Carnaval é diversão, mas também sinônimo de agito e aglomeração nas ruas. As crianças curtem a valer os bailinhos e muitas delas acompanham os pais nas programações de rua, principalmente os desfiles das escolas de samba. Mas, em meio ao vai e vem de pessoas nas ruas, é preciso redobrar os cuidados com a garotada. Em um piscar de olhos, a criança pode se perder dos pais ou responsáveis. Pronto. Aí, o desespero, obviamente toma conta de todos. Mas esse tipo de imprevisto pode ser evitado com cuidados básicos.
Embora as crianças devam ser orientadas, ainda em casa, a nunca se afastarem dos pais, é recomendado pelo Juizado de Menores que sejam confeccionados crachás de identificação dos pequenos em papel cartolina. Esses acessórios devem ser presos com um cordão ao pescoço ou pulseiras com informações pessoais da criança, como nome, idade e contato telefônico dos pais ou responsáveis.
As crianças também devem ser orientadas a, caso se perderem dos pais, procurarem um guarda municipal ou segurança particular, um policial militar ou o palanque dos desfiles ou palco dos shows, para que seus pais possam ser avisados pelo sistema de som dos eventos. Os pequenos também precisam ser orientados a, no caso de perda do paradeiro dos pais, a não aceitarem alimentos, bebidas ou convites de pessoas desconhecidas.
No caso de adolescentes, se tiverem autorização dos pais para se ausentarem sozinhos ou em grupo do local onde a família está, deve ser marcado um ponto de encontro e horário para volta. Com essas dicas, todo mundo pode se divertir, sem tornar a folia um estresse para toda a família.
Outra dica importante é utilizar roupas que contenham compartimentos para acondicionamento de telefones celulares com segurança para que os aparelhos não caiam no chão em meio ao movimento e o pula-pula da garotada. Pois, estando com o celular, fica mais fácil os pais monitorarem o paradeiro dos filhos e fazerem contatos.
Esses tipos de ações têm sido incentivadas também pela Subsecretaria estadual da Criança e do Adolescente, que, inclusive, vem distribuindo pulseiras para identificação de crianças em ensaios de escolas e nos blocos de pré-carnaval no Rio de Janeiro em parceria com a Fundação para a Infância e Adolescência (FIA).

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