A minha esperança, como cidadã e como mãe, como pessoa que pensa e sonha por um futuro mais inclusivo, é que não se possa conceber que a violência jamais seja permitida ou perpetuada. Que haja punição para todo e qualquer envolvido e que, na medida do possível, isso seja feito com rapidez, para que não deixe isso se perpetuar”, acentuou Isabella. Em nota enviada, nesta quarta-feira, 22, à redação de A VOZ DA SERRA, o delegado da 151ªDP, Heberth Tavares disse que “desafortunadamente, alguns perfis de Instagram sensacionalistas divulgaram imagens dos eventos informando até que teria havido estupro coletivo em face do menor e que ele seria autista, o que não condiz com realidade (segundo a mãe tem suspeita de TDAH mas sem diagnóstico).” “Infelizmente, a divulgação dos fatos sem o devido filtro, antes mesmo do registro trouxe grande transtorno à vítima, que teve sua intimidade violada, além de prejudicar o andamento da investigação”, destacou o delegado. “Assim que os fatos chegaram a esta DP, trazidos por parentes da vítima, as diligências iniciais foram tomadas, tais como: entrevista do menor, oitiva de testemunhas e identificação e oitiva de alguns autores (sendo nove os autores no total). Surge, ainda, um décimo nome que teria chegado após a gravação dos vídeos, não se tendo certeza de sua participação ou não no evento. A destacar que, quando fato nos foi informado, os autores não estavam mais em flagrante delito, pelo que inviável sua prisão naquele momento. O menor foi levado a exame de corpo de delito, não sendo encontrada lesão corporal compatível com o evento (há escoriação, mas pelo aspecto, anterior ao fato investigado), do mesmo modo, não há lesão em região íntima do menor , o que afasta, em primeiro momento crime de estupro. Para evitar precipitação, foi colhido material da área íntima do autor, ânus e região genital, para pesquisas. A análise é de laboratório e demanda certo tempo”, completou o delegado, em nota.
Notícias de Nova Friburgo e Região Serrana
Polícia investiga caso de humilhação e agressões a adolescente em Friburgo
A minha esperança, como cidadã e como mãe, como pessoa que pensa e sonha por um futuro mais inclusivo, é que não se possa conceber que a violência jamais seja permitida ou perpetuada. Que haja punição para todo e qualquer envolvido e que, na medida do possível, isso seja feito com rapidez, para que não deixe isso se perpetuar”, acentuou Isabella. Em nota enviada, nesta quarta-feira, 22, à redação de A VOZ DA SERRA, o delegado da 151ªDP, Heberth Tavares disse que “desafortunadamente, alguns perfis de Instagram sensacionalistas divulgaram imagens dos eventos informando até que teria havido estupro coletivo em face do menor e que ele seria autista, o que não condiz com realidade (segundo a mãe tem suspeita de TDAH mas sem diagnóstico).” “Infelizmente, a divulgação dos fatos sem o devido filtro, antes mesmo do registro trouxe grande transtorno à vítima, que teve sua intimidade violada, além de prejudicar o andamento da investigação”, destacou o delegado. “Assim que os fatos chegaram a esta DP, trazidos por parentes da vítima, as diligências iniciais foram tomadas, tais como: entrevista do menor, oitiva de testemunhas e identificação e oitiva de alguns autores (sendo nove os autores no total). Surge, ainda, um décimo nome que teria chegado após a gravação dos vídeos, não se tendo certeza de sua participação ou não no evento. A destacar que, quando fato nos foi informado, os autores não estavam mais em flagrante delito, pelo que inviável sua prisão naquele momento. O menor foi levado a exame de corpo de delito, não sendo encontrada lesão corporal compatível com o evento (há escoriação, mas pelo aspecto, anterior ao fato investigado), do mesmo modo, não há lesão em região íntima do menor , o que afasta, em primeiro momento crime de estupro. Para evitar precipitação, foi colhido material da área íntima do autor, ânus e região genital, para pesquisas. A análise é de laboratório e demanda certo tempo”, completou o delegado, em nota.
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