Paula Farsoun

Com a palavra...

Paula é uma jovem friburguense, advogada, escritora e apaixonada desde sempre pela arte de escrever e o mundo dos livros. Ama família, flores e café e tem um olhar otimista voltado para o ser humano e suas relações, prerrogativas e experiências.

15/06/2018

Bastou alguém acertar os números da Quina e faturar quase R$ 3 milhões da noite para o dia para que inúmeras pessoas sonhassem com um prêmio desses como a possibilidade de mudança de vida e a solução de todos os problemas. Muitos se sentiram estimulados para jogarem na mega sena e formularam mil formas para investir a bolada que saiu para um apostador de Nova Friburgo.

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08/06/2018

“E que o mínimo que a gente faça seja, a cada momento, o melhor que se conseguir fazer.” Lya Luft.

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01/06/2018

Nem todo mundo quer o barulho a todo instante. Nem toda hora é hora para expressar uma opinião. Aliás, não necessariamente temos opinião formada sobre todas as coisas o tempo todo. Tem gente que gosta de ficar quietinho. Que precisa maturar suas ideias. Que prefere retrair para depois avançar. Há silêncios necessários. Pausas estratégicas. Pensamentos que precedem as falas. Um passinho de cada vez.

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25/05/2018

Faz frio lá fora. Os termômetros registram queda brusca da temperatura. A serra esfria. Casacos preparados. Nas vitrines, os lenços, cachecóis e toucas conquistam espaço. Nas pessoas, também. Começa a fase da alegria ao pairar sob um raio de sol para aquecer. Cheiro de chocolate quente. Com sorte, aroma de canela. Dia lindo, céu azul. E aquele frio gostoso...

Uma modesta pesquisa com pessoas próximas sinalizou que a fase é bem vinda por aqui. Com sorrisos largos e alguns suspiros, a satisfação pelo clima ameno. Alguém lembrou da frase: “tempo frio, coração quente”.

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18/05/2018

Que semana especial. Minha cidade completou na quarta-feira, 16, seus 200 anos. Quanto desejo de declarar meu amor por essa terra aos meus olhos tão incrivelmente maravilhosa. No último sábado, 12, tivemos a oportunidade de lançar o livro “Nova Friburgo: Contos, Crônicas e Declarações de Amor”, Volume II, organizado por George dos Santos Pacheco, que contou a participação de diversos autores da cidade e eu fui uma dessas felizardas pessoas.

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11/05/2018

Para quem acredita que a sinceridade de um elogio pode ser transformadora, eis uma realidade empírica: quando a intenção que encobre um ato ou palavra é sinceramente positiva, ela é ainda mais renovadora. O elogio pode ser significativamente mais profundo do que a simplicidade da forma, quando impregnado desse sentimento.

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04/05/2018

O escritor busca inspiração em tudo o que vê. Outono, na montanha, previsão de grandes estímulos para quem é atento aos elementos da natureza. Hoje, por sorte, uma gota de água pairou sobre uma folhinha de manjericão da minha horta na varanda. Foi o suficiente para lembrar-me de um trecho da canção “A felicidade”, de Toquinho e Vinicius de Moraes, que gosto muito: “A felicidade é como uma gota de orvalho numa pétala de flor... brilha tranquila, depois de leve oscila e cai como uma lágrima de amor.”

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27/04/2018

Acreditar no ser humano até que ele demonstre que não é digno da sua confiança. Ter boa vontade até que reste ser comprovado que o destinatário das suas ações não é tão digno assim de recebê-las. Ter a intenção de ajudar, sem requisitar nada em troca (nem nas entrelinhas das segundas intenções). Dar de verdade, doado, porque sim. Sem dívida moral para acertar depois. Compartilhar prosperidade, sem contabilizar os créditos que sua boa ação pode te proporcionar. Fazer sem esperar retorno. Ensinar com a intenção de que aprendam. Aprender com a intenção de aprender mesmo.

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20/04/2018

Ela se doía ao ter que dizer um “não”. Sofria a ponto de não conseguir fazê-lo. Era muito para ela. Atravessar essa barreira quase intransponível entre ceder e selecionar era uma grandiosa missão. Para o mundo, “sim”. Para os outros, “sim”. Para ela, só o que sobrava dela mesma. Quase nada.

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13/04/2018

“De tanto pensar tudo, não consigo pensar em nada”. “Penso tanto que não tenho tempo para pensar”. “Minha mente está cheia, porém está um tanto vazia”. “Tudo sei, mas não sei de nada”.

São sensações do momento. Não minhas (não apenas). De muita gente. As coisas estão profundamente rasas. Inteiramente partidas. Constantemente voláteis. Densamente esparsas. Apertadas de tão largas. Entupidas de nada. Estamos vivendo tempos contraditórios. A começar pela mente.

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