Cenário nacional
Em nível nacional, o Brasil registrou em 2025 o maior número de feminicídios desde que o crime passou a ser tipificado na legislação brasileira. Foram 1.568 mulheres assassinadas por razões de gênero, um aumento de 4,7% em relação ao ano anterior.
Desde março de 2015, quando o feminicídio foi incluído no Código Penal, ao menos 13.703 mulheres foram mortas no país em crimes motivados pela condição de gênero.
Estudos também indicam que a maioria das vítimas são mulheres negras. Segundo levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que analisou 5.729 casos registrados entre 2021 e 2024, pelo menos 62,6% das vítimas eram mulheres pretas ou pardas, enquanto 36,8% eram brancas.
A Lei Maria da Penha, que completa quase duas décadas, representou um marco no enfrentamento à violência doméstica ao reconhecer esse tipo de agressão como violação de direitos humanos. Desde então, novas legislações ampliaram o sistema de proteção, incluindo a tipificação do feminicídio, da violência psicológica e do descumprimento de medidas protetivas.
Apesar dos avanços legais, especialistas ressaltam que o desafio permanece na efetivação dessas políticas na vida cotidiana das mulheres. Neste 8 de março, mais do que celebrar, a data reforça a necessidade de fortalecer a rede de proteção e garantir que os direitos conquistados saiam do papel e se transformem em realidade.
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(*) Estagiária com supervisão de Henrique Amorim
Notícias de Nova Friburgo e Região Serrana
Dia da Mulher: Data reforça luta por políticas públicas e combate à violência
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Em nível nacional, o Brasil registrou em 2025 o maior número de feminicídios desde que o crime passou a ser tipificado na legislação brasileira. Foram 1.568 mulheres assassinadas por razões de gênero, um aumento de 4,7% em relação ao ano anterior.
Desde março de 2015, quando o feminicídio foi incluído no Código Penal, ao menos 13.703 mulheres foram mortas no país em crimes motivados pela condição de gênero.
Estudos também indicam que a maioria das vítimas são mulheres negras. Segundo levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que analisou 5.729 casos registrados entre 2021 e 2024, pelo menos 62,6% das vítimas eram mulheres pretas ou pardas, enquanto 36,8% eram brancas.
A Lei Maria da Penha, que completa quase duas décadas, representou um marco no enfrentamento à violência doméstica ao reconhecer esse tipo de agressão como violação de direitos humanos. Desde então, novas legislações ampliaram o sistema de proteção, incluindo a tipificação do feminicídio, da violência psicológica e do descumprimento de medidas protetivas.
Apesar dos avanços legais, especialistas ressaltam que o desafio permanece na efetivação dessas políticas na vida cotidiana das mulheres. Neste 8 de março, mais do que celebrar, a data reforça a necessidade de fortalecer a rede de proteção e garantir que os direitos conquistados saiam do papel e se transformem em realidade.
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