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Elizabeth Souza Cruz
Surpresas de Viagem
A jornalista-poeta-escritora-trovadora-caçadora de cometas Elisabeth Sousa Cruz divide com os leitores, todas as terças, suas impressões a bordo do que ela carinhosamente chama de “Estação Caderno Light”, na coluna Surpresas de Viagem.
Não sei como fui me lembrar de um fato. Eu tinha uns doze anos, morava na Filó e brincando com meu irmão na varanda da nossa casa, levei um tombo, quebrei o braço. Era véspera de Natal e o médico no plantão da clínica ortopédica engessou meu braço. E permaneci com o tal gesso durante dois meses, indo tirá-lo no fim de fevereiro e depois do carnaval. Quando o enfermeiro cortou o gesso, eu não sentia meu braço. Chorei, pois estava totalmente sem força braçal. Que sensação horrível. Fui liberada sem qualquer orientação para “exercitar” corretamente o braço. Ninguém falava em fisioterapia. Em Pilates? Nem pensar. Tive que me restabelecer na marra.
Mas o que é Pilates? O Caderno Z veio nos explicar pontos importantes dessa prática que tem suas raízes na Primeira Guerra Mundial, criada pelo alemão Joseph Pilates que usou as técnicas dos exercícios para tratar os internados em campos de prisioneiros. Os resultados foram obtidos usando elementos de artes marciais, ioga, ginástica e dança. Contudo, com o passar dos tempos, o método foi se modernizando, se diversificando, dando origem a diferentes tipos como o pilates clássico, o contemporâneo e o solo. Germana Mussi, diretora do Espaço Pilates destaca: “A consciência corporal que uma pessoa ganha com o Pilates vai deixá-la em ótimas condições para se sair bem em qualquer outra modalidade física ou esportiva”. Germana explica: “É a mente que esculpe o corpo... Para ganhar força, flexibilidade e mobilidade tem que aprender a fazer direito... o corpo saudável vai muito além da estética, tem que ser funcional... força não pode trazer rigidez”. O Pilates se populariza e já é a segunda atividade física mais praticada no Brasil”... É a “conexão Pilates, mente e corpo” e traz benefícios até para pessoas com Alzheimer”. Voltando ao pensamento de Joseph Pilates: “O apogeu da vida deve ser em 70 anos e a idade avançada não antes dos 100 anos”. Que beleza de perspectiva!
Se viver saudável é a busca dos seres humanos, morrer sendo um doador de órgãos pode ser também um grande mérito. Dia 27 de setembro é o Dia Nacional da Doação de Órgãos e o Ministério da Saúde lança programa para valorizar equipes hospitalares e ampliar número de doadores. O maior desafio é a conscientização das famílias sobre a importância da doação. Para se tornar um doador basta manifestar sua vontade em vida e comunicar o fato aos familiares para que a escolha seja respeitada.
Em “Sociais”, em destaque o casal Roosevelt e Adnea completando 57 anos de casamento. A VOZ DA SERRA tem sido o arauto das celebrações do querido casal, ano a ano, divulgando a duradoura união. Agora festejando “Bodas de Lápis-Lazúli”, que é uma pedra preciosa simbolizando a clareza mental, a força, a vitalidade e a profundidade do amor que se desenvolve ao longo de uma união. Parabéns, queridos. Que possamos festejar muitos e muitos momentos desse casal que expressa juventude e amor.
Que beleza também é o Encontro da Família Erthal em Bom Jardim. São 45 anos que a família se reúne numa grandiosa festa de confraternização, reverenciando, merecidamente a memória do patriarca, o imigrante alemão Johann Erthal que chegou ao Rio de Janeiro em 1826 para atuar como ferreiro nos batalhões do então imperador Dom Pedro I. Outra homenagem também ao familiar José Erthal, em memória. Aplausos!
“Independência, escolhas e novos rumos sociais” – este é o “avanço da mulher solteira”. Está mais do que provado que “ser solteira, sem filhos deixou de ser sinônimo de fracasso”. Isso passou a ser “uma escolha consciente e empoderada”. Liberdade e não dar satisfação do que faz estão no topo dos anseios das novas mulheres. O mais importante em toda essa mudança é buscar felicidade. Sendo assim, sempre vai valer a pena.
A União de Moradores do Parque Dom João VI deu provas de que a união faz a força. Trata-se do empenho comunitário dos seus moradores na sinalização do bairro. O antigo sonho virou realidade e tem até placa de “boas-vindas”. Sua população, formada por 1.116 habitantes partilha a máxima: Nova Friburgo. Eu amo. Eu cuido! Parabéns!

Elizabeth Souza Cruz
Surpresas de Viagem
A jornalista-poeta-escritora-trovadora-caçadora de cometas Elisabeth Sousa Cruz divide com os leitores, todas as terças, suas impressões a bordo do que ela carinhosamente chama de “Estação Caderno Light”, na coluna Surpresas de Viagem.
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