro de si o Egito, também hoje o povo de Deus traz dentro de si vínculos opressivos que deve optar por abandonar. Damo-nos conta disto, quando nos falta a esperança e vagueamos na vida como em terra desolada, sem uma terra prometida para a qual tendermos juntos”, sublinha o Papa.

A seguir, Francisco recorda que “a Quaresma é o tempo de graça em que o deserto volta a ser – como anuncia o profeta Oséias – o lugar do primeiro amor. Deus educa o seu povo, para que saia das suas escravidões e experimente a passagem da morte para a vida. Como um esposo, atrai-nos novamente a si e sussurra ao nosso coração palavras de amor”.

 

Ver a realidade

“O êxodo da escravidão para a liberdade não é um caminho abstrato. A fim de ser concreta também a nossa Quaresma, o primeiro passo é querer ver a realidade. Também hoje o grito de tantos irmãos e irmãs oprimidos chega ao céu”, escreve o Pontífice. A seguir, Francisco pergunta: o grito desses nossos irmãos e irmãs “chega também a nós? Mexe conosco? Comove-nos? Há muitos fatores que nos afastam uns dos outros, negando a fraternidade que originariamente nos une”.

A este propósito, o Papa recorda sua viagem a Lampedusa, em 8 de julho de 2013, ressaltando que à globalização da indiferença ele contrapôs duas perguntas, que se tornam cada vez mais atuais: ‘Onde estás?’ e ‘Onde está o teu irmão?’. Segundo Francisco, “o caminho quaresmal será concreto, se, voltando a ouvir tais perguntas, confessarmos que hoje ainda estamos sob o domínio do Faraó. É um domínio que nos deixa exaustos e insensíveis. É um modelo de crescimento que nos divide e nos rouba o futuro. A terra, o ar e a água estão poluídos por ele, mas as próprias almas acabam contaminadas por tal domínio. De fato, embora a nossa libertação tenha começado com o Batismo, permanece em nós uma inexplicável nostalgia da escravidão. É como uma atração para a segurança das coisas já vistas, em detrimento da liberdade”.

Fonte: CNBB

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Quem não empurrou palavras goela abaixo?

segunda-feira, 05 de fevereiro de 2024
por Jornal A Voz da Serra

Fiz vários anos de terapia e transformei das minhas águas em um rio de constatações, além de perceber, na vida circundante, um redemoinho de emoções.  Mas, vou confessar - não em forma de segredo, mas de exclamação - que a literatura me abre os olhos também. Não há magias. As vozes dos escritores têm sabedoria, uma sabedoria que nasce na filosofia, em outros pensadores e nas esquinas. É bem interessante notar que o senso comum, exposto na conversa livre e ligeira, surge naturalmente no bota-fora nas beiras das calçadas, nas mesas de bar e cafeterias.

Fiz vários anos de terapia e transformei das minhas águas em um rio de constatações, além de perceber, na vida circundante, um redemoinho de emoções.  Mas, vou confessar - não em forma de segredo, mas de exclamação - que a literatura me abre os olhos também. Não há magias. As vozes dos escritores têm sabedoria, uma sabedoria que nasce na filosofia, em outros pensadores e nas esquinas. É bem interessante notar que o senso comum, exposto na conversa livre e ligeira, surge naturalmente no bota-fora nas beiras das calçadas, nas mesas de bar e cafeterias. É uma fala coloquial que mostra a vida como ela é, como dizia Nelson Rodrigues. Sem dó e sem piedade, através do deboche, comentários e das piadas, as falas dizem tudo o que está em Shakespeare. Nem reis e rainhas, padres e vilões escapam dos inesperados desacertos.  

Não são poucas as situações que exigem silêncio. O silêncio tem inteligência e condições de dizer mais do que palavras, e seus efeitos são eficientes. Estou lendo o romance “Depois daquele verão”, de Carley Fortune. Diante de uma situação delicada, a protagonista, Percy, deixa escapar algo constrangedor ao personagem, Sam, que, no meio da frase, tem que recolher as palavras e enfiá-las de volta para a garganta. 

Eita! Quem não experimentou isso?

Eu, milhares de vezes!

Quando é preciso segurar as palavras, a gente as engole tão rapidamente que perde o ar e fica, até, com a boca aberta.  A autora Carley descreve esse momento da protagonista, como se ela estivesse presa a uma rede e paralisada. E aí me vêm as tantas horas de divã de analista que me gritam: temos que nos perdoar e entender que não há mal em empurrar palavras pela goela e experimentar o silêncio. Mas não é fazer disso uma rotina, pelo contrário, é cuidar para que não aconteça, mas se... 

Conversando com amigas de trabalho e recordando a nossa querida Maria Lúcia, que não está mais entre nós, falamos da sua inteligência sutil, quando dizia: “é preciso pensar sete vezes antes de falar”. Ela estava certíssima. O pensamento seleciona ideias e as palavras com as quais vamos expressá-las.  Todo o cuidado é pouco.

Tenho setenta anos e ainda estou aprendendo a achar o ponto de equilíbrio entre a espontaneidade e o autocontrole. É prazeroso nos expressarmos com originalidade; é tenso controlarmos nossas manifestações. Enfim. A construção saudável da vida nos exige esse meio termo. Nem lá, nem cá. Os caminhos do meio são os melhores. Os budistas sabem disso! 

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Água desaparece e Saae não explica

sábado, 03 de fevereiro de 2024
por Jornal A Voz da Serra

Edição de 2 e 3 de fevereiro de 1974 

Pesquisado por Thiago Lima

 

Manchetes 

Edição de 2 e 3 de fevereiro de 1974 

Pesquisado por Thiago Lima

 

Manchetes 

Água desaparece e Saae não explica - Apesar dos aumentos de tarifas, da contratação de técnicos, das decantações de reservatórios e outras mensagens publicitárias, a água está faltando em Friburgo, desacreditando ainda mais o já bem desacreditado “Governo do Povo” do prefeito Amancio Azevedo. A dona de casa - com suas louças e roupas sujas, o proprietário do hotel - que se esforça, mas não consegue explicar ao hóspede - e os donos de restaurantes e bares - perdendo fregueses a cada dia que passa - todos começam a se lembrar dos dois anos de administração do ex-prefeito Feliciano Costa, quando a água esteve sempre caindo das torneiras, sem que tivesse havido aumento de um tostão.

 

Jubileu da Vilage vai ser a festa do povo - Um bairro inteiro fica deserto, quando sua escola de samba vem para a passarela disputar mais um título de campeã do carnaval. É o bairro da Vilage, que ainda apresenta e conserva muitas tradições da Friburgo antiga, de 30 ou 40 anos passados. Na Vilage uma lei não escrita - portanto, consuetudinária - determina que “todos façam por um, e um faça por todos”. Na Vilage, permite-se qualquer discussão, menos em torno do Grêmio Recreativo Vilage no Samba, que é paixão da totalidade dos moradores do bairro. 

 

Caso Guido: 3º sumário - Na última quarta-feira, realizou-se o 3º sumário das testemunhas de defesa do caso Guido Daflon. Iniciado às 9h, com intervalo para almoço entre 11h40 e 13h20 o sumário foi encerrado às 18h15 tendo sido ouvidas nove testemunhas. 

 

Servidores municipais querem aumento - A fome ronda os lares dos servidores municipais. Sem promoções e sem aumento - o último foi em outubro de 1972, portanto há quinze meses - os servidores municipais estão revoltados com o tratamento salarial que lhe está sendo dispensado pelo prefeito Amâncio de Azevedo. Em edição passada deste jornal, revelamos - conforme pesquisa estadual que efetuamos - que a Prefeitura de Nova Friburgo foi uma das quatro, entre 63 prefeituras do Estado do Rio que não deu aumento salarial aos seus servidores. 

 

E mais…

  • Morre Heitor Collet… 
  • José Eugênio Muller, com Braune, Galdino e poeta Séven-Avlis… 

 

Pílulas

O prefeito municipal, num gesto que só mereceu elogios, puniu um funcionário do Serviço de Águas que estava com o carro-pipa servindo uma piscina de residência particular. Aproveitamos a ocasião para aconselhar o chefe do executivo a estender a sua vigilância em alguns setores da própria prefeitura, onde alguns funcionários vêm praticando atos que mancham o conceito da administração e da própria classe. Seria muito proveitoso, e o prefeito iria se surpreender, se acompanhasse o andamento de processos, principalmente em determinadas seções, onde muitas vezes, se engavetam processos, à espera de um “agrado” ao responsável pelo setor. 

 

Sendo assunto deveras delicado, só queremos através desta denúncia alertar a esses servidores que iremos citá-los se continuarem agindo irregularmente, e seus próprios colegas deveriam levar o fato ao prefeito ou a seu secretário, evitando que esses maus funcionários continuem a agir impunemente, prejudicando toda uma classe. 

 

Sociais

A VOZ DA SERRA registra os aniversários de: Marcelo de Oliveira (3); Nair Figueiredo Bizzotto, Cesar de Souza, José Ventura e Jader Lugon (4); Vitória Spinelli e Vânia Ferreira (5); Bernardo Nunes, Hélio Tavares e Haroldo Lopes (6); Yone Braune Yaggi e Zeni Bravo (7); Antonio Américo Ventura e João Henrique Braune (8); Margarida Ventura Chaves, Bernadete Alvarez, Maria Pestre, Leny Ennes Cariello, Clarisse Soares e Fernanda Namen (9); Alberto Paulo Kunzel, Acyr Mello Pinheiro e Sebastião Rodrigues Banjar (10).

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Equilíbrio

sábado, 03 de fevereiro de 2024
por Jornal A Voz da Serra

Rodada inicial do Campeonato da Cidade é marcada por jogos disputados

        A bola rolou para o início de mais uma edição do Campeonato da Cidade Série A, e a promessa de equilíbrio se confirmou dentro das quatro linhas. Placares apertados, vários gols e equipes vendendo caro as derrotas. O torneio já se tornou, tradicionalmente, a competição que abre o calendário amador friburguense.

Rodada inicial do Campeonato da Cidade é marcada por jogos disputados

        A bola rolou para o início de mais uma edição do Campeonato da Cidade Série A, e a promessa de equilíbrio se confirmou dentro das quatro linhas. Placares apertados, vários gols e equipes vendendo caro as derrotas. O torneio já se tornou, tradicionalmente, a competição que abre o calendário amador friburguense.

A primeira rodada foi realizada no último domingo, 28, no campo do Lumiar. Todas as seis equipes participantes desta edição estiveram em campo, e no primeiro confronto, o Amparo venceu o Nilo Martins pelo placar de 1 a 0. Se o jogo inaugural foi “econômico”, o segundo duelo teve sete gols anotados, e terminou com vitória do Unidos do Alto sobre o JDA, por 4 a 3. Fechando o domingo, Vale dos Peões e Córrego Dantas empataram por 1 a 1.

A rodada de número dois acontece neste sábado, 3, em Riograndina, com o jogo entre Córrego Dantas e Unidos do Alto, às 10h, abrindo o fim de semana. Na sequência, às 12h, se enfrentam Vale dos Peões e Amparo, finalizando com o duelo entre JDA e Nilo Martins, às 14h.

        Os times participantes se enfrentam em turno único, e após a realização de cinco rodadas, os quatro primeiros colocados irão avançar para as semifinais, marcadas para o dia 10 de março, no estádio do Amparo. A decisão acontece no domingo seguinte, no Estádio Márcio Branco, em Stucky, ou no Eduardo Guinle. Na edição de 2023, o São Pedro da Serra ergueu o troféu de campeão.

Pela Copa Adalto Faria Salgado de Veteranos, já na segunda rodada, o Juventude não tomou conhecimento do Ortfazenda e goleou pelo placar de 5 a 1. Na contramão, Banquete e Puma fizeram um jogo bastante equilibrado, e terminaram empatados em 1 a 1. A terceira rodada acontece neste domingo, 4, com o Cordoeira encarando o Amigos Unidos, às 13h, e Juventude e Puma duelando na sequência, às 15h.

        Do mesmo modo, as quatro melhores equipes, ao final de oito rodadas, irão avançar para as semifinais, marcadas para serem realizadas no dia 23 de março. A grande decisão acontece no dia 30. As duas competições são organizadas por Jorge Freiman, através da JF Eventos.

 

Tabela

1ª rodada - 28/01

Local: Lumiar

Amparo 1 x 0 Nilo Martins

JDA 3 x 4 Unidos do Alto

Vale dos Peões 1 x 1 Córrego Dantas

 

2ª rodada - 04/02

Local: Riograndina

10h - Córrego Dantas x Unidos do Alto

12h - Vale dos Peões x Amparo

14h - JDA x Nilo Martins

 

3ª rodada - 18/02

Local: Janelas das Andorinhas

09h - JDA x Córrego Dantas

11h - Amparo x Unidos do Alto

13h - Nilo Martins x Vale dos Peões

 

4ª rodada - 25/02

Local a definir

09h - Unidos do Alto x Vale dos Peões

11h - Córrego Dantas x Nilo Martins

13h - Amparo x JDA

 

5ª rodada - 03/03

Local a definir

09h - Nilo Martins x Unidos do Alto

11h - JDA x Vale dos Peões

13h - Amparo x Córrego Dantas

 

Semifinal - 10/03

Local: Amparo

 

Final - 17/03

Local: Stucky ou Friburguense

 

Tabela da Copa Adalto Faria Salgado de Veteranos

1ª rodada - 20/01

Banquete 0 x 1 Amigos Unidos

Ortfazenda 1 x 3 Cordoeira

 

2ª rodada - 27/01

Juventude 5 x 1 Ortfazenda

Banquete 1 x 1 Puma

 

3ª rodada - 03/02

13h – Cordoeira x Amigos Unidos

15h - Juventude x Puma

 

4ª rodada - 17/02

13h – Ortfazenda x Banquete

15h – Puma x Cordoeira

 

5ª rodada - 24/02

13h - Juventude x Cordoeira

15h - Ortfazenda x Amigos Unidos

 

6ª rodada - 02/03

13h - Puma x Amigos Unidos

15h - Banquete x Juventude

 

7ª rodada - 09/03

13h - Ortfazenda x Puma

15h – Cordoeira x Banquete

 

8ª rodada - 16/03

13h – Juventude x Amigos Unidos

 

Semifinal - 23/03

13h - 2º colocado x 3º colocado

15h - 1º colocado x 4º colocado

 

Final - 30/03 – 14h

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    Equipe do Córrego Dantas estreia com empate no Campeonato da Cidade (Foto: Divulgação)

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    Riograndina recebe a segunda rodada da competição neste domingo (Foto: Divulgação)

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Iluminação pública: uma vergonha em Nova Friburgo

sábado, 03 de fevereiro de 2024
por Jornal A Voz da Serra

“No dia 15 de janeiro passado fiz uma solicitação à prefeitura para a troca de uma lâmpada queimada perto da minha residência, na Rua Sara Braune (protocolo de atendimento IP1755111946/24). Fiz durante este período até esta sexta-feira, 2, pelo menos oito contatos telefônicos cobrando a execução do serviço que é pago por todos os contribuintes mensalmente nas contas de luz de nossas casas, mas não obtive êxito. Fui pessoalmente à Prefeitura de Nova Friburgo três vezes para solicitar a troca da lâmpada no poste e a resposta foi sempre a de uma promessa que não aconteceu até hoje.

“No dia 15 de janeiro passado fiz uma solicitação à prefeitura para a troca de uma lâmpada queimada perto da minha residência, na Rua Sara Braune (protocolo de atendimento IP1755111946/24). Fiz durante este período até esta sexta-feira, 2, pelo menos oito contatos telefônicos cobrando a execução do serviço que é pago por todos os contribuintes mensalmente nas contas de luz de nossas casas, mas não obtive êxito. Fui pessoalmente à Prefeitura de Nova Friburgo três vezes para solicitar a troca da lâmpada no poste e a resposta foi sempre a de uma promessa que não aconteceu até hoje. Sinto-me lesado, pois em nenhum momento como cidadão não recebi o serviço pelo qual pago todo mês na conta de luz.”

Mário Osvaldo dos Santos

 

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