A partir de 1º de janeiro de 2026, o número que identifica cada conta de luz vai mudar. A novidade obedece a uma regra da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), criada para deixar os dados mais organizados e seguros. A troca será feita de forma automática, e os clientes não precisam se preocupar — tudo será ajustado sem que ninguém precise fazer nada.
Com o novo formato, o número da unidade consumidora será fixo e vinculado ao imóvel, permanecendo sempre o mesmo, independente se o morador mudar. Isso torna as informações mais organizadas e facilita a comunicação entre as distribuidoras e os órgãos reguladores.
A padronização traz melhorias importantes para o setor elétrico, como mais agilidade no atendimento, maior precisão na análise de dados e mais facilidade para as prefeituras incluírem o número de inscrição da unidade residencial no Cadastro Único para o pagamento de benefícios do Governo Federal (CadÚnico), ajudando na concessão da Tarifa Social de Energia Elétrica para famílias de baixa renda.
“O novo modelo vai simplificar processos e melhorar a qualidade das informações usadas na gestão do setor elétrico. Além disso, vai ajudar os clientes a resolverem demandas com mais rapidez e eficiência”, explica Rodolfo Pinheiro, diretor técnico e comercial da Energisa Minas Rio, concessionária do setor em Nova Friburgo.
Outros benefícios incluem a integração mais eficiente entre os sistemas das distribuidoras e da Aneel, o acompanhamento mais preciso do histórico de consumo e a simplificação do processo de migração para o Ambiente de Contratação Livre, caso o cliente opte por esse modelo.

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