Embora a ironia do destino tenha levado o prefeito de Nova Friburgo a viajar para Israel em busca de soluções para a segurança, o mandatário acabou tendo que retornar às pressas, fugindo da insegurança que vive aquele país, que entrou em uma nova guerra – o que embora parecesse óbvio para muitos, não pareceu aos prefeitos brasileiros.
Notícias de Nova Friburgo e Região Serrana

Lucas Barros
Além das Montanhas
Advogado com atuação no ecossistema de inovação e pós-graduado em Prática Trabalhista. Colunista, empreendedor e pesquisador em projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) regulados pela ANEEL. Apaixonado por Nova Friburgo, escreve “Além das Montanhas” para mostrar que a cidade não vive isolada, entre suas montanhas, do que acontece ao seu redor.
O prefeito de Nova Friburgo foi para as redes sociais divulgar que irá atravessar o oceano para ir até Israel — sim, Israel, o país que está vivendo sob constante tensão geopolítica e em guerra aberta — buscar soluções para a segurança pública e inovação na cidade de Nova Friburgo.
A cena se repete em quase toda cidade brasileira — e Nova Friburgo, infelizmente, não é exceção. Você acorda cedo, vai até o posto de saúde, pega senha, enfrenta fila. Depois de horas de espera, ouve: “o médico não veio” ou “volte outro dia”. Parece piada, mas é o cotidiano de quem depende do SUS.
Você talvez já tenha ouvido falar da gripe aviária, mas se perguntou o que ela tem a ver com a sua vida. Afinal, parece coisa distante, de fazendas lá do outro lado do mundo, certo? Errado. A gripe aviária voltou a preocupar o Brasil — e, sim, ela pode afetar a nossa rotina aqui em Nova Friburgo também.
Nova Friburgo vai fazer aniversário, e quem vive aqui sabe: essa cidade tem um jeitinho só dela. Um pouco suíça, um pouco carioca do interior, com serra, frio e coração quente. O calendário marca o dia 16 de maio, mas todo dia parece festa por aqui – até mais do que deveria. Festa com barraquinha, cerveja, morango com chocolate e conversa boa na calçada.
Você já pagou para estacionar na rua e se perguntou para onde vai esse dinheiro? Em Nova Friburgo, o Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) se fez essa pergunta — e foi além: investigou, analisou documentos e apontou indícios de irregularidades na licitação entre a prefeitura e as empresas candidatas pelo estacionamento rotativo da cidade.
Falar sobre suicídio ainda causa desconforto e é um tabu muito grande na sociedade. Em muitas famílias, esse é um tema que permanece escondido, como se o silêncio fosse uma forma de proteção. Mas o silêncio, em vez de acolher, afasta. E o que não se fala, infelizmente não se trata.
A recente morte do Papa Francisco marca o fim de um pontificado que ficará registrado na história como um dos mais ousados, autênticos e transformadores da Igreja Católica. Desde sua eleição em 2013, Jorge Mario Bergoglio se destacou por romper protocolos, aproximar-se dos mais pobres e por abordar temas considerados tabus com uma abertura rara entre os líderes da Igreja.
(Coluna publicada no dia 10 de abril de 2025)
E lá vem ele de novo. O jornal que já acorda com a cidade e que, ao longo de oito décadas, tem visto Nova Friburgo, a Região Serrana e o Rio de Janeiro se transformarem tantas vezes que poderia, tranquilamente, escrever uma novela. E que o faria bem, porque ele é bom nisso: contar histórias.
Nova Friburgo está prestes a entregar um serviço público “gratuito” para a iniciativa privada: o estacionamento rotativo nas ruas da cidade. E essa nova licitação vem cercada de polêmicas, dúvidas e, acima de tudo, insatisfação da população. O valor da licitação é de quase R$ 40 milhões com duração de cinco anos.
