Calçada do Rio Bengalas ainda está inacabada

Sem pavimentação, mato cresce e buracos também dificultam passagem de pedestres
quinta-feira, 04 de março de 2021
por Jornal A Voz da Serra
A trilha na margem do rio (Fotos: Henrique Pinheiro)
A trilha na margem do rio (Fotos: Henrique Pinheiro)

Para tentar conter os transbordamentos do Rio Bengalas na altura do Prado, distrito de Conselheiro Paulino, sempre que chove forte, os governos Federal e estadual promoveram a canalização das margens do leito do rio no trecho entre Duas Pedras e a ponte da Rua José Ernesto Knust, no acesso à Praça Lafayette Bravo, no centro de Conselheiro. A obra viabilizada após a tragédia de janeiro de 2011 já teve a canalização do rio concluída, mas falta terminar a urbanização das margens, ao longo da Avenida Governador Roberto Silveira. 

Pedestres que utilizam com frequência o trecho da margem do rio, na altura da garagem da empresa de ônibus Faol e a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) reclamam da falta de pavimentação da calçada, o que dificulta a passagem dos transeuntes, pois além dos buracos, o mato invadiu parte do trecho. Até pessoas com carrinhos de bebê se arriscam ao passar por ali e não é raro flagrar alguém caminhando pela pista disputando espaço com o pesado trânsito da Avenida Roberto Silveira. 

“Não dá para entender. As margens do rio já foram canalizadas, trocaram as pontes de concreto por outras metálicas e fizeram até pracinha num trecho de calçada mais larga. Por que não colocam um pouco de cimento aqui. É um pedaço tão pequeno. Será que acabou o dinheiro?”, questiona Elias Campanucci, que passa por ali com frequência para ir à UPA. Questionamos o Governo do Estado sobre a calçada inacabada, mas não tivemos resposta até o fechamento desta edição.  

 

LEIA MAIS

Nova estrutura terá capacidade para 53 mil atendimentos ao ano a trabalhadores do transporte e comunidade

Desta vez é estrutura de madeira localizada na Parada Folly que precisa de reparos

Cerca de R$ 43,2 milhões serão investidos em intervenções no bairro Vila Nova, duramente castigado pela tempestade de 2011

Publicidade

Apoie o jornalismo de qualidade

Há 76 anos A VOZ DA SERRA se dedica a buscar e entregar a seus leitores informações atualizadas e confiáveis, ajudando a escrever, dia após dia, a história de Nova Friburgo e região. Por sua alta credibilidade, incansável modernização e independência editorial, A VOZ DA SERRA consagrou-se como incontestável fonte de consulta para historiadores e pesquisadores do cotidiano de nossa cidade, tornando-se referência de jornalismo no interior fluminense, um dos veículos mais respeitados da Região Serrana e líder de mercado.

Assinando A VOZ DA SERRA, você não apenas tem acesso a conteúdo de qualidade, mantendo-se bem informado através de nossas páginas, site e mídias sociais, como ajuda a construir e dar continuidade a essa história.

Assine A Voz da Serra

TAGS: obra