Uma bomba

Há 50 anos

Há 50 anos

Coluna que mostra o que foi notícia em A Voz da Serra 50 anos atrás.

sábado, 22 de setembro de 2018

Edição 22 e 23 de setembro de 1968

Manchete:

  • Uma bomba -  “Notícias chegadas à nossa redação pelo telefone, dizem que o sensacional artigo do “Jornal do Brasil”, estourou com uma bomba nas camadas sociais, reclamando as populações da extensa região serrana do compromisso do governo federal de colocar rodovias asfaltadas nas localidades onde foram extintos os ramais ferroviários, permanecendo os municípios sem vias de comunicações, prejudicando as classes produtoras. O clamor é geral! E também é geral o aplauso ao Jornal do Brasil”.
  • Visão Panorâmica da Rodoviária Leopoldina - O novo plano será executado pelo grande arquiteto, Maurício Roberto. “A população friburguense está com o olhar voltado para a antiga estação da Leopoldina e o edifício da prefeitura, obras que serão executadas por concorrência pública, mas supervisionada pela prefeitura, à frente o dr. Lino da Fonseca e seus auxiliares. Não é só da rodoviária que a municipalidade está cuidando: o ponto principal da administração Amâncio Azevedo é o novo plano de transformação da cidade entregue à competência do grande arquiteto Maurício Roberto, o “urbanizador de Brasília”.
  • I Jornada Centro Leste de Órgãos Governamentais - A Secretaria do Trabalho e Serviço Social do Estado do Rio, recolhe frutos sazonados com o importantíssimo conclave de assistência social o secretário Álvaro de Almeida foi especialmente distinguido.

Sociais

  • AVS registra os aniversários de: José Namen, Mário da Silva Miranda, Noêmia Bizzotto (21), José Nunes (22), Flávio Malheiro, Saint-Clair Sette, Hélio Madureira (24), Ana Terezinha (25), Karla Almeida (26), Eliza Maria, Eduardo Moreira (27), Emília Castro, Heloísa Faria (28).

Colunas

  • Em “Nova Friburgo na Sociedade”, W. Robson assina “Destampando a alma do João”. “Aconteceu há quase 25 anos. Logo ao chegarmos a Friburgo, recebemos um aviso dramático: Cuidado!!! Na nossa mente o moço criou-se então, como se fosse um terrível barril de pólvora, desses que trazem bandeira vermelha, desenhos de caveiras sobre tíbia e tudo mais, que costumam causar tremendos calafrios e proporcionarem tremendos pesadelos. Finalmente apontaram-nos o rapaz imponentemente a pedalar uma bicicleta. Dos pés a cabeça foi por nós examinado. Coçamos o cangote. Voltamos a olhá-lo. Sumiu o diabo. Vencidos pela curiosidade, pé ante pé, mais nos aproximamos do ameaçador barril. Foi numa noite fria, em roda boêmia com Barckhardt apaixonadamente aos berros ele disse: Acorda patativa vem cantar. Terminada a serenata do então fotógrafo, temerosos, trêmulos, sem qualquer barulho, cuidadosamente levantamos a tampa da sua alma. Como o português, não fabuloso Antônio Maria, mas o da anedota acendemos o fósforo do brilho dos nossos olhos e fitamos bem dentro dela”.
  • João Batista da Silva assina “Retalhos” -  “Nossos cumprimentos ao povo do 6º distrito, especialmente aos seus ilustres representantes, Lafayete Bravo Filho e o vereador, José Luiz da Silva, pelos imponentes festejos de sua padroeira, Santa Teresinha, revestidos de uma pompa extraordinária, com a inauguração de sua praça que recebeu o nome de um dos maiores impulsionadores do seu progresso o pranteado e saudoso vereador Lafayete Bravo. Nossa alma lá esteve, firme, vibrando com as manifestações do incrível político”.
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