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Na final

terça-feira, 15 de julho de 2025
por Jornal A Voz da Serra

Unidos do Alto e Estrela do Mar avançam para decidir a Supercopa SAF

Primeiros colocados de seus respectivos grupos, Unidos do Alto e Estrela do Mar fizeram valer a sua regularidade na fase de grupos e carimbaram as vagas na grande final da Supercopa SAF de 2025. Desde já as expectativas são altas para o confronto, que promete equilíbrio e qualidade, por conta do desempenho de ambos. De certeza, apenas o fato de que a competição terá mais um bicampeão, a ser conhecido no próximo domingo, 20, às 14h, no estádio Márcio Branco, no Stucky.

Unidos do Alto e Estrela do Mar avançam para decidir a Supercopa SAF

Primeiros colocados de seus respectivos grupos, Unidos do Alto e Estrela do Mar fizeram valer a sua regularidade na fase de grupos e carimbaram as vagas na grande final da Supercopa SAF de 2025. Desde já as expectativas são altas para o confronto, que promete equilíbrio e qualidade, por conta do desempenho de ambos. De certeza, apenas o fato de que a competição terá mais um bicampeão, a ser conhecido no próximo domingo, 20, às 14h, no estádio Márcio Branco, no Stucky.

Para chegarem à decisão, as duas equipes tiveram que superar os seus adversários nas semifinais, realizadas no último domingo, 13, no Estádio Eduardo Guinle, em Olaria. Primeiros colocados de cada grupo e campeões em outras edições, Estrela do Mar e Unidos do Alto entraram em campo com a vantagem do empate para avançarem à grande decisão. E o time do Alto de Olaria fez valer esse benefício ao empatar por 1 a 1 com o Janela das Andorinhas (JDA).

 Nos minutos iniciais as duas equipes buscaram jogadas centralizadas, lançamentos longos e pelas laterais para tentar balançar as redes. O Unidos do Alto chegou ao primeiro gol aos 43 minutos do primeiro tempo, com Pedro José. Na etapa complementar, o JDA buscava igualar o placar em lances de profundidade, enquanto o Unidos do Alto valorizava a posse de bola para buscar o segundo gol. O JDA empatou, aos 38 minutos do segundo tempo, com Márcio Eder. O Alto segurou o resultado e garantiu a sua classificação.    

Já o Estrela do Mar garantiu participação na final ao impor o seu jogo e vencer o Amparo por 3 a 0. Durante a partida, o time do quarto distrito apostava no toque de bola para chegar ao gol adversário, enquanto a equipe de São Pedro da Serra buscava surpreender em jogadas pelas laterais. O Estrela do Mar marcou o primeiro gol aos 20 minutos do primeiro tempo, com Francis Hine. Na etapa final, o Estrela do Mar ampliou a vantagem com Francis Hine, aos 10, e Marcelo Silva, aos 30 minutos.

Números significativos

Sucesso em mais um edição, a Supercopa SAF apresenta números que reforçam a sua importância no cenário do futebol municipal e a qualidade das equipes participantes. De acordo com informações disponibilizadas pela Liga Nova Friburgo de Desportos, apenas na primeira fase, foram contabilizados 45 gols em 16 jogos disputados, com média de 2,81 gols por partida.

A competição contou com 234 atletas inscritos nas oito equipes participantes, com aplicação de 64 cartões amarelos e quatro vermelhos. Até o momento, Francis Hine é o artilheiro da competição, com cinco gols - já contabilizando o tento marcado na semifinal. Pablo Knopp (3), Luis Felippe (2), Wellington Santos (2) e Natan Vasques (2) também figuram no ranking da artilharia.

O Estrela do Mar tem o melhor ataque da competição, com 12 gols marcados, enquanto o São Pedro, eliminado na primeira fase, teve a defesa menos vazada, com apenas três gols sofridos.

Tabelão da Supercopa SAF

Último domingo, 13

Local: Estádio Eduardo Guinle

Unidos do Alto 1 x 1 JDA

Estrela do Mar 3 x 0 Amparo

Final
Próximo domingo, 20

Local: Estádio Marcio Branco

14h - Unidos do Alto x Estrela do Mar

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    Alto fez valer a melhor campanha da primeira fase para se garantir na decisão (Foto Rafael Seabra)

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    Equipe do Alto de Olaria teve dificuldades diante do bravo time do JDA (Foto Rafael Seabra)

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    Estrela do Mar se impôs e garantiu o direito de brigar pelo bicampeonato (Foto Rafael Seabra)

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    Boa presença de público também foi destaque na disputa das semifinais da Supercopa (Foto Rafael Seabra)

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O desafio de escrever para o pré-adolescente

terça-feira, 15 de julho de 2025
por Jornal A Voz da Serra

Mas que desafio? Nem criança, nem adolescente, o pré-adolescente está no meio de passagens, que decorrem dos processos de deixar de ser criança e começar a tornar-se adolescente. Um turbilhão de mudanças físicas, hormonais, cognitivas, emocionais, sociais e centros de interesse invadem sua experiência existencial. Tudo vai acontecendo com rapidez e concomitância, dando-lhe a sensação que o mundo está girando mais rápido e ele não consegue dar conta das mudanças.

Mas que desafio? Nem criança, nem adolescente, o pré-adolescente está no meio de passagens, que decorrem dos processos de deixar de ser criança e começar a tornar-se adolescente. Um turbilhão de mudanças físicas, hormonais, cognitivas, emocionais, sociais e centros de interesse invadem sua experiência existencial. Tudo vai acontecendo com rapidez e concomitância, dando-lhe a sensação que o mundo está girando mais rápido e ele não consegue dar conta das mudanças. Diante dos seus olhos janelas são abertas e novas paisagens, instigantes, assustadoras, divertidas e sofridas, são descortinadas dia a dia.

  O que lhe era certo, agora, não é mais! Seu pensamento alcança maiores dimensões em decorrência do desenvolvimento das capacidades de abstrair ideias e estabelecer relações mais complexas entre os fatos, pessoas e consigo mesmo ao ampliar o seu ponto de vista sobre as circunstâncias com as quais convive e tem conhecimento. É um vivente que está saindo da fase do pensamento mágico e do faz de conta, deixando o encantamento infantil. A realidade concreta, então, começa a redefinir os modos com que percebe e sente ao experimentar a vida.

O que escrever para o leitor que não está nem lá nem cá, mas que pode encontrar no livro de literatura um amparo?  Como, hoje, ele precisa de apoio, quiçá de compaixão! Sinto necessidade de focar o pré-adolescente como “pessoa em processo de vir a ser”. Não quero compartimentá-lo em uma etapa, posto que a vida não poupa ninguém; desde o momento em que nascemos estamos expostos aos acontecimentos.

Por isso considero que o fazer literário, não somente para essa faixa-etária, mas para todas, tem na arte das palavras, nas ideias criativas, na cultura e nos valores humanos o seu universo. Segundo Ricardo Azevedo é a forma através da qual o escritor experimenta a verdade. Para Humberto Eco, a literatura vai além do entretenimento ao manter tradições, elevar o espírito e formar identidades. Já Fernando Pessoa via na poesia um meio de explorar a complexidade da existência e das relações entre o eu e o mundo.

Assim, a construção de histórias para pré-adolescentes tem como questões relevantes a escolha do tema, a forma como abordá-lo e a linguagem. Sim a linguagem! Como atrair seu interesse se a escrita se utiliza de estruturas infantis ou adultas? É um grande desafio à inspiração do escritor. O livro não é feito de magias. É criado por pessoas que experimentaram o estar na pré-adolescência. Pode até que sejam eles mesmos, o que seria bem interessante porque vão expressar o que vivem, suas explosões de afetividades, construção de identidades e de movimentos no mundo.

Através dos temas que abordam a amizade, a aventura, as descobertas pessoais, os processos de identidade sexual, a superação de desafios, os medos inerentes ao crescimento, as relações interpessoais e com animais, o escritor pode se comunicar efetivamente com eles. Enfim, o que não faltam são temas; basta sentar-se na beira da calçada em frente de um portão de uma escola que inúmeras ideias vão cutucá-lo.

Mas, acima de tudo, o escritor é um amante da vida, um admirador da existência da pessoa num mundo cheio de adversidades. É aquele que tem a arte e a sensibilidade na flor da pele para saber o que escrever para quem está chegando a este mundo.

 

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Só restarão dois...

sábado, 12 de julho de 2025
por Jornal A Voz da Serra

Supercopa SAF chega às semifinais neste domingo

  Um bicampeão ou um campeão inédito. Em sua reta final, a Supercopa SAF de 2025 vai conhecer os dois finalistas neste fim de semana. Estrela do Mar, Amparo, Unidos do Alto e Janela das Andorinhas (JDA) deixaram para trás outros quatro adversários na primeira fase, e ainda alimentam o sonho de erguer a taça mais importante do futebol amador de Nova Friburgo nesta temporada.

Supercopa SAF chega às semifinais neste domingo

  Um bicampeão ou um campeão inédito. Em sua reta final, a Supercopa SAF de 2025 vai conhecer os dois finalistas neste fim de semana. Estrela do Mar, Amparo, Unidos do Alto e Janela das Andorinhas (JDA) deixaram para trás outros quatro adversários na primeira fase, e ainda alimentam o sonho de erguer a taça mais importante do futebol amador de Nova Friburgo nesta temporada.

As semifinais acontecem neste domingo, 13, a partir das 10h, no Estádio Eduardo Guinle, do Friburguense, no bairro Olaria. No primeiro duelo, medem forças as equipes do Unidos do Alto e JDA. Em seguida, por volta de 12h, é a vez de Estrela do Mar e Amparo se enfrentarem por uma vaga na grande decisão. A entrada para assistir às partidas é gratuita, mas a comissão organizadora solicita que os torcedores levem um quilo de alimento não perecível para doação a entidades assistenciais friburguenses.

Primeiros colocados de cada grupo e campeões em outras edições, Estrela do Mar e Unidos do Alto entram em campo com a vantagem do empate para avançarem à grande decisão. Amparo e JDA terão que vencer para seguirem lutando pela conquista inédita.

Única agremiação que atuou em todas as edições da Supercopa SAF, o Amparo ainda tenta o seu primeiro título para coroar a sua história. O Unidos do Alto, que participa pela oitava vez, e o Estrela do Mar, em sua quinta participação, buscam alcançar o Vargem Alta e o São Pedro na galeria dos bicampeões, enquanto o JDA tenta surpreender e levantar o troféu em sua primeira Supercopa. Na galeria dos maiores vencedores, o Corujão lidera ao ter conquistado o tricampeonato da Supercopa SAF (2013, 2015 e 2018).

Na primeira fase, os quatro semifinalistas fizeram campanhas regulares. O Unidos do Alto, por exemplo, somou nove pontos e liderou o grupo B, com três vitórias, uma derrota, sete gols marcados e cinco sofridos. Na ponta da outra chave, o Estrela do Mar terminou com sete pontos ganhos, após vencer duas partidas, empatar uma e perder outra, marcando nove vezes e sendo vazado em outras quatro oportunidades.

Segundo colocado do grupo A, o Amparo ganhou uma partida, perdeu uma e empatou outras duas, terminando a primeira fase com cinco pontos. Foram seis gols marcados e sete sofridos. Na vice-liderança da chave B, o JDA venceu duas partidas, perdeu uma a empatou outra, terminando com sete pontos conquistados e balançando as redes sete vezes - o time de Janela das Andorinhas foi vazado em seis oportunidades.       

Na edição deste ano, o Grupo A contou com as participações de Santa Cruz, São Pedro, Amparo e Estrela do Mar. Já o Grupo B terá as equipes do JDA, Unidos do Alto, São Lourenço e Friburgo Sporting.

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    Estreante na competição, JDA tenta surpreender e já erguer a taça de campeão (Foto Rafael Seabra)

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    Tradicional e presente em todas as edições, Amparo busca o seu primeiro título da Supercopa (Foto Rafael Seabra)

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    Estrela do Mar tenta se juntar ao rival São Pedro e ao Vargem Alta na galera dos bicampeões (Foto Rafael Seabra)

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    Em busca do segundo título, Unidos do Alto foi o time de melhor campanha na primeira fase (Foto Rafael Seabra)

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Irmãos Azevedo serão julgados em setembro

sábado, 12 de julho de 2025
por Jornal A Voz da Serra

Edição de 12 e 13 de julho de 1975

Família Daflon pode contratar o jurista Laércio Pellegrino

Manchetes

Edição de 12 e 13 de julho de 1975

Família Daflon pode contratar o jurista Laércio Pellegrino

Manchetes

Irmãos Azevedo vão ser julgados em setembro  Os irmãos Paulo, Rodolpho e Gilberto Azevedo, que respondem a processo na Justiça pelo assassinato de Guido Daflon, ocorrido na Câmara de Veredores, em 1973. Os três tiveram a prisão preventiva domiciliar decretada pelo juiz Arurahy Caramuru Grion e agora irão a julgamento com data já marcada para setembro. A família Daflon anunciou que tentará contratar o jurista Laércio Pellegrino para atuar no rumoroso caso que sacudiu Nova Friburgo. 

Partidos fazem eleições neste 13 de julhoCumprindo o calendário da Justiça Eleitoral, o MDB e a Arena irão realizar neste dia 13, em Nova Friburgo, a eleição para escolha dos nomes que comporão os seus respectivos diretórios municipais. Essa eleição é importante, tendo em vista o posicionamento dos partidos para as eleições municipais previstas para o próximo ano. Em agosto haverá a definição do MDB-RJ com a escolha entre as duas correntes que lutam pelo poder, a do ex-governador carioca, Chagas Freitas, e a do atual senador, Amaral Peixoto.

Portugal tem missa – A Colônia Portuguesa de Nova Friburgo manda celebrar neste 13 de julho, na Catedral São João Batista, uma missa em louvor a Nossa Senhora de Fátima, com as intenções de retorno da tranquilidade, da paz e a segurança da Igreja em Portugal. O celebrante será o Monsenhor José Antônio Teixeira.

Água agora com menos cloro – O secretário geral da Prefeitura de Nova Friburgo, Roberto Pinto, que responde inteiramente pelo SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgotos) na ausência do sr. Ítalo Spinelli, determinou a redução de 50% na dosagem de cloro que era adicionada à água, que abastecia a cidade. A medida do diretor do SAAE foi tomada após um debate com técnicos daquela autarquia que reconheceram que a água estava recebendo dosagem excessiva de cloro o que, dentre outros prejuízos, adulterava o sabor natural do líquido, servido à população friburguense. Em declaração à nossa reportagem, o secretário geral, confirmou sua decisão de reduzir.

Festa do Colonizador no Country Clube – Neste 12 de julho, a partir das 17h, o Nova Friburgo Country Clube realiza a XI Festa do Colonizador que já está consagrada no calendário turístico do Estado do Rio de Janeiro como uma das melhores, mais organizadas e de maior alegria. “Uma festa de congraçamento da família friburguense e do Estado”, afirmam seus diretores. Convidados pagam 65 cruzeiros. Sócios, 40 cruzeiros; damas, 20 cruzeiros. Mesas, com quatro lugares, 70 cruzeiros. Reposição de caneco, em caso de quebra ou perda, 40 cruzeiros. A entrada de menores de 16 e 18 anos só será permitida se estiverem acompanhados dos pais ou responsáveis.

Arcar reúne agricultores – Neste dia 12, será realizada uma importante reunião, coordenada pelo Arcar, na Baixada de Salinas, entre agricultores e técnicos do Arcar, Ceasa, Ministério da Agricultura, Secretária de Agricultura, Sindicato, Banco do Brasil e Banco do Estado do Rio de Janeiro. Em pauta assuntos ligados ao crédito rural educativo, comercialização agrícola, sistema de comercialização e criação do 1º Mercado Expedidor de Origem.

Pílulas

Fervilham comentários, dentro do próprio Palácio Barão de Nova Friburgo, sobre irregularidades que estavam sendo cometidas na Secretaria de Urbanismo e Obras. A culpa não nos cabe. Há algumas semanas alertamos o sr. prefeito municipal para o problema, ligado à aprovações de projetos de casas, residências, e até mesmo simples plantas proletárias, loteamentos e etc.

Pois agora correm insistentes rumores de que o sr. prefeito municipal estaria bastante aborrecido - antes tarde, do que nunca - com irregularidades que teria constatado na referida Secretaria. Ainda, segundo os rumores, os responsáveis pelo que está sendo conhecido lá dentro mesmo do palácio, com a Corrida de Ouro, seriam severamente punidos pelas irregularidades praticadas.

Sociais

A VOZ DA SERRA registra os aniversários de: Eda Marques, Eulália Faria e Paulo Dantas (12); Maria de Lurdes e Acário Ferreira (13); Maria da Glória, Izabel Novelli, Ernani de Amaral e Franklim Castro (14), Alice Marques, Teresa Cristina e Beatriz Dutra (15); Zuleika Alves, Bernardo Braune e Eliphas Mattos (16); Marina Bravo, Lygia Freitas e Rosamaria (17); Carestiato Guedes, Otto Spinelli e Paulo Fernando (17).

  • Pesquisa da estagiária Laís Lima com supervisão de Henrique Amorim  

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Não deu...

sexta-feira, 11 de julho de 2025
por Jornal A Voz da Serra

Frizão Sub-17 perde e fica de fora das quartas de final do Carioca A2

  Uma ótima campanha, que por muito pouco não foi corada com a classificação para as quartas de final do Campeonato Carioca da Série A2. O Friburguense Sub-17 chegou à reta final com ótimas possibilidades, mas não conseguiu os melhores resultados nas últimas duas rodadas da primeira fase. Depois de empatar com o Artsul por 1 a 1, no Eduardo Guinle, o Tricolor da Serra acabou derrotado pelo Nova Cidade por 3 a 0 no último domingo, 6, no estádio Joaquim Flores.

Frizão Sub-17 perde e fica de fora das quartas de final do Carioca A2

  Uma ótima campanha, que por muito pouco não foi corada com a classificação para as quartas de final do Campeonato Carioca da Série A2. O Friburguense Sub-17 chegou à reta final com ótimas possibilidades, mas não conseguiu os melhores resultados nas últimas duas rodadas da primeira fase. Depois de empatar com o Artsul por 1 a 1, no Eduardo Guinle, o Tricolor da Serra acabou derrotado pelo Nova Cidade por 3 a 0 no último domingo, 6, no estádio Joaquim Flores.

Desta maneira, o Frizão estacionou nos 13 pontos e encerrou a sua participação na sexta colocação, a apenas um ponto do quarto colocado da chave. América, Serra Macaense, Paduano e Campo Grande são os clubes que avançam no grupo, e farão os confrontos contra Resende, Petrópolis, Nova Cidade e Cabofriense.

No Sub-15, o Friburguense embalou a segunda vitória consecutiva, mas não foi o suficiente para beliscar uma vaga. O Tricolor já chegou ao jogo final sem chances de classificação, mas ainda assim fez bonito e venceu o Nova Cidade por 2 a 1. Os meninos conquistaram o total de 18 pontos, e encerraram a participação no Campeonato Carioca na sétima colocação, a apenas dois pontos de diferença em relação ao quarto colocado da chave. Campo Grande, América, Serra Macaense e Paduano avançam no grupo, e no outro, se classificaram as equipes do Resende, Petrópolis, São Cristóvão e São Gonçalo.

O grupo A contou com as equipes do Petrópolis, São Gonçalo, Pérolas Negras, Resende, Audax Rio, Cabofriense, São Cristóvão, Rio de Janeiro, 7 de Abril, Bonsucesso, Artsul e Nova Cidade. O Friburguense esteve na chave B, com Araruama, Duque de Caxias, América, Americano, Olaria, Campo Grande, Serra Macaense, Paduano, Barra Mansa e Niteroiense.

Reta final

Definidas as semifinais da Copa do Calcário

A fase classificatória da Copa do Calcário terminou no último fim de semana, e os confrontos das semifinais já estão definidos. Após uma primeira fase marcada por jogos equilibrados e boa participação do público, quatro equipes seguem vivas na disputa pelo título da tradicional competição regional: Visconde, Bom Jardim, Monerá e Altense.

No grupo A, a equipe do Visconde confirmou o favoritismo e garantiu a liderança, com 13 pontos, seguida pelo Bom Jardim, que ficou com a segunda colocação ao somar dez pontos. Pela chave B, o Monerá terminou na ponta, com 13 pontos, enquanto o Altense ficou com a segunda vaga, totalizando nove pontos.

Com os classificados definidos, as semifinais terão início no próximo domingo, 13, com os jogos de ida, às 14h30. Em São Sebastião do Alto, o Altense recebe o Visconde. Em Bom Jardim, o confronto será entre o time da casa e o Monerá, em partida que promete fortes emoções. O artilheiro da competição, até o momento, é o atacante Vitinho, da equipe do Visconde, com sete gols marcados.

A Copa do Calcário é uma realização da Liga Desportiva de Macuco, com o apoio da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro.

  • Foto da galeria

    Garotos fizeram bom papel e ficaram próximos da classificação, mas não conseguiram avançar (Divulgação Vinicius Gastin)

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    2- Semifinais do Calcário vão começar no próximo domingo, dia 13 de julho (Divulgação)

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Viajar é cuidar da gente

sexta-feira, 11 de julho de 2025
por Jornal A Voz da Serra

Há quem diga que viajar é luxo. Que é gasto supérfluo. Que é coisa de quem pode. Discordo com veemência — e com ternura. Viajar é investimento. E não falo de cifras. Falo daquilo que não se contabiliza: lembranças, afetos, novos olhares. Falo de ampliar a alma até onde os olhos não alcançam. Falo de se permitir existir em outros ritmos, em outras paisagens, em outras versões de si mesmo.

Há quem diga que viajar é luxo. Que é gasto supérfluo. Que é coisa de quem pode. Discordo com veemência — e com ternura. Viajar é investimento. E não falo de cifras. Falo daquilo que não se contabiliza: lembranças, afetos, novos olhares. Falo de ampliar a alma até onde os olhos não alcançam. Falo de se permitir existir em outros ritmos, em outras paisagens, em outras versões de si mesmo.

A vida, no seu correr costumeiro, tende a nos enquadrar. Rotinas se sobrepõem aos sonhos. Compromissos sufocam vontades. E quando a gente se dá conta, já se passaram meses, anos, décadas. A viagem, nesse cenário, é respiro. É pausa necessária. É encontro com o novo, com o outro e com a parte da gente que andava esquecida.

Viajar é uma forma bonita de viver com intenção. Quando planejamos uma viagem — pequena ou longa, perto ou longe — estamos dizendo a nós mesmos: eu mereço. Eu importo. Meu bem-estar vale a organização, o esforço, a economia. Não importa se será uma ida à cidade vizinha ou um sonho antigo realizado em outro continente. O que importa é o movimento. É o permitir-se. E há algo profundamente valioso em sair do próprio eixo. Caminhar em ruas que não conhecemos, ouvir sotaques diferentes, experimentar sabores inéditos. A bagagem que trazemos de volta nem sempre pesa — mas transforma. Aprendemos com a simplicidade de outros modos de viver, com a beleza inesperada de um fim de tarde, com as histórias compartilhadas por quem cruza nosso caminho. Aprendemos até com os perrengues — e como aprendemos.

Investir em experiências é lançar raízes no invisível. É dar à vida camadas novas de sentido. É voltar com a mala cheia de histórias que farão os olhos brilhar em conversas despretensiosas, nas memórias que nos aquecem em dias difíceis. É ter o que recordar com afeto, com riso solto, com aquela pontinha de saudade boa que só existe quando o vivido valeu a pena.

Viajar também ensina a desacelerar. A tomar café com mais calma. A olhar com mais curiosidade. A valorizar o que temos e o que somos. E talvez aí resida uma das maiores riquezas: voltar para casa com um olhar renovado sobre a própria vida. Sair do nosso espaço habitual também nos reconecta com o que somos e com o que queremos ser.

E se há algo que a vida tem me ensinado é que aproveitar os dias é urgente. Não falo de viver numa euforia constante, nem de postar felicidade fabricada. Falo de viver com presença. Com intenção. Com prazer em estar. Falo de aceitar convites simples — um passeio de carro, uma visita a alguém querido, um fim de semana em um lugar novo. Conhecer o outro lado do mundo ou a cidade vizinha. Olhar para fora e se permitir olhar pra dentro de si.

Viajar é plantar memórias em solo fértil. É voltar diferente. É, no fundo, um compromisso com a nossa melhor versão. E isso, para mim, é um baita investimento na vida. Porque ela não espera. Ela acontece.

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Novos caminhos

quinta-feira, 10 de julho de 2025
por Jornal A Voz da Serra

Conselho Nacional do Esporte aprova deliberações estratégicas

A 59ª reunião ordinária do Conselho Nacional do Esporte (CNE) foi realizada na terça-feira, 8, no Ministério do Esporte, em Brasília. Com uma pauta ampla e estratégica, o encontro reuniu representantes do setor esportivo brasileiro para deliberar ações fundamentais para o fortalecimento das políticas públicas e da governança do esporte no país.

Conselho Nacional do Esporte aprova deliberações estratégicas

A 59ª reunião ordinária do Conselho Nacional do Esporte (CNE) foi realizada na terça-feira, 8, no Ministério do Esporte, em Brasília. Com uma pauta ampla e estratégica, o encontro reuniu representantes do setor esportivo brasileiro para deliberar ações fundamentais para o fortalecimento das políticas públicas e da governança do esporte no país.

Durante a abertura, o ministro do Esporte, André Fufuca, destacou a importância da reunião e a urgência das pautas discutidas. "Vamos unir mais uma vez o Conselho Nacional do Esporte e deliberar ações de caráter urgente, emergente e, principalmente, afetivas para o esporte nacional", afirmou o ministro.

Entre os principais pontos da pauta, foram aprovadas novas indicações para a composição da Comissão Técnica da Lei de Incentivo ao Esporte, da Procuradoria da Justiça Desportiva Antidopagem e do Tribunal de Justiça Desportiva Antidopagem (TJD-AD). A presidente da Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD), Adriana Taboza, ressaltou o papel do Conselho na consolidação de um sistema de antidopagem justo e transparente.

"Hoje tivemos uma importante reformulação no Tribunal, com vacâncias decorrentes do término dos mandatos anteriores. Preenchemos todos os cargos respeitando a paridade de gênero, um dos nossos objetivos principais. É fundamental para que tenhamos um ambiente esportivo igualitário e justo para se trabalhar com integridade”, afirmou Taboza. Ela também destacou o avanço na regulamentação da comunicação com a comunidade antidopagem, por meio do artigo 75 do Código Brasileiro Antidopagem, que amplia a transparência e o acesso à informação.

A reunião também aprovou os relatórios de aplicação de recursos públicos destinados às entidades esportivas em 2024, com base na lei 13.756/2018 (Lei das Loterias). O balanço anual de repasses aos principais entes do sistema esportivo, como o Comitê Olímpico do Brasil (COB), o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), o Comitê Brasileiro de Clubes (CBC), o Comitê Brasileiro de Clubes Paralímpicos (CBCP), a Confederação Brasileira de Desporto Escolar (CBDE) e a Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU), foi analisado e validado pelo Conselho.

A secretária nacional de Excelência Esportiva, Iziane Marques, destacou a relevância técnica e social desse acompanhamento. "Nosso trabalho é importante porque avaliamos como o recurso das loterias foi realmente aplicado em prol do esporte nacional. É uma tarefa árdua, mas gratificante, pois garante que esses valores cheguem à ponta, aos atletas. Esse é o verdadeiro objetivo, fortalecer o movimento esportivo com responsabilidade e transparência", afirmou.

Representando o COB, o presidente Marcos La Porta reforçou a importância do CNE como instância de articulação estratégica para o futuro do esporte brasileiro. "O Conselho é mais do que um órgão para aprovação de contas. É um espaço de debate sobre os caminhos que queremos trilhar. Uma medalha olímpica começa com o esforço conjunto de todos. Por isso, nossa presença visa fortalecer essa rede de diálogo e cooperação", disse.

Ao final do encontro, foi apresentada ainda a proposta de estruturação do Sistema Nacional do Esporte (Sinesp), com destaque para a criação de uma base unificada de informações esportivas do país. O processo já está em curso com o levantamento de dados nos estados e municípios, com o objetivo de subsidiar a formulação de políticas públicas mais eficazes e integradas.

 

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    Estruturação do Sistema Nacional do Esporte foi uma das propostas apresentadas no encontro (Foto Ronaldo Caldas/Mesp)

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    Integrantes do Conselho Nacional do Esporte se reuniram para importantes deliberações (Foto Ronaldo Caldas/Mesp)

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A criação de ecossistemas para inovação

quinta-feira, 10 de julho de 2025
por Jornal A Voz da Serra

Se existe uma palavra que tem movido cidades, universidades e empresas pelo Brasil, essa palavra é inovação. Mas para que a inovação floresça, ela precisa de mais do que ideias: precisa de ambiente. Precisa de gente conectada, compartilhando saberes, recursos e oportunidades. É nesse contexto que entram os ecossistemas de inovação.

Se existe uma palavra que tem movido cidades, universidades e empresas pelo Brasil, essa palavra é inovação. Mas para que a inovação floresça, ela precisa de mais do que ideias: precisa de ambiente. Precisa de gente conectada, compartilhando saberes, recursos e oportunidades. É nesse contexto que entram os ecossistemas de inovação.

Esse ambiente é o que chamamos de ecossistema de inovação — um espaço vivo onde tecnologia, educação, empreendedorismo e políticas públicas caminham lado a lado. Não basta ter startups ou centros de pesquisa. É preciso que eles conversem, colaborem, troquem experiências e construam soluções em conjunto. O ecossistema é, antes de tudo, uma rede viva.

Na última semana, Nova Friburgo deu um passo nessa direção. Foi realizado o Workshop de Captação de Recursos, dentro do Projeto Ecossistema Local de Inovação – ELI, no auditório do Sebrae. A proposta do encontro foi reunir pessoas, instituições e empresas para pensar os caminhos possíveis de estruturar um verdadeiro ecossistema de inovação na cidade.

Fernanda Gripp, coordenadora regional do Sebrae, destacou a importância de conectar o que já existe: “O Sebrae já vinha atuando no ecossistema de inovação de Nova Friburgo desde 2018, com ações como a criação do Código Municipal de Ciência e Tecnologia. Esse histórico permitiu incluir a região no projeto nacional ELI, que busca fortalecer os ecossistemas locais. A iniciativa agora abrange todos os municípios da Regional Serrana I, com foco no desenvolvimento regional integrado.”

Floripa: referência em ecossistemas de inovação

Cidades que entenderam esse processo têm se destacado no cenário da inovação. Elas investem não só em tecnologia, mas também em gente, em articulação, em criar uma cultura onde errar faz parte do processo e onde inovar é algo cotidiano. O segredo está na conexão: ninguém inova sozinho.

Recentemente estive em Florianópolis-SC, cidade que hoje é considerada uma referência nacional em inovação. Não à toa, recebeu em 2024 o título de Capital Nacional das Startups. Lá, cerca de 25% do Produto Interno Bruto (PIB) vem do setor de tecnologia. E esse resultado não surgiu por acaso: é fruto de um ecossistema robusto, maduro e muito bem articulado.

Thiago Schütz, palestrante, conselheiro em Governança para Inovação, CEO do escritório de advocacia Silva Schütz, especializado no atendimento a startups, e envolvido em iniciativas como o projeto Flow Vista, que conecta inovação nacional ao mercado internacional, resume bem essa lógica: “Confiança e colaboração são o cimento do ecossistema. Nenhum ator, isoladamente, é capaz de criar um ambiente inovador sustentável. Empresas precisam confiar que governo e universidades não são apenas fiscalizadores ou geradores de burocracia, mas parceiros. Quando esses grupos colaboram, somam competências e compartilham riscos. Isso acelera a transferência de conhecimento, reduz gargalos regulatórios e cria pontes para internacionalização. Inovação é sempre um jogo coletivo, nunca individual.”

Em cidades como Florianópolis, essa cultura colaborativa foi construída aos poucos, com participação ativa de universidades, empresários e gestores públicos. Não se trata apenas de investir dinheiro, mas de cultivar relações. A inovação aparece como fruto de um ambiente fértil — e não como um raio que cai do céu.

“Quando iniciativas são contínuas e articuladas, acontece um fenômeno interessante: as conquistas de uns inspiram outros a empreender, investir e colaborar. Isso gera um ciclo virtuoso — as startups que crescem acabam, depois, mentorando ou investindo em novas empresas. O sucesso de um grupo retroalimenta o sistema, criando referências locais e, aos poucos, consolidando a reputação do ecossistema nacionalmente e até internacionalmente”, explica Thiago, com entusiasmo de quem vive esse ambiente no dia a dia.

Florianópolis abriga uma rede vibrante de ambientes de inovação que impulsionam o ecossistema local. Espaços como o Soho, a Acate, o Sebrae/SC, o Centro de Inovação da Acif, o Sapiens Parque e o Miditec servem como pontos de encontro para empreendedores, pesquisadores e investidores.

Esses locais oferecem suporte técnico, mentorias, eventos e conexões estratégicas que fazem a inovação circular. Juntos, formam um ecossistema onde ideias ganham vida e se transformam em negócios de impacto por todo o país.

E em Nova Friburgo? Há caminho e ele passa pela conexão

Nova Friburgo tem um ecossistema em construção, com uma base valiosa: um polo universitário respeitado, instituições como Uerj, Cefet, UFF e o Instituto Politécnico da Uerj, além de uma indústria de abrangência nacional sólida e criativa nos setores têxtil e metal mecânico. É um solo fértil, com talento, técnica e vocação para inovação.

O que falta, talvez, seja fazer essas peças se encontrarem. Muitos jovens se formam na cidade e acabam partindo, não por falta de capacidade local, mas por não enxergarem oportunidades conectadas com suas áreas. A solução está em aproximar ensino, mercado e empreendedorismo — e isso pode partir de todos nós.

Marcelo Verly, professor e articulador regional no ramo de inovação, acredita que esse movimento começa pela união dos ativos já existentes: “Quando os atores locais passam a trabalhar juntos, o ambiente de inovação se fortalece naturalmente. Não é preciso reinventar a roda, mas criar oportunidades reais de diálogo e ação conjunta”.

No fundo, inovar é isso: reunir pessoas para pensar e agir juntas, encontrando soluções criativas para os desafios locais. Friburgo tem histórias para contar, estrutura para crescer e gente disposta a fazer acontecer. O que falta são esses encontros que transformam ideias em realidade, construindo um ecossistema vivo, passo a passo, com vontade e propósito.

Esses encontros e conexões não precisam esperar por grandes investimentos ou ações grandiosas. Muitas vezes, começam em pequenos grupos, eventos locais, parcerias entre estudantes e empresas, ou mesmo em iniciativas comunitárias realizadas por grupos de WhatsApp.

Quando esses elementos estão integrados, nasce algo muito mais poderoso do que a soma das partes. As ideias fluem com mais rapidez, os recursos circulam com mais eficiência e as oportunidades se multiplicam. O que poderia ser apenas uma iniciativa isolada se transforma em um movimento coletivo com impacto real no território.

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Força contra o mal

quinta-feira, 10 de julho de 2025
por Jornal A Voz da Serra

Quando você quer viver uma vida digna, útil, baseada em verdades em seu campo de atuação profissional e de relacionamentos, a guerra fica acirrada entre o bem e o mal porque sistemas de funcionamento social no mundo em geral não se importam com os meios usados para se conseguir os alvos.

Quando você quer viver uma vida digna, útil, baseada em verdades em seu campo de atuação profissional e de relacionamentos, a guerra fica acirrada entre o bem e o mal porque sistemas de funcionamento social no mundo em geral não se importam com os meios usados para se conseguir os alvos.

Precisamos coragem para viver uma vida honesta. Coragem para essa qualidade sublime de vida não nasce da força física, mas da consciência do recebimento de força espiritual do bem. Nesse mundo somos cercados de medo, mentiras e batalhas que podem parecer ocorrer e originar somente no campo dos negócios, da política, das relações familiares, mas os conflitos nessas áreas da vida vão além do visível, estão, no fundo, enraizados no campo sobrenatural.

Davi precisou enfrentar o gigante Golias, mas ele não o enfrentou e venceu por causa de sua força, mas porque havia Alguém com ele que era maior do que o gigante humano. (veja na sua Bíblia em 1 Samuel 17.45). As neurociências têm afirmado sobre a importância do desenvolvimento espiritual para a boa saúde mental. E isso é diferente de ter uma religião. É uma capacitação espiritual que vem pela fé e que ajuda a vencer o medo, a ansiedade, a tristeza, a insegurança. Davi venceu porque teve fé no Deus da Bíblia, que Ele sim, daria vitória diante de sua grande desproporção entre seu corpo e a força muscular do gigante filisteu.

Os Alcoólicos Anônimos engajados no programa dos 12 Passos aprendem que precisam de um Poder Superior, que eu chamo de Deus Criador do Universo, para vencerem, um dia de cada vez, a vontade de ingerir bebidas alcoólicas que para eles precisa ser evitado sempre para permanecerem sóbrios. Eles já entenderam que na força deles mesmos a derrota é certa. Por isso, como diz o segundo passo, eles vieram a acreditar que um Poder Superior a eles mesmos poderia leva-los à sanidade, um dia de cada vez.

A força para viver vem do campo espiritual porque estamos todos envolvidos numa guerra espiritual entre o bem e o mal envolvendo desde suas motivações para usar essa ou aquela roupa, comer essa ou aquela comida, tomar essa ou aquela decisão empresarial ou política, comprar esse ou aquele objeto. O que predomina quando você toma decisões nessas áreas? Vaidade? Simplicidade? Orgulho? Humildade? Honestidade? Corrupção? Desejo de ajudar? Vontade egoísta de acumular bens?

Sim, é verdade que no campo psicológico temos lutas com pensamentos distorcidos que produzem ansiedade excessiva e que precisam ser confrontados e mudados, lutas com sentimentos de tristeza e medo gerados por insegurança emocional que pode ser corrigida se bem tratada com instrumentos psicológicos. Mas assim como no arco-íris não vemos exatamente quando termina uma cor e quando começa a que está ao lado, em nossa vida não sabemos exatamente onde termina o que é luta do campo psicológico e quando começa a que é ligada ao mundo espiritual.

Por isso precisamos de instrumentos e prática espirituais também para ter força para viver e vencer, não no modelo mundano de vitória, mas vencer a nós mesmos, vencer nosso medo, nossa ansiedade excessiva, nossa tristeza, nossa tendência ao materialismo, consumismo, egocentrismo.

Busque desenvolver sua espiritualidade. O professor de psiquiatria da USP – Universidade de São Paulo, já aposentado, escreveu que o ser humano maduro é espiritualizado. A verdade diz que nossa luta não é contra a carne e o sangue, ou seja, não envolve só disputas políticas, sociais, empresariais, familiares, eclesiásticas numa dimensão humanista, mas é contra forças espirituais da maldade nos lugares celestiais (ver Efésios 6.12). E contra isso nossa força é nada. Por isso precisamos de algo de fora e acima de nós mesmos que vem pela fé, busca e obediência à verdade revelada que, para os cristãos, está nas Escrituras Sagradas.

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Desafio dos garotos

quarta-feira, 09 de julho de 2025
por Jornal A Voz da Serra

Sub-20 do Frizão disputa o Campeonato Carioca da Série B1

Nos próximos dias, o torcedor do Friburguense pode ter algumas novidades em relação à Série B1 do Campeonato Carioca deste ano. Como a competição terá início na primeira semana de setembro, algumas definições devem ser divulgadas em breve, até mesmo para que os clubes iniciem ou reforcem os seus planejamentos na busca pelo acesso à Série A2 Estadual.

Sub-20 do Frizão disputa o Campeonato Carioca da Série B1

Nos próximos dias, o torcedor do Friburguense pode ter algumas novidades em relação à Série B1 do Campeonato Carioca deste ano. Como a competição terá início na primeira semana de setembro, algumas definições devem ser divulgadas em breve, até mesmo para que os clubes iniciem ou reforcem os seus planejamentos na busca pelo acesso à Série A2 Estadual.

Enquanto isso, as divisões de base do Tricolor da Serra continuam em atividade, e além das categorias sub-15 e sub-17, há também a disputa do Carioca da Série B1 pela equipe sub-20 - de onde deverão sair alguns valores para compor o plantel principal de profissionais. Os garotos estão sendo comandados por Gedeil, ex-volante do clube.

A edição deste ano é disputada por dez clubes, em sistema de pontos corridos. Participam, além do Frizão, as equipes do Carapebus, Artsul, Bonsucesso, Campo Grande, Nova Cidade, Niteroiense, Paduano, São Cristóvão e Serrano. Na disputa da Taça Corcovado, equivalente à fase de classificação, todos se enfrentam em turno único. O primeiro colocado leva o título simbólico, e os quatro melhores avançam para as semifinais.

Na última quarta-feira, 2, o Friburguense recebeu o São Cristóvão, no Eduardo Guinle, pela sexta rodada, e acabou sendo derrotado pelo placar de 1 a 0. O desafio seguinte está marcado para esta quarta-feira, 9, às 14h45, contra o Niteroiense, na Concha Acústica de Niterói. O adversário soma o mesmo número de pontos do Frizão, ocupando a mesma faixa na tabela de classificação, o que aumenta a importância e o caráter decisivo do duelo.

Com o resultado diante do São Cristóvão, o Tricolor da Serra permaneceu com sete pontos, ocupando a sétima posição. Restam mais três partidas para o fim da primeira fase, e a equipe está a apenas dois pontos do quarto colocado, o Paduano, primeiro time na zona de qualificação para as semifinais.

A caminhada teve início com a derrota para o Campo Grande, fora de casa, e continuou com a vitória sobre o Paduano, no Eduardo Guinle, o tropeço diante do Serrano, no Atílio Marotti, e a recuperação com novo triunfo, desta vez sobre o Carapebus. Antes do compromisso desta semana, o Tricolor havia empatado com o Nova Cidade, no Joaquim Flores. 

 O Friburguense foi a campo, na última quarta, com Helder, João Pedro, Guilherme, Kauã e Bryan; Isaque, Ryan, Juninho e Pedrinho; Bernardo e Kaio Gabriel.

Tabela do Frizão sub-20

Campo Grande 1 x 0 Friburguense, Ítalo del Cima

Friburguense 3 x 1 Paduano, Eduardo Guinle

Serrano 3 x 1 Friburguense, Atílio Marotti

Friburguense 3 x 1 Carapebus, Eduardo Guinle

Nova Cidade 1 x 1 Friburguense, Joaquim Flores

Friburguense 0 x 1 São Cristóvão, Eduardo Guinle

09/jul - Qua - 14h45 - Niteroiense x Friburguense, Concha Acústica de Niterói

16/jul - Qua - 14h45 - Bonsucesso x Friburguense, Leônidas da Silva

23/jul - Qua - 14h45 - Friburguense x Artsul, Eduardo Guinle

Foto da galeria
Eduardo Guinle, a casa do Frizão, recebe jogos e treinos das categorias de base do clube (Foto Divulgação Vinicius Gastin)
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