Ministério da Saúde aprova estudo, mas retorno de público no futebol continua vetado

Sub-20 do Carioca, por exemplo, continua acontecendo com portões fechados
quarta-feira, 30 de setembro de 2020
por Vinicius Gastin
Ministério da Saúde aprova estudo, mas retorno de público no futebol continua vetado

Na última semana, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) recebeu sinal verde do Governo Federal para colocar em prática plano de retorno de público nos estádios de futebol. O Ministério da Saúde aprovou estudo com proposta de retorno de até 30% de torcida aos campos. Cada estado e município deve realizar seus protocolos e adotar medidas sanitárias apropriadas para receber torcedores.

Em julho, o presidente da Comissão Nacional de Médicos de Futebol, Jorge Pagura, dizia que esperava público de volta aos estádios apenas depois do lançamento de uma vacina contra o coronavírus.

No Rio de Janeiro, a Federação Estadual de Futebol (Ferj) continua promovendo encontros para discutir a volta do público. A proposta da CBF prevê estádio liberado para até 30% da capacidade de público, sem torcida visitante. Não há data específica. A entidade evita se manifestar, mas defende uniformidade da decisão para ter equilíbrio técnico. Ou seja, se voltar o público no Rio, o ideal seria que todos clubes pudessem receber torcedores também em seus estádios.

Apesar da aprovação do Ministério da Saúde, ainda há um longo caminho a ser percorrido até que o público volte a frequentar arquibancadas. Primeiro, porque cada Estado e cada município precisa permitir essa operação – o que não parece simples hoje. Outro obstáculo é que os clubes pensam diferente sobre o assunto.

A reunião mais recente de clubes com a CBF determinou o veto da presença de torcida em estádios, pelo menos por enquanto. O Flamengo, que defendia o retorno imediato do público, não esteve presente ao encontro. Essa ausência gerou uma discordância entre a confederação e o clube rubro-negro. A partir de agora, a CBF vai consultar prefeituras e estados para saber sobre autorizações e vai analisar a situação em novas reuniões a cada 15 dias.

 

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