Max Wolosker

Max Wolosker

Economia, saúde, política, turismo, cultura, futebol. Essa é a miscelânea da coluna semanal de Max Wolosker, médico e jornalista, sobre tudo e sobre todos, doa a quem doer.

Cheguei à conclusão de que ser botafoguense é um privilégio para pessoas especiais, não é para qualquer um. Ser Flamengo, Corinthias ou outro time de massa é fácil, muitos o são, basta seguir o fluxo. A mídia, baseada no marketing esportivo, estará sempre apoiando o crescimento dessas entidades, pois o importante é a conta da divulgação, ao final de cada mês. Apoia-se no pressuposto de que num dia de jogo do Flamengo, televisionado pelo canal aberto, o público atingido será muito maior e a probabilidade da venda do produto exposto é muito maior.

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Apesar de não ser expert em vôlei, não passando de um medíocre jogador, mas de torcedor assíduo das equipes masculina e feminina da seleção brasileira, me arrisco a fazer um comentário sobre a surpreendente vitória das meninas no grand-prix mundial, encerrado domingo último. Surpreendente, pois se tratava de uma seleção de transição, uma vez que após o ouro nas Olimpíadas do Rio, a equipe se desfez e, somente três atletas do time olímpico foram convocadas.

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Apesar da surpreendente derrota para o São Paulo, no último sábado, a equipe do Botafogo merece um artigo dedicado a ela.  A equipe da estrela solitária vencia por três a um e, nos derradeiros sete minutos do jogo, sua defesa foi vazada por três vezes. Com isso o resultado final foi a vitória do tricolor do Morumbi, pelo placar final de quatro a três.

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Desisti, por uns tempos, de escrever sobre a política brasileira, pois me torno repetitivo e acabo cansando o leitor. Nossa problemática é muito antiga, talvez tenha começado nos primórdios de nosso descobrimento e se um dia é pior que o outro, nada é novo, apenas reproduzimos em dose dupla tudo o que nossos antepassados já enfrentaram, em seu tempo. No entanto, fica cada vez mais evidente que não é só o brasileiro que está às voltas com as adversidades, na realidade, o mundo está em crise.

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De acordo com o texto seguinte, extraído do jornal O Globo de domingo último: “BRASÍLIA — No momento em que o governo enfrenta um rombo nas contas públicas e a estimativa de o déficit primário ultrapassar a meta fiscal fixada para este ano, o presidente Michel Temer concentrou, só nas duas últimas semanas, o anúncio de programas e liberações de verbas que chegam a R$ 15,3 bilhões para estados e municípios, num aceno a parlamentares da base aliada.

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Saí do Brasil com uma crise política de grande envergadura e retorno três meses depois com o mesmo quadro ou, talvez, pior. É impressionante a facilidade que o país encontra para chafurdar na lama, para conviver com um passado obscuro, um presente sem méritos e um futuro que a Deus não pertence, pois Ele de bobo não tem nada.

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Alguns franceses dizem que a Córsega é a ilha mais bela do mundo, outros dizem que a mistura de montanhas, mar e uma faixa estreita de terra realçam os seus encantos e tornam imperdível uma visita. Pelo sim pelo não fomos conferir in loco, esses argumentos, para podermos emitir nosso próprio conceito. A conclusão a qual chegamos é que se o paraíso existe, ele se chama Córsega.

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Mais um atentado recente em Paris, poucos dias após um outro em Londres, e vários outros desde o início de 2017. Esses atos terroristas acontecem sempre em locais turísticos por excelência, maneira inteligente e bem-sucedida para chamar a atenção sobre um movimento que, em princípio, defende uma religião, uma cultura, seja lá o que for. Inteligente porque os locais escolhidos estão sempre cheios de pessoas; bem-sucedida pelo número de feridos e mortos no final dessa barbárie sem precedentes.

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Dois meses e meio fora e tirando a saudade dos familiares, dos amigos, da minha casa e de assistir ao vivo os jogos do Fogão, nenhuma falta me faz o Brasil. Pelo menos de longe, os efeitos da vergonha que nossos políticos e empresários podem causar ficam diluídos pelas coisas boas que temos por aqui. E bota vergonha nisso, um bando de delinquentes que se valem de um povo ignorante e conivente. Sem a menor desfaçatez dilapidam a economia do país, empobrecendo-o e tornando mais difícil o fardo que os menos favorecidos têm de carregar, que como mulher de malandro, continuam reelegendo-os.

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Terminei minha última matéria com a seguinte interrogação: “Será que um país da extensão do Brasil, jovem, pois tem pouco mais de 600 anos, mas com uma população que ultrapassa os 200 milhões de habitantes, ou seja, dez vezes mais que a da Eslovênia, torna-se de difícil governabilidade ou falta aquele algo mais para que possamos entrar no caminho correto do progresso e do bem-estar do povo?”.

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