Como acontece todos os anos, a Igreja Católica celebra, com festa, a solenidade de nascimento de São João Batista, que é padroeiro de Nova Friburgo. Na catedral dedicada a ele, na Praça Dermeval Barbosa Moreira, a comemoração começa nesta sexta-feira, 19, com abertura das barracas de doces, salgados, caldos, refrigerantes e inúmeras outras iguarias juninas, montadas na praça junto a um palco para shows. As atrações vão até a próxima quarta-feira, 24, dia do padroeiro.
A programação religiosa contará com missas nesta sexta-feira, na catedral, às 8h, 12h e 16h. Neste sábado, 20, as missas da festa de São João Batista serão celebradas às 8h e 16h; no domingo, 21, às 8h, 10h e 18h, e na segunda-feira, 22, às 8h, 12h e 19h, esta solene e presidida pelo bispo da Diocese de Nova Friburgo, Dom Pedro Cunha Cruz. Na terça-feira, 23, e na quarta-feira, 24, as missas também serão celebradas às 8h, 12h e 16h.
Já a programação festiva contará com shows especiais. Nesta sexta-feira, 19, a atração será a banda católica Colo de Deus, que se apresentará às 20h. No sábado, 20, tem show com Paralelo 14, às 15h, e Banda Apache, às 21h; no domingo, 21, às 15h, Alan dos Teclados, e às 20h, apresentação do grupo de quadrilha Anarriê. Às 21h, show com a banda Los Gringos. Na segunda-feira, 22, às 15h, Trio Lumiar, e na terça, 23, Banda K7, também às 15h. Na quarta-feira, 24, a partir das 11h, abertura das barracas com angu à baiana.
A história do padroeiro
São João Batista é conhecido popularmente como “santo festeiro”, mas na tradição católica é considerado o santo mais próximo de Jesus Cristo, por tê-lo batizado no Rio Jordão. É conhecido como São João Batista justamente por conta da sua fé e devoção com o ritual do batismo. É o único santo que tem celebrada a data de seu nascimento e não a da sua morte. Em Nova Friburgo, embora ele seja o padroeiro da cidade, o dia de São João Batista não é feriado local.
Segundo o catolicismo, João Batista, que é primo de Jesus, foi enviado ao deserto para um retiro de oração e passou a catequizar as pessoas anunciando a vinda do Messias. Devido a isso, passou a ser chamado de “profeta”. Após batizar Jesus, acabou preso pelo Rei Herodes por denunciar injustiças e, mesmo preso, João condenou a atitude de adultério do rei, que vivia com a esposa do irmão. João ainda tentou converter Herodes, mas o rei, influenciado pela filha, determinou que João fosse decapitado.

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