Na última sexta-feira, 29 de maio, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que a bandeira tarifária para o mês de junho continuará na categoria amarela. Isso representa um adicional de R$ 1,88 a cada 100 quilowatts (Kwh) consumidos.
"O anúncio ocorre devido ao período seco no Brasil, o que leva a uma geração hidrelétrica menor e ao acionamento de usinas termelétricas, com custo mais elevado", justificou a agência.
Em uma residência com consumo de 187 kwh, por exemplo – como foi a média residencial em fevereiro, segundo dados da Empresa de Pesquisa Energética, a bandeira amarela significaria um valor adicional de R$ 3,52 na fatura.
Entre janeiro e abril, a bandeira tarifária foi mantida na cor verde, sem cobrança adicional, devido a índices considerados satisfatórios nos reservatórios de usinas hidrelétricas. Em maio, a Aneel definiu a bandeira amarela.
Como funciona o sistema de cores
· O sistema de cores da Aneel sinaliza as condições de geração de energia. Se chove pouco e as hidrelétricas geram menos, é preciso acionar usinas termelétricas, que são mais caras.
· Para pagar por essas usinas, a Aneel aciona as bandeiras amarela, vermelha 1 ou vermelha 2, com taxas extras na conta de luz.
Saiba quanto custa cada bandeira
Cada bandeira tarifária acionada pela Aneel pode gerar um custo extra ao consumidor:
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Bandeira verde (condições favoráveis de geração de energia) – sem custo extra;
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Bandeira amarela (condições menos favoráveis) – R$ 1,88 a cada 100 kWh);
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Bandeira vermelha patamar 1 (condições desfavoráveis) – R$ 4,46 a cada 100 kWh);
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Bandeira vermelha patamar 2 (condições muito desfavoráveis) – R$ 7,87 a cada 100 kWh).
Fonte: G1

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