A corrida eleitoral deste ano entra em uma etapa decisiva a partir da próxima semana. Entre segunda-feira, 20, e 5 de agosto, partidos políticos e federações deverão realizar suas convenções. Esses eventos são fundamentais para oficializar os candidatos aos cargos eletivos e chancelar as alianças e coligações que disputarão o pleito, em outubro, quando serão eleitos os novos presidente da República, governador, senador e deputados federais e estaduais.
Depois da escolha, os candidatos ainda precisam passar por outra fase: o pedido oficial de registro na Justiça Eleitoral. Esse processo deve ser feito até 15 de agosto. A partir daí, será analisada toda a documentação e verificado se cada candidato cumpre os requisitos exigidos pela legislação. Só depois desta checagem, o nome pode ser liberado para aparecer na urna eletrônica.
No caso da disputa pela Presidência da República, é o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que faz a análise dos registros. Já os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) cuidam dos pedidos para os demais cargos estaduais e federais.
Regras
As regras também definem quantos candidatos cada partido pode lançar. Para presidente, governador ou prefeito, por exemplo, só é permitida uma candidatura por partido, federação ou coligação, sempre acompanhada de um vice. Nas eleições para deputado e vereador, o número de candidatos pode chegar ao total de vagas em disputa, mais uma vaga extra.
Outro ponto de atenção é a chamada cota de gênero. A legislação determina que os partidos e federações tenham no mínimo 30% e no máximo 70% de candidaturas de cada gênero. Caso essa proporção não seja respeitada, o registro de toda a chapa pode ser negado. (Agência Brasil)

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