Chegamos ao Natal. Não caberia a pergunta que virá, se todos vivêssemos o sentido original do nascimento do Salvador entre nós, no coração. Mas, com certeza, cabe nos dias e no cenário de hoje o intrigante questionamento: Qual Natal?
Caminhando pelas cidades, vimos de tudo: luzes artificiais, filas para compras contínuas e movimentadas. Vimos gente apressada, ouvimos barulhos de carros e motos acelerados e dos anúncios de beira de calçada arrebanhando para as promoções. Encontramos tanto colorido entre ferros e plásticos, sobressaindo o vermelho do reinado do papai Noel, de casas,...
