Estado do Rio apresenta bandeira vermelha no Mapa de Risco da Covid-19

Metropolitana I é a única das nove regiões do estado classificada com bandeira roxa
sábado, 17 de abril de 2021
por Jornal A Voz da Serra
Estado do Rio apresenta bandeira vermelha no Mapa de Risco da Covid-19

A 26ª edição do Mapa de Risco da Covid-19, divulgada na última sexta-feira, 16, pela Secretaria de Estado de Saúde, mostra que a situação da pandemia no Estado do Rio de Janeiro deixa a bandeira roxa (risco muito alto) e entra na bandeira vermelha (risco alto), o que aponta para uma melhora nos parâmetros epidemiológicos. Esse movimento se repete na Região Serrana, na qual Nova Friburgo está inserido. 

De acordo com o novo mapa, as regiões Médio Paraíba, Centro-Sul, Baixada Litorânea, Noroeste, Norte, Baía de Ilha Grande e Metropolitana II permanecem com bandeira vermelha (risco alto).  A Região Metropolitana I é a única do estado que continua com bandeira roxa, que indica risco muito alto de contrair a doença. A análise compara a semana epidemiológica 13 (28 de março - 04 de abril) com a 11 (14 de março - 21 de março) de 2021.

Na comparação entre as semanas epidemiológicas analisadas, o Estado do Rio apresentou um aumento de 38% no número de óbitos e uma redução de 13% nos casos de internações por  síndrome respiratória aguda grave (SRAG) . As taxas de ocupação de leitos no estado, nesta sexta-feira (16), estavam em 69,6% para leitos de enfermaria e 88% para UTI. 

Os resultados apurados para os indicadores apresentados devem auxiliar a tomada de decisão, além de informar a necessidade de adoção de medidas restritivas, conforme o nível de risco de cada região. Vale lembrar que cada bandeira no Mapa de Risco da Covid-19 no estado representa um nível de risco e um conjunto de recomendações de isolamento social, que variam entre as cores roxa (risco muito alto), vermelha (risco alto), laranja (risco moderado), amarela (risco baixo) e verde (risco muito baixo).  

Internações e óbitos 

Segundo o levantamento da Subsecretaria de Vigilância em Saúde (SVS), as internações e os óbitos de idosos acima de 80 anos no período diminuíram. As reduções relativas ao período chegam a 49% nas internações e a 44% nos óbitos decorrentes de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) de pacientes acima de 90 anos. Já em relação a idosos com mais de 80 anos, as quedas são de 22% para mortes e 33% para hospitalização. A comparação foi feita entre os meses de janeiro e março, considerando as semanas epidemiológicas 01 a 04 (03 a 30/01), e 09 a 12 (28/02 a 27/03). A principal hipótese é que o início da vacinação para essa faixa etária tenha causado a redução.

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