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Briga pelo acesso

sexta-feira, 10 de abril de 2026
por Vinicius Gastin

Série A2 do Carioca terá bola rolando a partir do dia 18

Com a presença de presidentes e representantes de todos os clubes participantes, foi realizada a reunião do Conselho Arbitral que definiu o regulamento e sorteou a tabela da Série A2 do Campeonato Carioca de 2026, equivalente à segunda divisão estadual. O início da competição está previsto para o dia 18 de abril. América, Americano, Araruama, Audax, Bonsucesso, Cabofriense, Olaria, Pérolas Negras, Resende, São Gonçalo e Serrano estão confirmados no campeonato. O 12º clube será o time rebaixado da Série A.

Série A2 do Carioca terá bola rolando a partir do dia 18

Com a presença de presidentes e representantes de todos os clubes participantes, foi realizada a reunião do Conselho Arbitral que definiu o regulamento e sorteou a tabela da Série A2 do Campeonato Carioca de 2026, equivalente à segunda divisão estadual. O início da competição está previsto para o dia 18 de abril. América, Americano, Araruama, Audax, Bonsucesso, Cabofriense, Olaria, Pérolas Negras, Resende, São Gonçalo e Serrano estão confirmados no campeonato. O 12º clube será o time rebaixado da Série A.

O modelo de disputa será o mesmo dos últimos anos. Os 12 clubes jogarão a primeira fase em turno único (Taça Santos Dumont), no formato de pontos corridos. Os quatro primeiros se classificam para a semifinal, e apenas o campeão garante vaga na primeira divisão do ano que vem. Os dois últimos serão rebaixados para a Série B1.

 Suspeita no quadrangular

Um inquérito aberto no Tribunal de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro (TJD-RJ) e na Polícia Civil apura um possível caso de manipulação de resultados no Campeonato Carioca da Série A de 2026. Uma partida do "quadrangular da morte", torneio que define o rebaixamento na competição, é alvo da investigação.       

A suspeita partiu de um alerta disparado pela Federação do Rio aos clubes, apontando movimentações anormais em casas de apostas. Ao menos dois jogadores, de dois clubes diferentes, são apontados como suspeitos. O portal GE apurou que um deles foi afastado e não atua mais por sua equipe.

Alguns depoimentos já foram tomados pelos investigadores da Delegacia do Consumidor (Decon) que assume os inquéritos relacionados à manipulação de resultados no futebol do Rio de Janeiro. O presidente da Ferj, Rubens Lopes, foi um dos convidados a depor. Até o momento, esse foi o único alerta de suspeita de manipulação em jogos da Série A do Carioca deste ano.

Levantamento do portal GE, com mais de 100 jogadores que disputam a primeira divisão do Rio de Janeiro pelas equipes de menor investimento, mostrou que quase 15% dos jogadores de times pequenos da Série A do futebol carioca admitiram que já receberam proposta ou sondagem para manipular resultados ou lances de partidas.

Dos 116 atletas ouvidos entre os oito pequenos, 17 responderam "sim" para a pergunta "Você já recebeu proposta ou foi alguma vez sondado para manipular resultados/lances de jogos?". Correspondente a 14,6%. A Série A do Carioca contou com um jogador que voltou da eliminação do futebol. É o atacante Ygor Catatau, que foi até as quartas de final do Carioca com o Volta Redonda. Ele foi suspenso em 2023 quando jogava pelo Sampaio Corrêa, na Série B do Brasileirão daquele ano. O jogador conseguiu a revisão da pena e voltou a jogar no fim do ano passado.

Em nota, a Ferj não comentou o caso sob investigação em 2026 - existe ao menos um alerta emitido pela empresa especializada em monitorar casos suspeitos. Mas a federação ressaltou que os casos estão diminuindo nos últimos anos.

"Com o intuito de proteger o esporte, a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro tem adotado medidas de combate à manipulação de resultados há vários anos. Além da contratação de empresa internacional de serviços de integridade, o Departamento Jurídico da entidade encaminha todas as denúncias - sejam anônimas à sua Ouvidoria ou oriundas de relatórios emitidos pela parceira de monitoramento - para a Polícia Civil, Ministério Público, Juizado do Torcedor, Superior Tribunal de Justiça Desportiva, Tribunal de Justiça Desportiva-RJ e Confederação Brasileira de Futebol, com o objetivo de, com a soma de esforços, encontrar e penalizar esportivamente e criminalmente os envolvidos. Vale ressaltar que, após as ações e também trabalho conjunto entre os órgãos, o número de casos apresenta queda vertiginosa: 19 (2022), sete (2023), três (2024) e dois (2025)."

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Registro de um confronto entre Friburguense x Cabofriense, em 2022: time da Região dos Lagos busca voltar à elite (Foto: Divulgação Vinicius Gastin)
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O aniversário é de A VOZ DA SERRA, mas quem comemora é Friburgo

quinta-feira, 09 de abril de 2026
por Lucas Barros

Há aniversários que pertencem a uma pessoa, a uma família ou a uma instituição. Mas há outros que pertencem a uma cidade inteira. Quando um jornal completa 81 anos de existência, como A VOZ DA SERRA celebrou na terça-feira, 7, a comemoração deixa de ser apenas de quem escreve, imprime ou distribui. Ela passa a ser, sobretudo, de quem lê. E, neste caso, de quem vive Nova Friburgo.

Há aniversários que pertencem a uma pessoa, a uma família ou a uma instituição. Mas há outros que pertencem a uma cidade inteira. Quando um jornal completa 81 anos de existência, como A VOZ DA SERRA celebrou na terça-feira, 7, a comemoração deixa de ser apenas de quem escreve, imprime ou distribui. Ela passa a ser, sobretudo, de quem lê. E, neste caso, de quem vive Nova Friburgo.

Um jornal com 81 anos não atravessa o tempo por acaso. Entre a primeira edição e a que hoje chega às casas dos leitores, o mundo mudou inúmeras vezes. Mudaram os governos, mudaram os costumes, mudaram as tecnologias e até a forma como as pessoas se informam.

No entanto, semana após semana, edição após edição, A VOZ DA SERRA seguiu registrando a história da cidade, dia a dia, enquanto ela acontecia. Ao longo dessas oito décadas, o jornal testemunhou transformações profundas em Nova Friburgo. Viu crescer bairros, acompanhou momentos de prosperidade e também registrou tempos difíceis.

Contou histórias de gente comum que, com trabalho e perseverança, ajudou a construir a identidade friburguense. Em suas páginas passaram fatos históricos, personagens marcantes, debates públicos e as pequenas narrativas do cotidiano que, somadas, formam a memória de uma cidade.

Não é exagero dizer que, muitas vezes, a história de nossa cidade pode ser revisitada folheando edições antigas do jornal. Ali estão as fotografias que congelaram momentos importantes, os anúncios de outros tempos, as reportagens que retrataram decisões políticas, avanços sociais e desafios coletivos.

Um jornal, quando atravessa gerações, acaba se transformando em algo maior que um veículo de comunicação: torna-se arquivo vivo da própria comunidade. Em tempos de velocidade digital e de notícias que desaparecem em segundos na tela de um celular, há algo quase simbólico no fato de que A VOZ DA SERRA continue existindo também em sua forma impressa. Não é pouca coisa.

Em um cenário em que tantos jornais tradicionais deixaram de circular fisicamente, o periódico friburguense segue sendo entregue diariamente na casa de milhares de leitores e aos olhos de inúmeros friburguenses, seja bancas de revista ou seus trabalhos, na sala de espera do médico à repartição pública.

Essa permanência diz muito sobre a relação entre o jornal e a cidade. A edição impressa não é apenas papel e tinta; ela representa uma tradição que atravessa gerações. Há leitores que cresceram vendo o jornal chegar em casa, que aprenderam a reconhecer o ritmo da semana pela chegada da nova edição. É um hábito que se transforma em memória afetiva coletiva.

E naturalmente, um veículo com tanta história também atravessa momentos de debate e crítica. Em diferentes períodos, vozes surgem dizendo que o jornal favorece este ou aquele lado político. É uma narrativa comum em sociedades democráticas, onde a imprensa, ao noticiar e questionar, inevitavelmente incomoda alguém. Mas o tempo costuma ser um juiz silencioso.

Pessoas passam. Governos passam. Ciclos políticos se encerram. O que permanece é o registro dos acontecimentos. O fato de A VOZ DA SERRA chegar aos 81 anos diz muito mais sobre sua seriedade e compromisso com a informação do que qualquer crítica passageira poderia sugerir. Empresas não atravessam oito décadas sem consistência, credibilidade e trabalho.

Por isso, neste aniversário, talvez seja justo inverter a lógica da celebração. O aniversário é do jornal, é verdade. Mas quem tem motivos para comemorar são os friburguenses. Poucas cidades podem dizer que possuem um veículo de comunicação com tamanha longevidade, capaz de acompanhar gerações inteiras de moradores.

Ter um jornal que resiste ao tempo é também ter um espelho da própria cidade. Um espaço onde a comunidade se reconhece, discute seus caminhos e preserva sua memória coletiva. E memória, afinal, é uma das coisas mais valiosas que uma cidade pode ter.

Que venham muitos outros aniversários. Porque enquanto houver histórias para contar em Nova Friburgo — e sempre haverá — também haverá sentido em registrar essas histórias. E, nesse caso, quem ganha não é apenas o jornal. É a própria cidade que continua se vendo, dia após dia, refletida em suas páginas.

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Doenças autoimunes e estresse

quinta-feira, 09 de abril de 2026
por Cesar Vasconcellos

Doenças autoimunes ocorrem quando o corpo se ataca. O sistema imunológico se torna incapaz de reconhecer a diferença entre vírus, bactérias e outros agentes que provocam doenças e os próprios tecidos do organismo. Trabalhos científicos mostram a ligação entre conflitos emocionais e doenças autoimunes.

Doenças autoimunes ocorrem quando o corpo se ataca. O sistema imunológico se torna incapaz de reconhecer a diferença entre vírus, bactérias e outros agentes que provocam doenças e os próprios tecidos do organismo. Trabalhos científicos mostram a ligação entre conflitos emocionais e doenças autoimunes.
Estudo científico realizado na Suécia e publicado em 2018 no site da revista da Associação Médica Americana, o JAMA Network, envolvendo 106.464 pacientes mostrou que estes indivíduos com distúrbios de estresse tiveram grande risco de doença autoimune subsequente. Os resultados indicam a possibilidade do estresse causar doenças autoimunes, como lúpus, artrite reumatoide, psoríase, esclerose múltipla e diabetes tipo 1, por ter maior incidência de doenças autoimunes entre pessoas previamente diagnosticadas com distúrbios relacionados ao estresse.
Neste estudo na Suécia eram mais propensos a serem diagnosticados com doença autoimune cerca de nove em 1.000 pacientes por ano, com distúrbios relacionados ao estresse, mas apenas cerca de seis por 1.000 pacientes no ano entre aqueles sem distúrbios de estresse.
Os pesquisadores analisaram mais de 100 mil pessoas diagnosticadas com transtornos do estresse e compararam sua tendência de desenvolver doenças autoimunes pelo menos um ano depois com 126 mil de seus irmãos e outros milhões de pessoas sem transtornos relacionados ao estresse.
O estudo descobriu que os diagnosticados com um transtorno do estresse eram mais propensos a desenvolver várias doenças autoimunes e com taxa maior de doença autoimune se eram mais jovens.
Isso não significa que distúrbios ligados ao estresse causam doenças autoimunes. Mas, este estudo envolvendo milhares de suecos mostrou que a exposição a um transtorno relacionado ao estresse foi bastante associada ao aumento do risco de doença autoimune ligado ao evento estressor.
Uma das teorias sobre doença autoimune e estresse é que períodos longos de estresse e eventos traumáticos mudam a expressão de nossos genes. O trauma emocional altera a sinalização neuroquímica em nossos corpos, o que cria um ambiente onde o corpo começa a se atacar.
O cérebro foi projetado por Deus para criar continuamente novos caminhos e encontrar saídas para o sofrimento. Novas redes de neurônios, que são as células cerebrais, podem ser criadas de várias maneiras, com mudanças de comportamento, de ambiente e estilo de vida o que contribui para a recuperação de doenças autoimunes.
Procure reduzir seu estresse. Pratique atividades físicas ao ar livre. Tome bastante água cada dia nos intervalos das refeições. Se exponha à luz solar pelo menos 15 minutos cada dia. Use alimentação vegetariana. Evite bebidas alcoólicas e cafeína em qualquer forma. Respire ar puro. Evite dormir após 22h. Tenha um hobby saudável. Mantenha contato afetivo com sua família e amigos procurando resolver pendências nestes relacionamentos, pelo menos do que depende de você. E confie no amor de Deus manifestado de forma pessoal para lhe ajudar. Tudo isso junto produzirá melhor saúde física, mental, social e espiritual, trazendo alívio ou cura para sua doença autoimune.
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Cesar Vasconcellos de Souza
doutorcesar.com
youtube.com/claramentent
IG @claramentent
Tik-Tok claramentent
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Tropeço

quinta-feira, 09 de abril de 2026
por Vinicius Gastin

Frizão estreia com derrota na B2 Estadual Sub-20, e tem novo desafio nesta quinta

Frizão estreia com derrota na B2 Estadual Sub-20, e tem novo desafio nesta quinta

Não foi a melhor das estreias. Mesmo jogando em casa, no estádio Eduardo Guinle, o time sub-20 do Friburguense foi derrotado pelo Paduano, por 2 a 1. A partida foi válida pela primeira rodada da Série B2 Estadual de juniores, promovida pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj). Em seu segundo desafio, o Tricolor da Serra já volta a campo nesta quinta-feira, 9, quando encara o Belford Roxo, às 15h, no estádio Nélio Gomes, a casa do adversário, na Baixada Fluminense.

Nesta edição, as oito equipes se enfrentam em turno único, classificando quatro times para as semifinais e finais. Além do Frizão, participam CIG 7 de Abril, Rio de Janeiro, Paduano, Belford Roxo, Santa Cruz, Serra Macaense e Paraty. O campeonato é disputado em três fases: Taça Maracanã, semifinal e final. Ao término das sete rodadas, o primeiro colocado em pontos ganhos será declarado campeão da Taça Maracanã. Os quatro melhores classificados disputarão a semifinal do campeonato.

Alguns dos atletas utilizados nesta competição poderão compor o time profissional no segundo semestre, quando o Frizão terá a Série B2 do Campeonato Carioca como desafio.

Tabelão do Friburguense - Série A2 / Sub-20

Friburguense 1 x 2 Paduano, Eduardo Guinle

09/abr - Qui - 15h - Belford Roxo x Friburguense, Nélio Gomes

16/abr - Qui - 15h - Friburguense x Rio de Janeiro, Eduardo Guinle

23/abr - Qui - 15h - Paraty x Friburguense, a definir

30/abr - Qui - 15h - Friburguense x 7 de Abril, Eduardo Guinle

07/mai - Qui - 15h - Serra Macaense x Friburguense, Claudio Moacyr

14/mai - Qui - 15h - Friburguense x Santa Cruz, Eduardo Guinle

 

 

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Doce ação

Nova edição da Páscoa Feliz distribui chocolates a crianças na Granja Spinelli

Mais uma ação doce de solidariedade e empatia. No último sábado, 4, o grupo Divas da Serra realizou a 5ª edição da ação Páscoa Feliz, no bairro Granja Spinelli. Ao todo, cerca de 300 pessoas participaram, entre elas aproximadamente 200 crianças e adolescentes.

Na ocasião, foram entregues chocolates e compartilhadas muitas histórias, proporcionando momentos especiais de carinho e celebração.

A iniciativa foi idealizada e realizada por Luciana, Márcia e Paloma, e neste ano contou também com a participação especial das amigas Ana Cláudia e Juliana, fortalecendo ainda mais o projeto.

Além disso, foi preparada uma mesa de café da manhã, proporcionando um momento de convivência para todos os presentes. “A iniciativa reforça o compromisso das Divas da Serra em levar amor, esperança e sorrisos para a comunidade”, resume Luciana.

Muitas das crianças e adolescentes beneficiados integram o Projeto Mente de Campeão, criado em 2018 por Marcos Vinicius Tostes, poeta e artista local, e que já atendeu a centenas de alunos durante vários anos de atuação no bairro, oferecendo esporte, cultura e lazer. O coordenador, inclusive, é autor do livro “Fé, Motivação e Poesias”, cujo dinheiro da venda de exemplares é revertido em recursos à ação solidária.

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    Mesmo jogando em casa, Tricolor não conseguiu bom resultado em seu jogo de estreia (Foto: Divulgação Vinicius Gastin)

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    Ação reuniu dezenas de crianças, adolescentes e familiares na Granja Spinelli (Foto: Divulgação Vinicius Gastin)

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    Grupo Divas da Serra realiza ação pela quinta vez, distribuindo chocolates e carinho durante a Páscoa (Foto: Divulgação Vinicius Gastin)

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O Senhor ressuscitado é nossa vida e salvação!

quarta-feira, 08 de abril de 2026
por Jornal A Voz da Serra

Vivemos a alegria do anúncio pascal que ressoa em toda Igreja: Cristo ressuscitou! Não podemos deixar de celebrar e anunciar ao mundo inteiro que nós cremos no Senhor ressuscitado. Ele é nossa vida e nossa certeza de uma eternidade feliz. A morte foi vencida, pois o Senhor morreu, mas vivo está; e Ele é nossa salvação. A liturgia cristã canta alegremente: “Este é o dia que o Senhor fez para nós, alegremo-nos e nele exultemos; porque a pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular” (Sl 117).

Vivemos a alegria do anúncio pascal que ressoa em toda Igreja: Cristo ressuscitou! Não podemos deixar de celebrar e anunciar ao mundo inteiro que nós cremos no Senhor ressuscitado. Ele é nossa vida e nossa certeza de uma eternidade feliz. A morte foi vencida, pois o Senhor morreu, mas vivo está; e Ele é nossa salvação. A liturgia cristã canta alegremente: “Este é o dia que o Senhor fez para nós, alegremo-nos e nele exultemos; porque a pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular” (Sl 117).

A vitória de Cristo crucificado sobre as potências da morte o qualifica como Senhor e Messias. “Eu sou o primeiro e o último, o vivente; estive morto, mas estou vivo pelos séculos dos séculos” (Ap 1,17). Deste modo, Jesus ressuscitado transmitindo sua vida aos cristãos, ajuda-os a superar todas as adversidades e inimizade, “até o último inimigo ser vencido, isto é, a morte” (1Cor 15,26). 

O Aleluia Pascal que ressoa e é cantado constantemente neste tempo, exprime a alegria da nova criação, da vida nova e da recapitulação de todas as coisas em Jesus Cristo. Por isso, os cristãos participam de modo especial dos frutos da ressurreição, pois a fé pautada na ressurreição transforma nossa vida. Somos todos novas criaturas ao participarmos com fé no Mistério do Ressuscitado. Tal renascimento ocorre no seio da Igreja pela nossa purificação pessoal e vivência sacramental.

Jesus passou da morte para a vida, não para uma vida de limites, mas uma vida inteiramente nova. A ressurreição é a vitória sobre a morte, é uma libertação das amarras e limites deste mundo, é o triunfo da vida de Deus sobre a morte. Com sua ressurreição Jesus mostra qual é a recompensa dos que sofrem com Ele e por Ele.

Todo cristão, pelo batismo, é chamado a participar da morte e ressurreição de Cristo. Como Cristo foi sepultado, o cristão também, pela água do batismo, morre para o mundo do pecado e ressuscita para uma nova vida em Cristo. Não pertencemos mais a este mundo de pecado, mas buscamos as coisas do alto, de onde reina Cristo Senhor.

A Páscoa de Cristo é a síntese de toda história da Salvação, pois o Mistério Pascal abraça toda história humana. Toda a história converge para este mistério. Portanto, nossa vida deve ser uma existência pascal. A páscoa é o ápice da história humana. A ressurreição de Cristo é esperança de uma nova vida, de um mundo novo que já devemos construir aqui e agora. Um mundo onde reina o amor e paz; paz tão desejada hoje neste mundo dilacerado pela violência e pelos conflitos armados. A cultura de morte ameaça a vida, dom máximo de Deus.

Somos interpelados a anunciar que o amor de Deus por nós é o sentido mais profunda do nosso viver. Deus é a fonte de todo bem e da própria vida. Ele está sempre presente e nos ajuda a transformar as situações mais difíceis em grande aprendizado, por meio das quais amadurecemos e nos tornamos melhores, na relação com Deus e com os irmãos e irmãs.

O Evangelho da vida deve ser sempre anunciado com alegria e esperança. O cristão diante do cenário atual deve fazer brilhar a luz da fé e da mensagem de Jesus, decifrando o drama da dor, do medo e da morte. A vida voltará a florescer. O amor fará a vida vencer. O Senhor ressuscitado renova em nós o compromisso da promoção e defesa da vida em todas as suas dimensões, principalmente dos mais periféricos e vulneráveis.

O compromisso de cada cristão com o anúncio da vida nova em Cristo se reveste de um significado novo, pois Cristo ao ressuscitar inaugura um novo tempo de perdão e esperança para todos. Somos tocados pela beleza e a grandeza do gesto sublime do amor de Deus pelo seu povo e por toda a humanidade.

Celebrar a Páscoa é fazer a experiência do amor misericordioso de Deus por todos nós, sobretudo pelos mais humildes e abandonados. Mesmo num mundo ainda marcado por guerras, o anúncio da esperança é a proposta de um novo caminho que precisamos percorrer na construção de uma nova civilização do amor, da esperança e da fraternidade universal.

Caríssimos irmãos e irmãs celebremos com júbilo a festa da “Passagem”, a nossa Páscoa. Tenhamos a certeza de que a ressurreição acontece em nossas vidas. Alegremo-nos, pois é a festa da nossa redenção e de toda a humanidade. Proclamemos nossa fé no Senhor da vida, agraciados pelo dom pascal. Que a Igreja, fiel transmissora da fé pascal, saiba anunciar com coragem e autenticidade esta mensagem de salvação e de alegria a todos.

Feliz e santa Páscoa!

Dom Pedro Cunha Cruz, bispo da Diocese de Nova Friburgo

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No prazo: Estado abre inscrições para os Jogos Escolares

quarta-feira, 08 de abril de 2026
por Jornal A Voz da Serra

As inscrições para os Jogos Escolares do Estado do Rio de Janeiro (JERJ) estão abertas, confirmando mais uma edição da maior competição esportiva estudantil do estado. Organizado pela Secretaria estadual de Esporte e Lazer, em parceria com a Federação de Esportes Estudantis do Rio de Janeiro (FEERJ), o evento chega ao terceiro ano consecutivo em um novo formato de execução, que engloba todas as regiões fluminenses. O objetivo é aumentar a participação de estudantes de instituições públicas e privadas de ensino.

As inscrições para os Jogos Escolares do Estado do Rio de Janeiro (JERJ) estão abertas, confirmando mais uma edição da maior competição esportiva estudantil do estado. Organizado pela Secretaria estadual de Esporte e Lazer, em parceria com a Federação de Esportes Estudantis do Rio de Janeiro (FEERJ), o evento chega ao terceiro ano consecutivo em um novo formato de execução, que engloba todas as regiões fluminenses. O objetivo é aumentar a participação de estudantes de instituições públicas e privadas de ensino.

No ano passado, a competição, que é gratuita e aberta a estudantes de 11 a 17 anos da rede básica de ensino, contou com mais de nove mil inscrições das cinco regiões do estado. Este ano, o número de modalidades esportivas aumentou, passando de 21 para 24, com a entrada da esgrima e do remo virtual, que serão coordenados pelas respectivas federações estaduais, e da inclusão efetiva de Águas Abertas.

Até o ano passado, os atletas que representavam o Estado do Rio de Janeiro nesta modalidade eram definidos a partir dos resultados obtidos na natação. Em 2026, pela primeira vez, haverá a realização da competição específica de Águas Abertas dentro do JERJ, garantindo um processo seletivo mais adequado e alinhado às características da modalidade para a definição dos representantes em competições nacionais.

“Depois do sucesso das duas últimas edições, a ansiedade é grande por parte dos estudantes, e a expectativa é de muita emoção e diversão nas novas modalidades. Nosso objetivo é tornar o JERJ cada vez mais inclusivo, democrático e conectado com os interesses da juventude, superando a cada ano o engajamento em todo o estado do Rio de Janeiro”, ressaltou o secretário estadual de Esporte e Lazer, Rodrigo Scorzelli.

Premiação

Além de troféus e medalhas, os vencedores ganham a oportunidade de representar o Estado do Rio de Janeiro no Jebs, organizado pela Confederação Brasileira do Desporto Escolar (CBDE), e nos Jogos da Juventude, organizado pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB).  O projeto não tem custo para as escolas e os alunos recebem um kit participante cedido pela secretaria, que também presta apoio logístico.

Últimos dias de inscrições

As inscrições estão previstas para terminar nesta sexta-feira, 10, podendo sofrer alterações. Apenas professores e técnicos responsáveis pelas equipes poderão realizar as inscrições, por meio do site oficial do JERJ (www.jerj.com.br). Para as modalidades esgrima e remo virtual, o período e o formato de candidaturas serão diferenciados das demais, sendo divulgados por meio dos canais oficiais do evento.

Categorias

 Os locais e as datas de competição estarão disponibilizados no Boletim Oficial do JERJ, disponível no site do programa. Já as competições serão organizadas em duas categorias, definidas de acordo com o ano de nascimento dos participantes.

A categoria A contemplará estudantes nascidos entre 2012 e 2014, com exceções específicas em modalidades como ginástica e triathlon. Já a categoria B será composta por atletas nascidos entre 2009 e 2011, também com ajustes conforme as particularidades de determinadas modalidades.

O programa esportivo do JERJ 2026 contará com um amplo conjunto de modalidades individuais e coletivas. Entre as individuais estão Águas Abertas, Atletismo, Atletismo Adaptado, Badminton, Ciclismo, Ginástica Artística, Judô, Karatê, Natação, Taekwondo, Tênis de Mesa, Tiro com Arco, Triathlon, Wrestling e Xadrez, além da Ginástica Rítmica no feminino. Já nas modalidades coletivas, destacam-se Basquetebol, Futsal, Handebol, Voleibol e Vôlei de Praia.

Etapas

Os Jogos Escolares do Estado do Rio de Janeiro serão realizados em duas etapas, sendo a primeira regional, com competições nas Regiões Metropolitana I, Metropolitana II, Serrana/Lagos, Norte/Noroeste e Sul Fluminense.

Os primeiros colocados nas etapas regionais (pré-classificatórias) serão selecionados para a segunda etapa, a estadual. De lá que sairão os estudantes que vão representar o estado (pelo TimeRJ) nas competições nacionais. A grande final do Jerj será disputada na capital fluminense.

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    Evento chega ao terceiro ano consecutivo de realização no estado (Foto: Divulgação / Governo do Estado RJ)

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    Jogos contemplam diversas modalidades e terão início de forma regionalizada

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A pressa que domina

quarta-feira, 08 de abril de 2026
por Jornal A Voz da Serra

Apressado. O mundo está com pressa. Uma pressa que atropela e traz um efeito manada, sem freio. 

O tic tac do relógio não tem fim. A mente não desliga, as tarefas não acabam, os papéis se acumulam, os turnos se fundem e o horário do descanso custa a chegar ou, simplesmente, não chega.

Apressado. O mundo está com pressa. Uma pressa que atropela e traz um efeito manada, sem freio. 

O tic tac do relógio não tem fim. A mente não desliga, as tarefas não acabam, os papéis se acumulam, os turnos se fundem e o horário do descanso custa a chegar ou, simplesmente, não chega.

Isso me faz lembrar da primeira vez que me mudei para a cidade do Rio de Janeiro. Na época, eu era uma jovem de 20 anos, cheia de vontade e determinação, com ousadia e fome de viver. A rotina, o movimento, os boletos, o trânsito, a responsabilidade, o barulho, as horas nos incontáveis ônibus ao longo do trajeto casa, faculdade, trabalho, casa ocupavam um espaço sem trégua. Parecia que as vinte e quatro horas do dia não eram suficientes. E não eram. 

A vida apressada passava por cima de um mero momento de sossego. O ócio era um luxo quase que inacessível, incalculável e muito esperado, mas o parar não era uma opção. Segunda à sexta, sábado, domingo e feriado. As pausas realizadas uma vez por semana eram ineficientes dentro daquilo que o corpo pedia e o emocional demandava.

As contas que precisamos dar, não fecha com os marcos finais que precisamos impor. As interrupções são necessárias. As suspensões das atividades são merecidas e inegociáveis. O parar traz autoconhecimento e conexão com a nossa voz interior, que, por falta de um olhar generoso para nós mesmos, acaba ficando silenciada e perdida. A autopercepção, essa sim, se faz urgente. Trazer essa visão, sem atropelo, desperta um novo funcionamento e entendimento de si mesmo.

A expressão “dar um passo para trás para dar dois na frente” ficou esquecida, mas, quando relembrada, mostra o quanto desacelerar é vital para que tenhamos uma vida mais regulada, ajustada e equilibrada, seja emocionalmente ou socialmente.  

Pausar é preciso. Quem coloca os limites somos nós mesmos. Já parou para colocar o seu? 

Até a próxima quarta!

……..

Contato

Site: www.camillafiorito.com.br

Instagram: @camilla.fioritoeduc

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A proporção áurea

quarta-feira, 08 de abril de 2026
por Jornal A Voz da Serra

Até a beleza pode ser quantificada

Até a beleza pode ser quantificada

Você não está na lista, e eu também fiquei de fora, mas já me consolei. O espelho me obriga a reconhecer que a natureza estava ocupada com coisas mais importantes quando se lembrou de mim. Fez uns rabiscos, passou por cima uma tinta rala e despachou assim mesmo. O importante, no entanto, é que o Brasil ficou em primeiro lugar como o país com as pessoas mais bonitas do mundo, segundo pesquisa de uma empresa americana, que comparou dezessete mil fotos de diversas nacionalidades. O site onde vi essa beleza de notícia abria com Juliana Paes. Em outro, de cara aparecem (e também de corpo) Gisele Bündchen e Adriana Lima. Ou seja, uma artilharia da pesada.  Ficamos na frente da Rússia (e a gente vendo a figura de Putin todo dia na TV!) e da Itália, respectivamente em segundo e terceiro lugares.

De certo ponto para frente, ou melhor, para trás, suspenderam a pesquisa, porque afinal, ninguém queria comprar briga: já pensou a reação do povo que fosse o último classificado? Bem, não devemos deixar de considerar que se trata de uma pesquisa e que existem várias outras, com resultados diferentes. Afinal, para o sapo, a sapa é a coisa mais linda que existe, e nem por ser feia a coruja deixa de achar um coruja que a queira. Além do mais, cronista é uma raça de gente danada para falar do que não entende.

A beleza dos brasileiros é atribuída à mistura que a gente vem fazendo desde 1500, quando os portugueses, feios, fedorentos e maltrapilhos, viram pela primeira vez aquela gente bonita, limpa e cheirosa. Depois vieram os negros, e aí foi um nunca mais acabar de nascerem crianças com caras e cores diferentes. Enfim, foi uma dessas coisas improvisadas que deram certo. É só olhar para Thaís Araújo para concluir que melhor não podia ter ficado.

Gosto é gosto, que seria do amarelo, etc. etc. Apesar disso, até a beleza pode ser quantificada. A matemática traduz a beleza com o número 1,618, a chamada Proporção Áurea. Significa que esse número expressa a relação perfeita entre duas partes de qualquer coisa. Tudo que estiver 1,618 de um ponto a outro é perfeito. Por exemplo, um rosto humano. Se essa for a distância entre o nariz e o lábio, entre uma orelha e outra, entre o queixo e a testa, e em tudo o mais, eis aí a beleza. Isso pode ser aplicado também na natureza, na arquitetura, na literatura, em tudo que possa ser visto, tocado, medido.

Mas não fiquemos tristes se a proporção áurea passa longe de nós. Em questão de beleza, como em tudo mais neste mundo, há muito de misterioso, subjetivo, incompreensível. Quem ama o feio, bonito lhe parece, e nunca falta um chinelo velho para um pé cansado. Alguém há de nos achar, senão bonitos, pelo menos passáveis. Console-se.

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Microconto

Contemplei admirado a madeira maciça da porta que meu amigo fechava. No hospital, lamentei gemendo não ter tirado a mão a tempo.

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A Direção do Jornal A Voz da Serra não é solidária, não se responsabiliza e nem endossa os conceitos e opiniões emitidas por seus colunistas em seções ou artigos assinados.

Criei um imã de geladeira para pagar a faculdade de turismo

terça-feira, 07 de abril de 2026
por Jornal A Voz da Serra

Opa! Tudo verde?

Bora pra mais uma prosa sustentável!

Sempre acreditei que produtos simples podem carregar grandes histórias — e foi com esse pensamento que criei um novo item sustentável que hoje vem conquistando turistas: imã de geladeira artesanal feito em madeira pintada e escrito manualmente por mim. Ao fazer os primeiros itens, me lembrei da época que trabalhei como cartazista em um supermercado da cidade.

Opa! Tudo verde?

Bora pra mais uma prosa sustentável!

Sempre acreditei que produtos simples podem carregar grandes histórias — e foi com esse pensamento que criei um novo item sustentável que hoje vem conquistando turistas: imã de geladeira artesanal feito em madeira pintada e escrito manualmente por mim. Ao fazer os primeiros itens, me lembrei da época que trabalhei como cartazista em um supermercado da cidade.

Cada peça é criada de forma individual e artesanal. Após pintar e montar as madeiras, escrevo as frases à mão com tintas especiais, renovando constantemente as mensagens. Não há um padrão fixo — as palavras mudam, os sentimentos se reinventam, e assim cada imã nasce único. Em todos eles faço questão de incluir “Nova Friburgo”, reforçando o valor turístico e afetivo que a cidade carrega.

Essa singularidade tem despertado o interesse dos visitantes, que encontram no produto um souvenir autêntico, personalizado, simples e repleto de significado. E, em cada peça, também deixo impresso meu carinho por esta cidade que me acolheu e me presenteou, em 2016, com o título de cidadão friburguense — um reconhecimento que carrego como quem guarda um abraço permanente.

Os imãs passaram a ser comercializados na loja EcoModas, no teleférico, onde atuo, e tiveram excelente aceitação desde o início. Após a validação inicial da ideia — aprovada pela sócia e esposa — foi desenvolvido um MVP (Produto Mínimo Viável), permitindo aprimoramentos progressivos com base no comportamento real dos consumidores. Observou-se que muitos turistas que adquirem outros produtos ecológicos da loja quase sempre incluem também o imã na compra. A combinação de preço acessível, estética artesanal e mensagem positiva transforma o produto em uma lembrança significativa e de alto valor simbólico.

Educação e propósito em cada peça

A comercialização dos imãs contribui diretamente para custear minha graduação recém-iniciada em Gestão de Turismo — uma escolha motivada pela compreensão do papel estratégico que o setor exerce no desenvolvimento econômico e nos impactos sociais e ambientais dos destinos. Nesse sentido, o produto desenvolvido assume também um papel formativo em minha trajetória pessoal e profissional.

Dentro desse contexto, o imã acaba contribuindo ainda mais amplamente para o turismo do que aparenta à primeira vista. Ele funciona como um agente de promoção territorial, levando o nome da cidade para outros lugares e mantendo viva a memória da experiência do visitante. Paralelamente, realizamos atividades constantes com turistas em nossa sede, incluindo ações de educação ambiental e o fornecimento de bombas de sementes que são lançadas nas matas da região para enriquecer a Mata Atlântica, envolvendo crianças, jovens e adultos.

Um dos objetivos, a médio prazo, é estabelecer parcerias com empreendimentos do setor turístico, possibilitando que esses parceiros ofereçam este mesmo imã como uma lembrança sustentável aos seus clientes.

Tamanho do mercado

Embora não exista um dado oficial específico sobre o tamanho do mercado de souvenirs no Brasil, sua relevância pode ser compreendida dentro do contexto do turismo: em 2025, turistas estrangeiros injetaram cerca de US$ 7,9 bilhões (aprox. R$ 41,5 bilhões) na economia brasileira, e considerando que entre 10% e 20% dos gastos de viagem são destinados a compras, estima-se que o segmento de souvenirs e artesanato tenha movimentado entre R$ 4 bilhões e R$ 8 bilhões no período, evidenciando seu potencial para negócios criativos e locais.

Além disso, as projeções para 2026 indicam que o turismo deve alcançar US$ 167,6 bilhões, representando cerca de 7,7% do PIB e sustentando 8,2 milhões de empregos, o que reforça o setor como um dos pilares do desenvolvimento nacional e destaca a importância de investir em qualificação e experiências mais sustentáveis e transformadoras.

Produzir um souvenir sustentável enquanto estudo turismo é algo simbólico para mim. O imã representa exatamente o tipo de experiência turística em que acredito: aquela que valoriza o território, respeita o meio ambiente e gera impacto positivo real. Hoje, cada pessoa que leva um desses imãs para casa não leva apenas uma lembrança — leva uma história, uma mensagem escrita à mão e a certeza de que está apoiando um projeto de vida que conecta educação, turismo e sustentabilidade.

Saudações sustentáveis! Tudo verde sempre!

Foto da galeria
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Ao jornal A Voz da Serra, meus parabéns pelo seu aniversário!

terça-feira, 07 de abril de 2026
por Jornal A Voz da Serra

Hoje, 7 de abril, com alegria, abraço o jornal A Voz da Serra, do qual faço parte há dez anos como colunista. É uma data valorosa para um jornal que, ao longo de 81 anos, deixa sua voz ecoar entre as montanhas friburguenses. Como resultado de um esforço coletivo, um trabalho jornalístico diário e incansável, faz com que as notícias da cidade, do Brasil e do mundo cheguem atualizadas e impecáveis aos moradores da cidade.

Hoje, 7 de abril, com alegria, abraço o jornal A Voz da Serra, do qual faço parte há dez anos como colunista. É uma data valorosa para um jornal que, ao longo de 81 anos, deixa sua voz ecoar entre as montanhas friburguenses. Como resultado de um esforço coletivo, um trabalho jornalístico diário e incansável, faz com que as notícias da cidade, do Brasil e do mundo cheguem atualizadas e impecáveis aos moradores da cidade.

A Voz da Serra traz consigo a energia e a renovação do outono. Com personalidade forte e corajosa, sem receio de noticiar, tem liderança nos rumos de Nova Friburgo. Já tendo ultrapassado dificuldades quase intransponíveis, o jornal vem transmitindo, em cada uma de suas reportagens, a competente seriedade de noticiar. Portanto, faz parte da história da região, colaborando com a cidade em sua rotina, dificuldades e desafios. Além de prestar serviços valiosos à população através da divulgação de informações sobre serviços, eventos e entidades.

É possível observar, através das suas colunas, a preocupação com a qualidade de vida da população. Tenho orgulho de participar desta empreitada com a coluna Momentos Literários. Como a literatura percorre o tempo em diferentes épocas e lugares, contribuo com ideias sobre a vida a serem refletidas pelos leitores. Publicada semanalmente, às terças-feiras, é um espaço que valoriza diversos estilos literários, como o romance, a poesia, o conto e a crônica. Além de incentivar a formação do leitor e o hábito de ler.

Ao produzir a coluna sou revestida pela responsabilidade de colaborar com os modos de viver e conviver dos leitores, sejam friburguenses ou não. É uma responsabilidade que emerge da preocupação com os valores humanos, princípios que regem a ética nas relações sociais, econômicas, afetivas, familiares e profissionais.

Participar do jornal A Voz da Serra enriquece a minha vida. Fazer parte de um grupo de profissionais e colabores é motivo de orgulho, posto serem pessoas conscientes do papel que possuem na cidade, sempre atentas aos fatos e aos modos como podem oferecer colaborações efetivas ao presente e ao futuro da cidade.

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