Respeito ao sono

Massimo

Massimo

Coluna diária sobre os bastidores da política e acontecimentos diversos na cidade.

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Para pensar:

“Só não existe o que não pode ser imaginado.”

Murilo Mendes

Para refletir:

“Se eu sou desrespeitoso com meu oponente, como posso me respeitar?”

Georges St. Pierre

Respeito ao sono

As notinhas a respeito da mobilização de setores de nossa sociedade no combate à poluição sonora, sobretudo através das motocicletas com escapamento adulterado, tiveram grande resposta por parte dos leitores.

Muitos, inclusive, manifestaram apoio à ideia da criação do selo “empresa amiga do sono”, ou algo que o valha.

Fala, leitor!

“Em relação à criação de um selo dos ‘amigos do sono’ para serem usados junto aos motoboys da cidade, sugeriria que a CDL de Nova Friburgo fosse convidada a ‘abraçar’ essa campanha. Seria interessante esse engajamento, pois poderia sugerir ações e orientações enquanto o poder público não faz seu papel de fiscalizar.”

Assina a mensagem o leitor Cláudio Agenor Leite Ribeiro.

Redes sociais

Já o leitor Seneca Espinosa defende que abusos sejam denunciados em redes sociais.

“É simples, Massimo. Basta usarmos a ferramenta mais poderosa dos tempos atuais: as redes sociais. Quando alguém testemunhar um motoboy de alguma empresa de entregas ‘rasgando’ a cidade com seu escapamento adulterado, basta denunciar o mal-educado desrespeitoso nas redes, citando empresa e placa. Esse comportamento selvagem começará a mudar rápido, basta doer no bolso.”

Sugestões

A leitora Rosane Avellar Cortez, por sua vez, enviou mensagem cheia de propostas.

Sugiro que as pessoas incomodadas procurem a Ouvidoria da prefeitura para fazer uma reclamação formal contra esse problema para que o município faça algo em prol da população; que o Ministério do Trabalho faça fiscalização nas empresas de motoboys para saber se os funcionários estão legalizados; que as pessoas incomodadas entrem em contato com a PM reclamando do barulho com o objetivo de que tomem conhecimento da insatisfação da população e façam algo para a lei ser cumprida (existe um número de WhatsApp para este fim); que liguemos para as empresas que fazem entregas e reclamemos diretamente com eles; que os Rotarys Clubes de Nova Friburgo se engajem na campanha idealizada por você (cidade amiga do sono); e que se façam blitzes constantes para esse fim.

Exemplo

A coluna agradece de coração pelo retorno dos leitores - como foram muitas mensagens, algumas serão publicadas nos próximos dias -, chamando atenção para o fato de que mobilizações semelhantes, direcionadas a outras áreas da municipalidade, certamente teriam grande impacto sobre os rumos de nossa cidade.

Se a população se unir de fato, e conservar a razão, consegue qualquer coisa...

Maternidade

Se o Hospital Raul Sertã em breve completará 100 anos, o Hospital Maternidade Mário Dutra de Castro não fica muito atrás.

Nesta quinta-feira, 17, a maternidade comemorou 72 anos de atividades, oferecendo um café da manhã para os funcionários que contou também com a presença da equipe da gestão municipal da Saúde.

Aspas

A coluna ouviu a diretora da unidade, a médica Rosane Queiroz Figueiredo.

“Agradeço aos funcionários, médicos, pacientes e seus familiares, amigos que nos têm ajudado com seu trabalho e doações para o crescimento do HMMDC, bem como a equipe de gestão da Saúde, que tem nos ajudado sempre que solicitamos. Inclusive, o futuro balcão de atendimento foi doado pelos funcionários da recepção, pela Central de Internação, por um pai agradecido e um empresário da cidade. Tivemos doação de tintas, entre outros materiais.”

A propósito...

Aliás, pegando o gancho de nosso assunto anterior, o Hospital Maternidade é um dos espaços mais afetados pelo excesso de barulho em nossas ruas, ao longo das madrugadas.

Combater a poluição sonora é, sem dúvida, uma forma eficiente de manifestar apoio a esta instituição tão importante.

Diálogo importante

Dias atrás a coluna anunciou a vinda a Nova Friburgo dos candidatos a reitor, vice-reitor, e a diretora do Centro de Tecnologia e Ciências (CTC) da Uerj, respectivamente professores Ricardo Lodi, Mário Carneiro e Nádia Lima.

Pois bem, a futura cúpula de nossa maior universidade estadual foi recebida na última quarta-feira, 16, pelo prefeito Renato Bravo.

Registro

Da esquerda para a direita, na foto, assinada pelo parceiro Daniel Marcus, estão os professores Lincoln Silva (diretor do Centro de Educação e Humanidades), Luís Mota (diretor do Centro de Tecnologia e Ciências), Ângelo Mondaini (futuro diretor do Instituto Politécnico), Ricardo Barros (atual diretor do Instituto Politécnico), Mário Carneiro (futuro vice-reitor da Uerj), Ricardo Lodi (futuro reitor da Uerj) e Nádia Lima (futura diretora do Centro de Tecnologia e Ciências).

Além, é claro, do secretário de Ciência e Tecnologia, Marcelo Verly, do prefeito Renato Bravo, e do presidente da Comissão de Educação da Câmara Municipal, vereador Norival.

Continuando...

Dando continuidade aos perfis dos anões no esboço de Branca de Neve rejeitado pelos irmãos Grimm, hoje é o dia de falarmos sobre Feliz, quase uma prévia do que iria se tornar o célebre vilão Coringa, da editora DC.

Feliz

Feliz não perdia o sorriso quando Branca de Neve fazia a faxina, e nem tampouco quando havia caçadores por perto. Imperturbável e disposto a tudo, Feliz sobrepunha-se aos outros, entrava na frente de todos, assumia funções alheias, fazia o que fosse necessário para manter o fluxo de maçãs. Totalmente comprometido com suas causas, fossem elas honestas ou não, Feliz é a representação de uma falsa felicidade, uma ilusão, posto que não pode fugir à colheita daquilo que plantou, e sua alegria está condenada a durar pouco.

O texto torna difícil, no entanto, avaliar se o personagem era simplesmente alienado em relação às consequências de seus atos, se estava empolgado por receber mais do que julgava merecer, ou se era apenas um glutão incapaz de controlar a própria fome. 

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