A mídia impressa é um dos meios de comunicação de massa mais antigos da humanidade. Mas essa história que começou em 1609, com o primeiro jornal impresso, na Alemanha, ainda tem muitos capítulos pela frente.
E com a ascensão do digital, uma grande pergunta que paira sobre os meios de comunicação diz respeito ao futuro do jornal impresso. Primeiramente, esse não é o fim dele. Pelo contrário, é um novo começo, uma repaginação. Como opina o jornalista e consultor Eduardo Tessler, o jornal deixou de ser um produto de massas para se tornar algo mais desejável.
O Brasil tem um dos maiores índices de confiança em mídia impressa no mundo, de acordo com o estudo Trust in the Media, da Ipsos. Como revela a empresa global de pesquisas de mercado, 65% dos brasileiros confiam em jornais e revistas, à frente da média internacional de 47%, analisada entre 27 países de cinco continentes.
Outro indicador em que o Brasil se destaca está na avaliação da relevância da mídia impressa ao fornecer notícias e informações. Sete em cada dez brasileiros, ou 70%, entendem como relevantes os conteúdos de jornais e revistas, enquanto a média global fica em 54%.
A Kantar Ibope Media, por meio do relatório Dimension, mostra também que os jornais são considerados o meio mais confiável para acessar notícias e informações. Isso é uma constante entre leitores das mais variadas idades, como a Kantar faz questão de destacar:
“O Jornal é o meio mais confiável para compartilhamento de notícias em todas as faixas etárias, até mesmo entre aqueles de 18 a 34 anos”.
Ainda mais, em comparação com Argentina, China, França, Alemanha, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos, o Brasil é o país com maior confiança em impressos. E os veículos regionais ganham maior predileção do público. Uma pesquisa de YouGov apontou que os jornais locais são as fontes mais confiáveis para notícias e informações.
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