A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) realiza, desta quarta-feira, 15 ao próximo dia 24, em Aparecida-SP, a próxima Assembleia Geral tendo como tema a votação e possível aprovação das novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE). O texto é fruto de um processo iniciado em 2022 e marcado por ampla escuta, participação e discernimento. A expectativa é que o episcopado consolide um documento que deverá orientar a ação pastoral da Igreja nos próximos anos, em sintonia com os desafios contemporâneos e com o caminho sinodal.
Notícias de Nova Friburgo e Região Serrana

A Voz da Diocese
A Voz da Diocese
Buscando trazer uma palavra de paz e evangelização para a população de Nova Friburgo.
Vivemos a alegria do anúncio pascal que ressoa em toda Igreja: Cristo ressuscitou! Não podemos deixar de celebrar e anunciar ao mundo inteiro que nós cremos no Senhor ressuscitado. Ele é nossa vida e nossa certeza de uma eternidade feliz. A morte foi vencida, pois o Senhor morreu, mas vivo está; e Ele é nossa salvação. A liturgia cristã canta alegremente: “Este é o dia que o Senhor fez para nós, alegremo-nos e nele exultemos; porque a pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular” (Sl 117).
Chegamos a Semana Santa. Neste final de Quaresma, façamos uma profunda reflexão-preparação espiritual.
Quem tem medo da cruz? Resposta: todos nós. Não fomos feitos para a cruz. Fomos gerados para a luz, para a vida. A cruz assombra, assusta, frustra, entristece. Faz fenecer todo sonho, o brilho dos olhos, a paz do coração. Faz perecer o voo, o projeto da ave, agora amarrada e sangrada. A cruz é terrível. É o nada travestido de dor, o vazio do abandono, o frio do desmonte existencial.
Ao comentar o episódio da ressurreição de Lázaro, proposto pela Liturgia do 5º Domingo da Quaresma, celebrado neste 22 de março, o Papa Leão XIV recorda que no sepulcro do egoísmo, do materialismo, da violência e da superficialidade não há vida, mas apenas desorientação, insatisfação e solidão.
"Nada de finito pode saciar a nossa sede interior, porque fomos feitos para Deus": palavras de Leão XIV ao rezar com os fiéis reunidos na Praça São Pedro a Oração do Angelus, na celebração do 5º e último Domingo da Quaresma.
O tempo litúrgico da quaresma nos remete a uma preparação piedosa e contrita para a Páscoa do Senhor. São-nos indicadas várias atitudes e práticas para este período: a oração, o arrependimento, a penitência, o jejum, a conversão, a ação da caridade fraterna. Temos em Maria, a Mãe Auxiliadora, uma modelar companheira de jornada rumo à Ressurreição do seu Filho Jesus Cristo. Ela que foi a primeira discípula d"Ele, concebendo o Verbo primeiramente no coração e só depois no ventre, como nos ensina Santo Agostinho.
Parte 2
Fazer ao próximo aquilo que gostaríamos que fizessem conosco. Se sempre pensássemos e sentíssemos assim em nossos corações, não nos esquivaríamos mais dos irmãos necessitados, não driblaríamos as nossas responsabilidades. Não aceitaríamos passivos a exploração dos mais pobres e fracos. Nem o engano e a manipulação dos ingênuos e iletrados.
Parte 1
A fraternidade é a forma mais direta de comunicação da Boa Nova de Cristo. É o coração de toda mensagem evangélica: o amor fraterno capaz de dar a vida pelo outro, de resgatar a vida dos mais perdidos, necessitados, no espírito da misericórdia e gratuidade. Isto implica na defesa da dignidade humana como imagem e semelhança de Deus e o respeito ao Seu Plano de Amor da criação, impresso na consciência e nas leis da natureza, de onde decorre a ética da justiça ,do equilíbrio, da realização do Bem.
O tempo da quaresma como renovação da vida cristã, nos convida a reencontrar o nosso verdadeiro rosto cristão através da oração e caridade, a fim de modelarmos nossa imagem àquela de Cristo; assim é que poderemos viver uma comunhão mais profunda no seu mistério de morte e ressurreição. É tempo de nós percorrermos o itinerário batismal de penitência e conversão. Tempo liturgicamente forte de mudança de vida, que nos insere ainda mais no Mistério de Cristo. É tempo de esperança, pois iniciamos nossa caminhada rumo à Páscoa de nosso Salvador Jesus Cristo.
Um jejum de palavras ofensivas: este é o convite do Papa Leão XIV aos fiéis que se preparam para viver a Quaresma, “tempo em que a Igreja nos convida a recolocar o mistério de Deus no centro da nossa vida”.
Para que a nossa fé ganhe novo impulso e o coração não se perca entre as inquietações e as distrações do quotidiano, o Pontífice recorda que é preciso empreender o caminho de conversão, que começa quando nos deixamos alcançar pela Palavra e a acolhemos com docilidade de espírito.
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Um jejum de palavras ofensivas: este é o convite do Papa Leão XIV aos fiéis que se preparam para viver a Quaresma, “tempo em que a Igreja nos convida a recolocar o mistério de Deus no centro da nossa vida”.
Para que a nossa fé ganhe novo impulso e o coração não se perca entre as inquietações e as distrações do quotidiano, o Pontífice recorda que é preciso empreender o caminho de conversão, que começa quando nos deixamos alcançar pela Palavra e a acolhemos com docilidade de espírito.
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