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sábado, 10 de janeiro de 2026
por Jornal A Voz da Serra

Torneio celebra o ano 2025 do Projeto Vôlei da Serra

Depois de um ano inteiro de atividades, histórias e muito voleibol, o Torneio Noel encerrou as atividades de mais uma temporada movimentada para o Projeto Vôlei da Serra. A competição foi realizada no último dia 21 de dezembro, no Ginásio Ademar Combat, em Olaria, contemplando equipes na categoria Masculino.

Torneio celebra o ano 2025 do Projeto Vôlei da Serra

Depois de um ano inteiro de atividades, histórias e muito voleibol, o Torneio Noel encerrou as atividades de mais uma temporada movimentada para o Projeto Vôlei da Serra. A competição foi realizada no último dia 21 de dezembro, no Ginásio Ademar Combat, em Olaria, contemplando equipes na categoria Masculino.

A movimentação contou com a participação de seis equipes: Friburgo Master, Top Resenha, Vôlei da Serra Adulto, Vôlei da Serra Adulto Iniciante, Vôlei da Serra Sub-16 A e Vôlei da Serra Sub-16 B. Depois de intensas disputas e jogos de bom nível, o Vôlei da Serra Adulto se consagrou campeão, tendo o Friburgo Máster como vice e o Top Resenha como terceiro colocado.

Ao final do torneio, os três times melhores classificados receberam suas medalhas, e a equipe vencedora recebeu o Troféu de Campeão do 1° Torneio Noel. O atleta Hugo Fagundes, da equipe do Vôlei da Serra, recebeu o troféu de MVP — Jogador Mais Valioso da Competição.

A disputa celebrou o encerramento do ano das atividades de 2025, com apoio da Prefeitura Municipal de Nova Friburgo, através da Secretaria de Esportes, que cedeu o ginásio para realização das partidas. Com Fernando Miranda à frente, o Projeto Vôlei da Serra atende mais de 300 crianças na cidade, espalhadas em núcleos de treinamento em Campo do Coelho, Conselheiro Paulino, Duas Pedras e Olaria.

4 fotos – legendas:

 

 

 

 

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Bola rolando

Com novo formato, Campeonato Carioca terá início neste domingo, 11

O torcedor do Rio de Janeiro pode começar a matar a saudade dos times de coração a partir deste final de semana. O Campeonato Carioca da Série A1 terá início no próximo domingo, 11, com o jogo entre Flamengo e Portuguesa, antecipado da quinta rodada da competição. A partida acontece às 18h, no estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda. A primeira rodada está marcada para quarta e quinta-feira, dias 14 e 15.

 A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro promoveu o lançamento oficial do campeonato durante evento realizado no Jardim Botânico, Zona Sul do Rio, na última quinta-feira, 08. Dirigentes da entidade e dos clubes da elite do estadual marcaram presença na festa.

 “O campeonato não só é mais curto, mas também extremamente competitivo. Desde o começo, vai ser extremamente competitivo, porque um tropeço pode causar um desastre logo em seguida. Os clubes estão se preparando, tenho certeza disso, a gente sabe da importância de começar jogando, vamos dizer assim, com força máxima, o que for possível logo no início”, avalia Rubens Lopes, presidente da Ferj.

 No novo regulamento da competição, os 12 clubes foram distribuídos em dois grupos, A e B, que se enfrentarão, grupo contra grupo. Os dois melhores de cada chave farão as semifinais da competição, e o que mais somar pontos na fase de classificação será o campeão da Taça Guanabara.

 

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    O Vôlei da Serra faturou a primeira edição do Torneio Noel (Fotos Divulgacao Vinicius Gastin)

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    Friburgo Máster foi bem na competição, e terminou com o vice-campeonato

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    O Top Resenha também esteve entre os melhores colocados da atividade

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    Hugo Fagundes, MVP (Atleta Mais Valioso) do torneio, recebe a premiação das mãos de Fernando Miranda

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Vestibular da Cesgranrio em Friburgo

sábado, 10 de janeiro de 2026
por Jornal A Voz da Serra

Edição de 10 e 11 de janeiro de 1976

Laís Lima (*) 

Manchetes: 

Vestibular Cesgranrio começa em Friburgo amanhã – A VOZ DA SERRA publica neste início de 1976 todas as dicas para os candidatos que farão as provas do vestibular Cesgranrio a partir de amanhã no Colégio Estadual. São 696 candidatos que deverão estar no local da prova às 7h30. Se você vai fazer a prova leia as informações e dicas da professora Lygia Saad.

Edição de 10 e 11 de janeiro de 1976

Laís Lima (*) 

Manchetes: 

Vestibular Cesgranrio começa em Friburgo amanhã – A VOZ DA SERRA publica neste início de 1976 todas as dicas para os candidatos que farão as provas do vestibular Cesgranrio a partir de amanhã no Colégio Estadual. São 696 candidatos que deverão estar no local da prova às 7h30. Se você vai fazer a prova leia as informações e dicas da professora Lygia Saad.

Friburgo poderá ficar sem Carnaval: clubes protestam contra taxas altas – Os três grandes clubes de nossa cidade, o Nova Friburgo Country Clube, Sociedade Esportiva Friburguense e Clube de Xadrez estão propensos a cancelar a realização de bailes de carnavalescos neste novo ano se prevalecer a taxa que está sendo cobrada pelas sociedades arrecadadoras de direitos autorais. As taxas consideradas escorchantes pelos diretores dos três clubes, vem causando sérios prejuízos não só às associações como também aos próprios compositores e autores que constantemente vem a público reclamar. Para se ter uma ideia, Country, SEF e Xadrez terão que pagar, cada, cerca de 30 mil cruzeiros, só de direitos autorais, fora as outras despesas indispensáveis para a realização de bailes carnavalescos.

MDB faz convocação e elege membros – O MDB de Friburgo realizou no domingo sua convenção municipal elegendo o sr. Walter Silveira de Araújo para ocupar novamente a presidência do partido em nosso município. A convenção recebeu 171 membros. A chapa do diretório ficou assim composta: presidente, Walter Araújo; vice, Italo Spinelli; tesoureiro, Roberto Cezar Pinto; secretária, Ieda Lucimar Correa. 

386 dias Faltam apenas (apenas, ou ainda?) 386 dias para terminar a a atual administração municipal, conduzida pelo prefeito Amâncio Mário de Azevedo. A Faculdade de Odontologia, em Duas Pedras, continua abandonada e depredada. Foi este governo que se intitulou “Governo do Povo”?

Friburgo não tem vacina BCG – Está faltando em Friburgo a vacina BCG, contra a tuberculose. O fato está causando mal estar e apreensão entre as mães que não sabem a quem apelar. Os setores de distribuição na cidade não sabem bem quando vão receber uma nova remessa da vacina e a falta já perdura por um mês. As mães fazem um apelo à Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro para que regularize essa situação angustiosa.

Os candidatos – Para quem não sabe, é melhor não ficar sabendo. É indefinida a tendência eleitoral no município para este ano. Quem são os candidatos a prefeito de Friburgo? Apenas uma certeza: Alencar Pires Barroso. O resto é silêncio e conjecturas. Fala-se em, pelo MDB, Italo Spinelli, Walter Araújo e Roberto Pinto, além de Alencar. Na Arena, Sebastião Pacheco, Aguilera Campos e Mário Dutra de Castro. Ariosto ainda não está definido. Na Arena há ainda outra versão: a renúncia de Feliciano Costa no Legislativo do Estado e a sua candidatura à Prefeitura de Friburgo.

Otavinho – Por onde anda Otavinho Pinto Guimarães, depois que declarou que Friburgo é a cidade de seus sonhos e desapareceu? Otavinho tem uma ótima imagem em Friburgo, principalmente depois que proibiu a transmissão do futebol em circuito fechado para Friburgo, pela TV Rio. Quem pode confirmar isso são os internos de nossas casas assistenciais, pobres, paralíticos, velhos e doentes, que tinham como única diversão o futebol na TV. Todos eles só rezam para que Otavinho não consiga a reeleição à presidência da Federação Carioca de Futebol.

Arena se reúne e já planeja campanha – A Arena de Nova Friburgo, tendo a frente o vereador Carlos Schuenck vai se reunir em sua sede. O principal motivo da reunião é planejar a campanha eleitoral de 1976. Logo após o Carnaval, a Arena já terá os nomes de candidatos para disputar a Prefeitura de Friburgo. Vamos aguardar. 

Campesina: 106 anos de fundação - A banda Campesina Friburguense realizou no último dia 6 uma solenidade para marcar os 106 anos de fundação. Foi realizada passeata pelas ruas da cidade. Na Praça Dermeval Moreira o maestro Joaquim Antônio Naegele recebeu a placa comemorativa aos 50 anos de passagem de realização de seu primeiro ensaio na entidade.

E mais: 

Avenida Roberto Silveira: o palco da morte 

Jipe colide com Opala e cai no rio 

Salve o Jubileu de Prata do Rotary Clube de Nova Friburgo 

(*) Estagiária com supervisão de Henrique Amorim 

 
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Nova pista

sexta-feira, 09 de janeiro de 2026
por Jornal A Voz da Serra

Rio de Janeiro vai ganhar um novo autódromo internacional

Com investimento privado de 1,3 bilhão de reais, o Rio de Janeiro vai ganhar o Parque Autódromo de Guaratiba, um espaço multiuso com capacidade para receber público de até 120 mil pessoas. O projeto prevê que o circuito tenha 4,71 quilômetros com velocidade média para a F-1 de 241Km/h, com cada volta feita em 1m09s50. O circuito será no sentido anti-horário com 10 curvas.

Rio de Janeiro vai ganhar um novo autódromo internacional

Com investimento privado de 1,3 bilhão de reais, o Rio de Janeiro vai ganhar o Parque Autódromo de Guaratiba, um espaço multiuso com capacidade para receber público de até 120 mil pessoas. O projeto prevê que o circuito tenha 4,71 quilômetros com velocidade média para a F-1 de 241Km/h, com cada volta feita em 1m09s50. O circuito será no sentido anti-horário com 10 curvas.

A iniciativa prevê ainda a construção de salas de aula em unidades escolares indicadas pela Prefeitura do Rio, e a construção de uma nova estação do BRT que dê acesso ao complexo. As obras devem começar no 1º semestre de 2026 e durar dois anos. Se tudo ficar pronto em 2028, por exemplo, serão 16 anos sem uma pista de corrida na cidade, já que o Autódromo de Jacarepaguá foi demolido em 2012.

Além de competições esportivas, há áreas para um centro voltado para convenções e feiras. O complexo ficará nas imediações da Estação Mato Alto do BRT e terá capacidade para 120 mil pessoas. Uma nova estação do BRT, além de uma escola pública, terá que ser construída pela empresa gestora.

O circuito terá 4,71 km de extensão e poderá ser configurado em até 11 traçados diferentes, permitindo a realização de diversas categorias automobilísticas. O conceito arquitetônico homenageia a paisagem carioca, com cinco áreas temáticas: calçadão, mangue, Mata Atlântica, Centro e avenidas da cidade.

Sobre o espaço

O terreno onde será construído o autódromo é o mesmo onde inicialmente seria realizada uma missa do Papa Francisco, na Jornada Mundial da Juventude, em 2013. À época, o evento acabou sendo transferido para a praia de Copacabana, após um forte temporal que deixou a área coberta de lama. Para resolver esse problema, o projeto prevê a construção de vários bolsões de acúmulo de água.

O empreendimento ainda depende de aprovação do pedido de licenciamento ambiental, que deve ser apresentado nos próximos dias. Foi justamente durante esse processo que um outro projeto, tocado por outra empresa, acabou indo por água abaixo há alguns anos.

Além da pista, o complexo prevê um kartódromo, áreas para experiências de direção urbana e off-road, clube de membros, estacionamento e um parque aberto ao público, com ciclovias e preservação de um manguezal de 43 mil m². 

Kartódromo em Nova Friburgo

Nessa mesma linha, Nova Friburgo possui um projeto para a construção de um kartódromo. A Associação Friburguense de Kart, além do esporte em si, busca construir outras oportunidades de lazer para os friburguenses, como impulsionamento turístico para o município e cidades vizinhas, através da sonhada inauguração de um complexo automobilístico. A construção do Kartódromo Internacional de Nova Friburgo é tratada como um marco fundamental para que esse objetivo seja alcançado.

A ideia seria utilizar um terreno na estrada Friburgo-Teresópolis (Tere-Fri), para que toda a logística fique bem acessível de maneira geral. Para a construção de um kartódromo que atenda as especificações da CIK-FIA com objetivo de receber competições nacionais e internacionais, é necessário um terreno de aproximadamente 40 mil m2 de área. Há cerca de dois anos, a Associação calculava um investimento entre 12 e 15 milhões de reais. O grupo também avaliava outras possibilidades, com investimentos menores, que poderia viabilizar o projeto.

Foto da galeria
Projeto prevê um complexo completo, recolocando o Rio na rota do automobilismo (Divulgação Vinicius Gastin)
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Ano novo, vida nova?

sexta-feira, 09 de janeiro de 2026
por Jornal A Voz da Serra

A cada virada de ano, renova-se um pacto coletivo com a ideia de mudança. Repete-se, quase como um mantra socialmente aceito, a expressão “ano novo, vida nova”, carregada de expectativa, mas nem sempre de disposição real para transformar. A pergunta que permanece incômoda — e por isso evitada — é simples: o que exatamente muda quando apenas o calendário muda?

A cada virada de ano, renova-se um pacto coletivo com a ideia de mudança. Repete-se, quase como um mantra socialmente aceito, a expressão “ano novo, vida nova”, carregada de expectativa, mas nem sempre de disposição real para transformar. A pergunta que permanece incômoda — e por isso evitada — é simples: o que exatamente muda quando apenas o calendário muda?

 O tempo não tem poder pedagógico por si só. Ele não corrige escolhas, não amadurece atitudes, não reorganiza prioridades. O tempo apenas passa. A transformação acontece quando há consciência, decisão e, sobretudo, responsabilidade sobre aquilo que se repete. Ainda assim, é comum ver pessoas atravessando anos inteiros mantendo os mesmos comportamentos, os mesmos conflitos e os mesmos resultados, acreditando que a novidade do ano será suficiente para produzir algo diferente.

O discurso do recomeço anual, muitas vezes, funciona mais como anestesia do que como impulso. Alivia, temporariamente, o incômodo de não mudar agora. Adia decisões difíceis. Sustenta a ilusão de que haverá um momento mais adequado, mais confortável, mais favorável. O novo ano vira, assim, uma espécie de promessa abstrata — sempre no futuro, raramente no presente.

Vida nova, no entanto, exige mais do que intenção. Exige ruptura. Ruptura com hábitos que já demonstraram seus limites. Com relações mantidas por medo da solidão ou pela conveniência do conhecido. Com padrões internos que se repetem não por acaso, mas por escolha silenciosa. Não há transformação sem perda, e talvez seja exatamente isso que torna o recomeço tão desejado quanto evitado.

Fala-se muito em metas, mas pouco em renúncias. Em dedicação. Pouco se questiona o que precisa ser encerrado para que algo novo possa, de fato, começar. Porque não se constrói uma vida diferente acumulando as mesmas práticas, os mesmos excessos e as mesmas justificativas.

Talvez o verdadeiro recomeço esteja menos em prometer mais e mais em sustentar melhor. Sustentar limites. Sustentar constância. Sustentar escolhas quando o entusiasmo inicial inevitavelmente se dissipa — porque ele sempre se dissipa. O que permanece, depois, é o compromisso com aquilo que se decidiu mudar.

Não se trata de reinventar tudo, nem de aderir a discursos grandiosos de transformação. Trata-se de fazer diferente o que realmente importa. De assumir que o novo não nasce da passagem do tempo, mas da coragem de interromper ciclos conhecidos.

O novo ano pode, sim, ser um convite. Mas ele não faz nada sozinho. A vida só se torna nova quando alguém está disposto a abandonar versões antigas de si mesmo. E essa decisão, ao contrário do que se gosta de acreditar, não depende do calendário. No fim, talvez a pergunta mais honesta não seja se o ano será novo — mas se haverá, de fato, disposição para viver de outra forma.

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Aconselhamento através da IA – Inteligência Artificial

quinta-feira, 08 de janeiro de 2026
por Jornal A Voz da Serra

O uso da Inteligência Artificial (IA) está entrando forte na vida das pessoas com acesso à internet. Esse instrumento tem sido procurado para se obter conselhos e orientações por jovens ou adultos, muitos dos quais sentindo solidão, ansiedade, medo, depressão, isolamento social e até com ideias suicidas.

O uso da Inteligência Artificial (IA) está entrando forte na vida das pessoas com acesso à internet. Esse instrumento tem sido procurado para se obter conselhos e orientações por jovens ou adultos, muitos dos quais sentindo solidão, ansiedade, medo, depressão, isolamento social e até com ideias suicidas.

Os doutores Zeno Charles-Marcel e Peter Landless, ambos médicos residentes nos Estados Unidos e de longa experiência em educação em saúde, comentam sobre esse assunto num artigo chamado “IA ‘Terapeuta’ em Saúde Mental – Qual é o seu lugar apropriado?”, publicado em janeiro de 2026 na Adventist Review. Vamos dar uma olhada no que esses cientistas cristãos falam sobre usar a Inteligência Artificial na busca de aconselhamento psicológico.

A necessidade de atendimento em saúde mental aumenta no mundo porque o número de pessoas com sofrimento mental cresce e a quantidade de profissionais nessa área não é suficiente. Por exemplo, a depressão está aumentando e a Organização Mundial da Saúde prevê que em 2030 ela será a doença número um do mundo.

A IA pode ajudar até certo ponto com orientações sobre saúde mental, mas é preciso cuidado para não cair em armadilhas devido às limitações dela sobre aconselhamento. Uma das vantagens é o acesso feito 24 horas por dia, todos os dias, enquanto que isso não acontece com atendimentos com psicólogos, psiquiatras ou conselheiros que têm horário marcado.

Para um adolescente ansioso que fica acordado de madrugada, ter acesso a conselhos através de uma IA, pode ser visto por ele como um socorro oportuno. Outra vantagem é que a IA custa bem menos do que pagar um profissional em saúde mental. Além disso, para os que se sentem julgados ou silenciados ao falar com adultos, um chat de aconselhamento pode significar um local seguro para abrir o coração sem medo de serem criticados.

Por outro lado, o conselho de uma IA é diferente do que é dado por um amigo verdadeiro. Conversando com a IA, ela pode lhe dizer: “Me importo com você!”, ou até mesmo “Eu te amo!”. Mas, essas declarações são geradas por um programa de computador, não vêm de alguém que realmente conhece o que vai no profundo do seu coração. Pior que isso, a IA não tem nenhuma responsabilidade quando sua vida está em jogo. Diferente de um conselheiro humano, esses programas de IA não reconhecem um clamor por ajuda. Além disso, a maioria das plataformas de IA são construídas por empresas cujo objetivo principal pode ser manter as pessoas usando as ferramentas dela não para curar, mas para lucrar.

Outro problema da IA é que elas são programadas para dar respostas predizendo modelos de linguagem humana, e nem sempre são confiáveis e sensíveis à cultura onde você vive. Assim, a resposta que a IA vai lhe dar pode conter características preconceituosas ou informações erradas. Ao pesquisar a fonte de um artigo usando a IA, ela me afirmou que o texto era de uma autora. Ao aprofundar a pesquisa, a IA disse que havia errado e a autora não havia escrito aquele texto. Quando uma IA comete erros em aconselhamento, isso pode ser bem prejudicial ou enganoso.

A conclusão dos doutores Charles-Marcel e Landless é que a IA pode ajudar, porém, mais como uma ponte, algo que mantenha a pessoa, jovem ou não, firme emocionalmente, até que ela possa ser ajudada por um ser humano qualificado, que sinta afeição e atue com responsabilidade. Recuperação emocional verdadeira depende de relacionamentos humanos que oferecem proteção, compreensão, empatia, apoio e orientação saudável.

Jovens e adultos buscando conselhos através da IA devem ser orientados de que a IA é uma ferramenta, não um amigo, e não substitui a conversa com pessoas que realmente se importam com a dor humana e são habilitadas para ajudar.

 

Cesar Vasconcellos de Souza

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Gol de placa

quinta-feira, 08 de janeiro de 2026
por Jornal A Voz da Serra

Atacante friburguense é o primeiro grande destaque da Copinha

Atacante friburguense é o primeiro grande destaque da Copinha

Lançamento longo em direção à grande área. João Henrique Bom deixou a bola quicar, e já dominou aplicando o chamado lençol no defensor adversário. Sem deixá-la cair, como típico dono da camisa nove, bateu no canto para marcar um dos gols mais bonitos desta edição da Copa São Paulo de Júnior de 2026 — e isto na primeira rodada da competição. O autor do golaço é friburguense, e a pintura anotada no jogo contra a Chapecoense ganhou o mundo do futebol. Além deste, João Bom também marcou o outro gol na derrota do Volta Redonda, time que defende, pelo placar de 3 a 2.

 Na segunda partida de sua equipe, realizada nesta terça-feira, dia 06, o atacante de Nova Friburgo voltou a balançar as redes no empate por 1 a 1 com o Santa Fé-SP, no Estádio Evandro de Paula, em Santa Fé do Sul. O resultado deixou o Voltaço ainda com chances de classificação.

 Nesta sexta-feira, 09, às 13h, o Volta Redonda enfrentará o Atlético Alagoinhas-BA, no mesmo local, pela última rodada da fase de grupos, e precisa vencer, por dois gols de diferença, a equipe baiana para se classificar para a segunda fase da competição.

Destaque das categorias de base do Vila Nova-GO, João assinou o seu primeiro contrato profissional com apenas 17 anos de idade. E o valor da multa para o atleta, que havia firmado vínculo até 31 de agosto de 2025, chamou a atenção: as cifras giravam em torno de R$ 20 milhões para transferência internacional. João teve experiências rápidas no time principal do Friburguense antes de integrar a base do Vila Nova, neste ano. Após se destacar no Sub-17, ele foi alçado ao time Sub-20, sendo titular na Copa Goiás, competição em que é artilheiro da equipe.

João chegou ao Vila no ano de 2022, e por lá ficou até 2024. Após passagem pela categoria Sub-20 do Joseense, foi contratado pelo Volta Redonda e, na base do Voltaço, naquele mesmo ano, marcou sete gols em 21 jogos.

Atualmente com 20 anos de idade, chegou a atuar pelo time profissional no ano passado em duas partidas do Campeonato Brasileiro da Série B, e neste início de 2026, integra a equipe que disputa a Copa São Paulo de Futebol Júnior.

Família de talentos

 Além de João, a família Bom tem outro talento no mundo esportivo: Sophia, a irmã, é atleta de vôlei e atualmente defende o Sesi Bauru. Com apenas 14 anos, a jovem já se destacava atuando pela Associação Friburguense de Vôlei. À época, chamou a atenção de algumas equipes e se mudou para a Cidade Maravilhosa, onde passou a integrar a equipe do Tijuca. Dali em diante, a carreira de Sophia alavancou, e a atleta friburguense segue brilhando pelas quadras do país.

 

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    João Bom chama a atenção logo na primeira rodada da Copinha, com golaço diante da Chapecoense (Foto divulgação Vinicius Gastin)

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    Natural de Nova Friburgo, o atacante (primeiro da esquerda para a direita) já atuou pelo profissional do Voltaço

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    Com três gols em dois jogos, desempenho de João já chama a atenção da mídia esportiva (Foto: Robson Ramos)

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​A cidade virou o ano sozinha

quinta-feira, 08 de janeiro de 2026
por Jornal A Voz da Serra

A virada do ano é, talvez, o momento mais simbólico de uma cidade. Não apenas pela contagem regressiva ou pelos fogos no céu, mas pelo que ela diz — ou deixa de dizer — sobre pertencimento, cuidado e presença do poder público. É quando a cidade se olha no espelho coletivo e tenta acreditar que o próximo ciclo pode ser melhor. Em Nova Friburgo, porém, a passagem de ano quase aconteceu em silêncio.

A virada do ano é, talvez, o momento mais simbólico de uma cidade. Não apenas pela contagem regressiva ou pelos fogos no céu, mas pelo que ela diz — ou deixa de dizer — sobre pertencimento, cuidado e presença do poder público. É quando a cidade se olha no espelho coletivo e tenta acreditar que o próximo ciclo pode ser melhor. Em Nova Friburgo, porém, a passagem de ano quase aconteceu em silêncio.

Não fosse a iniciativa privada, não haveria palco, música ou qualquer gesto público que marcasse o encerramento de mais um ciclo. Os eventos que deram vida à virada não nasceram da prefeitura, mas do esforço de produtores independentes, com destaque para o DJs Kokadah, Kaynan Sátiro e outros agentes culturais que apostaram recursos próprios para que Friburgo não atravessasse o Ano-Novo como quem fecha a porta e apaga a luz.

Há algo profundamente simbólico nisso. Em uma data que pertence a todos — independentemente de crença, bairro ou posição política — coube à iniciativa privada ocupar o espaço que o poder público escolheu deixar vazio. Não por vaidade, mas por responsabilidade. Não por interesse político, mas por compromisso com a cidade e com as pessoas que queriam simplesmente celebrar.

A ausência da prefeitura chama ainda mais atenção quando se observa o calendário recente de gastos públicos. Ao longo do ano, não faltaram recursos para grandes estruturas, palcos, artistas e shows ligados ao Natal e a eventos religiosos específicos. Foram investimentos elevados, legítimos em sua natureza, mas que revelam uma escolha clara quando comparados ao abandono completo da virada do ano.

A pergunta não é sobre a importância de eventos natalinos ou evangélicos — eles cumprem papel cultural e social relevante. A questão é o critério. Como explicar que haja verba para determinadas celebrações e nenhuma para o momento mais coletivo do calendário? O orçamento, como se sabe, não é neutro. Ele revela prioridades. E prioridades revelam a forma como uma gestão enxerga sua própria cidade.

Enquanto isso, Nova Friburgo ainda tenta digerir episódios muito mais graves do que a ausência de um evento. O pai da menina que faleceu recentemente em Lumiar veio a público desmentir o prefeito Johnny Maycon, afirmando que jamais foi contactado, contrariando declarações oficiais. Em meio ao luto, o que se viu foi mais um desencontro doloroso entre o discurso institucional e a realidade vivida pelas famílias.

A situação se agrava quando moradores relatam que comentários de protesto vêm sendo apagados das redes sociais do prefeito. Reclamações, críticas e questionamentos desaparecem como se nunca tivessem existido. Não é um fenômeno novo. A coluna já registrou episódios semelhantes anos atrás. O que muda agora é o contexto: o silêncio não tenta apagar apenas opiniões, mas indignações legítimas diante de tragédias reais.

Há algo de profundamente simbólico nessa tentativa de controle. Quando a crítica incomoda mais do que a dor, algo está fora do lugar. A política, quando deixa de ouvir, passa a administrar apenas a própria imagem. E quando a imagem vira prioridade, a cidade vira figurante de um governo que fala muito e escuta pouco.

Talvez por isso a iniciativa privada tenha sido tão importante neste Ano Novo. Não apenas pelo evento em si, mas pelo gesto. Alguém precisou lembrar que a cidade existe, que as pessoas querem estar juntas, que a virada importa. Quando o poder público se ausenta, outros ocupam o espaço — de precisar gritar em meio a tantos silêncios sem explicação.

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Caiu de maduro ou de podre mesmo

quarta-feira, 07 de janeiro de 2026
por Jornal A Voz da Serra

Às duas da madrugada, horário de Brasília, de 3 de Janeiro, o povo venezuelano começava a ver uma luz no final do túnel, com a prisão de Nicolas Maduro, ditador da Venezuela. Começava naquele momento o fim de mais um regime de esquerda, que tantos sofrimentos e estragos causou ao seu povo. O aparato criado por Hugo Chaves e seguido por Nicolas Maduro, com fraudes constantes ao sistema eleitoral, para se perpetuar no cargo,  poder total à suprema corte para que esta respaldasse o regime, em quaisquer circunstâncias, apagaram com a democracia, dando lugar a um regime ditatorial.

Às duas da madrugada, horário de Brasília, de 3 de Janeiro, o povo venezuelano começava a ver uma luz no final do túnel, com a prisão de Nicolas Maduro, ditador da Venezuela. Começava naquele momento o fim de mais um regime de esquerda, que tantos sofrimentos e estragos causou ao seu povo. O aparato criado por Hugo Chaves e seguido por Nicolas Maduro, com fraudes constantes ao sistema eleitoral, para se perpetuar no cargo,  poder total à suprema corte para que esta respaldasse o regime, em quaisquer circunstâncias, apagaram com a democracia, dando lugar a um regime ditatorial. Além do mais transformaram a Venezuela num entreposto do tráfico de drogas, sendo esse, alíás, o motivo que levou os Estados Unidos a prender Maduro.

O regime promoveu uma fuga em massa da população para os países vizinhos, arruinou a economia da Venezuela, outrora sólida e uma das mais importantes da América do Sul e condenou seu povo à fome e à pobreza. Ações típicas de governos comunistas e ditatoriais, que encontram nessa maneira de agir, a maneira mais eficaz de subjugar e aniquilar uma nação. Que o digam Cuba, Bolívia, Rússia, China, Coréia do Norte, Namíbia, entre outras.

Fora os chavistas fanáticos e aqueles que se aproveitavam das benesses concedidas pelo regime, a população, de uma maneira geral, sempre mostrou seu desprezo a Nicolas Maduro. Isso é demonstrado pela única maneira que o povo tinha para protestar, ou seja, através do voto. Daí que para se perpetuar no poder, Maduro fraudou, descaradamente, as duas últimas eleições, declarando-se vencedor do pleito e se mantendo no cargo de maneira ditatorial. O mesmo já fizera Hugo Chaves, antes de morrer.

À luz do direito internacional e segundo os acordos chancelados pela ONU, Donald Trump cometeu uma grave transgressão, ao invadir a Venezuela e prender seu “presidente”, sem uma declaração formal de Guerra. No entanto, ao enquadrar Maduro como narcotraficante, um dos baluartes do tráfico internacional, com graves ameaças à estabilidade dos países que se colocam frontalmente contra o narcotráfico, ele tenta justificar sua ação. E é como narcotraficante que o ex-ditador venezuelano será julgado em solo americano, provavelmente, já a partir de segunda- feira, 5 de Janeiro.

A ação foi rápida, a cargo de uma tropa de elite do exército americano; “pelo menos 40 pessoas, incluindo civis e soldados, morreram durante a operação de captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro, neste sábado, 3, de acordo com o jornal americano The New York Times, segundo um alto funcionário venezuelano, que falou sob condição de anonimato”. Essa tropa recebeu o apoio de mais de 150 aeronaves americanas, enviadas para neutralizar as defesas aéreas da Venezuela, o que permitiu que helicópteros militares transportassem as tropas que atacaram a posição de Maduro.

Ainda de acordo com informes internacionais, Nicolas tentou entrar num bunker para se esconder, mas percebendo que estava perdido, entregou-se sem resistência. Largou de lado a impáfia com que ameaçou, prendeu, torturou e matou todos aqueles que tentaram devolver a paz, a tranquilidade e restaurar a democracia, num país devastado pela fome e pela pobreza.

Os fins não justificam os meios, mas ao deletar Maduro, Trump deu um belo presente de Natal para o povo venezuelano. Tenho certeza que 2026 será um ano muito melhor para a Venezuela, livre, em definitivo, de um ditador sanguinário como aliás o são todos eles.

É muito comum tentar se fazer uma comparação entre o Brasil e a Venezuela, mas as diferenças são gritantes. Por exemplo, lá a suprema corte era um capacho do governo, chancelando todas as suas insanidades; a daqui, ao contrário, passa por cima do legislativo e do executivo e se impõe como um poder supremo. Exemplo: o Congrersso Nacional acatou e chancelou o voto auditável. No entanto, do nada, pois não se trata de uma matéria constitucional, o STF vetou tal medida. Outro exemplo é a intromissão de Alexandre de Moraes e Dias Toffolli no caso do banco Master. A liquidação desse banco é um assunto do Banco Central e do sistema financeiro e, quando muito, da justiça comum ou da polícia. O STF não tem nada a ver com isso, pois não se trata de um assunto constitucional. Vários outras instituições financeiras já foram liquidadas, anteriormente, sem que a suprema corte se intrometesse. O que será acontece com esse banco em especial?

Outra diferença gritante é que Luís Inácio não é um ditador, foi eleito numa eleição considerada legal pelo STF e pelos que acreditam na integridade das urnas eletrônicas. A única semelhança é que os eleitores do PT, ou são fanáticos ou têm interesses no governo. Só isso explica a eleição de um candidato, com o perfil do atual presidente.

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Final feliz

quarta-feira, 07 de janeiro de 2026
por Jornal A Voz da Serra

Friburgo Sporting fatura título da Copa Ouro na categoria Sub-16

Ainda antes da virada do ano, o Friburgo Sporting teve a oportunidade de festejar o seu último título na temporada de 2025. No Estádio Edmo Figueira, em Bom Jardim, a equipe Sub-16 venceu o Águia Real pelo placar de 4 a 0, e desta forma conquistou o título da Copa Ouro, coroando uma campanha de destaque na competição.

Friburgo Sporting fatura título da Copa Ouro na categoria Sub-16

Ainda antes da virada do ano, o Friburgo Sporting teve a oportunidade de festejar o seu último título na temporada de 2025. No Estádio Edmo Figueira, em Bom Jardim, a equipe Sub-16 venceu o Águia Real pelo placar de 4 a 0, e desta forma conquistou o título da Copa Ouro, coroando uma campanha de destaque na competição.

Já na categoria Sub-14, o Friburgo Sporting ficou com o vice-campeonato após ser superado por 2 a 0 pelo Seven, de Campo Grande, em uma partida bastante disputada. Mesmo com o vice na base mais jovem, o clube encerra a temporada de 2025 com números expressivos: foram 12 campeonatos disputados, sete finais alcançadas e dois títulos conquistados no ano.

Em apenas três anos de projeto no futebol de base, o Friburgo Sporting acumula 18 finais em competições como torneios municipais, Copa Noroeste, copas interestaduais e até Campeonato Estadual — desempenho que o coloca como um dos destaques entre os projetos de base do interior, conquistando troféus e se mantendo competitivo em todas as disputas.

“O sucesso da equipe é reflexo direto do trabalho contínuo e qualificado da comissão técnica, composta por Fabiano Marques, Matheus Cunha e Pierre Marques, que há três anos lideram o desenvolvimento das categorias de base do clube. A captação de talentos também tem sido um diferencial, com destaque para a atuação de Gilberto Santana, responsável pela prospecção de jogadores em Além Paraíba e região, no estado de Minas Gerais”, avaliam os dirigentes.

Após o título conquistado e os números alcançados que consolidam o trabalho do projeto, o Friburgo Sporting agora volta suas atenções para 2026. O clube já recebeu diversos convites e planeja participar de competições de nível nacional, ampliando ainda mais a sua projeção no cenário do futebol de base brasileiro.

O trabalho feito pelas escolinhas de futebol e projetos ligados ao esporte segue, este ano, como um dos principais braços para mudar os rumos das vidas de crianças e jovens friburguenses. Além do Friburgo Sporting, diversas outras agremiações seguem desenvolvendo seus trabalhos e, eventualmente, além da formação humana e promoção da saúde, revelam talentos com potencial para seguir carreira no mundo esportivo.

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    Jogadores festejam mais uma conquista na temporada de 2025 (Fotos: Gustavo Rocha)

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    Festa no Sub-16 coroou o trabalho de um ano inteiro, recheado por bons resultados e conquistas

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    Partidas aconteceram em Bom Jardim: apesar do vice, resultado no Sub-14 também foi celebrado

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    Trabalho realizado por direção e comissão técnica rende frutos e projeções a nível nacional

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Quero ser seu par

quarta-feira, 07 de janeiro de 2026
por Jornal A Voz da Serra

No final de semana, após um almoço gostoso de domingo na casa dos meus sogros, li uma placa com a frase “Por onde for, quero ser seu par”. Um momento nostálgico invadiu minha mente adentro, deixando ares de doçura, que me fizeram lembrar de uma época muito especial e eternizada. 

No final de semana, após um almoço gostoso de domingo na casa dos meus sogros, li uma placa com a frase “Por onde for, quero ser seu par”. Um momento nostálgico invadiu minha mente adentro, deixando ares de doçura, que me fizeram lembrar de uma época muito especial e eternizada. 

O ano era 1990. Colégio Cêfel, 3ª série primária. Estávamos todos na aula de música, divididos em grupo, onde aprendemos uma letra, imersos na doce melodia. Aulas e mais aulas ensaiando cada estrofe, para que fosse apresentada de forma brilhante para os nossos responsáveis no grande dia. A professora nos guiava com maestria e cada palavra entoava meu coração, exalando um perfume inigualável. Os pedaços cantados transbordavam em meu ser um sentimento que, na época, eu não sabia explicar e muito menos entender. Algo novo e indecifrável.
Os anos passaram. Não sou mais aquela menina de 9 anos, de cabelos compridos e castanhos, mas, hoje, aqui me encontro voltando a sensação que essa música transpassa meu ser. Recheada de significados e que sempre me percebo entoando seus versos, que me trazem uma paz interior. 

“Por onde for, quero ser seu par”.

Esse trecho da música “Andança”, cantada na voz maravilhosa e saudosa de Beth Carvalho, traz um pouco de mim, de você, da gente.

Escolher o nosso par nas andanças da vida, aquele que queremos seguir lado a lado, nas tristezas, perdas, conquistas, boas gargalhadas gostosas de doer a barriga, descobertas, indecisões e também nos medos, anseios, receios e desafios é algo que nos tira do centro, desperta sensações e percepções sobre como será a nossa caminhada. 

A escolha não nos remete somente a quem preferimos de forma amorosa nas relações que estabelecemos no dia a dia, mas traz dentro dela os nossos amigos, familiares, seja de laços construídos e escolhidos por nós mesmos ou de sangue. Conduz todos que selecionamos para estarem na carruagem que faz parte da nossa existência, em uma estrada deslizante, sinuosa, com desníveis que nos surpreendem. 

Andança não é apenas uma música. Ela desperta saudade, esperança, conexão. Tudo aquilo que compõe o nosso mais íntimo desejo profundo, despertando o nosso eu interior.

Que possamos continuar escolhendo os nossos pares, seguindo com firmeza e boas expectativas. Pois o que seríamos sem as andanças ao longo da nossa jornada?

Até a próxima quarta!

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