Neste 20 de julho faz 51 anos que o homem chegou a Lua

No mês que se celebra essa grande conquista, país perdeu primeira astrônoma brasileira
segunda-feira, 20 de julho de 2020
por Jornal A Voz da Serra
Homem na Lua (Foto: Neil Armstrong / NASA)
Homem na Lua (Foto: Neil Armstrong / NASA)

Hoje, 20 de julho, faz 51 anos que o primeiro homem pisou na Lua. É do astronauta americano Neil Armstrong a famosa frase “Um pequeno passo para o homem, um grande salto para a humanidade”, preferida enquanto ele descia do módulo aterrissado na superfície lunar, seguido pelo seu companheiro de missão Edwin "Buzz" Aldrin. A cena, transmitida pela televisão, foi assistida por milhões de pessoas em todo o mundo.

A nave Apollo 11 foi lançada pelos Estados Unidos em 16 de julho de 1969, levando consigo também o astronauta Michael Collins. E em pouco mais de três dias, alcançou a Lua. Enquanto Collins permaneceu em órbita, na nave principal, Armstrong e Aldrin desceram à superfície lunar a bordo do módulo Eagle. Os astronautas passaram quase três horas caminhando sobre a Lua, fotografando e recolhendo amostras rochosas. Após o sucesso da missão, a Apollo 11 retornou à Terra e pousou sobre o Oceano Pacífico em 24 de julho de 1969.

O cenário político internacional das décadas de 1950 e 1960 foi fundamental para o desenvolvimento da tecnologia necessária para a chegada do homem à Lua. As constantes tensões entre os Estados Unidos e a União Soviética – a chamada Guerra Fria - contribuíram para uma disputa científico-tecnológica que canalizou grandes investimentos para as áreas de pesquisa e inovação em cada país, levando as duas superpotências uma corrida pela conquista do espaço.

Astrônoma brasileira

Há cerca de dez dias, o Brasil perdeu, Yeda Veiga Ferraz Pereira - a primeira astrônoma brasileira e também a primeira mulher a trabalhar no Observatório Nacional na década de 1950, dedicando-se à observação de passagens meridianas de estrelas para a determinação da hora e a estudos sobre a rotação da Terra. 

De acordo com familiares, Yeda faleceu em casa, no último dia 9, cercada pelos filhos. “Foi uma mãe e uma profissional exemplar”, disseram. Yeda Veiga Ferraz Pereira nasceu em 1925, se formou em Engenharia Civil e Elétrica, sendo a única mulher da sua turma e uma das poucas da sua época a seguir e concluir um curso nessa área. 

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