Blogs

Duplo revés

quinta-feira, 21 de agosto de 2025
por Jornal A Voz da Serra

Contra primeiro grande do Estado, base do Frizão não consegue vencer na Copa Rio

O desafio não era dos mais simples. Contra uma das principais divisões de base do país, os meninos do Friburguense tiveram a oportunidade de mostrar o seu talento e, ao mesmo tempo, recolocar o Tricolor da Serra em evidência contra um dos clubes grandes do Rio de Janeiro. O Frizão jogou em casa nas categorias Sub-17 e Sub-15, recebendo o Fluminense no último sábado, 16, no estádio Eduardo Guinle.

Contra primeiro grande do Estado, base do Frizão não consegue vencer na Copa Rio

O desafio não era dos mais simples. Contra uma das principais divisões de base do país, os meninos do Friburguense tiveram a oportunidade de mostrar o seu talento e, ao mesmo tempo, recolocar o Tricolor da Serra em evidência contra um dos clubes grandes do Rio de Janeiro. O Frizão jogou em casa nas categorias Sub-17 e Sub-15, recebendo o Fluminense no último sábado, 16, no estádio Eduardo Guinle.

No primeiro confronto, pela categoria juvenil, o time do Rio de Janeiro venceu pelo placar de 3 a 0. Já no jogo seguinte, válido pelo infantil, o Tricolor das Laranjeiras aplicou 4 a 0. O duelo com o Fluminense foi o primeiro da sequência de embates consecutivos contra Vasco, Botafogo (também em casa) e Flamengo. Os duelos com o cruzmaltino são os próximos nesta fila, e estão marcados para o próximo sábado, 23, no Nivaldo Pereira.

Este ano, competição conta com a participação dos oito times melhores classificados no Campeonato Estadual da Série A e os quatro melhores classificados nos Campeonatos Estaduais das Séries A2, B1 e B2 Sub-17 de 2024. O torneiro reúne, além do Friburguense, as equipes do América, Botafogo, Flamengo, Fluminense, Madureira, Maricá, Nova Iguaçu, Portuguesa, Resende, Vasco da Gama e Volta Redonda.

O regulamento prevê um único turno, onde todos se enfrentam. Ao final de 11 rodadas, os quatro primeiros colocados irão avançar para as semifinais.

 

Sequência do Friburguense Sub-17 e Sub-15

23/Ago, Sáb - Vasco da Gama x Friburguense, Nivaldo Pereira

30/Ago, Sáb - Friburguense x Botafogo, Eduardo Guinle

06/Set, Sáb - Flamengo x Friburguense, Gávea

13/Set, Sáb - Friburguense x Maricá, Eduardo Guinle

20/Set, Sáb - Resende x Friburguense, Trabalhador

27/Set, Sáb - Friburguense x Volta Redonda, Eduardo Guinle

04/Out, Sáb - Madureira x Friburguense, Aniceto Moscoso

11/Out, Sáb - Friburguense x Portuguesa, Eduardo Guinle

18/Out, Sáb - América x Friburguense, Giulite Coutinho

  • Foto da galeria

    Duelo com o Fluminense foi o primeiro da sequência contra os grandes do Rio de Janeiro (Foto: Divulgação Vinicius Gastin)

  • Foto da galeria

    O Visconde conquistou, no domingo, 17, o título da edição 2025 da Copa do Calcário, ao vencer o Bom Jardim, por 2 a 0, no Henrique Celso de Moraes, em Viscode de Imbé, no jogo de volta da grande final. Na primeira partida, o Bom Jardim havia vencido por 2 a 1. Além dos campeões, foram premiados também os jogadores Renato, do Monerá, como melhor goleiro, e Vitinho, do Visconde, artilheiro da competição com 10 gols marcados. A entrega dos troféus e medalhas contou com a presença de Diogo Latini, presidente da Liga de Macuco e coordenador da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro, na região, e dos diretores da Liga, Carlos Alberto Oliveira e Jairo da Conceição, além de autoridades de Trajano de Moraes e Bom Jardim. “Só podemos agradecer também ao presidente da Ferj, Rubens Lopes, pelo apoio, e também aos presidentes de todos os clubes participantes, que engrandeceram esta competição”, ressaltou Diogo Latini. (Foto: Divulgação)

Publicidade
TAGS:

A Direção do Jornal A Voz da Serra não é solidária, não se responsabiliza e nem endossa os conceitos e opiniões emitidas por seus colunistas em seções ou artigos assinados.

Momento histórico

quarta-feira, 20 de agosto de 2025
por Jornal A Voz da Serra

Grupo Silvana Gym/Inec fará coreografia de abertura do Mundial de Ginástica Rítmica

Pela primeira vez o Mundial de Ginástica Rítmica será realizado na América do Sul, e o Rio de Janeiro será sede do evento, que acontece a partir de hoje, 20, e vai até 24 de agosto. E Nova Friburgo fará parte deste momento histórico: o grupo Silvana Gym/Inec fará a coreografia de abertura do evento. A delegação friburguense estará presente com 40 integrantes, sob a direção dos professores e técnicos Eder da Silva Vieira e Silvana Schwartz Noel.

Grupo Silvana Gym/Inec fará coreografia de abertura do Mundial de Ginástica Rítmica

Pela primeira vez o Mundial de Ginástica Rítmica será realizado na América do Sul, e o Rio de Janeiro será sede do evento, que acontece a partir de hoje, 20, e vai até 24 de agosto. E Nova Friburgo fará parte deste momento histórico: o grupo Silvana Gym/Inec fará a coreografia de abertura do evento. A delegação friburguense estará presente com 40 integrantes, sob a direção dos professores e técnicos Eder da Silva Vieira e Silvana Schwartz Noel.

O Mundial terá a participação de mais de 650 pessoas (maior número da história), representando 78 países, e será realizado na Arena Carioca, com transmissão da Cazé TV e do Grupo Globo. A abertura acontece nesta quarta-feira, 20, às 12h. O sinal gerado no Brasil será distribuído para mais de 70 países.

"Mantivemos aqui todos os grandes eventos. Trouxemos o pré-olímpico de vôlei, o mundial de surf, a Stock Car e a Copa Davis voltaram. Mas esse evento é muito significativo porque é a primeira vez na América do Sul. E o Rio de Janeiro precisava de um evento desse porte ser muito assertivo. Porque mais uma vez é a imagem do Rio pro mundo inteiro", destaca o governador Claudio Castro.

Uma prévia do que o Brasil mostrará no Mundial pôde ser vista no domingo, quando a seleção olímpica de ginástica rítmica se apresentou aos pés do Cristo Redentor. Entre os principais nomes da nossa Ginástica Rítmica, o público poderá assistir às performances das capixabas Geovanna Santos, que defenderá o Brasil na disputa individual, e Sofia Madeira, que integra a equipe brasileira de conjunto.

Um time de vencedoras

O Campeonato Mundial de 2025 terá formato inédito. Os dois primeiros dias serão dedicados às classificatórias individuais, que definirão as 18 finalistas do individual geral e as oito melhores por aparelho. O terceiro dia terá a decisão do individual geral, e o último será reservado às finais por aparelhos e às disputas de conjuntos.

Disputada apenas por mulheres, a modalidade utiliza cinco aparelhos durante suas apresentações: arco, bola, fita, maças e corda. Nas provas por equipe, há rotinas com apenas um objeto e outras com dois deles misturados. Já no individual, as atletas competem com apenas um aparelho por apresentação. Os ingressos para a competição no Parque Olímpico custam de R$78 a R$300 e podem ser adquiridos pela internet no site: ingresse.com/mundial-de-ginastica-ritmica-2025.

Antes de viver o momento histórico, recentemente a equipe do Inec/Silvana Gym esteve presente no Torneio Estadual de Aeróbica, realizado na Arena Carioca, no Rio de Janeiro, e voltou para Nova Friburgo com diversas conquistas e bons resultados. O time de atletas de Nova Friburgo venceu praticamente todas as categorias em disputa, com destaque não só para o aspecto coletivo, como também o individual.

  • Foto da galeria

    Treinamentos foram realizados com dedicação, para mais um momento histórico para o grupo (Foto: Divulgação)

  • Foto da galeria

    Delegação friburguense contará com 40 integrantes para o evento de abertura do Mundial (Foto: Divulgação)

  • Foto da galeria

    Silvana Noel, Eder Vieira e Marisol Antonelli são professores responsáveis pela coreografia (Foto: Divulgação)

Publicidade
TAGS:

A Direção do Jornal A Voz da Serra não é solidária, não se responsabiliza e nem endossa os conceitos e opiniões emitidas por seus colunistas em seções ou artigos assinados.

O medo e o fantasma que assombra

quarta-feira, 20 de agosto de 2025
por Jornal A Voz da Serra

O medo é uma sombra silenciosa que se insinua entre as frestas da alma, que chega como um vento gélido em um dia ensolarado.

É como um visitante inconveniente. Não bate à porta, invade casa adentro e se instala, preenchendo os cômodos internos com incertezas e temores, onde, muitas vezes, se disfarça e se guarda em silêncio.

Sentir medo é como carregar um espelho arranhado, sujo e mal cuidado. Olhamos para a nossa vida, mas a visão se torna turva, como se a realidade não estivesse ao nosso alcance.

O medo é uma sombra silenciosa que se insinua entre as frestas da alma, que chega como um vento gélido em um dia ensolarado.

É como um visitante inconveniente. Não bate à porta, invade casa adentro e se instala, preenchendo os cômodos internos com incertezas e temores, onde, muitas vezes, se disfarça e se guarda em silêncio.

Sentir medo é como carregar um espelho arranhado, sujo e mal cuidado. Olhamos para a nossa vida, mas a visão se torna turva, como se a realidade não estivesse ao nosso alcance.

O coração sofre, então, se encolhe como um pássaro receoso, que não consegue voar com a asa quebrada. Assim, a emoção deixa de ser livre, fluida e passa a ser como água represada, em que a correnteza se perde e não consegue achar o caminho para seguir.

Dentro das nossas relações sociais, o medo se transforma em um muro invisível, às vezes, imperceptível. Uma distância cristalina e frágil permanece. Como vidro que permite ver, mas não tocar. Palavras ficam presas, um nó na garganta se forma, como se cada sílaba pudesse começar uma tempestade ou um grande tornado.

Nos faz medir gestos, rever passos, recalcular falas e ensaiar sorrisos que não geram flores nem na terra mais fértil. No fundo, o desejo de ser aceito luta contra o medo de ser julgado, e essa batalha silenciosa desgasta mais do que qualquer conflito declarado.

Com isso, em alguns momentos, mostramos ao mundo um lado que não é o nosso, tentando esconder fragilidades que poderiam nos aproximar uns dos outros. Assim, o medo cria isolamento em meio à multidão, fazendo com que os corações se mantenham distantes. É como a famosa fala que cada um de nós já ouviu inúmeras vezes sobre estar cercado de pessoas e, ainda assim, se sentir só.

Mas, além desse ponto, o medo também esconde um segredo que nem sempre é revelado. Em sua essência, ele aponta para o que mais valorizamos.

Temos medo de perder o que e quem amamos, medo de não sermos vistos por inteiro, medo de revelar a nossa alma nua e crua. E enfrentá-lo não significa apagá-lo, mas reconhecê-lo como parte das nossas emoções, que sentimos dia após dia.

Quando ousamos atravessar os muros que o medo ergue, descobrimos que a vulnerabilidade é apenas uma ponte. Que ao nos expormos e nos despirmos com sinceridade, o que parecia ameaça pode se transformar em encontro.

Percebemos, então, que o medo faz parte da nossa vida, da nossa história, de quem nós somos e que ele possui seu lado positivo e negativo. Isso nos convida a ter percepções mais atentas, a caminhar com mais delicadeza e a encontrar coragem dentro do caos que ele forma e paralisa, para que possamos seguir firmes e confiantes, mesmo diante de tudo que ele transborda.


Até a próxima quarta!

……..

Contato

Site: www.camillafiorito.com.br

Instagram: @camilla.fioritoeduc

Publicidade
TAGS:

A Direção do Jornal A Voz da Serra não é solidária, não se responsabiliza e nem endossa os conceitos e opiniões emitidas por seus colunistas em seções ou artigos assinados.

A gordura abdominal pode matar

quarta-feira, 20 de agosto de 2025
por Jornal A Voz da Serra

Mais conhecida como barrriga, a circunferência abdominal aumentada, tem um papel importante na história de uma série de doenças. É o que mostraremos a seguir, com o intuito de ajudar a melhorar a qualidade de vida dos friburguenses.

Muito associada ao estar bem de vida, já que muitos acreditam ser sua presença um sinônimo de riqueza, a barriga é fonte de preocupação para os Endocrinologistas, Cardiologistas, Oncologistas e outras especialidades, mas também para muitos alfaiates e modistas.

Mais conhecida como barrriga, a circunferência abdominal aumentada, tem um papel importante na história de uma série de doenças. É o que mostraremos a seguir, com o intuito de ajudar a melhorar a qualidade de vida dos friburguenses.

Muito associada ao estar bem de vida, já que muitos acreditam ser sua presença um sinônimo de riqueza, a barriga é fonte de preocupação para os Endocrinologistas, Cardiologistas, Oncologistas e outras especialidades, mas também para muitos alfaiates e modistas.

Além da deposição, em grande quantidade, de gordura na parede abdominal, que é a parte visível da barriga, acontece, também, um aumento da quantidade de gordura nas vísceras (órgãos). Chamada de visceral ou intra-abdominal, ela é invisível, porém muito mais perigosa. Poderíamos fazer uma comparação com um iceberg: a parte submersa, invisível, é pior, para a navegação, do que aquela que fica acima do mar. Além do mais, a esteatose hepática, deposição de gordura no fígado, é um dos fatores importantes que levam à cirrose hepática e/ou a incidência aumentada de câncer de fígado.

Sabemos hoje, que a hipertensão arterial, o diabetes, as doenças cardiovasculares e o próprio câncer podem ter, entre suas causas, o aumento da gordura visceral. Muitos trabalhos feitos em vários centros de estudo, no mundo inteiro, mostram que o infarto agudo do coração é de três a quatro vezes mais frequente nos obesos do que nos magros. Daí, que uma campanha do “Abaixo a Barriga”, não seria piada.

A circunferência abdominal é considerada normal nos valores de 80 a 85 centímetros, para as mulheres e 90 a 95 centímetros, para os homens, sendo medida com uma fita métrica comum, numa linha que passa pela cicatriz umbilical e pelas cristas ilíacas superiores (aquela ponta de osso que temos do lado do abdome), de preferência com a pessoa deitada.

Quando esses valores são ultrapassados, o especialista sabe que seu paciente entrou na faixa de risco, não importando a idade. A diferença está no fator tempo, pois o jovem, em princípio, demorará mais para desenvolver suas lesões, ao passo que o idoso pode ter problemas muito mais cedo. Aliás, essa premissa começa a mudar, uma vez que a idade para o infarto vem baixando, a ponto de não ser incomum conhecermos pessoas que infartaram com 35 anos de idade ou menos.

Se por um lado a vida moderna trouxe uma melhora no dia a dia das pessoas, por outro, fez surgir uma série de problemas, que em última análise, levam a um comprometimento da saúde. Seja nos fast-foods, com suas altas taxas de gordura; seja na diminuição da atividade física, não somente pela “falta de tempo”, mas, principalmente, na modernização dos serviços, fazendo o homem se deslocar menos; seja no stress a que estamos submetidos, é preciso que alguma coisa seja feita para que o homem possa usufruir a modernidade, sem comprometer sua saúde. Além do mais, como a estimativa de vida aumentou muito, sendo hoje em torno de 73,1 anos, para os homens e entre as mulheres para 79,7 anos, de acordo com o censo de 2022 do IBGE, quanto mais zelarmos pela nossa saúde, maiores serão as chances de uma boa qualidade de vida na terceira idade.

Uma programação que inclua atividade física diária, alimentação saudável e uma atenuação do stress, certamente levará a uma perda de peso, a uma diminuição da cintura abdominal e uma melhora na expectativa do tempo de vida, com diminuição dos riscos cardiovasculares e prevenção do diabetes, assim como uma estabilização da pressão arterial. Além do mais, com o avanço da medicina e da farmacologia com o lançamento de medicamentos como o Ozempic, o Vegovy e, mais recentemente, o Mounjaro, o combate à obesidade ganhou novas armas para o seu tratamento. Aliás, o Mounjaro é mais completo, pois ao antagonista do GLPI, se associa o antagonista do GIP; esses dois antagonistas têm entre outras funções no estômago, de retardar o esvaziamento gástrico (GLP-1) e diminuir a secreção de ácido gástrico (GPI), promovendo uma sensação de plenitude. No sistema nervoso central ambos controlam a saciedade.

São medidas cuja execução pode significar um aumento brutal na nossa qualidade de vida, e tudo isso é possível, desde que se tenha conhecimento do problema e vontade de equacioná-lo. Portanto, se você está acima do peso, procure o endocrinologista, o especialista mais capacitado para cuidar dos obesos e mexa-se.

Publicidade
TAGS:

A Direção do Jornal A Voz da Serra não é solidária, não se responsabiliza e nem endossa os conceitos e opiniões emitidas por seus colunistas em seções ou artigos assinados.

Megaeventos e o impacto ambiental: entre a festa e a pegada ecológica

terça-feira, 19 de agosto de 2025
por Jornal A Voz da Serra

Opa! Tudo verde? Bora para mais uma prosa sustentável!

Grandes eventos culturais, esportivos e de inovação são motores da economia e da cultura contemporânea. Eles atraem multidões, movimentam cadeias produtivas, promovem cidades no cenário internacional e geram oportunidades de negócios. Mas, por trás da grandiosidade do espetáculo, está uma questão urgente: o impacto ambiental deixado após o fechamento de um novo negócio, o último aplauso ou o encerramento das luzes do palco.

Opa! Tudo verde? Bora para mais uma prosa sustentável!

Grandes eventos culturais, esportivos e de inovação são motores da economia e da cultura contemporânea. Eles atraem multidões, movimentam cadeias produtivas, promovem cidades no cenário internacional e geram oportunidades de negócios. Mas, por trás da grandiosidade do espetáculo, está uma questão urgente: o impacto ambiental deixado após o fechamento de um novo negócio, o último aplauso ou o encerramento das luzes do palco.

O Carnaval do Rio de Janeiro de 2024, por exemplo, ilustra bem esse contexto. Foram mais de sete milhões de foliões e cerca de R$ 5,3 bilhões injetados na economia da cidade, segundo a prefeitura. Porém, a festa também resultou em toneladas de resíduos nas ruas, exigindo mutirões de limpeza e gerando questionamentos sobre a sustentabilidade de uma celebração dessa magnitude.

O Rock in Rio 2022, outro ícone do entretenimento brasileiro, recebeu 700 mil pessoas em sete dias e gerou aproximadamente 300 toneladas de resíduos sólidos, de acordo com a Comlurb. Já a Copa do Mundo de 2014, sediada no Brasil, foi um marco histórico tanto em público quanto em impacto ambiental: a Fifa estimou uma pegada de 2,7 milhões de toneladas de CO equivalente, principalmente devido ao transporte aéreo.

Mais recentemente, o Rio Innovation Week 2025, considerado o maior evento de inovação e tecnologia da América Latina, mostrou que mesmo em ambientes voltados para o futuro, os desafios ambientais persistem. O evento demandou alto consumo de energia para alimentar palcos, ativações tecnológicas e exposições, além de gerar grande volume de resíduos pela circulação de milhares de visitantes, startups e expositores. O deslocamento internacional e nacional de participantes também contribuiu para o aumento das emissões de gases de efeito estufa.

 

Onde estão os impactos

Os efeitos ambientais de eventos dessa escala podem ser resumidos em quatro frentes principais:

  • Resíduos sólidos: copos plásticos, embalagens de alimentos, garrafas PET, cenários descartados e materiais promocionais representam uma parte significativa do impacto.
  • Emissões de gases de efeito estufa: ligadas principalmente ao transporte aéreo e terrestre de público, artistas, equipes e equipamentos.
  • Demanda energética: palcos, iluminação, sonorização e climatização dependem, em grande parte, de fontes fósseis.
  • Uso da água: banheiros químicos, alimentação, limpeza e manutenção elevam o consumo hídrico.

 

Caminhos para a mudança

Apesar dos desafios, os grandes eventos estão se transformando em laboratórios de inovação sustentável. O Rock in Rio é um exemplo emblemático, com a implementação de copos reutilizáveis, logística reversa e programas de compensação de carbono. O Lollapalooza Brasil adota medidas de incentivo ao transporte coletivo e parcerias para a coleta seletiva.

Nesse movimento, empresas especializadas em soluções ambientais vêm se destacando. Adriana Santos, diretora da EcoModas, ressalta a importância de unir forças com produtores de eventos para dar nova vida aos materiais: “A EcoModas busca atuar em parcerias com organizadores para dar uma destinação ambientalmente correta às lonas de comunicação utilizadas nos eventos. Ao invés de virarem lixo de alta resistência e impacto, elas podem se transformar em bolsas, estojos e outros produtos sustentáveis, gerando valor social, econômico e ambiental”, afirma Adriana complementando que a empresa já ajudou a ressignificar mais de sete toneladas de lonas em novos produtos e brindes corporativos ecológicos.

Além desse tipo de prática, soluções como geradores a biodiesel, painéis solares temporários, programas de compostagem, reuso de água e digitalização de ingressos vêm sendo adotadas por produtores de eventos mais conscientes para reduzir a pegada ambiental.

 

O papel educativos dos megaeventos

Segundo especialistas, a força dos megaeventos não está apenas na sua capacidade de gerar entretenimento ou negócios, mas também em sua influência sobre a sociedade. Quando milhares ou milhões de pessoas presenciam práticas sustentáveis em um festival ou feira, a mensagem se torna pedagógica.

O debate é claro: os megaeventos não podem ser vistos apenas como celebrações passageiras. Eles representam grandes operações logísticas com impactos duradouros, mas também oportunidades únicas de disseminar novas práticas ambientais.

Seja no sambódromo, nos estádios, nas arenas de shows ou nos centros de convenções, o desafio do futuro é transformar cada espetáculo em uma experiência não apenas grandiosa e tecnológica, mas também responsável, inclusiva e ambientalmente sustentável.

Até a próxima!

Saudações sustentáveis e tudo verde sempre!

Publicidade
TAGS:

A Direção do Jornal A Voz da Serra não é solidária, não se responsabiliza e nem endossa os conceitos e opiniões emitidas por seus colunistas em seções ou artigos assinados.

Papa: agir segundo a verdade

terça-feira, 19 de agosto de 2025
por Jornal A Voz da Serra

Em sua reflexão, antes da oração do Angelus em Castel Gandolfo, Leão XIV lembrou que “agir na verdade custa, porque no mundo há quem escolha a mentira” e convidou os fiéis “a não responder à prepotência com vingança”.

Após presidir a Santa Missa em Albano Laziale na manhã do último  domingo, 17, o Papa Leão XIV dirigiu-se à Piazza della Libertà, em Castel Gandolfo, onde cumpre o seu período de descanso estivo, para encontrar milhares de fiéis e peregrinos e rezar com eles a oração mariana do Angelus.

Em sua reflexão, antes da oração do Angelus em Castel Gandolfo, Leão XIV lembrou que “agir na verdade custa, porque no mundo há quem escolha a mentira” e convidou os fiéis “a não responder à prepotência com vingança”.

Após presidir a Santa Missa em Albano Laziale na manhã do último  domingo, 17, o Papa Leão XIV dirigiu-se à Piazza della Libertà, em Castel Gandolfo, onde cumpre o seu período de descanso estivo, para encontrar milhares de fiéis e peregrinos e rezar com eles a oração mariana do Angelus.

Na sua meditação, o Santo Padre comentou o Evangelho do 20º Domingo do Tempo Comum (cf. Lc 12, 49-53), sublinhando que a missão de Cristo e a dos seus discípulos não está livre de contradições: “Hoje, o Evangelho apresenta-nos um texto exigente, no qual, com imagens fortes e grande franqueza, Jesus diz aos discípulos que a sua missão, e também a dos que o seguem, não é só ‘um mar de rosas’, mas é ‘sinal de contradição’ (cf. Lc 2, 34).”

Em seguida, o Papa recordou que a própria vida de Jesus é marcada pela rejeição e perseguição, apesar da mensagem de amor e justiça que anunciava. Assim também viveram as primeiras comunidades cristãs descritas nos Atos dos Apóstolos, pacíficas mas alvo de hostilidade.

 

Perseverança na verdade

O pontífice destacou que o bem nem sempre encontra acolhimento, mas pode gerar resistência e perseguição. Por isso, exortou à perseverança:

“Agir segundo a verdade tem um custo, porque no mundo há quem opte pela mentira e porque o diabo, aproveitando-se disso, muitas vezes procura impedir a ação dos bons. Jesus, porém, convida-nos, com a sua ajuda, a não desistir e a não nos conformarmos com esta mentalidade, mas a continuar a agir em prol do nosso bem e do bem de todos, mesmo de quem nos faz sofrer. Ele convida-nos a não responder à prepotência com a vingança, mas a permanecer fiéis à verdade na caridade. Os mártires dão testemunho disso derramando o seu sangue pela fé, mas também nós, em circunstâncias diferentes e de outro modo, os podemos imitar.”

 

O testemunho quotidiano

Leão XIV recordou que seguir a verdade exige sacrifícios também na vida cotidiana. Pais que educam os filhos, professores que formam seus alunos, profissionais e políticos que agem com honestidade: todos são chamados a pagar o preço da coerência evangélica, e evocou as palavras de Santo Inácio de Antioquia, que a caminho do martírio em Roma escreveu: "Não quero que sejais estimados pelos homens, mas por Deus; Prefiro morrer em Cristo Jesus a reinar sobre todos os confins da terra."

Por fim, o Santo Padre confiou todos à proteção de Nossa Senhora: “Peçamos a Maria, Rainha dos Mártires, que nos ajude a ser, em todas as circunstâncias, testemunhas fiéis e corajosas do seu Filho, e sustenha os nossos irmãos e irmãs que hoje sofrem pela fé,” concluiu.

Fonte: Vatican News

Publicidade
TAGS:

A Direção do Jornal A Voz da Serra não é solidária, não se responsabiliza e nem endossa os conceitos e opiniões emitidas por seus colunistas em seções ou artigos assinados.

A escrita criativa e a voz narrativa

terça-feira, 19 de agosto de 2025
por Jornal A Voz da Serra

O encontro com a nossa criatividade acontece quando ainda somos bebês e brincamos com as nossas mãos e pés. Sem nada para fazer no berço e ainda com os movimentos limitados, a criança começa a inventar modos de brincar com o corpo e a própria voz ao balbuciar, gritar, chorar e rir. A cada momento, um movimento e um som vão sendo descobertos. E, por aí vai, dias a fio, o bebê começa a fazer coisas que nunca fez, deixando a criatividade despontar.

O encontro com a nossa criatividade acontece quando ainda somos bebês e brincamos com as nossas mãos e pés. Sem nada para fazer no berço e ainda com os movimentos limitados, a criança começa a inventar modos de brincar com o corpo e a própria voz ao balbuciar, gritar, chorar e rir. A cada momento, um movimento e um som vão sendo descobertos. E, por aí vai, dias a fio, o bebê começa a fazer coisas que nunca fez, deixando a criatividade despontar.

A criatividade é o mais profundo e autêntico elo com o mundo. Segundo Piaget, a infância é um tempo dourado para descobrir novas formas de ser e fazer, quando a criança enfrenta o desconhecido. São experiências difíceis que alimentam o potencial criativo existente em cada um de nós. O escritor americano Lyman Frank Baum, em “O Mágico de Oz”, nos diz que a verdadeira coragem está em enfrentar o perigo quando estamos com medo.

Superar o medo para mergulhar no desconhecido é um aprendizado. Para Donald W. Winnicot, pediatra e psicanalista inglês, a estrutura emocional é de fundamental importância para o desenvolvimento da criatividade, o ponto de partida para o viver de modo criativo e o fazer artístico.

Os pontos de encontro entre o indivíduo e o mundo são os seis sentidos: visão, audição, olfato, paladar, tato e intuição. São exatamente nessas interseções que nasce a escrita criativa: produção de textos de modo original e imaginativo. É decorrente do processo de construção da identidade individual o momento em que o escritor supera suas barreiras limitantes, liberta-se de suas restrições (como o medo de expor suas ideias através de palavras) e quebra as garras confinantes adquiridas ao longo da vida. Ele, então, devagar, de palavra em palavra, frase em frase, texto em texto, põe-se a aprender a ouvir a própria voz narrativa. É um longo e magistral aprendizado. Haja coragem e paciência para imaginar e pensar, construir ideias, escrever e reescrever.

O escritor pode experimentar vários estilos criativos, da poesia ao conto, do romance ao microconto, da crônica ao texto jornalístico, do texto dramatúrgico ao roteiro. Mas o primeiro passo é aprender a adentrar o próprio imaginário, permitindo-se escutar ideias oriundas do mundo da fantasia. É um modo de comunicação que o escritor estabelece consigo ao dialogar com suas ideias, carregadas de afetos significantes, com seus conhecimentos adquiridos e suas experiências. É o direito que ele se dá para pensar com liberdade, lidar com os próprios preconceitos, conhecer seus monstros e fadas, experimentar o uso da linguagem convencional e não convencional.

Sim, é um longo primeiro momento cheio de expectativas e espantos. É o mesmo que colocar a cara para fora das cortinas antes do espetáculo começar. Pode ser, simultaneamente, prazeroso e assustador. São momentos em que a vida ao redor se silencia para dar vazão à voz interior. Inclusive para conhecê-la. Primeiramente com cerimônia até conseguir desnudá-la. A seguir conhecê-la e aceitá-la não como nem boa ou ruim, bela ou feia, inteira ou repartida, mas como a própria voz! 

Publicidade
TAGS:

A Direção do Jornal A Voz da Serra não é solidária, não se responsabiliza e nem endossa os conceitos e opiniões emitidas por seus colunistas em seções ou artigos assinados.

Não deu...

terça-feira, 19 de agosto de 2025
por Jornal A Voz da Serra

Edson Barboza sofre derrota em nova luta pelo UFC 

Em seu retorno à categoria dos leves (até 70,3kg), após seis anos, Edson Barboza não conseguiu derrotar o seu oponente. No peso em que brilhou por muitos anos durante a trajetória pelo Ultimate, o lutador de Nova Friburgo travou uma grande batalha contra Drakkar Klose, mas acabou derrotado na decisão unânime dos juízes, no último sábado (16), no card principal do UFC 319, realizado em Chicago (EUA).

Edson Barboza sofre derrota em nova luta pelo UFC 

Em seu retorno à categoria dos leves (até 70,3kg), após seis anos, Edson Barboza não conseguiu derrotar o seu oponente. No peso em que brilhou por muitos anos durante a trajetória pelo Ultimate, o lutador de Nova Friburgo travou uma grande batalha contra Drakkar Klose, mas acabou derrotado na decisão unânime dos juízes, no último sábado (16), no card principal do UFC 319, realizado em Chicago (EUA).

O friburguense de 39 anos chegou a balançar, mas mostrou novamente o seu espírito guerreiro e resistiu a momentos difíceis. Porém, sofreu sua segunda derrota consecutiva no octógono e agora soma um cartel de 24 triunfos e 13 reveses. Drakkar, por sua vez, volta a vencer em sua primeira luta em 2025. Aos 37, o norte-americano conta com um cartel de 16 resultados positivos e três negativos, além de um empate.

O primeiro round foi equilibrado, e Barboza foi bem. Acertou bons golpes junto à grade e conseguiu controlar a luta, sem deixar o adversário crescer. Na reta final, contudo, acusou ter recebido uma cabeçada que o fez balançar.

Um chute rodado, seguido por um forte direto de direita, quase levaram Edson a ser nocauteado por Klose em pé. O norte-americano parou de golpear e quis cansar o friburguense na grade. A luta voltou em pé e no centro do octógono, ficou franca - como geralmente são os combates envolvendo Edson - e ambos os lutadores trocaram fortes golpes. Edson também já tinha um olho quase fechado, causado pelos socos do adversário.

O terceiro assalto marcou a mudança de postura de Edson, que acertou as pernas, embora já demonstrando, naturalmente, alguns sinais de cansaço. O friburguense trabalhava os giros no octógono e era atingido por Klose, que andava pra frente e parecia chegar perto do nocaute em vários momentos. Ao final do combate, o público reconheceu a qualidade da luta e aplaudiu ambos os lutadores.

 

//////////////////////////////

 

Tradição de volta

Bangu bate São Gonçalo, conquista Série A2 do Carioca e retorna à elite em 2026

O Bangu está de volta à primeira divisão do Campeonato Carioca. Rebaixado no início deste ano, o alvirrubro não ficará uma temporada sequer longe da elite, pois venceu o São Gonçalo por 2 a 1 neste domingo, no estádio Luso-Brasileiro, e conquistou o título da Série A2 — Mauro Silva e PK marcaram, e Marcelinho descontou. Como também venceu o jogo de ida da final, por 1 a 0, na última quarta-feira, ficou com a taça.

O regulamento do Estadual permite que a equipe rebaixada na primeira divisão volte no mesmo ano se conquistar a segunda — apenas o campeão consegue o acesso. Isso já aconteceu, por exemplo, com o Volta Redonda, em 2022. Esse era o principal objetivo da diretoria do time da Zona Oeste, para não prolongar a estadia na divisão inferior.

O time demorou a engrenar na primeira fase da A2, na qual os 12 participantes se enfrentaram em 11 rodadas e apenas os quatro primeiros avançavam à semifinal, mas fez ótima segunda metade de competição: terminou os últimos seis jogos de maneira invicta. Assim, encerrou na segunda colocação, com 16 pontos, atrás apenas do líder, o próprio São Gonçalo, com 19, avançando à semifinal e, posteriormente, à grande decisão.

  • Foto da galeria

    Duelo teve momentos de equilíbrio, mas Klose foi mais efetivo nos goles e venceu Barboza legendas (Créditos: Ed Mulholland / Colaborador / Getty Images)

  • Foto da galeria

    Lutador de Nova Friburgo resistiu a golpes, fez luta franca, mas saiu derrotado (Créditos: Ed Mulholland / Colaborador / Getty Images)

Publicidade
TAGS:

A Direção do Jornal A Voz da Serra não é solidária, não se responsabiliza e nem endossa os conceitos e opiniões emitidas por seus colunistas em seções ou artigos assinados.

A VOZ DA SERRA tem sempre uma diretriz para o dia a dia da gente

terça-feira, 19 de agosto de 2025
por Jornal A Voz da Serra

No ambiente familiar sempre tivemos cães. Dos gatos eu mantinha certa distância. Porém bastou minha filha, Fernanda, adotar um deles e a indiferença se dissipou. Logo de início, o bichano ganhou uma crônica intitulada “Alguém para chamar de amor”. E, gradativamente, José Bonito, o Fubá, não só ganhou todos os espaços da casa, mas dos nossos corações. Agora eu digo: gato, só não gosta quem não tem! Aliás, seja lá qual for a espécie, é só adotar e se apaixonar.

No ambiente familiar sempre tivemos cães. Dos gatos eu mantinha certa distância. Porém bastou minha filha, Fernanda, adotar um deles e a indiferença se dissipou. Logo de início, o bichano ganhou uma crônica intitulada “Alguém para chamar de amor”. E, gradativamente, José Bonito, o Fubá, não só ganhou todos os espaços da casa, mas dos nossos corações. Agora eu digo: gato, só não gosta quem não tem! Aliás, seja lá qual for a espécie, é só adotar e se apaixonar. O Caderno Z nos trouxe o tema que é puro encantamento – “Pets – paixão nacional que atua de forma positiva nas famílias multiespécies”.

Em realce, a nova formação familiar entre pessoas e seus pets, numa tendência mundial, inclusive. Muitas vezes, esses agregados “são colocados na posição de filhos”. Mas isso está virando um procedimento comum, pois os temos como membros da família. Conversamos e eles nos entendem. Os cães, principalmente, respondem de forma instantânea aos comandos, mesmo que não tenham sido adestrados.

O fato é que já está mais do que provado que animais de estimação fazem bem aos humanos. Muito mais até do que nós a eles. São de uma fidelidade ímpar. É mais do que natural, “pessoas que falam com seus pets como se fossem gente”. Nosso próprio entendimento nos dá o feedback que queremos ouvir e isso inclui “sociabilidade, instinto de cuidado, simplicidade, empatia, criatividade e imaginação”.

Quanto ao hábito de humanização dos pets, nada contra, desde que isso não interfira nas características essenciais do animal. Alexandre Rossi, especialista no assunto, explica que “os pets são animais com necessidades e instintos próprios. Ou seja, apesar do seu cachorro ser o seu filho, ele continua sendo um cachorro, ele é de outra espécie”.

A doutora Isabela Ciniello, oftalmologista ressalta: “Seu pet merece cuidados médicos, também amor, atenção e um ambiente feito para ele”. Com tratamentos avançados, muito além do básico habitual, “na terapia multiespécies acessamos o campo invisível entre o tutor e o pet para ouvir o que não dito. Vamos até a raiz do sintoma trazendo equilíbrio para a família humana e animal. É mais do que uma sessão, é um reencontro. Se seu pet está tentando dizer algo, vamos escutar juntos?”, convida Isabela. Ter abrangência nos cuidados requer também alimentação saudável e a PetFarma é mais do que uma loja especializada. “É um espaço de cuidado, respeito e confiança, onde cada cliente e cada animal são tratados como parte da nossa família”. Que beleza!

Cientes de nosso dever no trato com os bichinhos de estimação, numa outra extremidade da gangorra social estão crianças merecendo toda atenção e cuidados “para impedir a exploração infantil e garantir um ambiente digital seguro”. A psicóloga Thatiana Erthal explica que “o fenômeno de adultização é um processo de antecipar papéis e responsabilidades para os quais crianças e adolescentes ainda não estão preparados”. Realmente estamos à mercê de uma reviravolta desenfreada. Já tem sido comum observar crianças de 9, 10 anos de idade com atitudes e reações que caracterizaram os adolescentes de 15, 16 anos dos anos 90. Entre propostas de regulamentação de leis para uso das redes sociais, o elemento fundamental é a família e a doutora Thatiana recomenda: “Conversar com os filhos, não para dar sermões, mas para ouvir o que pensam e sentem. É preciso se aproximar com humildade para conhecer de verdade quem está em formação...”. Os resultados podem surpreender.

Quanto ao uso de chupetas para jovens no combate ao estresse, caso que ganhou destaque nas redes sociais, como foi explicado, pode ser modismo de redes sociais ou fuga para tratar problemas emocionais. De qualquer forma, precisa receber atenção e cuidados clínicos.

Em tempo, um viva muito especial para a querida Marly Pinel, aniversariante da próxima quinta-feira, 21. A ela desejamos muitos carnavais, muitas luzes e saúde para bem aproveitar tudo de bom que a vida disponha em seus caminhos. Felicidades, amiga!

Publicidade
TAGS:

A Direção do Jornal A Voz da Serra não é solidária, não se responsabiliza e nem endossa os conceitos e opiniões emitidas por seus colunistas em seções ou artigos assinados.

Júri dos irmãos Azevedo confirmado para setembro

sábado, 16 de agosto de 2025
por Jornal A Voz da Serra

Edição de 16 e 17 de agosto de 1975

Manchetes

Júri dos irmãos Azevedo confirmado para setembro – Está confirmado para este dia 3 de setembro de 1975, às 13h, no Palácio da Justiça de Niterói, o julgamento dos irmãos Paulo, Rodolfo e Gilberto Azevedo, acusados da morte de Guido Daflon, ocorrida em 31 de agosto de 1973 na Câmara Municipal. A capacidade do Palácio da Justiça é de 300 pessoas. A Rádio Nova Friburgo fará flashes do julgamento que deverá durar, pelo menos, três dias. 

Edição de 16 e 17 de agosto de 1975

Manchetes

Júri dos irmãos Azevedo confirmado para setembro – Está confirmado para este dia 3 de setembro de 1975, às 13h, no Palácio da Justiça de Niterói, o julgamento dos irmãos Paulo, Rodolfo e Gilberto Azevedo, acusados da morte de Guido Daflon, ocorrida em 31 de agosto de 1973 na Câmara Municipal. A capacidade do Palácio da Justiça é de 300 pessoas. A Rádio Nova Friburgo fará flashes do julgamento que deverá durar, pelo menos, três dias. 

Sesc dá Festival de Poesia - O Sesc – Serviço Social do Comércio, pela sua coordenação de atividades de Nova Friburgo, promove no auditório do Senai, a escolha da poesia que defenderá Friburgo no IV Festival de Poesias do Sesc, que será realizado, em edição estadual, em Niterói, em breve. Este Festival de Poesia do Sesc é uma continuação dos cinco festivais anteriores, os quais já constituíram uma tradição e, também, uma das melhores promoções artísticas do Estado.

Feliciano em atividade: Estado garante pavimentação em Amparo e Teodoro de Oliveira – O deputado Feliciano Costa está em grande atividade na Assembléia Constituinte apresentando inúmeras proposições de real interesse para Nova Friburgo e todo o Centro-Norte fluminense. Um dos secretários do Governador do Estado, José Eduardo de Faria, enviou ofício a Feliciano no qual garante que as ligações de Nova Friburgo a Amparo e a Teodoro de Oliveira serão pavimentadas no presente exercício, atendendo ao pedido do deputado constituinte.

Olimpíada – Importante sobre todos os aspectos a realização da Olimpíada dos Industriários de Nova Friburgo. O fato merece todo o apoio e deve ser enaltecido. O detalhe esportivo e até secundário. A Olimpíada dos industriários marca a filosofia do humanismo, do diálogo, da reunião de ideias e de uma vontade cada vez mais marcante, da presença do homem diante da comunidade, do amor e do entretenimento.

Novo grupo vê televisão – O sr. Lair Macedo através deste seminário informa que um novo grupo está à frente para nova colocação de um transmissor à cores pela TV Rio, no Caledônia. Desta maneira ele agradece a todos que com ele colaboraram na fase preliminar para implantação de um novo transmissor adiantando ainda que os seus contratos estavam bastante adiantados. O sr. Lair Macedo agradeceu através de AVS as firmas Cadima, Produtos Regina, Unibanco, Fábrica Filó, Friburgo Automóveis, Ferragens Haga, Lealtex, Padaria Santo Antonio, Purina e Ensa.

Prefeito recua de obra em muro – Conforme declarações do vereador Geraldo Pinheiro à nossa reportagem, o prefeito Amâncio Mário de Azevedo, resolveu, por solicitação do referido vereador, determinar o rebaixamento do muro construído entre as ruas Bonfim (de acesso à Fábrica de Filó) e Souza Cardoso, uma obra que prejudicava a visão de motoristas que descem ou sobem, através daquelas duas artérias. O muro construído e já rebaixado por determinação do prefeito Amâncio de Azevedo, foi objeto de críticas deste jornal em nossa última edição e passou a ser cognominado popularmente como o “muro da vergonha”. O recuo do prefeito, e sua determinação de rebaixamento do muro, ocorreu após audiência concedida ao vereador Geraldo Pinheiro.

Messias quer Heródoto – O professor Messias de Moraes de Teixeira, um dos líderes da Arena local, declarou à nossa reportagem que não aceita e recusa termos da carta enviada ao diretório local da Arena, na qual o engenheiro Heródoto Bento de Mello antecipa sua decisão de não disputar as próximas eleições, como candidato da Arena ao cargo de prefeito municipal.

Sociais

A VOZ DA SERRA registra os aniversários de: Jorge Marques (15); Paulo Cezar, Eliana Lúcia, Ondinas Barboza e Alberto Luiz (16); Dorotéia Queiroz e Aline Moreira (17), José Maria e Caetano Campos (18); Messias Moraes, José Luiz, Alteli Vollu, Eike Kramm e Guilherme Marçal (19); Carla Liberato (20); Carolina Castro, Ricardo Ventura e Geraldo Pinheiro (21); Paulo de Souza, Verônica Villaça, Nicolau Noé e Olga Magliano (22).

  • Pesquisa da estagiária Laís Lima com supervisão de Henrique Amorim 

Foto da galeria
Publicidade
TAGS:

A Direção do Jornal A Voz da Serra não é solidária, não se responsabiliza e nem endossa os conceitos e opiniões emitidas por seus colunistas em seções ou artigos assinados.