Comércio online teve a pior Black Friday em três anos

É o que indica a comparação do faturamento nos três principais dias de promoção, de quinta a sábado, entre 2020 e 2021
terça-feira, 29 de novembro de 2022
por Jornal A Voz da Serra
(Foto: Pexels)
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O faturamento do comércio online nesta Black Friday foi o pior registrado nos últimos três anos. Isso mesmo que considerada a soma das vendas nos principais dias da campanha coletiva de descontos, entre quinta-feira e sábado da quarta semana de novembro, no período entre 2020 a 2022. É isso o que aponta um levantamento da Neotrust, empresa que monitora vendas no e-commerce, feito em parceria com a ClearSale, especializada em inteligência de dados.

Segundo o levantamento, até as 18h da última quinta-feira, 25, por exemplo, as vendas online totalizaram R$ 580 milhões em 2022. Em 2021, o valor alcançado no mesmo dia, a quinta-feira, foi de R$ 769 milhões. Em 2020, porém, ficou em R$ 733 milhões.

Na comparação entre as sextas-feiras, o quadro é similar. Em 2022, o montante faturado nesse dia foi de R$ 3,2 bilhões, contra R$ 4,34 bilhões, em 2021, e R$ 4,36 bilhões, em 2020. No sábado, este ano repetiu o pior resultado, ainda que empatado com 2020. Nesses dois casos, o faturamento foi de R$ 1,26 bilhão. Em 2021, as vendas somaram R$ 1,32 bilhão.

Ainda na comparação entre os últimos três anos da Black Friday, a maior queda no volume de vendas ocorreu na sexta-feira, o principal dia da promoção, entre 2021 e 2022. Nesse caso, as vendas encolheram 28%.

De acordo com o balanço, na última sexta-feira, 26, os itens de maior faturamento foram, pela ordem, os eletrodomésticos, seguidos pelos aparelhos de telefonia (celulares, em geral), além de eletrônicos, itens de informática e, por fim, moda e acessórios. O valor médio das transações ficou em R$ 657,27, uma redução de 8,29% em comparação com 2021.

Os meios de pagamento mais utilizados na sexta-feira foram os cartões de crédito (47,90%), seguidos pelo bloco formado por e-wallet, cashback e débito (26,82%). O Pix ficou com uma fatia de 15,58% e os boletos, com 9,7%. (Fonte: Metrópoles)

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