Projeto aprovado

Massimo

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Coluna diária sobre os bastidores da política e acontecimentos diversos na cidade.

sexta-feira, 02 de fevereiro de 2018

Para pensar:

“Ser jovem é saber envelhecer”

Juca Chaves

Para refletir:

“A força do direito deve superar o direito da força.”

Rui Barbosa

Aprovou

Atenção, que a notícia é boa.

O deputado estadual Wanderson Nogueira gostou bastante das informações que lhe foram apresentadas a respeito do novo projeto do hospital oncológico da Região Serrana, na Ponte da Saudade.

E dá para entender o porquê.

Dados (1)

De acordo com a planta atual, que deve ser aprovada hoje, 2, pelo governador Pezão, um dos três prédios, originalmente previstos, não vai mais ser construído. Para os restantes, o esforço será aproveitar a licitação já realizada, a fim de ganhar tempo.

O novo projeto prevê um total de 50 leitos, dos quais 40 para internação e 10 para o CTI.

Dados (2)

A unidade também deve ter um acelerador linear para radioterapia; cinco salas de cirurgia; um tomógrafo; 15 boxes de quimioterapia: sete salas de consultório, das quais cinco de oncologia e duas de especialidades; três leitos de urgência referenciada; uma mamografia e uma ultrassonografia.

Ou seja: ainda que a redução seja sensível em relação ao projeto inicial, a unidade continuaria a ter enorme impacto positivo sobre a saúde pública em nossa região.

Sem demora

Wanderson também sentiu a disposição por parte do governo para realizar a obra o quanto antes.

Se possível, concluindo-a até o fim do ano/mandato.

Tomara.

Custeio

A partir daí, o desafio passa ser o custeio sustentável da unidade, para o qual existem diversas possibilidades.

Inclusive a parceria com alguma universidade, o que poderia reunir dois sonhos num só projeto.

O tempo dirá.

Terra de ninguém

A madrugada de ontem, 1º, no centro de Nova Friburgo, foi uma "festa".

Teve briga, gritaria, mais briga, garrafas sendo quebradas, motociclista se divertindo ao acelerar moto parada, carros com som alto e - acreditem - até mesmo um berrante.

Rotina de impunidade

É óbvio que existem imagens da arruaça, e que, com um mínimo de esforço, seria possível identificar alguns dos (ir)responsáveis.

Trabalho que talvez nem seja necessário, uma vez que tudo tende a se repetir nos próximos dias, como já aconteceu tantas vezes no passado.

Desperdício

O mais deprimente disso tudo, claro, são as evidências de que os atos de desrespeito foram protagonizados por jovens, que aparentemente não estão encontrando ou conseguindo pensar em nada melhor para fazer.

E não apenas isso, mas também dão mostras de que entram na vida adulta sem a menor consciência sobre o significado do respeito ao próximo.

Melhor sensação (1)

É o tipo de situação que pode revoltar e deprimir, mas deve também instigar reflexões.

Porque parece claro que faltou algo à formação desses jovens.

Algo que se encontra em abundância, por exemplo, entre os veteranos da Praça do Viagra.

Melhor sensação (2)

Comprometimento, altruísmo... Talvez um convite para visitar os internos de nossas instituições assistenciais.

Possivelmente tenha faltado a reveladora experiência de descobrir que fazer o bem é um privilégio.

Mas ainda há tempo.

Problema de muitos

A edição de quarta-feira, 31 de janeiro, dedicou notas à cratera aberta no Cordoeira, e às consequências da falta de proteção estrutural a algumas de nossas vias.

Pois bem, desde então a coluna não para de receber imagens e depoimentos que não deixam dúvidas de que o problema atinge vários pontos de nossa cidade.

Publicaremos alguns destes casos nos próximos dias.

Difícil acesso

Um dos transtornos decorrentes do mau estado dessas vias é a restrição ao serviço de transporte coletivo.

A esse respeito, Paulo Valente, diretor da Faol, enviou à coluna mais de 20 fotos de ruas inapropriadas à circulação dos coletivos, como é o caso do Alto do Catete, e também comentou a falta de portas no banheiro feminino da Estação Livre.

Aspas (1)

"Foram muito pertinentes as notas dedicadas ao Cordoeira, e à Rua Fernandes Ennes, que deixou de ter condições de receber ônibus após as chuvas de 2011. Assim como ela existem muitas outras nas quais os ônibus atolam, caem em buracos, afundam e quebram a suspensão. É complicado trabalhar assim. As pessoas reclamam, com razão, que o ônibus não vai a certos lugares, mas é por causa disso, não tem como passar."

Aspas (2)

"Outro comentário importante foi sobre a Estação Livre. Toda semana mandamos  colocar torneiras, registros, consertar portas nos banheiros masculino e feminino. E toda semana é a mesma história: fazemos os serviços na segunda-feira, e na sexta-feira já estão faltando coisas, já tem porta quebrada de novo. Essa é uma briga constante que nós temos. Talvez seja preciso cobrar algum valor de entrada para que as pessoas tenham mais responsabilidade, porque tem muita gente que entra lá apenas para fazer bagunça."

Respostas

O desafio não estava fácil, mas os leitores andam muito afiados.

Até o fechamento desta edição os amigos Stênio de Oliveira Soares, Sílvio Poeta, Cláudio Damião, Francisco Lavra da Silva Pinto, José Nilson, Paulo Murillo Cúrio, Manoel Pinto de Faria, Gilberto Éboli, Rosemarie Kunzel e Antônio Lopes tinham identificado corretamente o imóvel onde funciona a Receita Estadual, e que no passado abrigou a Recebedoria de Rendas.

Parabéns a todos!

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