“Uma data especial para um jornal especial: 80 anos! Com papel fundamental na história de Nova Friburgo e destaque entre os veículos de comunicação de municípios do interior, A VOZ DA SERRA relaciona seu nome a tantas habilidades que fica difícil enumerá-las.
Profissionalismo, coragem, persistência, respeito ao leitor, entre outras, são características que acompanham sua trajetória em oito décadas de existência, enchendo os friburguenses de orgulho. Como formador de opinião e principal fonte de consulta da nossa região, o jornal, sob responsabilidade de Adriana Ventura, filha do saudoso Laercio, supera diariamente obstáculos para continuar levando a seu público, sempre fiel, notícias com clareza e precisão.
Esperamos que permaneça nesse bonito caminho e nos presenteie com seu trabalho de qualidade ainda por muitos e muitos anos. Parabéns, A VOZ DA SERRA!”.
Braulio Rezende, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL)
e do Sindicato do Comércio Varejista (Sincomércio) de Nova Friburgo
O primeiro 'solo'…
“Teria muito que escrever das minhas (três) passagens por A VOZ DA SERRA, essa inegável e indispensável escola, onde fui repórter, chefe de redação e editor, nos três endereços do jornal, desde a Alberto Braune, em 1983 e, depois, nas duas redações da Rua Fernando Bizzotto, entre as décadas de 1990/2000.
O resumo daqueles períodos: foi um tempo profícuo, de muitas aprendizagens e amizades, de tantas pessoas que cruzaram e valorizaram nossa trajetória. E que, evidentemente, deixaram saudades. Mais do que simples colegas de trabalho, patrões, chefes ou mesmo eventuais subordinados, foram amigos. Amizades de laços profundos. Por mais que seja merecido citá-los, o espaço não cabe tantas e tão boas memórias.
Na celebração deste octogenário, no entanto, a lembrança de um dos momentos mais emblemáticos de minha relação com o jornal, embora tenha ocorrido quando eu já nem fazia mais parte da equipe. Um desafio me foi lançado pelo maestro Nelson José da Silva Neto, para a apresentação que a nossa banda Euterpe Friburguense faria em homenagem aos 70 anos do diário, naquela sexta-feira, 17 de abril de 2015, no Teatro do Country Clube, portanto, 10 dias após o septuagenário. Ou seja, o primeiro solo, a gente nunca esquece.
Assim dez anos se passaram em que tive a honrosa oportunidade de ser o solista no ‘Concerto para Máquina de Escrever’, reproduzindo a icônica, curiosa e divertida peça musical ‘The Typewriter’, do compositor norte americano Leroy Anderson (1908-1975). Isso mesmo: sob a batuta do maestro Nelsinho e grande acompanhamento euterpista, toquei uma máquina de escrever, inusitado instrumento, mas tão apropriado para a ocasião comemorativa.
Ainda que, há tempos, já substituída pelo silencioso teclado dos computadores, a velha máquina e o estridente tique-taque de suas potentes teclas, parecem reproduzir até hoje, em aplausos, o indispensável ‘Parabéns pra você,’ a esse ‘Senhor, agora oitentão’, mas mantendo a energia e a vitalidade que o permitiram atravessar essas oito décadas da História friburguense.
Parabéns a todos de sua atual equipe, na lembrança ainda de tantos quanto deram sua contribuição, ao longo dos anos, para essa jornada tão vitoriosa.”
Girlan Guilland,
jornalista
A força do passado!
“O que é A VOZ DA SERRA 80 anos? É a referência de formação de opinião de Nova Friburgo e região! Sou leitor de carteirinha há 72 anos ininterruptos. Minha relação com o jornal começou na casa de minha avó Guida, em reuniões diárias no café da tarde, onde o tio Américo e os irmãos, inclusive o meu pai, debatiam assuntos da política municipal e alguns publicados aos sábados nas páginas de A VOZ DA SERRA. Adorava a coluna “Pílulas” e a do “Máximo” que tratavam com muita acidez os casos de suas épocas. Parabéns Adriana, que Deus continue te iluminando para prosseguir com os ideais do tio Américo e do Laercio!”.
Tony Ventura
“Falar de VOZ DA SERRA, para mim, é uma viagem no tempo, é remexer memórias e voltar à minha infância. É falar de família e de laços. Desde pequena eu presenciei meus avós, pais e tios lendo o jornal. Na casa da vovó, o jornal era uma presença constante na mesa do café da tarde. Meu tio José Paulo Tavares se debruçava sobre a VOZ, lendo e comentando as notícias. Ele era colunista do jornal e nos presenteava, à mim e às minhas irmãs, com notinhas na coluna social.
Eu ouvia portanto, desde muito cedo, o nome daquele homem que era o diretor do jornal, senhor Laercio Ventura. À medida que a vida acontecia, o senhor Laercio, admirador do trabalho artístico da minha mãe [Dirce Montechiari], promovia o trabalho dela no jornal. Casamentos, aniversários, vitórias, acontecimentos tristes e alegres da minha família sempre eram carinhosamente lembrados pela Voz da Serra.
Adquiri o hábito de guardar exemplares e recortes das colunas de saúde, social e marketing do jornal.
Após tantas décadas, o jornal continua presente na nossa família. Meus filhos e netos ainda têm a visão desse jornal sobre a mesa do café na casa do meu pai. Hoje, a empresa comandada pela minha grande amiga Adriana Ventura, continua a noticiar acontecimentos do cotidiano das famílias e da cidade.
Desejo que A VOZ DA SERRA continue a circular pela vida dos friburguenses. Desejo que você, Adriana, continue a levar tão brilhantemente o legado da sua família. Tenha, portanto, a certeza de que o exemplar dos 80 ANOS, será devidamente guardado e servirá de registro para minhas próximas gerações.”
Tânia Montechiari
Querida Adriana Ventura
e equipe de A VOZ DA SERRA!
“Hoje, ao celebrar os 80 anos deste jornal, que foi minha casa por mais de 30 anos, sinto uma imensa gratidão. Foram décadas de aprendizado, dedicação, desafios e, acima de tudo, a honra de compartilhar histórias com os leitores que sempre confiaram em nosso trabalho.
Cada edição impressa, cada artigo publicado, cada conversa com o saudoso Laercio Ventura, cada encontro nos corredores da redação faz parte da minha trajetória e do legado que este jornal construiu com ética, dedicação e compromisso com a verdade.
Parabéns por essa história inspiradora! Que venham muitos mais anos de informação de qualidade e serviço à nossa sociedade. Sigo como um leitor fiel, torcendo pelo crescimento contínuo deste grande veículo de comunicação.
A VOZ DA SERRA vive, viva AVS! Com carinho e admiração!”
David Massena,
jornalista e escritor
Prezados parceiros
“Eu só tenho a agradecer! Sou uma menina carioca, filha única, com poucos parentes e muitos amigos, que veio com os pais para Nova Friburgo, em uma época delicada, onde a expressão e a arte eram tolhidas.
Pai e mãe, de origem européia, escolheram a então Cidade dos Cravos para se estabelecerem. A livraria Giovanni Cassano Livros, sempre teve seu destaque e espaço no jornal A VOZ DA SERRA, onde foram registradas as presenças de Aurélio Buarque de Holanda, Paulo Rónai e Vinicius de Moraes, destaques do primeiro Clube do Livro.
A bailarina e atriz Eda Cassano sempre teve seu trabalho divulgado e eternizado neste jornal, e como destaque e hours concour do Carnaval, vencendo diversos Concursos de Fantasias realizados no Country Clube de Nova Friburgo.
Até mesmo meus filhos de quatro patas, Lord e Layde, também tiveram seu espaço em AVS. Quando acometidos de um envenenamento, o jornal abriu espaço para conscientização de não violência contra os animais.
Meus dias, trabalho e existência foram escritos e ratificados pelo amado Laercio Ventura, que sempre me prestigiou. Como baliza do Colégio Nossa Senhora das Dores, nas apresentações de dança, nos concursos de beleza, no quadro Cidade contra Cidade, nos trabalhos nas secretarias do município, na aprovação no Prêmio Inovare, na militância em face da violência contra a mulher e nos carnavais.
Eu e minha mãe [Eda Cassano], nessa luta pela vida, tivemos nossa história escrita por este jornal… Quando da partida de minha mãe, A VOZ DA SERRA reportou a sua vida e falou da importância de sua existência. O que dizer mais?...
Parabéns a esse veículo que escreve a história dessa cidade e daqueles que aqui vivem. Gratidão, Laercio Ventura, por tanto carinho em vida! Gratidão Adriana Ventura por continuar a conduzir esse belo trabalho, com sua equipe.”
Rosângela Cassano,
advogada
A memória de uma cidade
“80 anos, a apenas duas décadas de ser centenário. Quando a gente olha assim para tantos anos percorridos e a proximidade do ilustre marco, um misto de sensações invade: regozijo, orgulho, vaidade, atemporalidade, motivação, mesmo em meio ao natural cansaço de resistir.
Em tempos de nostalgias, desse sentimento vívido de que antigamente as paisagens, a rotina e os sabores eram melhores — persiste A VOZ DA SERRA. Numa teimosia Ventura apoiada por insistentes parceiros, deve se orgulhar uma cidade que tem seu periódico local para testemunhar o seu tempo.
Tempos de Estado Novo, de Arena e MDB, das grandes indústrias, de Diretas Já, de polarização Paulo e Heródoto e das tolas polarizações atuais que destroem e separam. O tal tempo das coisas sob a lupa de um biógrafo de muitos olhares.
E tenho imensa alegria de estar num desses tantos tempos. Dos 80, estou nos últimos quase 20, 18 para ser mais exato. Enquanto ganho a maioridade jornalística, bebo da fonte desse sábio ancião que retrata o povo de uma das mais magníficas cidades do planeta.
E percebo o quanto é importante, diria vital, a existência de A VOZ DA SERRA diante dos apocalípticos cavaleiros da desinstitucionalidade. Os que tudo personificam para chamarem de seus. Os autointitulados donos odeiam instituições, emblemas, história e identidade. Pois AVS é instituição que protege instituições, é emblema que fortifica emblemas, é história que perpetua histórias, é identidade própria de quem é guardião e protetor de memórias.
Nesses 80 anos, friburguenses, celebrem o que nos une, o que nos faz atentos e fortes, o que permite que nossas vidas e passos não sejam em vão. Aos que fazem suas páginas, como biógrafos ou biografados, vistam a armadura da responsabilidade. Todos nós, celebremos A VOZ DA SERRA, rumo ao centenário.”
Wanderson Nogueira,
jornalista
“Minha história com A VOZ DA SERRA já soma 42 anos. Iniciei minha trajetória no jornal ainda em 1983 e por mais de três décadas atuando no setor administrativo construí um vínculo de amizade e amor com este veículo, incapaz de ser rompido.
Após dez anos de aposentadoria, não deixo de acompanhar suas edições impressas. Ao longo do tempo, o jornal me proporcionou um aprendizado e tanto, fiz carreira e, principalmente muitos amigos.
Que saudade do eterno e saudoso patrono Laercio Ventura, com quem convivi diretamente e muito me ensinou. Testemunhei a sua luta para manter a empresa, um verdadeiro exemplo de resistência ante as inúmeras dificuldades. Eram lições de vida diárias.
Hoje, admiro a dedicação e o empenho de sua filha, Adriana Ventura, na direção desta Voz que ecoa, com a internet, mundo afora destacando sempre o que é notícia em Nova Friburgo. Parabéns! Vida longa ao AVS.”
Maria Sueli Ferreira
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