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Elizabeth Souza Cruz

Elizabeth Souza Cruz

Surpresas de Viagem

A jornalista-poeta-escritora-trovadora-caçadora de cometas Elisabeth Sousa Cruz divide com os leitores, todas as terças, suas impressões a bordo do que ela carinhosamente chama de “Estação Caderno Light”, na coluna Surpresas de Viagem.

terça-feira, 06 de novembro de 2018

O Caderno Z é o campeão em trabalhar com datas e começamos a reverenciar 3 de novembro  de 1930 pelo Dia da Instituição do Direito de Voto da Mulher. São várias passagens no calendário da história, como 24 de fevereiro de 1932, data em que o voto feminino fora assegurado. Mas somente em 1946, a obrigatoriedade passou a ser exigida para as mulheres. Uma trajetória de conquistas, em passos curtos, até chegarmos aos tempos modernos de 2018 que trouxeram bons resultados para algumas candidatas, embora ainda se espere mais para que a mulher possa atuar no campo político.

Lembrando a atuação de dona Laura Milheiro de Freitas temos uma prova de que as mulheres estão e sempre estiveram capacitadas para o exercício das funções políticas. Ela nasceu em 1913 na cidade do Rio de Janeiro e veio para Nova Friburgo em 1942, quando começou a desenvolver trabalhos sociais. Sua atuação como vereadora lhe rendeu quatro mandatos. No depoimento de sua neta, uma frase que simplifica a sua trajetória – “Verdadeiramente, ela fez parte de uma safra de bons políticos”. A vereadora Vanderleia, em seu segundo mandato, “abraçou a ideia”, trabalhando “com garra, determinação e organização”. Nessa trilogia está alicerçando o seu legado.

Na carona de Paula Farsoun, vamos deixar o “Z”, ao som de Maria, Maria, pois, “é preciso ter manha, é preciso ter graça, é preciso ter sonho sempre...”. A vida requer esses atributos de todos nós. E essas qualidades são as ferramentas com as quais a cuidadora de animais, Valéria Lima, enfrenta os desafios de cuidar de 99 cães e 58 gatos. Felizmente, com a ajuda de uma “vaquinha on line”, foi arrecadada uma quantia para ajudar na organização do novo abrigo. A VOZ DA SERRA é parte dessa história também. Nossa Voz tem longo alcance e clama pelas boas causas!

“Eu tive uma Tia Thereza”. Assim Andréa Barroso imprime belíssimo texto para homenagear sua tia Thereza Albuquerque e Mello, que nos deixou na semana passada. “Thereza é a expressão maior de amor, de admiração...”. Andréa diz, ainda – “Desejo a todos uma tia Thereza”. De minha parte, eu também tive uma tia – Thereza Bravo, muito amada. As Therezas iluminam! Não é mesmo, Thereza Malcher?

Walcir Ferreira é todo sorriso na entrevista com Guilherme Alt. Ele e seu parceiro, Paulinho Mendonça, entre outros temas, comentam o sucesso do clipe “To pegando fogo”, com mais de 15 mil acessos. Por conta da amizade, sou muito suspeita para falar de Walcir, mas talento é o que não lhe falta. “Eclético”, não se deixa vencer pelos desafios e vai agregando pessoas que o ajudam e torcem pelo seu sucesso.

Massimo pergunta aos leitores sobre o desafio da foto de Regina Lo Bianco. Essa eu sei! Passo pelo local todos os dias e não me canso de apreciar os cuidados e a beleza das flores. Pudesse a cidade ficar assim florida, faria jus ao título de segunda maior produtora de flores do Brasil. Muita coisa há que se melhorar na cidade, inclusive no Hospital Raul Sertã, como exposto na reportagem de Márcio Madeira.

As dificuldades estão para todos os lados. O jornal destaca a matéria - “Dois em cada dez brasileiros que poupam fazem reserva para a aposentadoria”. Usar com economia e pensar no futuro são alternativas para vencer as crises que se apresentam no dia a dia. O duro é quando aquele dinheirinho suado precisa ser desviado para pagar contas rotineiras que ultrapassam o orçamento. Mas, que se há de fazer! Conforme papai dizia – dinheiro vai, dinheiro vem! (Mas parece que vai mais do que vem).

Em “Há 50 Anos”, um alerta – “Cuidado com a cachaça”. A nota ressaltava o perigo da “venda franca” do produto, “um autêntico corrosivo”, prejudicando “o organismo de seus bebedores”. Os tempos mudaram e os conceitos também, pois essa água ardente, que passarinho não bebe, virou até Patrimônio Histórico Cultural. De qualquer forma, seja o consumo chique na alta sociedade, ou brega nos botequins de beira de rua, todo cuidado é pouco. Bom mesmo é tomar juízo!

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A jornalista-poeta-escritora-trovadora-caçadora de cometas Elisabeth Sousa Cruz divide com os leitores, todas as terças, suas impressões a bordo do que ela carinhosamente chama de “Estação Caderno Light”, na coluna Surpresas de Viagem.

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