Às duas da madrugada, horário de Brasília, de 3 de Janeiro, o povo venezuelano começava a ver uma luz no final do túnel, com a prisão de Nicolas Maduro, ditador da Venezuela. Começava naquele momento o fim de mais um regime de esquerda, que tantos sofrimentos e estragos causou ao seu povo. O aparato criado por Hugo Chaves e seguido por Nicolas Maduro, com fraudes constantes ao sistema eleitoral, para se perpetuar no cargo, poder total à suprema corte para que esta respaldasse o regime, em quaisquer circunstâncias, apagaram com a democracia, dando lugar a um regime ditatorial.
Às duas da madrugada, horário de Brasília, de 3 de Janeiro, o povo venezuelano começava a ver uma luz no final do túnel, com a prisão de Nicolas Maduro, ditador da Venezuela. Começava naquele momento o fim de mais um regime de esquerda, que tantos sofrimentos e estragos causou ao seu povo. O aparato criado por Hugo Chaves e seguido por Nicolas Maduro, com fraudes constantes ao sistema eleitoral, para se perpetuar no cargo, poder total à suprema corte para que esta respaldasse o regime, em quaisquer circunstâncias, apagaram com a democracia, dando lugar a um regime ditatorial. Além do mais transformaram a Venezuela num entreposto do tráfico de drogas, sendo esse, alíás, o motivo que levou os Estados Unidos a prender Maduro.
O regime promoveu uma fuga em massa da população para os países vizinhos, arruinou a economia da Venezuela, outrora sólida e uma das mais importantes da América do Sul e condenou seu povo à fome e à pobreza. Ações típicas de governos comunistas e ditatoriais, que encontram nessa maneira de agir, a maneira mais eficaz de subjugar e aniquilar uma nação. Que o digam Cuba, Bolívia, Rússia, China, Coréia do Norte, Namíbia, entre outras.
Fora os chavistas fanáticos e aqueles que se aproveitavam das benesses concedidas pelo regime, a população, de uma maneira geral, sempre mostrou seu desprezo a Nicolas Maduro. Isso é demonstrado pela única maneira que o povo tinha para protestar, ou seja, através do voto. Daí que para se perpetuar no poder, Maduro fraudou, descaradamente, as duas últimas eleições, declarando-se vencedor do pleito e se mantendo no cargo de maneira ditatorial. O mesmo já fizera Hugo Chaves, antes de morrer.
À luz do direito internacional e segundo os acordos chancelados pela ONU, Donald Trump cometeu uma grave transgressão, ao invadir a Venezuela e prender seu “presidente”, sem uma declaração formal de Guerra. No entanto, ao enquadrar Maduro como narcotraficante, um dos baluartes do tráfico internacional, com graves ameaças à estabilidade dos países que se colocam frontalmente contra o narcotráfico, ele tenta justificar sua ação. E é como narcotraficante que o ex-ditador venezuelano será julgado em solo americano, provavelmente, já a partir de segunda- feira, 5 de Janeiro.
A ação foi rápida, a cargo de uma tropa de elite do exército americano; “pelo menos 40 pessoas, incluindo civis e soldados, morreram durante a operação de captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro, neste sábado, 3, de acordo com o jornal americano The New York Times, segundo um alto funcionário venezuelano, que falou sob condição de anonimato”. Essa tropa recebeu o apoio de mais de 150 aeronaves americanas, enviadas para neutralizar as defesas aéreas da Venezuela, o que permitiu que helicópteros militares transportassem as tropas que atacaram a posição de Maduro.
Ainda de acordo com informes internacionais, Nicolas tentou entrar num bunker para se esconder, mas percebendo que estava perdido, entregou-se sem resistência. Largou de lado a impáfia com que ameaçou, prendeu, torturou e matou todos aqueles que tentaram devolver a paz, a tranquilidade e restaurar a democracia, num país devastado pela fome e pela pobreza.
Os fins não justificam os meios, mas ao deletar Maduro, Trump deu um belo presente de Natal para o povo venezuelano. Tenho certeza que 2026 será um ano muito melhor para a Venezuela, livre, em definitivo, de um ditador sanguinário como aliás o são todos eles.
É muito comum tentar se fazer uma comparação entre o Brasil e a Venezuela, mas as diferenças são gritantes. Por exemplo, lá a suprema corte era um capacho do governo, chancelando todas as suas insanidades; a daqui, ao contrário, passa por cima do legislativo e do executivo e se impõe como um poder supremo. Exemplo: o Congrersso Nacional acatou e chancelou o voto auditável. No entanto, do nada, pois não se trata de uma matéria constitucional, o STF vetou tal medida. Outro exemplo é a intromissão de Alexandre de Moraes e Dias Toffolli no caso do banco Master. A liquidação desse banco é um assunto do Banco Central e do sistema financeiro e, quando muito, da justiça comum ou da polícia. O STF não tem nada a ver com isso, pois não se trata de um assunto constitucional. Vários outras instituições financeiras já foram liquidadas, anteriormente, sem que a suprema corte se intrometesse. O que será acontece com esse banco em especial?
Outra diferença gritante é que Luís Inácio não é um ditador, foi eleito numa eleição considerada legal pelo STF e pelos que acreditam na integridade das urnas eletrônicas. A única semelhança é que os eleitores do PT, ou são fanáticos ou têm interesses no governo. Só isso explica a eleição de um candidato, com o perfil do atual presidente.
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