Livro presta homenagem póstuma a Tânia Braune

“A azaléia e o beija-flor”, em memória da escritora, terá renda revertida para o Laje
terça-feira, 05 de fevereiro de 2019
por Jornal A Voz da Serra
A capa do livro (Reprodução da internet)
A capa do livro (Reprodução da internet)

A família Braune presta nesta quarta-feira, 6, uma bela homenagem póstuma à escritora Tânia Braune, com o lançamento do livro infanto-juvenil “A Azaléia e o Beija-flor”, que conta uma bonita história de amor. O evento será às 19h30, no restaurante Sushiban, no Cônego.

A obra é a primeira produção literária da autora falecida em 2015. O marido, o vice-prefeito de Nova Friburgo e tabelião, Marcelo Braune, conta que Tânia, embora tenha lançado outros dois romances policiais - “Assassinato na Pousada do Riacho” e “Engano Fatal” – preferiu deixar a “azaléia” na gaveta.

“Pouco antes dela nos deixar, eu e nossos filhos (Guilherme e Marcelo) tentamos convencê-la a lançar esta sua primeira obra. E a Tânia já estava achando a ideia interessante. Mas não deu tempo”, lembra Marcelo, emocionado.

Após a morte de Tânia a família começou a amadurecer a ideia de homenageá-la lançando “A Azaléia e o Beija-Flor”, que terá a renda dos exemplares vendidos revertida para o Lar Abrigo Amor a Jesus (Laje), entidade assistencial que Tânia, espírita, ajudava. Outro exemplo do engajamento da família Braune com o lançamento do livro é a participação da neta da escritora, Joana Braune, que assina a ilustração da capa. Parte da tiragem da obra será doada à Secretaria Municipal de Educação de Nova Friburgo, para utilização dos estudantes.

“Onde estiver, acredito que a Tânia ficará satisfeita com a nossa iniciativa. Nos lembramos dela como uma pessoa simples, que gostava de ajudar os outros e de contar histórias. E nós sempre a incentivamos a escrever”, observa Marcelo, lembrando que a “A Azaleia...”, após ser concluída, foi lida e aprovada por grandes e queridos amigos da família, como o colunista David Massena e os saudosos Augusto Curvello de Muros (escritor) e Júlio Cezar Seabra Cavalcanti, o Jaburu (fundador do Gama e produtor cultural).

Feliz com a homenagem à memória da esposa, Marcelo lembra que após finalizar o livro e resistir à sua publicação, a escritora foi estimulada pelos familiares a continuar escrevendo. Foi aí que ela criou o romance policial “Assassinato na Pousada do Riacho” que teve a tiragem esgotada. O sucesso da obra motivou-a utilizar os mesmos personagens no seu segundo romance policial “Engano Fatal”.                 

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