Em busca de respiro, Friburguense terá jogo decisivo pela Série B1 do Carioca
O cenário é desafiador. Depois de pontuar fora de casa diante do Campo Grande, o Friburguense inicia uma sequência decisiva para o futuro do clube na Série B1 do Campeonato Carioca — e também para as pretensões a curto e médio prazo. Restando cinco rodadas para o término da Taça Corcovado (fase de classificação do campeonato), o time comandado por Gedeil precisa somar pontos e, para isso, buscar as vitórias que levem a uma condição mais favorável na tabela de classificação.
Em busca de respiro, Friburguense terá jogo decisivo pela Série B1 do Carioca
O cenário é desafiador. Depois de pontuar fora de casa diante do Campo Grande, o Friburguense inicia uma sequência decisiva para o futuro do clube na Série B1 do Campeonato Carioca — e também para as pretensões a curto e médio prazo. Restando cinco rodadas para o término da Taça Corcovado (fase de classificação do campeonato), o time comandado por Gedeil precisa somar pontos e, para isso, buscar as vitórias que levem a uma condição mais favorável na tabela de classificação.
Dentro desse contexto, o duelo com o Duque de Caxias neste sábado, 18, às 15h, no Eduardo Guinle, ganha contornos decisivos. Os ingressos são vendidos nas bilheterias do estádio, a preços que variam entre R$ 10 (meia-entrada) e R$ 20.
A três pontos de sair da zona de rebaixamento, o Frizão também está a quatro do terceiro colocado, numa Série B1 de muito equilíbrio. Do Artsul, terceiro colocado (8 pontos) ao Carapebus, penúltimo (7), somente um ponto separam todas as equipes que estão nesta região da tabela. O último do G4 é o São Cristóvão (8), que venceu o Duque de Caxias (7) na última rodada.
Integrante do Z-2 ao lado do Friburguense, o Carapebus vai receber o Serrano, no Moacyrzão. O time de Petrópolis está logo acima do Duque de Caxias, o primeiro clube acima da zona de rebaixamento. Outra equipe com sete pontos, o Paduano enfrenta o Campo Grande, que é um dos cinco times com oito pontos na tabela de classificação.
Ainda neste sábado, 18, o líder Bonsucesso viaja para encarar o Niteroiense, atualmente sexto colocado, enquanto Petrópolis e São Cristóvão fazem um duelo de dois times que atualmente integram o grupo quatro melhores colocados da Série B1. Nova Cidade e Artsul, ambos com oito pontos ganhos, fazem confronto direto na briga pelas primeiras posições.
Sequência do Friburguense
Friburguense 0x1 Carapebus, Eduardo Guinle
Petrópolis 1x0 Friburguense, De Los Lários
Friburguense 1x0 Serrano, Eduardo Guinle
Artsul 1x0 Friburguense, Nivaldo Pereira
Friburguense 0x1 Bonsucesso, Eduardo Guinle
Campo Grande 1x1 Friburguense, Luso-Brasileiro
18/Out, Sáb, 15h - Friburguense x Duque de Caxias, Eduardo Guinle
25/Out, Sáb, 15h - São Cristóvão x Friburguense, Ronaldo Nazário
29/Out, Qua, 15h - Paduano x Friburguense, Waldo Carneiro
01/Nov, Sáb, 15h - Friburguense x Niteroiense, Eduardo Guinle
08/Nov, Sáb, 15h - Nova Cidade x Friburguense, Joaquim A. Flores
Classificação da Série B1
1º- Bonsucesso, 14 pts
2º- Petrópolis, 12 pts
3º- Artsul, 8 pts
4º- São Cristóvão, 8 pts
5º- Nova Cidade, 8 pts
6º- Niteroiense, 8 pts
7º- Campo Grande, 8 pts
8º- Paduano, 7 pts
9º- Serrano, 7 pts
10º- Duque de Caxias, 7 pts
11º- Carapebus, 7 pts
12º- Friburguense, 4 pts
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MUNDIAL FEMININO
Mundial de 2027 será o melhor de todos, diz diretora da Fifa
A menos de dois anos da Copa do Mundo Feminina, que acontecerá no Brasil, entidades governamentais e do futebol envolvidas na organização se reuniram nesta quinta-feira, 16, no Rio de Janeiro. Em pauta, a definição os próximos passos para a realização do evento. Em maio, a Federação Internacional de Futebol (Fifa) divulgou as oito cidades-sedes e os estádios que receberão o maior evento mundial da modalidade.

Entre os participantes do encontro, ontem, estava a diretora de futebol da Fifa Jill Ellis, ex-técnica bicampeã mundial com a seleção feminina dos Estados Unidos (2015 e 2019). Para ela, participar do evento é uma oportunidade de visitar as cidades-sedes novamente e ter a certeza de que elas estão alinhadas com a Fifa.
"É bom estarmos familiarizados porque temos que nos sentir um time. Não é a Fifa vindo aqui e sim a Fifa vindo trabalhar junto com os anfitriões brasileiros, construindo essa relação e indo nos detalhes, expectativas, padrões. Entender o que eles precisam, padrões de centros de treinamentos, todos os detalhes que tem que estar prontos para a Copa do Mundo”, detalhou a diretora, em sua terceira vinda ao país representando a Fifa.
Jill veio ao Brasil apenas para esse encontro que conta com gestores das cidades-sede, dos estados, do Governo Federal e da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Uma comitiva da Fifa permanece no país para realizar análises técnicas e estruturais dos estádios, em todas as sedes do mundial.
No evento, Jill disse que acredita que o Mundial de 2027 será o melhor de todos os tempos: “Eu sempre penso que próxima Copa do Mundo vai ser a melhor, mas essa vai ser a primeira Copa do Mundo feminina na América do Sul. É um continente que dorme, respira, se alimenta de futebol. É como se o futebol voltasse para casa pela paixão que existe aqui. O que nós vamos ver? Eu vou começar pelas atletas: o alto nível das jogadoras, o nível de competitividade, grandes estrelas virão jogar aqui. O futebol vai ser incrível. Eu assisti jogos aqui no Brasil e ouvi os torcedores, eles são incríveis, eles cantam, eles interagem, eu sempre digo: os fãs da América do Sul não tem igual no mundo. Então eu estou muito empolgada, eu acho que vai ser incrível”, garantiu.
Além de conquistar dois títulos mundiais com a seleção norte-americana, Jill Ellis também foi laureada com duas Bolas de Ouro como melhor técnica naqueles anos. A diretora da Fifa elogiou a seleção brasileira feminina o trabalho do técnico de Arthur Elias.
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