08/07/2018

Ridicularizar e demonizar os ritos religiosos dos diferentes não é exatamente uma novidade. Sempre houve esse tipo de violência na história. A religião do império da vez sempre se auto-usurpou o título de verdadeira. E sempre se lançou numa ofensiva contra o diferente. A violência simbólica (e a ofensiva contra os símbolos) é uma arma, por vezes, mais potente que as de fogo.

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30/06/2018

As atividades sobre os 200 anos de Nova Friburgo têm me feito pensar também em temas da contemporaneidade. Refugiados e intolerância, por exemplo.

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23/06/2018

O jeito moderno de permanecer primitivo

É lugar comum que o ser humano seja um ser racional. E que é sua inteligência argumentativa que o torna singular. Mas é curiosa a diferença de sensação que temos diante de uma história contada ou de uma explicação dada, por exemplo. Amamos as histórias e seus enredos. Mas nos cansamos muito rapidamente com teorias e argumentos. Somos capazes de ler, ver ou ouvir uma história repetidas vezes. Às vezes, a vida inteira. O mesmo não ocorre com argumentos e teorias.

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16/06/2018

As relações humanas são pautadas basicamente nas palavras. No que se diz e no que se ouve. No como se diz e no como se ouve. É semelhante a um jogo de dizeres e de ideias; de humores e afetos.

No fundo, as relações são experiências de oportunidade. Sim, experiências que têm a ver com a forma como tratamos as oportunidades que nos vêm.

Oportunidade é uma palavra linda. "Ob-portus". Tem a ver com os ventos que levam a embarcação na direção do porto. Por isso, há sopros oportunos e inoportunos.

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