Dom Edney Gouvêa Mattoso

Dom Edney Gouvêa Mattoso

A Voz do Pastor

Buscando trazer uma palavra de paz e evangelização para a população de Nova Friburgo, o bispo diocesano da cidade, Dom Edney Gouvêa Mattoso, assina a coluna A Voz do Pastor, todas as terças, no A VOZ DA SERRA.

Caros amigos, o coração humano de Cristo, unido substancialmente ao Verbo de Deus, que é bendito com o Pai e o Espírito Santo pelos séculos sem fim, tornou-se para nós exemplo inigualável e refúgio seguro. Esta é a relação que devemos ter com o Senhor Jesus, verdadeiro Deus e verdadeiro homem.

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Caros amigos, um dos mais tradicionais hinos eucarísticos da tradição da Igreja começa assim: “Ave, verdadeiro corpo, nascido da Virgem Maria e que verdadeiramente padeceu pelos seres humanos”. Este verso quer expressar a realidade da presença de Jesus Cristo na Eucaristia. De fato, o mesmo que padeceu na Cruz, atualiza sua entrega em todas as Santas Missas, não sofrendo-a novamente, mas comunicando suas graças às almas fiéis e unindo-as pelo Sacramento do Altar.

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Caros amigos, Pentecostes é a festa da Igreja, que é enviada ao mundo para evangelizar. Aqueles discípulos e discípulas acuados e medrosos só precisavam do impulso do Espírito Santo para que tudo aquilo que “tinham visto e ouvido” (Cfr. At 4, 20) fosse colocado em ação.

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A vida das pessoas já foi muito mais difícil nos tempos da vovó. O tratamento dos dentes era realizado com aparelhagem que nem chega aos pés das atuais. Vacinas eram coisas para o futuro. Exames de laboratório eram caros e demorados, sendo que nem todas as cidades tinham laboratório, apenas as maiores. Muitos friburguenses hoje com mais de sessenta anos com certeza tiveram que viajar para o Rio ou Niterói a fim de realizar algum tipo de exame.

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Caros amigos, vivemos em uma tradição de instituições, que por meio de sua credibilidade e comprovada estabilidade, marcaram o caminho da sociedade atual. É comum, inclusive, esquecer dos indivíduos e lembrar das instituições como agentes da história.

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O dom da vida

Caros irmãos, vivemos em tempos sombrios no que diz respeito à defesa da vida, desde o seu primeiro momento até seu fim natural. Sinais como o aborto, a eutanásia, o suicídio, as armas químicas e a ameaça de uma guerra nuclear são algumas das notícias que lemos nos jornais nos últimos meses. Também encontramos, nestas mesmas mídias, opiniões e argumentos contra e a favor em relação a todas estas práticas. Alguns dizem, inclusive, que a fé é a única voz impostada contra tais atrocidades.

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Caros amigos, Nova Friburgo completou 199 anos de fundação na terça-feira, 16, data própria para comemorar e recordar a história desta bela cidade. No espírito de Jesus Cristo, podemos traduzir esta comemoração/recordação em louvor e agradecimento a Deus, mas também em reflexão e conversão. Este é o modo de um sadio progresso, tanto no âmbito pessoal, quanto no comunitário.

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Caros amigos, nossa sociedade não pode fechar os olhos diante da insegurança na qual vivemos. As portas trancadas, as grades e os sistemas de segurança são símbolos de nosso tempo. Eles prometem proteção, mas contra quem? Não estamos em guerra e nem vivemos nos tempos bárbaros onde povos desconhecidos sempre perigavam aparecer e tomar as antigas cidades fortificadas. O inimigo parece morar ao lado: assaltantes, arrastões, terroristas, entre outros. Os nomes são diferentes, mas a realidade é a mesma.

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Caros amigos, o Tempo Pascal recorda-nos o mistério da Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, sem o qual “seria vã a nossa pregação e vã a nossa fé” (1Cor 15, 14). De fato, a Ressurreição de Cristo é a maior de todas as obras da nossa salvação, como canta solene proclamação da Páscoa: “Ó Deus, quão estupenda caridade vemos no vosso gesto fulgurar, não hesitais em dar o próprio Filho para a culpa dos servos resgatar”, e afirma o Evangelho de São João: “Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna”.

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Caros amigos, há pouco cantávamos o aleluia da Vigília Pascal. E mesmo no período quaresmal esta alegria não se afastou dos nossos corações, mas se consolidava pela oração, pelo jejum e pela perseverança nas boas-obras. Por isso, o cântico novo que entoamos foi um transbordamento de alegria.

Passadas estas celebrações, precisamos assumir a alegria da ressurreição! Não como algo já conquistado, mas como uma meta, tanto mais elevada, quanto mais limpo se tornou nosso olhar de fé, esperança e caridade, lavados pelo sangue do Cordeiro. Pensemos nisto!

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