Especial Sala de Aula IV - Investimentos

Gabriel Alves

Educação Financeira

CEO da empresa Delta, de consultoria, Gabriel escreve sobre economia e finanças e dá dicas de inteligência no gerenciamento de gastos e de como conquistar o equilíbrio entre desejo de aquisições e controle emocional para otimizar as despesas.

sexta-feira, 26 de junho de 2020

Enfim, chegamos a última sexta-feira de junho e é hora de encerrarmos esse mês de muito aprendizado. A propósito, já repararam como aprender é bom? Além do maior conhecimento financeira, é precisos nos mantermos em constante processo de aprendizado, afinal, o conhecimento é libertador e abre caminhos.

Contudo, mantendo a linha cronológica de aprendizados financeiros, já aprendemos aqui alguns conceitos financeiros muito importantes, como elaborarmos o orçamento doméstico e mapear finanças; descobrir como lidar, de forma saudável, com dívidas; e agora chegou o momento de empregar rentabilidade ao capital que você consegue poupar. Hoje, o assunto é sobre investimentos.

Investir é multiplicar! Se você empregar R$ 1 mil e, após determinado tempo, passar a ter R$ 2 mil, seu dinheiro foi bem empregado e lhe retornou rentabilidade; simples assim. Agora, um pouco menos simples é identificar boas oportunidades de investimentos. Existem três fatores muito importantes na hora de analisar qualquer investimento, seja ele no mercado financeiro ou não:

  • Liquidez: dentro dos seus investimentos, esse é o primeiro ponto a ser analisado, pois trata-se do período de tempo entre investimento e resgate do capital; podendo haver lucro ou não.

  • Rentabilidade: essa é a parte que enche os olhos – e qualquer desavisado pode acabar considerando este único ponto e tomar uma decisão ruim.

  • Segurança: tudo começa com conhecimento e bom senso, saiba distinguir o que é real do inatingível. Os riscos no mercado financeiro se restringem a administração de bancos e empresas onde estão seus investimentos e a falta de planejamento.

Analisar a relação entre estes três fatores é imprescindível para fazer boas escolhas. A rentabilidade, via de regra, costuma ser diretamente proporcional ao risco do investimento; e conforme menor for a liquidez, maior é o risco para compensar a alta rentabilidade. Sabe aquele “investimento” – entre muitas aspas – de curto prazo, com altíssima rentabilidade e seguro que algum conhecido te indicou? Não existe! E afirmo isso com total convicção.

Investir é fundamental para alcançar o equilíbrio financeiro e não cair em tentações de propostas fraudulentas é ainda mais importante para manter a sua saúde e a do seu bolso. Este é o meu maior propósito hoje, alertá-lo e orientá-lo.

No entanto, caso lhe surjam propostas de investimentos (empreendimentos, bolsa de valores ou imóveis), busque optar pela alternativa que você tenha mais conhecimento de mercado; ou – também muito válido – busque a orientação de profissionais da área.

Seu patrimônio acumulado dependeu de muito esforço para ser desperdiçado em escolhas ruins. Pense nisso!

 

 

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CEO da empresa Delta, de consultoria, Gabriel escreve sobre economia e finanças e dá dicas de inteligência no gerenciamento de gastos e de como conquistar o equilíbrio entre desejo de aquisições e controle emocional para otimizar as despesas.

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