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Elizabeth Souza Cruz

Elizabeth Souza Cruz

Surpresas de Viagem

A jornalista-poeta-escritora-trovadora-caçadora de cometas Elisabeth Sousa Cruz divide com os leitores, todas as terças, suas impressões a bordo do que ela carinhosamente chama de “Estação Caderno Light”, na coluna Surpresas de Viagem.

terça-feira, 26 de maio de 2026
por Elizabeth Souza Cruz

No trânsito confuso dos tempos atuais, a charge de Silvério, que ilustrou a capa da edição do último fim de semana, é um guia de bons procedimentos. O “Maio Amarelo” no desenho retrata a segurança de uma faixa de pedestre e a imprudência de se atravessar uma rua com as atenções voltadas para o celular. O recado foi dado, mas nos falta conscientização. Todo cuidado ainda será pouco.

Eu sempre senti o Caderno Z musical. Desde a sua primeira versão, as canções cabiam dentro do conteúdo como uma luva sedosa se estreita nas mãos da natureza. E quando se pensa que “algumas canções moram nas cidades, como citado no “Z”, e com Beto Guedes não é setembro, mas a “boa nova já anda nos campos”.

Marcelo Gonzales tem razão, pois existe mesmo alguma coisa afetiva que nos toca musicalmente. Falando por mim, quando ouço Milton cantar “Certas Canções” eu penso que “certas canções que ouço cabem tão dentro de mim, que perguntar carece – como não fui eu quem fiz?” – E “Os Ciclos da Serra” alcançam a alma de quem estiver à beira de uma sensibilidade maior.  A Lua Crescente se mostra sempre um fenômeno para quem souber acompanhar.

Barbara Breder, atriz, psicanalista e professora, “entrou cedo em cena e, desde então, nunca mais deixou de atravessar seus caminhos”... O teatro está em cada passo de sua vida, em cada encontro com outros e em cada realização”. Cristina Cabral, psicóloga e arteterapeuta, nos convida ao olhar intenso: “A mudança começa muitas vezes em pequenos detalhes: o canto dos pássaros ao amanhecer, o som constante das águas, a ausência do excesso visual das cidades e a possibilidade de voltar a enxergar o céu noturno...”.

Essa possibilidade, eu penso, pode até ser uma janela longe dos holofotes, sem aparatos astronômicos ou tecnológicos. Apenas olhar. É o que tem feito Beth Medeiros, “artista, antes mesmo do primeiro quadro”. Autodidata, sua visão abrangente busca ancestralidade, memória, espiritualidade e permanência. Para Beth, “a arte foi a primeira oração da humanidade...”.

Conhecer essas artistas é um bálsamo para abrandar nossas correrias. E justo, no último sábado, 23, festejamos o Dia Mundial da Tartaruga, é um convite ao repouso... desacelerar!

Em Sociais, no auge de sua beleza feminina, festejamos no último sábado, 16, o aniversário da querida Rosi Guilland. Rodeada de boas energias do marido Girlan, dos filhos Ilan e Ilana e do genro Caio Laundos, sempre é dia de festa nessa família abençoada. Outra maravilhosa, Márcia Carestiato, ‘Madrinha dos Jogos Florais”, na última quinta- feira, 21, colheu mais brilho para o seu novo ciclo. No meio dessas estrelas, está o astro-rei da cirurgia cardíaca, dr. Gustavo Ventura, que na próxima sexta, 29, abre nova idade para mais conquistas. A todos, os votos de muita saúde, paz e prosperidade.

Além de ser o Dia da Indústria, 25 de maio é o Dia do Orgulho Nerd. Antigamente, ser nerd definia alguém de elevada timidez, muito dedicado aos estudos, com hábitos e comportamentos dados como “diferentes”. Hoje, a cultura se refere a uma “celebração de todas as paixões”, quando a naturalidade do ser importa mais do que qualquer padrão estabelecido pelas antigas sociedades. Tudo vale a pena quando o amor remove os muros.

“Além das Chamas” é o título da exposição que celebra os 49 anos do 6º Grupamento do Corpo de Bombeiros Militar em Nova Friburgo. A mostra está em cartaz até o próximo domingo, 31, no Cadima Shopping, na Rua Moisés Amélio, 17. Rumo ao Jubileu de Ouro, a corporação, que vai sempre “além das chamas”, tem o “fogo da paixão” na alma para salvar vidas, cuidando da vida de todos nós. É paixão ardente. Parabéns!

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