Max Wolosker

Max Wolosker

Economia, saúde, política, turismo, cultura, futebol. Essa é a miscelânea da coluna semanal de Max Wolosker, médico e jornalista, sobre tudo e sobre todos, doa a quem doer.

Alguns franceses dizem que a Córsega é a ilha mais bela do mundo, outros dizem que a mistura de montanhas, mar e uma faixa estreita de terra realçam os seus encantos e tornam imperdível uma visita. Pelo sim pelo não fomos conferir in loco, esses argumentos, para podermos emitir nosso próprio conceito. A conclusão a qual chegamos é que se o paraíso existe, ele se chama Córsega.

Leia mais

Mais um atentado recente em Paris, poucos dias após um outro em Londres, e vários outros desde o início de 2017. Esses atos terroristas acontecem sempre em locais turísticos por excelência, maneira inteligente e bem-sucedida para chamar a atenção sobre um movimento que, em princípio, defende uma religião, uma cultura, seja lá o que for. Inteligente porque os locais escolhidos estão sempre cheios de pessoas; bem-sucedida pelo número de feridos e mortos no final dessa barbárie sem precedentes.

Leia mais

Dois meses e meio fora e tirando a saudade dos familiares, dos amigos, da minha casa e de assistir ao vivo os jogos do Fogão, nenhuma falta me faz o Brasil. Pelo menos de longe, os efeitos da vergonha que nossos políticos e empresários podem causar ficam diluídos pelas coisas boas que temos por aqui. E bota vergonha nisso, um bando de delinquentes que se valem de um povo ignorante e conivente. Sem a menor desfaçatez dilapidam a economia do país, empobrecendo-o e tornando mais difícil o fardo que os menos favorecidos têm de carregar, que como mulher de malandro, continuam reelegendo-os.

Leia mais

Terminei minha última matéria com a seguinte interrogação: “Será que um país da extensão do Brasil, jovem, pois tem pouco mais de 600 anos, mas com uma população que ultrapassa os 200 milhões de habitantes, ou seja, dez vezes mais que a da Eslovênia, torna-se de difícil governabilidade ou falta aquele algo mais para que possamos entrar no caminho correto do progresso e do bem-estar do povo?”.

Leia mais

Contrariando a promessa de não escrever artigos sobre minha viagem, vou abrir uma exceção para falar da Eslovênia e sua capital Liubliana. Trata-se na realidade de uma divagação sobre a razão de certos países terem uma evolução positiva e outros, com área muito maior e recursos incomensuráveis, estarem ainda em busca de uma estabilidade e desenvolvimento, que nunca se consolidam.

Leia mais

Hoje, dia 8 de maio, é feriado na França, quando se comemora o fim da segunda guerra mundial, com a capitulação incondicional do III Reich, em Berlim, diante das forças aliadas. A assinatura desse armistício pôs fim a cinco anos e meio de um conflito que ceifou milhões de vidas e expôs a humanidade a uma de suas maiores barbáries.

Leia mais

Pegando um gancho na matéria de Guilherme Alt, da edição de A Voz da Serra de 29 de abril, aproveito para contar a minha visita ao Autódromo de Imola, também conhecido como Autodromo Internazionale Enzo e Dino Ferrari, nesse mesmo dia.

Leia mais

Chegamos na França em plena reta final das eleições presidenciais de 23 de abril em primeiro turno e 7 de maio em segundo turno, caso nenhum candidato atinja a maioria absoluta, incluindo os votos nulos e em branco. Mas, pelo nível dos debates e pela disposição do eleitorado, poderia ter terceiro, quarto e muitos turnos mais. Aqui o voto não é obrigatório e não existem sanções, como no Brasil, para quem não comparece às urnas.

Leia mais

Finalmente, dia 5 de abril desembarcamos do Costa Fascinosa pondo fim a uma das piores viagens que já fizemos. Que me perdoem os atuais donos da companhia de navegação Costa Cruzeiros, mas o esmero em infernizar a vida dos brasileiros a bordo, maioria por sinal, foi digna de pós-graduados. O descaso para com os passageiros foi tal, que uma viagem prevista para durar 22 dias foi reduzida para 18, simplesmente por que o navio foi alugado para um ricaço indiano. A finalidade era a de comemorar o casamento de uma filha.

Leia mais

Nossa viagem começou de maneira totalmente diferente, pois foi a primeira vez que o meio de transporte escolhido para nos levar à Europa foi o navio. Chegamos cedo ao Porto do Rio de Janeiro, na Praça Mauá, e aí tivemos a primeira surpresa. Desde o início das Olimpíadas, em 2016, que ouço falar da beleza que ficou a área portuária, cujas obras foram tocadas pelo antigo prefeito, Eduardo Paes.

Leia mais