O Papa Leão XIV presidiu a missa do Jubileu dos Catequistas, neste domingo, 28, o 26º do Tempo Comum, na Praça São Pedro, em que instituiu 39 ministros da catequese. A celebração contou com a presença de 50 mil pessoas que estavam na Praça São Pedro e adjacências.
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A Voz da Diocese
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A Constituição Dogmática Dei verbum do Concílio Vaticano II, recomenda vivamente a leitura assídua da Sagrada Escritura. Exorta todos os fiéis cristãos, religiosos e consagrados a esta frequente leitura (DV, 25). Como seria possível viver sem o conhecimento das Escrituras, se é por elas que se aprende a conhecer o próprio Cristo? Se de um lado a Bíblia nos ajuda a conhecer mais a figura e a pessoa de Cristo; de outro, ela ajuda a entender e aprofundar aquilo que vivemos em Cristo, isto é, a decifrar o sentido de nossa vida cristã.
Em memória dos novos mártires, Leão XIV recorda aqueles que testemunharam “a fé sem nunca usar as armas da força e da violência, mas abraçando a força fraca e mansa do Evangelho”. Assim como a Irmã Dorothy Stang, "empenhada na causa dos sem-terra na Amazônia: quando aqueles que se preparavam para matá-la lhe perguntaram se estava armada, ela mostrou-lhes a Bíblia, respondendo: «Esta é a minha única arma»”.
“Caríssimos irmãos no episcopado, D. Orani Tempesta, D. José Francisco, nosso metropolita, D. Gilson Silveira, presidente do Regional Leste 1, através de quem saúdo os demais bispos do nosso regional e, sobretudo do Regional Leste 2, onde até o momento exerci o meu ministério episcopal. Caros presbíteros, diáconos, religiosos, religiosas, leigos e leigas. Saúdo também meus familiares e amigos. Meu muito obrigado também ao padre Jorge Eduardo, vigário geral e, até então, administrador diocesano, pela boa condução e serviços prestados durante o período de vacância.
“Na pessoa do cardeal do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta, saúdo todos os prelados.
Caros padres e diáconos;
Queridos religiosos, religiosas, seminaristas e leigas consagradas;
Excelentíssimas autoridades civis e militares;
Caros leigos e leigas!
O Papa Leão XIV no Angelus do último domingo, 24: as palavras de Jesus “servem, antes de mais nada, para abalar a presunção daqueles que pensam que já estão salvos, daqueles que praticam a religião e, por isso, se sentem tranquilos”.
“Ao mesmo tempo que nós, às vezes, julgamos quem está longe da fé, Jesus põe em crise “a segurança dos crentes”. Foi o que destacou o Papa Leão XIV ao introduzir o Angelus deste domingo e comentar a imagem do Evangelho da “porta estreita”, usada por Jesus para responder a alguém que lhe perguntou se são poucos os que se salvam.
Em sua reflexão, antes da oração do Angelus em Castel Gandolfo, Leão XIV lembrou que “agir na verdade custa, porque no mundo há quem escolha a mentira” e convidou os fiéis “a não responder à prepotência com vingança”.
Após presidir a Santa Missa em Albano Laziale na manhã do último domingo, 17, o Papa Leão XIV dirigiu-se à Piazza della Libertà, em Castel Gandolfo, onde cumpre o seu período de descanso estivo, para encontrar milhares de fiéis e peregrinos e rezar com eles a oração mariana do Angelus.
"Não perder nenhuma ocasião para amar", onde quer que estejamos, foi a recomendação do Papa no Angelus deste segundo domingo do mês de agosto, Dia dos Pais, ocasião em que pediu a Maria para nos ajudar a sermos "sentinelas da misericórdia e da paz" em um mundo marcado por tantas divisões.
"A religião é, antes de tudo, relação. Este foi um dos temas centrais do diálogo durante a vigília do sábado à noite, uma conversa ao pôr do sol, um pouco como a da noite de Emaús, quando o dia já estava chegando ao fim".
O Mês vocacional em agosto de 2025 , convida a Igreja no Brasil celebra a 44ª edição do mês vocacional, fazendo desta iniciativa um grande mutirão de animação vocacional nas comunidades espalhadas por todas as regiões do país. Este ano é marcado pelo jubileu ordinário, ou seja, a Igreja vive um Ano Santo, onde cada um é convidado a fazer um caminho de oração, penitência e de realização autêntica da vocação.
